Arquivo de Maio de 2009
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Lima Alexandre Lima em 31 Mai 2009
Campeonato Brasileiro 1971-2009 - Algumas Curiosidades
Olá amigos e visitantes!!!
Estou atualizando o ranking da CBF do Campeonato Brasileiro, assim como muitos devem estar fazendo e achei legal trazer algumas novas configurações com a pontuação já desse campeonato. Quem ultrapassou quem? Quem chegará a uma marca digna de registro e outras pequenas coisas, vamos a elas:
O Grêmio Barueri entrou no ranking e já ultrapassou 4 times, estando hoje na posição 125º.
O Santo André chega a posição 94º e ultrapassou 5 clubes.
O Avaí ultrapassou duas equipes e está atualmente na posição 94º e pode atingir a marca negativa de 100 gols sofridos se levar mais 21 gols nesse campeonato atual.
O Náutico está há 4 pontos de atingir os 500 pontos obtidos em toda a sua história na competição e também a marca positiva de 600 gols. Hoje o clube tem 598 gols. A marca negativa pode acontecer se a equipe sofrer mais 36 gols esse ano. Seria o gol 700, sofridos. Além do que fez o jogo número 500 no Brasileirão no jogo contra o Cruzeiro, e pelo que vi sem nenhum destaque na mídia nacional.
O Sport Recife está hoje a 1 ponto de ultrapassar o Bahia no ranking e a 9 da Portuguesa de Desportos. Ambos não disputam a série A deste ano.
O Vitória tem uma incômoda marca negativa o perseguindo. Pode sofrer o seu milésimo gol este ano. Faltam “apenas” 30 gols.
O Atlético PR pode chegar aos 1000 pontos, caso marque mais 57 esse ano. Parece que somente na próxima participação mediante a campanha pífia deste ano.
O Goiás pode entrar no grupo dos clubes que chegaram a 300 vitórias no Brasileirão. Faltam 5 vitórias. Mas também se perder mais nove jogos, também terá 300 derrotas. Além do gol 1100. Faltam 11 gols.
O Botafogo precisa de mais 19 pontos para atingir 1100 pontos no histórico e negativamente está com um pé na derrota número 300. Faltam só duas.
O Fluminense tem dois motivos para o clássico esta semana contra o Botafogo. Além dos 3 pontos em jogo, pode se vencer deixar o Botafogo por uma derrota para chegar a marca negativa de 300 derrotas ou se perder igualará ao Botafogo em número de derrotas em toda história. Tem 297 derrotas hoje. Compensa por estar próximo do gol 1200. Faltam apenas 2. Será que sai no clássico?
O Grêmio, 10º colocado no ranking da CBF se perder mais 8 jogos, chega a 300 em toda história.
O Corinthians pode chegar a 1300 pontos na história e 1300 gols ainda esse ano. Faltam 17 pontos e 33 gols.
O Atlético Mineiro está precisando de apenas 4 pontos para se antecipar ao Corinthians nos 1300 pontos e 1400 gols, faltam 12. Porém como nem tudo é perfeito, pode sofrer o gol 1100 esse ano. Faltam 25 gols.
O Palmeiras acaba de ser ultrapassado pelo Flamengo hoje com o empate contra o novato Barueri. Bem verdade que por 1 ponto. O que indica que Palmeiras e Flamengo terão uma disputa particular esse ano. Com certeza se ultrapassarão diversas vezes. Também pode o Palestra tomar o seu gol 1000. Faltam 35 gols. Acho que esse ano sai.
O Flamengo, além de passar o Palmeiras, pode passar o Vasco. Faltam somente 2 pontos. O Flamengo chegou a marca de 1300 pontos, juntamente com o Palmeiras e vai ser o primeiro clube brasileiro a chegar a marca SUPER importante de 1000 jogos disputados. Faltam somente 10. Acontecerá na 14º rodada, na Vila Belmiro contra o Santos no dia 26 de junho.
O Internacional está a um ponto da marca de 1400 pontos ganhos. Basta um empate na próxima partida. Fará a sua milésima partida na 15º rodada contra o Barueri no seu estádio no dia 29 de junho. Contudo pode sofrer o gol 1000 assim como o Vitória, Palmeiras e Atlético PR. Só que o colorado está mais próximo. Faltam 5 gols. Quem fará o Internacional sofrer seu milésimo gol? Façam suas apostas.
Fonte: Ranking da CBF. Guia 2009 Brasileirão - Revista Placar.
