Arquivo de Categorias(PERNAMBUCO)
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (PERNAMBUCO) & Campeonatos Históricos Julio Diogo em 14 Jan 2010
TORNEIO INCENTIVO PERNAMBUCANO - 1974
Para manter os clubes pequenos em atividade, a Federação Pernambucano de Futebol promoveu em 1974 o TORNEIO INCENTIVO “DR. AUGUSTO LUCENA“, em homenagem ao então prefeito da capital pernambucana. O título ficou com o CENTRAL SPORT CLUB de Caruaru. Abaixo os dados da competição:
TORNEIO INCENTIVO PERNAMBUCANO - 1974
EQUIPES PARTICIPANTES:
- AMÉRICA FUTEBOL CLUBE (RECIFE)
- CENTRAL SPORT CLUB (CARUARU)
- CLUBE FERROVIÁRIO (RECIFE)
- ÍBIS SPORT CLUB (RECIFE)
1º TURNO
30.03.1974
AMÉRICA 3-0 ÍBIS
CENTRAL 1-0 FERROVIÁRIO
06.04.1974
FERROVIÁRIO 1-1 AMÉRICA
13.04.1974
FERROVIÁRIO 6-0 ÍBIS
CENTRAL 2-0 AMÉRICA
21.04.1974
CENTRAL 3-1 ÍBIS
2º TURNO
04.05.1974
AMÉRICA 3-1 ÍBIS
11.05.1974
FERROVIÁRIO 0-0 CENTRAL
18.05.1974
ÍBIS 2-1 FERROVIÁRIO
25.05.1974
ÍBIS 1-2 CENTRAL
02.06.1974
FERROVIÁRIO 1-0 AMÉRICA
09.06.1974
AMÉRICA 1-2 CENTRAL
01º CENTRAL 11 pg
02º FERROVIÁRIO 06 pg
03º AMÉRICA 05 pg
04º ÍBIS 02 pg
Fontes: Arquivos de Carlos Celso Cordeiro/Luciano Guedes Cordeiro e Revista Placar
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Kussarev & (CEARÁ) & (PERNAMBUCO) & ESCUDOS Rodolfo Kussarev em 13 Jan 2010
Protegido: FEDERAÇÕES MUDAM LOGOMARCA
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (PERNAMBUCO) & Campeonatos Históricos Julio Diogo em 10 Jan 2010
TAÇA CIDADE DE RECIFE - 1977
Este torneio foi disputado pelos quatro clubes melhor colocados na certame pernambucano do ano anterior e, teve no SPORT CLUB DO RECIFE, o seu campeão. Abaixo os resultados desta competição:
TAÇA CIDADE DE RECIFE - 1977
EQUIPES PARTICIPANTES:
- CENTRAL SPORT CLUB (CARUARU)
- CLUBE NÁUTICO CAPIBARIBE (RECIFE)
- SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE (RECIFE)
- SPORT CLUB DO RECIFE (RECIFE)
1º TURNO
19.01.1977
NÁUTICO 1-0 SPORT
22.01.1977
SANTA CRUZ 5-1 CENTRAL
29.01.1977
SANTA CRUZ 0-0 SPORT
02.02.1977
SPORT 1-0 CENTRAL
05.02.1977
SANTA CRUZ 0-0 NÁUTICO
12.02.1977
NÁUTICO 0-0 CENTRAL
2º TURNO
27.02.1977
SANTA CRUZ 1-0 CENTRAL
06.03.1977
NÁUTICO 3-0 SPORT
13.03.1977
SPORT 2-1 SANTA CRUZ
17.03.1977
SPORT 4-0 CENTRAL
19.03.1977
SANTA CRUZ 1-0 NÁUTICO
23.03.1977
NÁUTICO 2-0 CENTRAL
Fonte: Arquivos de Carlos Celso Cordeiro
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (PERNAMBUCO) & Campeonatos Históricos Julio Diogo em 10 Jan 2010
TAÇA CIDADE DE RECIFE - 1971
Este torneio foi disputado pelos quatro clubes melhor colocados na certame pernambucano do ano anterior e, teve no SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE de Recife, o seu campeão. Abaixo os resultados desta competição:
TAÇA CIDADE DE RECIFE - 1971
EQUIPES PARTICIPANTES:
- CENTRAL SPORT CLUB (CARUARU)
- CLUBE NÁUTICO CAPIBARIBE (RECIFE)
- SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE (RECIFE)
- SPORT CLUB DO RECIFE (RECIFE)
1º TURNO
03.02.1971
SANTA CRUZ 3-0 CENTRAL
07.02.1971
SPORT 2-0 NÁUTICO
14.02.1971
SANTA CRUZ 2-0 SPORT
17.02.1971
SANTA CRUZ 2-1 NÁUTICO
25.02.1971
NÁUTICO 5-0 CENTRAL
28.02.1971
SPORT 3-0 CENTRAL
2º TURNO
03.03.1971
SANTA CRUZ 1-2 CENTRAL
07.03.1971
SPORT 1-0 NÁUTICO
10.03.1971
SANTA CRUZ 4-1 SPORT
14.03.1971
SANTA CRUZ 1-1 NÁUTICO
17.03.1971
NÁUTICO 0-1 CENTRAL
21.03.1971
SPORT 1-1 CENTRAL
Fonte: Arquivos de Carlos Celso Cordeiro
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (PERNAMBUCO) Walter Iris em 09 Nov 2009
Protegido: ARTIGO DA SEMANA N 43-2009 FICHAS TÉCNICAS DO CAMPEONATO PERNAMBUCANO DE 1977
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (PERNAMBUCO) & CLUBES Julio Diogo em 04 Nov 2009
CLUBES DE PERNAMBUCO - OLINDA FUTEBOL CLUBE
Historia do Futebol Parte II & (PERNAMBUCO) Eduardo Cacella em 10 Set 2009
O Bode de Araripe vai jogar a primeirona em PE!!!

O Araripina empatou contra Afogadense de 1 a 1 no dia 17 de Agosto e garantiu a vaga na 1ª divisão.Independente da faixa de idade dos jogadores que acabam de entrar para a história do futebol de Araripina (são todos muito jovens), eles têm mesmo é que comemorar esse feito ao lado de um povo e de uma torcida apaixonada. O técnico Pedro Manta, que exerce uma liderança irretocável com toda a comissão técnica e atletas, liberou o grupo para que pudesse comemorar a maior conquista da nossa história no esporte.O Vera Cruz derrotou na final o Bode e tbm se classificou para a primeirona 2010.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (PERNAMBUCO) & ESCUDOS Michel McNish em 08 Set 2009
Protegido: Escudo do Sport Clube do Recife
Historia do Futebol Parte II & (PERNAMBUCO) & ESCUDOS Eduardo Cacella em 06 Set 2009
Protegido: Descrição do escudo do Moinho Recife!!
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Eduardo Cacella & (PERNAMBUCO) Eduardo Cacella em 02 Set 2009
Protegido: PERNAMBUCO- 1ª DIVISÃO FINAL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Roberto Pypcak & (PERNAMBUCO) Roberto Pypcak em 05 Jun 2009
Araripina Futebol Clube
É a primeira vez que Araripina participa de um campeonato de futebol profissional, e para isso teve que contratar jogadores do próprio município e de outras regiões.
Alcunhas Bode do Sertão
Mascote Bode
O Bode do Araripe é um time de futebol ruminante que mastiga seu adversário o tempo todo, até terminar a partida que está jogando. Ele acredita na sua vitória e cresce cada vez mais nas competições que participa.