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 31 Mai 2009
Protegido: Resultados do Campeonato Paulista de 1997
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 31 Mai 2009
Protegido: CANTAGALO ESPORTE CLUBE/PR
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jorge Farah Jorge Farah em 31 Mai 2009
FIFA anuncia nomes das cidades brasileiras escolhidas para sediar jogos da Copa de 2014
A FIFA (Federação Internacional das Associações de Futebol) anunciou os nomes das doze cidades brasileiras escolhidas como sedes e sub-sedes da Copa do Mundo de 2014. O anúncio foi feito em Nassau, nas Bahamas.
São elas: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Ficaram de fora na disputa Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC).
Após o anúncio da FIFA, as sedes serão convocadas pela CBF para discutir o que cada cidade deverá fazer em relação aos seus estádios.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Roberto Pypcak & (GOIÁS) Roberto Pypcak em 31 Mai 2009
União Esportiva Inhumas muda de nome para União Esportiva de Itaberaí
A União Esportiva de Itaberaí é o mais novo clube do futebol goiano. Em uma parceria com a União Esportiva de Inhumas, o clube já entra com o direito de disputar a Divisão de Acesso do Campeonato Goiano 2009, segunda divisão do futebol de Goiás. Um contrato de parceria garantiu a mudança do nome e a transferência de sede da cidade de Inhumas para Itaberaí.
Para efetuar as mudanças o clube atendeu a todas as exigências feitas pela Federação Goiana de Futebol (FGF) e cumpriram todos os trâmites legais. Após minuciosa apuração de todas as circunstâncias que a lei exigia para que o processo fosse concluído, pode ser reconhecida a mudança de nome e a transferência da sede.

Será a primeira vez na história que Itaberaí terá um clube em um campeonato profissional promovido pela Federação Goiana de Futebol. A equipe agora ostenta as cores verde e branco, além do símbolo que traz um touro, símbolo da cidade. O clube estréia neste domingo, 31 de maio, às 10 horas contra o Inhumas Esporte Clube no Estádio Zico Brandão, em Inhumas.
29/05/2009 - 22:12:00 - Fonte: futebolgoiano.com.br
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 31 Mai 2009
Protegido: Á QUEM FOR VIAJAR..
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 31 Mai 2009
Protegido: CLUBES AMADORES DO RS-BRASIL DE BUTIÁ
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 31 Mai 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-31 DE MAIO
Historia do Futebol Parte II Juvando Oliveira em 30 Mai 2009
Memória do Futebol Maranhense - Bacabal

O Bacabal EC é um clube de futebol da cidade de Bacabal no Estado do Maranhão,Brasil.
Sua sede fica localizada na rua Cleomenes Falção s/n, Bacabal, Maranhão.
Foi o primeiro clube do interior a vencer o Campeonato Maranhense.
Em 1996, durante um periodo de três meses, o clube contou com o volante Andrade e o meia Adílio ex-jogadores do Flamengo campeões do Mundial Interclubes de 1981.
Em 2008, o clube conquista a Taça Cidade de São Luís, sob o comando do treinador Dário Lourenço.
Títulos
Estaduais
Campeonato Maranhense: 1 Vez (1996).
Taça Cidade de São Luís: 2 Vezes (1991, 2008)
A campanha do Bacabal em 1996
Participantes
Americano FC (Bacabal) Expressinho FC (São Luís)
Bacabal EC Maranhão AC (São Luís)
SE Caxiense (Caxias) Moto Clube (São Luís)
Codó FC Sampaio Corrêa FC (São Luís)
Coroatá FC
Primeiro Turno
Apr 7]
Bacabal 1-1 Maranhão
Apr 14]
Bacabal 2-1 Coroatá
Apr 21]
Caxiense 1-0 Bacabal
Apr 28]
Bacabal 3-2 Americano
May 5]
Moto Clube 0-0 Bacabal
May 12]
Bacabal 6-0 Expressinho
May 19]
Codó 1-3 Bacabal
Jun 2]
Sampaio Corrêa 2-1 Bacabal
Jun 9]
Bacabal 1-1 Sampaio Corrêa
Jun 23]
Bacabal 1-2 Codó
Jun 26]
Expressinho 0-5 Bacabal
Jul 7]
Bacabal 4-2 Moto Clube
Jul 13]
Americano 0-1 Bacabal
Jul 21]
Bacabal 2-2 Caxiense
Jul 27]
Coroatá dns Bacabal [awarded 0-1]
Aug 4]
Maranhão 2-0 Bacabal
Segundo Turno
Aug 7]
Americano 2-0 Bacabal
Aug 14]
Bacabal 1-1 Caxiense
Aug 18]
Codó 2-0 Bacabal
Aug 25]
Bacabal 0-1 Americano
Sep 1]
Bacabal 2-1 Codó
Sep 8]
Caxiense 0-0 Bacabal
Fase final
Dec 4]
Bacabal 1-0 Sampaio Corrêa
Dec 7]
Bacabal 2-1 Caxiense
Dec 10]
Caxiense 0-0 Sampaio Corrêa
Dec 12]
Sampaio Corrêa 2-0 Bacabal
Dec 15]
Caxiense 2-3 Bacabal
Dec 17]
Sampaio Corrêa 7-1 Caxiense
Tabela J V E D
1.Bacabal 4 3 0 1
2.Sampaio Corrêa 4 2 1 1
3.Caxiense 4 0 1 3
Campeão: Bacabal Esporte Clube
Fonte: Wikipedia, bcnet.hpg.com.br e RSSF Brasil
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Futebol Amador Ruy Trida em 30 Mai 2009
Clubes de Minas Gerais: Concórdia Atlético Clube, de Teófilo Otoni.