Fundação 2008
Estádio Chapadão do Araripe
Capacidade 5.000
http://www.araripinafc.com.br
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Juvando Oliveira & (PERNAMBUCO) & Artigo da Semana 2009 Juvando Oliveira em 28 Abr 2009
ARTIGO DA SEMANA N°16/2009 Memória do Futebol Pernambucano - Torre

Torre Sport Club foi um clube brasileiro de futebol fundado no bairro da Torre, da cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Era o time do governador Estácio Coimbra.
Um jogo com o Flamengo/RJ em 1925
No ano de 1925, o Torre que havia sido vice-campeão estadual no ano anterior organizou um certame chamado Troféu Torre Sport Club que seria disputado em uma única partida contra o Flamengo. Vencendo a disputa por três tentos á um com dois gols de Junqueira, o scratch do Flamengo/RJ levantou aquela taça.
Um pouco do campeonato de 1926
O ambiente esportivo voltou a ficar agitado no início de 1926. Os presidentes do Sport, América e Peres, respectivamente, Roberto Rabello, José Fernandes Filho e João Duarte Dias, comunicam ao público desportivo brasileiro, em manifesto publicado pelos jornais, terem se desfiliado da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e fundado a Associação Pernambucana de Esportes Atléticos.
No documento, os dissidentes denunciavam a existência de um plano, entre Santa Cruz, Náutico, Flamengo e Torre, com a participação do presidente da Liga, Cícero Brasileiro de Melo (recentemente eleito), para colocá-los à margem da política interna da entidade, o que ficara provado nas eleições, pois, enquanto quatro clubes denunciados tiveram, cada um, dois diretores na composição da nova diretória, nos tivemos apenas um representante cada, e o Peres nem isso mesmo tivera.
Pelo Jornal do Commercio, edição de 1º janeiro, a LPDT publicou nota oficial, dando sua versão sobre a cisão havida.Explicava a nota que tudo fora feito para evitar a crise, conseqüência funesta, enfatizava, da paixão extremada do clubismo e o desejo infortunado da prepotência de certos elementos no seio de uma coletividade determinante. Acrescentava ainda que Sport e América, depois de haverem lançado mão de todos os processos para obterem maioria no novo corpo dirigente, processos ínvios e, às vezes, nefastos, declararam, solenemente, no dia da eleição, conforme constava da ata,que seus clubes não aceitariam nenhum cargo eletivo de modo peremptório. Quanto ao Peres, ironizava a LPDT, é um clube em situação irregularíssima, sem sede, sem time, tecnicamente incapaz, que não sofreu admoestação da Liga em sua agonia lenta de dois anos cujo sopro de vida no Conselho apenas existia,mercê do oxigênio que lhe soprava o Sport para dar-se ao luxo de ter um representante em duplicata.
Apesar da interferência de várias figuras de projeção, inclusive do Governo, na tentativa de uma solução para a crise, nenhuma das partes se afastou da decisão tomada. Maior a nau, maior a tormenta, comentava-se. Paralelamente aos jogos do campeonato da Liga, a Associação Pemambucana de Esportes Atléticos também programou seus jogos com times suburbanos, dividindo o público. Quando acabou a briga, que durou seis meses, o certame já estava no turno final, mas mesmo assim Sport e América dele participaram, embora soubessem não haver mais chances para a conquista do título. Fiel à causa, o Peres não voltou, e seu presidente, João Duarte Dias, declarou pelos jomais que tinha sido traído.
Campeão Pernambucano de 1926. O time era formado com Valença, Filuca e Pedro Barreto; Aquino, Hermes e Dantas;Osvaldo, Piaba, Péricles,
Antonio e Chiquinho.
O Torre beneficiado é o campeão
Quem terminou sendo beneficiado com as ausências dos rubro-negros e alviverdes, favoritos ao título, foi o Torre. O chamado madeira rubra terminou conquistando o campeonato de 1926, o primeiro da sua existência, a 2 de janeiro de 1927, nos Aflitos, derrotando o América por 2 a O, gols de Péricles e Piaba. O árbitro foi o dirigente tricolor, Carlos Rios, arranjado de última hora, uma vez que o escalado, Renato Silveira, também dirigente (Sport), não compareceu.
Time campeão - Valença, Aquino e Pedro Barreto; Arnaldo, Hermes e Dantas; Osvaldo, Piaba, Péricles, Policarpo e Galvão.
O madeira rubra, fundado a 13 de maio de 1909, interrompia um predomínio de 10 anos de Sport e América, únicos campeões pernambucanos, desde 1916. Embora se dissesse que o Torre não teve méritos na conquista do título, verdade é que o clube de José da Silva Loyo armara um bom time. Seu primeiro grande passo foi tirar do Sport Club do Recife um dos melhores atacantes da Região, o artilheiro Péricles.
VALENÇA, HERMES, MIRO, LELECO, FAUTINO, COSTA, AGNELO, PIABA, MATURANO, LETONA, e ALDO
Torre campeão pernambucano de 1929
O campeonato invicto
Se no ano de 1926 houve questionamentos acerca do campenato conquistado pelo Torre, em 1929, o madeira rubra não deixou dúvidas, conquistou o título de forma invicta, tendo derrotado Santa Cruz, Náutico, América e empatado por duas vezes com o Sport. O campeonato fora disputado por oito equipes em sistema de pontos corridos com jogos de ida e volta.
A revolução de 1930
A revolução que depôs o presidente Washington Luiz colocou Getulio Vargas no poder e deixou o Recife em polvorosa. O governador Estácio Coimbra teve que fugir para não ser preso e Carlos de Lima Cavalcanti, seu opositor, ligado aos revolucionários, assumiu o Governo de Pernambuco.
Paralisado o campeonato e não havendo condições de sua continuidade, que ia sendo liderado pelo Torre, Renato Silveira, presidente da LPDT, resolveu convocar uma assembléia geral para dar por encerrado o certame. A reunião aconteceu na noite de 12de dezembro, sendo assinado pelos representantes dos times disputantes, exceto Torre e Encruzilhada, o seguinte documento:
“Os abaixo firmados, representantes dos clubes filiados, Sport, América, Náutico, Íris, e Santa Cruz, reunidos aos 12 dias do mês de outubro de 1930, sob a presidência do Sr. Renato Silveira, presidente da LPDT, atendendo às circunstâncias especiais criadas pelos acontecimentos imprevistos que sacudiram o País, anormalizando a vida esportiva do Estado e tornando materialmente impraticável o prosseguimento do campeonato de 1930, resolveram acordar que seja o mesmo campeonato encerrado, considerando-se vencedores do campeonato deste ano os quadros dos clubes colocados em primeiro lugar na contagem dos pontos dos jogos já aprovados, sugerindo-se à diretoria da Liga instituir prêmios especiais para os citados vencedores. O Torre estava assim proclamado campeão de 1930.”
Os clássicos do Bairro da Torre
Clássico Bairrense é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Tramways Sport Club, dois clubes de futebol extintos de do bairo da Torre, no Recife, Pernambuco.
Clássico da Paixão é o nome dado ao jogo das antigas equipes Torre Sport Club versus Íris Sport Club ambos do bairro da Torre da cidade do Recife. O jogo recebeu este nome porque o 1° jogo disputado foi numa Sexta Feira da Paixão no Campo do Alagado da Torre.
Clássico Guerreiro é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Israelita Sport Club, clube, também, já extinto.
Clássico dos Maestros é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Santa Maria Athletico Club, clube, também, já extinto.
Títulos
Estaduais
Campeonato Pernambucano: 3 vezes (1926, 1929* e 1930).
Vice-Campeonato Pernambucano: 4 vezes (1924, 1925, 1927 e 1928).
Torneio Início: 2 vezes (1922 e 1929).
*Campeão invicto.
Outras conquistas
Liga Desportiva da Torre: 1911.