Concórdia Atlético Clube
Endereço: Rua Gerônimo Dias Oliveira, 41
Santo Antônio, Teófilo Otoni - MG.
CEP: 39802-122
Telefone: +55 (33) 3521-3868
Data de Fundação: 07/09/1955
Cores: Verde, Amarelo, Azul e Branco
Apelido: Leão da Colina
Estádio: Laércio Costa e Silva
Títulos:
- Campeão Amador de Teófilo Otoni em 1976 e 1985.
- Campeão do Torneio de Verão em 2000 e 2002
História:
O clube foi fundado em 1955 pelos irmãos Freire (José Antônio, Eduardo e Adílson) e os irmãos Araújo (Alzi e Chico Pão), em uma reunião ocorrida no Depósito de Café do Sr. Pedro Ferreira de Mucuri, localizado na Rua Concórdia.
Passaram pela presidência do clube, dentre outros: Armando Silvestre da Costa, Capitão Murilo Alaor Barcelos Lins, Eduardo Pechir, Manoel Martins da Rocha (Teça), Kemil Tuffic, Clayton Allan de Almeida Maciel, Rudolf Ruppin, Laércio Costa, Humberto Barbosa, Vítor Caminhas, Dedé Pereira, Márcio Romeu e Lineu Cardoso.
O maior nome de sua história foi Laércio Costa e Silva, que começou jogando no América. Foi ele quem doou o terreno para a construção do estádio do clube, que hoje leva seu nome.
O Concórdia faz um bom trabalho nas categorias de base, conquistando vários títulos de expressão regional e até mesmo nacional.
Fonte principal:
- Site Teófilo Otoni em Notícias: http://www.tonoticias.jor.br
Historia do Futebol Parte II Eduardo Cacella em 30 Mai 2009
Maior goleada da história do futebol brasileiro completa um século
Repassando da globo.com
O atual time do Botafogo está enfrentado dificuldades para balançar as redes. Em três partidas do Campeonato Brasileiro-2009, o Alvinegro marcou apenas um gol. É o pior ataque da competição até o momento. Mas há 100 anos, o Botafogo não teve problemas para mandar a bola para dentro do gol. E não apenas uma vez. Em 30 de maio de 1909, o Alvinegro, ainda sob o nome de Botafogo Futebol Clube, aplicou a maior goleada da história do futebol brasileiro: 24 a 0 em cima do Sport Club Mangueira. Resultado que está destacado na “Sala dos números” do Museu do Futebol, instalado no Pacaembu (foto ao lado).
A partida foi válida pelo Campeonato Carioca de 1909, a quarta edição da centenária competição. Sete clubes disputaram o torneio: Fluminense (campeão), Botafogo, América, Riachuelo, Haddock Lobo, Mangueira e Bangu. O último se retirou da competição em protesto contra a anulação do jogo contra o Riachuelo.
E o Mangueira, time rubro-negro da Tijuca (Zona Norte do Rio), também desistiu da competição a quatro rodadas do encerramento do torneio, com um saldo de um empate e nove derrotas em dez jogos. A equipe marcou quatro gols e sofreu 45.
Vinte e quatro destes feitos pelo Botafogo. O primeiro tempo do jogo naquele 30 de maio de 1909 no campo da Rua Voluntários da Pátria terminou 9 a 0 para o Alvinegro. Que balançou a rede mais 15 vezes nos 40 minutos finais (um gol a cada 2,6 minutos). Naquele tempo, os períodos tinham cinco minutos a menos. Ainda bem para o Mangueira.
O artilheiro da partida foi Gilbert Hime, que fez nove gols. Recorde no futebol nacional até 1976, quando Dario marcou dez no jogo Sport 14 x 0 Santo Amaro, pelo Campeonato Pernambucano.
Flávio Ramos (sete), Monk (dois), Lulu Rocha (dois), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré completaram o placar para o Botafogo.