Liga Suburbana: 4 vezes (1915, 1919, 1920 e 1921).
Copa Torre: 8 vezes (1921, 1926, 1928, 1929, 1930, 1932, 1940 e 1942).
Fontes: Sítios Wikipedia e Flápedia, Blog Futebol de Pernambuco em Fotos e Livro História do Futebol em Pernambuco - Givanildo Alves - Edições Bagaço.
Historia do Futebol Parte II & (PERNAMBUCO) & AMISTOSOS INTERNACIONAIS Eduardo Cacella em 10 Abr 2009
UMA EXCURSÃO VITORIOSA E HISTÓRICA
Em 1979, sob o comando do técnico Evaristo Macedo, o Santa Cruz realizou uma excursão ao Oriente Médio e à Europa. Em doze jogos, colheu dez vitórias e dois empates. O ataque tricolor marcou 40 tentos, tendo a sua defese sofrido apenas 10. Os principais artilheiros foram Neinha e Volnei, com 10 gols marcados, cada, e Betinho, com 8 tentos. A excursão foi organizada pelo empresário Elias Zacour e teve como chefe da comitiva José Nivaldo de Castro. O presidente do clube era Rodolfo Aguiar.
A delegação coral, com um grupo de 28 pessoas, saiu do Recife no dia 26 de fevereiro, uma segunda-feira de carnaval, fazendo escala em Paris, após dez horas de vôo.
ENFRENTANDO O ORIENTE MÉDIO
No dia 3 de março, a equipe tricolor fez a primeira partida da sua história em canchas internacionais, enfrentando e vencendo a seleção do Kuwait, que tinha em seu comando o técnico Carlos Alberto Parreira, com gols de Neinha (2), Betinho (2) e Givanildo. O Santa Cruz jogou com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho; Givanildo, Betinho e Carlos Roberto; Jadir, Neinha (Volnei) e Joãozinho. Após o jogo, Parreira visitou a delegação coral no Miscilah Beach Hotel, fazendo grandes elogios ao futebol do meia Betinho.
Três dias depois, em 6 de março, no mesmo estádio, o Qadisyya Sporting Club, com capacidade para 25 mil pessoas, a equipe coral voltou a enfrentar o Kuwait, empatando em 1x1, com mais um gol de Betinho. O Santa Cruz atuou com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho, Givanildo, Betinho e Carlos Roberto; Jadir (Gonçalves), Neinha (Volnei) e Joãozinho (Zé Roberto).
No dia 8 de março, em seu terceiro jogo, sem contar com o lateral Pedrinho, machucado, o Santa Cruz derrotou por 3x0 a seleção da cidade de Bahrein, no Estádio Ysaqial. Nesse jogo, a maior dificuldade enfrentada pelo time coral foram os fortes ventos que assolavam o estádio, dificultando o domínio da bola. Os gols foram marcados por Betinho, Volnei e Neinha e o santinha venceu com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Lula e Alfredo Santos; Givanildo, Deinha e Betinho (Jadir); Gonçalves (Neinha), Volnei e Joãozinho.
No dia 11, o time pernambucano enfrentou o selecionado da cidade de Doha, capital do Katar, vencendo por 4x0, com gols de Betinho (2), Jadir e Neinha. A equipe coral atuou com Joel Mendes (Cláudio); Carlos Alberto Barbosa (Vassil), Paranhos, Lula e Alfredo Santos; Givanildo (Deinha), Carlos Roberto e Betinho (Gonçalves); Jadir, Neinha (Volnei) e Joãozinho (Zé Roberto). No dia 13, contra a seleção do Katar, o santa voltou a vencer. Impôs o placar de 4x1, com gols de Neinha (3) e Volnei. Atuou com a seguinte formação: Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Lula e Alfredo Santos; Givanildo, Betinho e Carlos Roberto (Volnei); Jadir, Neinha e Joãozinho.