Autor de um gol naquela histórica partida, o defensor Dinorah teve uma história de vida marcada por uma tragédia. Dois meses e meio depois da goleada sobre o Mangueira, em 15 de agosto, o jogador foi atingido na nuca, dentro de sua casa, por um tiro disparado pelo escritor Euclydes da Cunha, autor do clássico ”Os Sertões”. Dinorah era irmão do militar Dilermando Cândido, amante de Ana de Assis, mulher do escritor. Irritado com a traição, Euclydes invadiu a casa do rival, no bairro de Piedade (Zona Norte do Rio), e iniciou o tiroteio. E acabou morto por Dilermando, bem mais hábil com uma arma de fogo.
Mesmo com a bala alojada em seu corpo, Dinorah continuou jogando e foi campeão carioca pelo Botafogo em 1910. Mas progressivamente, foi perdendo os movimentos, até ficar paraplégico. Anos depois, amargurado, cometeu suícidio ao se jogar nas águas do Rio Guaíba (Porto Alegre).
BOTAFOGO 24 x 0 MANGUEIRA
Data: 30/05/1909
Competição: Campeonato Carioca
Local: Rua Voluntários da Pátria
Árbitro: Antônio Miranda
Botafogo: Coggin, Raul Rodrigues e Dinorah; Rolando de Lamare, Lulu Rocha e Edgard Pullen; Henrique Teixeira, Flávio Ramos, Monk, Gilbert Hime e Emmanuel Sodré.
Mangueira: Luiz Guimarães, José Perez e Carlos Mongey; Victor, Jonas Cunha e Justino Fortes; Alberto Rocha, João Pereira, Menezes e Maranhão.
Gols – Gilbert Hime (9), Flávio Ramos (7), Monk (2), Lulu Rocha (2), Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré.
Súmula pesquisada por Pedro Varanda
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ricardo Amaral & (RG DO NORTE) Ricardo Amaral em 30 Mai 2009
COPA DO MUNDO 2014
Os potiguares estão aguardando com muita expectativa a escolha das 12 cidades brasileiras que serão sede da COPA DO MUNDO no Brasil, em 2014. Natal poderá ser uma delas.
Para acompanhar o anúncio, no próximo domingo, dia 31, às 13h00, a Prefeitura do Natal e o Governo do Rio Grande do Norte, montarão um telão nas imediações do cartão postal da cidade, o Morro do Careca, na praia de Ponta Negra. A população norteriograndense está convocada para torcer por Natal, como sede da Copa.
As exigências da FIFA para que a competição seja realizada em uma cidade foram atendidas, dentre elas pelo menos 10 mil leitos na sua rede hoteleira, Natal tem 37 mil leitos, isto é, 27 mil além do exigido.
É previsto um grande público para acompanhar, via telão, a escolha das sedes, no pé do Morro do Careca, no domingo. Concorrem com Natal outras 16 cidades: Fortaleza, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O complexo vai ser construído por meio da Parceria Público-Privada (PPP). Dessa forma, a venda dos espaços para comércio e residência – em uma área útil 300 mil m² – deve gerar cerca de R$ 1 bilhão – dinheiro suficiente para bancar o projeto. Várias empresas estão envolvidas no projeto, entre as quais a Luso Arenas (Portugal) e Valora e Buygues (França).
fonte:fut.rn
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Futebol Amador Ruy Trida em 29 Mai 2009
Times de Minas Gerais: GEF Futebol Clube, de Araxá - MG.

GEF Futebol Clube
Endereço: Rua Antenor Silva Soares, 195
Bairro Franscisco Duarte, Araxá - MG
Tel.: 34 3662-4275
Cores: Verde e Branco
Fundação: 21/04/1974
Títulos:
- Campeão Amador de Araxá: 1989/1997/1998 e 2008.
- Campeão da Copa Cidade de Araxá 2006
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) Ruy Trida em 29 Mai 2009
Torneio Imprensa 1976.
Em Agosto de 1976 foi disputado, em Uberaba-MG, um torneio amistoso envolvendo os três principais clubes do Triângulo Mineiro de então, e o Pinheiros, tradicional equipe paranaense que, alguns anos mais tarde, se juntaria ao Colorado para formar o Paraná Clube.
Participantes:
Esporte Clube Pinheiros - Curitiba/PR
Nacional Futebol Clube – Uberaba/MG
Uberaba Sport Club – Uberaba/MG
Uberlândia Esporte Clube - Uberlândia/MG
Local: Estádio Engenheiro João Guido (Uberabão), Uberaba - MG.
Resultados:
12/08/1976
Uberaba 0x1 Uberlândia
Nacional 0x2 Pinheiros
15/08/1976
Decisão do Terceiro Lugar:
Uberaba 0x0 Nacional
Final:
Pinheiros 1x0 Uberlândia
Esporte Clube Pinheiros, Campeão do Torneio Imprensa 1976.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Perfis Ruy Trida em 29 Mai 2009
O brilhante, mas indisciplinado, Juca Pato.
Uma sepultura simples, na longínqua quadra”R” do Cemitério São João Batista, em Uberaba, é residência eterna de um dos maiores e mais polêmicos jogadores do Uberaba Sport em todos os tempos: o “negrinho” Juca Pato. O túmulo simples é ornamentado por uma bola de futebol esculpida em granito e uma singela plaqueta, onde se lê: “Jucapato, o ídolo de sempre”.
José Antônio da Silva nasceu em 02/11/1910. Habilidoso, de refinada técnica, chamava a atenção pela visão de jogo, a facilidade em dar passes, a boa condução de bola e o preparo físico invejável. Foi figura onipresente no ataque alvirubro nas décadas de 30 e 40. Sua fama ultrapassava as fronteiras do Brasil Central e o levou a jogar no Corinthians no final da década de 30. Em São Paulo, tomado pela saudade da sua Uberaba, ficou por pouco tempo, alegando que “o frio por lá estava de matar”.
Após mais de 60 anos, sua passagem pelo Colorado continua sendo lembrada, tanto pelas apresentações notáveis quanto pelas enormes confusões que criava. Mesmo jogando ao lado de atletas como Ayala, Gabardo e Gabardinho, era apontado pelos torcedores como um dos maiores destaques do time. Mas o ponta-direita, esperto, driblador e artilheiro notabilizou-se mesmo pela fama de encrenqueiro, provocando várias brigas em sua carreira.
Ajudou a equipe alvirubra a brilhar em vários momentos, inclusive na primeira participação do clube em campeonatos mineiros, no longínquo ano de 1945, quando já era um veterano. Nesse campeonato, fraturou o tornozelo em um jogo contra o Atlético Mineiro, numa disputa de bola com Cafunga.
Em 1946, recuperado mas receoso, retornou aos campos na equipe de aspirantes do Uberaba, mas não jogou mais pela equipe principal e acabou por transferir-se para o Atlético da Abadia, disputando o campeonato amador de Uberaba.
A última contusão, mal curada por uma medicina ortopédica ainda rudimentar, fez com que Juca mancasse para sempre. Encerrou sua carreira no final da década de 40. Por muitos anos trabalhou no Uberabão, como auxiliar de serviços gerais, onde servia o famoso “cafezinho da imprensa” nas cabines de rádio, jornal e TV. Completava a renda fazendo bicos como pedreiro e pintor.
Saindo de cena
E foi trabalhando na reforma de um telhado que Jucapato encontrou a morte. Por descuido, enquanto trabalhava, deixou escapar uma telha, que espatifou-se em um berço, no cômodo abaixo. O incidente não passou de um susto, mas a briga que se sucedeu, entre Juca e seu contratante, causou intensa emoção e desgosto no velho jogador. À noite, no mesmo dia, caiu vitimado por um infarto fulminante. Morreu brigando, como brigando viveu toda uma vida de limitações e dificuldades.
Faleceu em 06/02/1981, deixando viúva a Sra. Zulmira Teodoro de Sousa e quatro filhos. Seu velório ocorreu no Estádio Boulanger Pucci, com todas as honras para um dos maiores ídolos do clube em todos os tempos. Hoje é nome de uma rua no Conjunto Beija Flor II, bairro popular de Uberaba.
Abaixo a transcrição da marcha Juca Pato, composta por Lourival Balduíno do Carmo, o Barão, co-autor do hino do Uberaba Sport, publicada no jornal “O Triângulo Esportivo” em 1938. Mais uma evidência de sua condição de ídolo da torcida.
Juca Pato (Marcha)
Música: Benedicto Nascimento
Letra: Lourival Balduíno do Carmo (Barão)Bola ao ar, bola no chão
Juca Pato é campeãoSe a bola centra,
O negro entra!
Elle é pão duro!
Que não dá furoÉ uberabense
Que chuta e vence
É o intemerato
Az Juca Pato!Bola ao ar, bola no chão
Juca Pato é campeãoTorcida alerta!
- É gol na certa –
No pé do pato
Não há desacato
É bravo e audaz!
- Heroe primeiro
Grande Ponteiro!Bola ao ar, bola no chão
Juca Pato é campeão.
Agradecimento especial à Doutora Lúcia Helena Soares, excelente obstetra, que trouxe ao mundo meus dois filhos, Ruy Neto e Davi. Neta de Juca Pato, Lúcia me contou boas histórias que enriqueceram esse artigo.