No dia seguinte, dia 14, com uma equipe mista, contra o selecionado de Sargas, cidade a dez quilômetros de Dubai, o time tricolor voltou a vencer por 2x1, com gols marcados por Volnei. Consta que o jogo foi assistido por um público superior a dez mil pessoas e o santinha jogou com Joel Mendes (Cláudio); Vassil (Carlos Alberto Barbosa), Paranhos, Lula e Alfredo Santos; Givanildo (Carlos Roberto), Betinho (Neinha) e Deinha; Gonçalves, Volnei e Zé Roberto.
No dia 17 de março, na cidade de Abu Dabi, a 170 quilômetros de Dubai, na Arábia Saudita, o mais querido pernambucano enfrentou a seleção da União dos Emirados Árabes. O Santa Cruz venceu o jogol facilmente, com gols de Givanildo, Lula e Joãozinho. Formou com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa (Vassil), Paranhos, Lula e Alfredo Santos (Deinha); Givanildo, Betinho e Carlos Roberto; Jadir, Neinha e Joãozinho.
No dia 18, mais uma vez sem o tempo necessário para se recuperar, a equipe coral voltou a atuar, dessa feita na cidade de Riad, contra o selecionado de Al Halim, colhendo uma vitória de 3x0, sem a necessidade de utilizar todos os jogadores titulares.
No dia 20, ainda em Riad, mais uma grande atuação na goleada de 6x2 sobre o Nasser, com gols de Joãzinho, Givanildo, Jadir, Neinha, Volnei e Paranhos. Nessa goleada histórica, atuamos com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Lula e Alfredo Santos; Givanildo (Deinha), Betinho e Carlos Roberto (Volnei); Jadir (Gonçalves), Neinha e Joãozinho (Zé Roberto).
No dia 22, a equipe coral entrou em campo, ainda na Arábia Saudita, para enfrentar o El Helal, dirigido pelo treinador Zagalo e contando em seu elenco com o jogador Rivelino, tricampeão mundial.
Para decepção dos pernambucanos, Rivelino não jogou. O Santa, com uma atuação impecável, ganhou pelo placar de 3x0, gols de Carlos Alberto Barbosa, Betinho e Alfredo Santos, todo marcados no primeiro tempo de jogo. Ganhamos com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa (Vassil), Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho; Givanildo, Carlos Roberto (Volnei) e Betinho; Jadir, Neinha e Joãozinho.
Ao término do jogo, Zagalo elogiou o futebol apresentado pelo lateral Carlos Alberto Barbosa, afirmando tratar-se de um jogador de alto nível, com bom toque de bola, perfeito nos lançamentos, atacando com precisão. Elogiou, também, o ponta esquerda Joãozinho pela habilidade mostrada com a bola nos pés.
Apesar de não jogar, Rivelino chegou cedo ao estádio e esteve nos vestiários do Santa Cruz, abraçando os jogadores.
Antes, pela manhã, foi ao hotel onde o Santinha estava hospedado, conversando muito com o técnico Evaristo Macedo e com os jogadores Pedrinho, seu antigo companheiro no Corinthias, e Givanildo.
Atendendo a um convite de Rivelino, Evaristo Macedo, Pedrinho, Givanildo, Joel Mendes e Zé Roberto, deslocaram-se até a residência do jogador paulista, uma mansão próxima ao centro da cidade, onde almoçaram. Na ocasião, Rivelino e Givanildo relembraram a passagem que tiveram juntos na selação brasileira, sob o comando de Osvaldo Brandão, quando disputaram e venceram a Taça do Bicentenário, nos Estados Unidos.
RUMO À EUROPA
Com um saldo de nove vitórias e um empate, no dia 27 de março, a equipe coral chegava a Bucarest, para enfrentar a seleção da Romênia, destacando-se pela boa campanha no Oriente Médio.
Entre os jogadores, os mais procurados pela imprensa romena eram Givanildo, Neinha, Joãozinho e Betinho, o artilheiro do time na excursão, até aquele momento, com sete tentos marcados.