Demais fontes:
- Jornal O Triângulo Esportivo, de Uberaba-MG, edição de 22/02/1938.
- Jornal Lavoura e Comércio, de Uberaba-MG, diversas edições de 1946.
- Jornal da Manhã, de Uberaba - MG, edição de 07/02/1981.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 29 Mai 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-30 DE MAIO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 29 Mai 2009
Grandes Clássicos - Botafogo x Flamengo
Nenhum outro jogador mexeu mais com a rivalidade entre botafoguenses e rubro-negros que o mitológico goleiro Manga. Ele defendeu o Alvinegro por dez anos, de 1959 a 1969, sagrando-se duas vezes bicampeão carioca, em 1961/62 e 1967/68.
Naqueles tempos em que craques como ele, Nílton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo, Zagallo e, depois, Gérson, Jairzinho e Paulo César defendiam o Fogão, as vitórias nos clássicos contra o Flamengo eram favas contadas. Tão contadas que às vésperas de cada encontro Manga repetia uma frase hoje imortalizada: “Já mandei a ‘nega véia’ fazer a feira, porque o bicho do jogo de amanhã está garantido…”
Ficou famosa, também, a troca de faixas entre as duas torcidas em função das goleadas de 6 a 0 que um time já aplicou no outro. Depois do jogo de 15 de novembro de 1972, pelo Brasileiro, em que o Botafogo goleou com direito a um dos gols marcados de letra por Jairzinho, os botafoguenses passaram a levar para o estádio uma faixa com os seguintes dizeres: “6 a 0 é igual a 5, porque gol de letra não vale…”
Nove anos depois, pelo Campeonato Carioca de 1981, no dia 8 de novembro de 1981, a vingança rubro-negra: o Mengão devolveu os 6 a 0, para satisfação de seus torcedores. Que nos jogos contra o Botafogo passaram a responder à provocação dos rivais com uma outra faixa: “Nós gostamos de v0 x 6…”
PRINCIPAIS CLÁSSICOS -
10/09/1944 - BOTAFOGO 5 X 2 FLAMENGO - O brilho eterno da estrela.
O Campeonato Carioca de 1944 corria empolgante. O Fluminense liderava a três pontos do Flamengo; o Botafogo vinha logo atrás, com um a menos que o Fla. Naquele 10 de setembro, General Severiano estava lotado para ver desfilar no seu gramado Heleno de Freitas, Zizinho, Geninho, Jaime de Almeida… Heleno faz o primeiro e, dez minutos depois, Jaime empata. Ninguém quer perder o Fluminense de vista. Outra vez o Botafogo fica em vantagem com o gol do argentino Valsek. Depois de mais 3 gols do Botafogo e um do Flamengo, o estádio assiste a um lance insólito: o Flamengo rebela-se contra a arbitragem, o time inteiro senta no meio do campo, e sentado fica até o derradeiro apito do juiz, 14 minutos depois do gesto injustificável.
15/12/1962 - BOTAFOGO 3 X 0 FLAMENGO - Show de Garrincha e Cia.
Se o Botafogo empatasse, adeus ao título carioca de 1962. Mas com um time daqueles (Manga, Paulistinha, Jadir, Nilton Santos e Rildo, Aírton e Édson, Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagalo), o alvinegro era o favorito contra o Flamengo. Tarde de gala no Maracanã e o Brasil inteiro ligado na partida, que começou com uma investida fulminante de Dida, a bola raspando a trave de Manga. A pressão rubro-negra durou até que Garrincha, ganhando na corrida de Jordan, chutou cruzado e rasteiro no canto, sem defesa para Fernando: 1 x 0. Aos 35, Amarildo, mesmo com um estiramento na coxa, toca para Garrincha, que dribla dois, cruza para Quarentinha que emenda para o gol: 2 x 0. O Botafogo estava á vontade, imprimia ao jogo um ritmo cadenciado, na base do toque. Aos 2 minutos do segundo tempo, Garrincha fecha o placar, 3 x 0. E tome festa alvinegra.
15/11/1972 - BOTAFOGO 6 X 0 FLAMENGO - A histórica goleada.
Certamente nenhum botafoguense ou flamenguista jamais irá esquecer aquele 15 de novembro de 1972. Era feriado nacional e aniversário do Flamengo quando o Maracanã assistiu à uma das maiores goleadas do time de General Severiano sobre o rubro-negro. Uma goleada humilhante, que certamente Zagalo, técnico do Flamengo, nunca sonhou sofrer um dia no Maracanã. Jairzinho, logo aos 15 minutos de jogo, fez 1 x 0 para o Fogão. O segundo gol, aos 35, veio com um chute fulminante do argentino Fischer. Seis minutos depois, o mesmo Fischer fez 3 x 0, completando de cabeça um cruzamento de Zequinha. Jairzinho e Fischer faziam a festa na defesa rubro-negra. Aos 23 do segundo tempo, Jairzinho chutou no canto direito de Renato e levou a torcida do Botafogo à loucura. O quinto gol foi marcado também pelo “Furacão” Jairzinho, aproveitando outro passe de Zequinha e concluindo de letra. E era demais para o Flamengo. A torcida do Botafogo gritava “chega, chega” gozando o adversário. Para fechar a goleada, o grandalhão Ferreti, que entrara no lugar de Fischer, fez o sexto gol. Para ninguém esquecer mais. Essa goleada foi motivo de gozação dos botafoguenses para com os flamenguistas por anos. Até que veio a vingança.
29/04/1979 - FLAMENGO 2 X 2 BOTAFOGO - Campeão Invicto.
O Flamengo já era campeão carioca quando chegou ao último jogo contra o Botafogo no Macaranã. Se não perdesse, seria campeão invicto. O Botafogo vinha para pôr água no chopp do Flamengo. Mas os rubro-negros tinham Zico. E numa tarde inspirada, o “Galinho” fez dois gols em uma de suas melhores exibições com a camisa rubro-negra. Gil e Luisinho Lemos ainda empataram para o Botafogo, mas Zico, acalmando sua defesa, que queria partir pra cima e vencer o jogo, segurou o empate até o apito final. O Flamengo era campeão invicto.
08/11/1981 - FLAMENGO 6 X 0 BOTAFOGO - Nove anos depois, a vingança.
E a vingança veio, nove anos depois daquele 15 de novembro de 1972, pelo Campeonato Carioca. O primeiro gol foi aos 6 minutos de jogo: Nunes, emendando um cruzamento de Adílio da direita. Aos 27, tabela de Nunes e Adílio, a bola que estoura na defesa e volta para Zico fazer 2 x 0. O Botafogo não consegue passar do meio-de-campo. Aos 33 minutos, Lico aumenta, 3 x 0. Seis minutos depois, Adílio faz o quarto, escorando de cabeça uma falta de Zico. “Seis, queremos seis”, grita a torcida rubro-negra. Quando a bola sobrava para Jairzinho, único remanescente do Botafogo vitorioso, a torcida silenciava em respeito aos 3 gols que fizera naquele dia. Aos 29 minutos, Rocha derruba Adílio na área, Zico bate o pênalti com raiva e converte: 5 x 0. Faltando apenas 3 minutos, Adílio centra da esquerda, Zico sobe na área, Jorge Luís rebate para fora, mas na medida para Andrade, o camisa 6, que fulmina no ângulo esquerdo de Paulo Sérgio. Eram 6 x 0.
21/06/1989 - BOTAFOGO 1 X 0 FLAMENGO - A noite de 21 anos depois.
Aquele 21 de junho, certamente, foi um dos dias mais felizes na história do Botafogo. O time alvinegro estava há 21 anos sem conquistar um título e há três sem vencer um clássico carioca. Do outro lado, entretanto, estava o Flamengo de Zico, campeão de tudo na década de 80. O primeiro jogo terminara empatado, 0 x 0. O Botafogo vinha invicto, mas o Flamengo foi quem começou pressionando, tentando reviver o rolo compressor que marcara invejáveis 50 gols até então. No primeiro tempo, apesar da marcação ferrenha de Luisinho, Zico consegue levar perigo para o gol de Ricardo Cruz. Por sua vez, o Botafogo não consegue incomodar o arqueiro Zé Carlos. Começa o segundo tempo e Zico bate uma falta que passa raspando a trave de Ricardo Cruz. Mas a torcida alvinegra previa que algo de especial estava para acontecer. E o lançamento do herói Luisinho para Mazolinha na ponta-esquerda desencadeia uma série de incríveis coincidências: é o dia 21, o marcador do Maracanã marca 21 graus e Mazolinha prepara-se para fazer o 21º cruzamento do jogo aos 12 (21 invertido) minutos. A bola vem alta e cai no pé direito de Maurício que chuta. Era o primeiro chute do Botafogo ao gol de Zé Carlos. É gol! Era o que faltava para coroar a campanha rumo ao título invicto, depois de 21 anos de sofrimento.
19/07/1992 - BOTAFOGO 2 X 2 FLAMENGO - Pentacampeão Brasileiro.