Antes do jogo, a imprensa romena destacou a campanha do Santa Cruz no Oriente Médio, assim como a grande vitória acontecida contra seleção da Checoslováquia, ainda no Recife, no dia 7 de fevereiro.
No dia 30, o Santa Cruz entrava em campo, sob um frio intenso, para enfrentar e vencer, no Republic Estadium, a seleção romena pelo placar de 4x2, com gols de Joãozinho (2), Neinha e Volnei, em um jogo onde o destaque pernambucano foi o zagueiro Paranhos. Andorren e Bruc, cobrando uma penalidade máxima, marcaram para a Romênia. O santa Cruz conquistou essa vitória histórica atuando com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho (Lula); Givanildo, Betinho e Carlos Roberto; Jadir, Neinha (Volnei) e Joãozinho. A Romênia perdeu com Bucanam; Iudorc, Muritan, Borges e Savals; Coran, Bruc e Ildes (Adrian); Han Torres, Ionesc e Andorren.
Partindo de Bucarest, o Santinha chegou a Paris após fazer escala em Zurique, na Suíça. Na chegada ao Aeroporto Charles De Gaulle, Givanildo foi o jogador mais procurado pela imprensa francesa.
No dia 1º de abril, o Santa Cruz entrava em campo, no Estádio Saint Quen, para jogar contra o Paris Saint Germain. Além de um frio muito grande, a equipe pernambucana enfrentou um campo enlameado. O primeiro tempo terminou com o placar em 0x0. Na segunda etapa, a equipe coral chegou a fazer 2x0, com dois gols de Volnei, aos 3 e 22 minutos. A equipe francesa reagiu e chegou ao empate, com tentos marcados por Lavorri e Darre, aos 25 e 28 minutos, ficando em 2x2 o placar final. O jogo foi apitado pelo juiz Jean Clair.
O Santa Cruz atuou com Joel Mendes; Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Alfredo Santos e Pedrinho; Givanildo, Carlos Roberto e Betinho; Jadir (Volnei, e depois Gonçalves), Neinha e Joãozinho. O Paris Saint Germain, com Paredeli; Von, Jan, Renoir e Lavorri; Diank I, Dotenar e Legori; Diank II, Bireaux e Darre.
Após o jogo, a delegação coral deixou a cidade no vôo 0091, da Air France, chegando ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, às cinco horas da manhã do dia 2 de abril. Às 8 horas, pelo vôo 504 da Transbrasil, saiu do Rio de Janeiro com destino ao Recife, onde chegou por volta do meio-dia.
FESTA NO RECIFE
Na capital pernambucana, a comitiva tricolor foi surpreendida pela presença de cerca de duas mil pessoas no Aeroporto dos Guararapes.
Entre a multidão, o Jornal do Commercio registrou a presença de Severino José do Nascimento, conhecido como Cão, que, segundo o dirigente Valdomiro Silva, foi o primeiro roupeiro da história do Santa Cruz. Presentes também estiveram Humberto, contínuo do Sindicato dos Arrumadores, conhecido como o Homem da Sombrinha e o Homem do Charuto, por suas perfoarmances nas arquibancadas durante os jogos do Santa Cruz, e Manoel Mota, primo de Capiba, vindo diretamente de Surubim para recpcionar o Mais Querido.
O poeta-repórter José Soares, uma das maiores expressões da literatura de cordel em Pernambuco, na época, também esteve presente, vendendo ao preço de Cr$ 5,00 (cinco cruzeiros) o folheto Chegou o Santa, a máquina de fazer gols.
Para conter a euforia da torcida e garantir a segurança de todos, a Polícia Militar de Pernambuco destacou um efetivo de 155 soldados, dos quais 35 da Rádio Patrulha, comandados por quatro oficiais do 7º Batalhão de cavalaria, além de 36 militares do BPTRAN.
Entre os jogadores, Neinha e Volnei, artilheiros da excursão, eram os mais festejados pela torcida e pela imprensa esportiva local.
Com a invencibilidade obtida e os grandes resultados alcançados no exterior, o Santa Cruz tornou-se o novo Fita Azul do futebol brasileiro, tomando o título da Portuguesa de Desportos que anteriormente, em 1952, conseguira fazer onze jogos seguidos fora do país, sem perder.
Conselheiro do Clube Náutico Capibaribe e desportista reconhecido, o prefeito Gustavo Krause envou o seguinte telegrama à direção coral: “Congratulo-me diretoria, atletas, técnicos e funcionários do Santa Cruz pelo sucesso alcançado recente em excursão ao Exterior que constitui mais um motivo de orgulho da sua imensa torcida e da satisfação para a cidade do Recife.”
Do governador Marco Maciel, que já fora secretário de Conselho Deliberativo e representante do Santa Cruz junto ao Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Pernambucana de Futebol, a equipe coral recebeu a seguinte mensagem: “Minhas efusivas congratulações pela brilhante campanha e invicta jornada em campos europeus e do Oriente Médio à valorosa equipe do Santa Cruz, reafirmando valor e força do futebol nordestino, representando à altura o prestígio do futebol brasileiro”.
Embalado pela excursão vitoriosa e pelo calor da sua imensa torcida, o Santa Cruz partiria para a disputa do Campeonato Pernambucano e para a conquista do título de bicampeão estadual.
Autor:Clóvis Campêlo do idolosdosanta.blogspot
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (PERNAMBUCO) & CLUBES Julio Diogo em 05 Mar 2009
CLUBES DE PERNAMBUCO - SPORT CLUB TABIRA
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Eduardo Cacella & (PERNAMBUCO) Eduardo Cacella em 02 Jan 2009
NOVO ESCUDO DO ÍBIS
COMEÇANDO O PROJETO DE REVITALIZAÇÃO FOI ESCOLHIDO O NOVO ESCUDO DO CLUBE

FELIZ 2009 A TODOS OS MEMBROS E SUAS FAMILIAS
EDU
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Galdino Silva & (PERNAMBUCO) Galdino Ferreira em 17 Dez 2008
FLAMENGO/PE O PRIMEIRO CAMPEÃO PERNAMBUCANO VIROU SACO DE PANCADAS DEPOIS DA CONQUISTA.
Em 1915 o Sport Club Flamengo se sagrava campeão do primeiro campeonato pernambucano ao vencer o Tramways por 3 a 1, depois o time foi o protagonista da maioria das grandes goleadas do futebol local, mais como vítimas de muitas delas vejamos:
19/05/1938 Tramways 10 x 0 Flamengo
19/06/1938 Sport 16 x 0 Flamengo
19/08/1941 Tramways 10 x 1 Flamengo
21/09/1941 Náutico 10 x 0 Flamengo
13/05/1943 América 10 x 3 Flamengo
13/05/1943 América 10 x 3 Flamengo
21/12/1944 América 15 x 2 Flamengo
29/04/1945 América 10 x 2 Flamengo
01/07/1945 Náutico 21 x 3 Flamengo
04/05/1947 Santa Cruz 10 x 4 Flamengo
18/05/1947 Náutico 12 x 1 Flamengo
20/10/1947 América 12 x 0 Flamengo
24/04/1949 Náutico 11 x 0 Flamengo
21/05/1949 Santa Cruz 14 x 0 Flamengo
Verdadeiros massacres foram impostos pelos algozes sobre a pobre equipe do Flamengo o jogo contra o Nautico em 01/07/1945 é um dos recordes das maiores goleadas do futebol mundial, o time extinto a muito tempo participou em 1949 de seu último campeonato.
Fonte: Site campeões do futebol
Historia do Futebol Parte II & (PERNAMBUCO) Roberto Pypcak em 13 Dez 2008