Houve momentos em que só mesmo a fanática torcida rubro-negra parecia acreditar no título de 1992. O Flamengo terminava a fase de classificação em quarto lugar, atrás de Vasco, Botafogo e Bragantino. Fazendo-se valer da mítica capacidade de reação, o Mengo eliminou Vasco, Santos e São Paulo, chegando à final contra o Botafogo. O alvinegro, que se considerou melhor durante toda a competição, sucumbiu por 3 x 0, um show de Piá, Nélio e do onipresente Júnior. No jogo seguinte, quando o Fogão precisava de três gols de diferença, o empate em 2 x 2 bastou. O “vovô” Júnior, comandando a nação rubro-negra, abiu o placar aos 42 do primeiro tempo. Júlio César aumentaria a vantagem para o Flamengo aos 10 do segundo. O Botafogo reagiu e empatou com Pichetti e Valdeir. Mas de nada adiantou. O Flamengo conquistava seu quinto título brasileiro.
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celso unzelte
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PERFIL DE BARBOSA - O GOLEIRO DO MARACANAÇO
Moacir Barbosa Nascimento era paulista da cidade de Campinas, onde nasceu no dia 27 de março de 1921. Moacir ficaria conhecido mundialmente como Barbosa, goleiro da seleção brasileira de 1950.
Como era normal naqueles tempos, Barbosa começou a jogar na Desportiva Comércio e Indústria, time amador de Campinas, extinto na década de 60. Era ponta-esquerda dos bons. Da mesma forma que aconteceu com vários goleiros brasileiros, durante uma partida em que o goleiro titular da Desportiva Comércio estava sendo muito exigido, esse acabou se contundindo, e não havia goleiro no banco de reservas.
Como Barbosa atuava como ponta-esquerda, o técnico entendeu que ele poderia ser útil como goleiro, e o ataque, que naqueles tempos atuava com cinco jogadores, não sentiria tanto a sua ausência. A atuação de Barbosa foi satisfatória e, como o goleiro titular apresentou uma contusão de demorada recuperação, a partir do primeiro dia de treinamentos da semana, Barbosa continuou treinando como goleiro.
A partir dos jogos seguintes Barbosa passou a ser o goleiro titular da Desportiva Comércio, até despertar o interesse do Ypiranga. Mas ainda permaneceu na Desportiva nos anos de 40 e 41, integrando a seleção amadora paulista por diversas vezes, sendo considerado, já como goleiro, uma das maiores revelações daquela competição.
Finalmente, em 1942 Barbosa chegaria ao Ypiranga de Campinas/SP, time da primeira divisão paulista, onde atuou até 1944. O bom time do Ypiranga terminou o campeonato paulista de 1942 em terceiro lugar e Barbosa era o destaque.
Indicado por Domingos da Guia, seu grande amigo e incentivador, Barbosa transferiu-se para o Vasco da Gama em fins de 1944. Em 45, as seguidas contusões não permitiram que ele aparecesse. No ano seguinte, porém, disputou todo o campeonato carioca como titular e seu nome passou a ser lembrado para a seleção brasileira.
No Vasco da Gama, entretanto, Barbosa acabou substituindo o goleiro Rodrigues. Ele só iria conseguir a vaga de titular em 1946, permanecendo dono da posição até meados de 1956.
Barbosa chegou ao Vasco da Gama num momento especial para o clube que, na época, começou a montar um de seus maiores times, o chamado Expresso da Vitória. Com a nova camisa vascaína e definitivamente como goleiro titular, Barbosa conquistou os títulos cariocas de 1945, 1947, 1949, 1950, 1952 e 1958. Foi também um dos mais importantes jogadores na conquista do Campeonato Sul-Americano de Campeões (que mais tarde substituiria a atual Copa Libertadores da América) em 1948. Naquela oportunidade, o goleiro Barbosa acabou defendendo um pênalti cobrado por Labruna, na última partida, que garantiria a conquista do título para o Vasco.
Em 1948 Barbosa chegaria à seleção brasileira. Barbosa estreou na Copa Rio Branco, no Estádio Centenário, em Montevidéu, contra o Uruguai, no dia 4 de abril de 1948. O empate de 1 a 1 foi o resultado, com gols de Danilo Alvim e Falero. Na segunda partida, Luiz Borracha assumiu a titularidade.
Finalmente, titular absoluto na Seleção Brasileira, Barbosa teve o ponto baixo de sua carreira na Copa de 50. O Brasil só precisaria de um empate para sagrar-se pela primeira vez campeão mundial. A partida estava 1 a 1, até que o ponta uruguaio Ghiggia recebeu a bola na área e, fingindo que iria lançar, chutou no canto direito do gol. Barbosa, pego de surpresa, acabou chegando atrasado, numa das poucas falhas de sua carreira. No final, o Uruguai acabou sendo o campeão, e principalmente pelo fato de ser negro, Barbosa foi feito de bode expiatório e acusado como o culpado pela derrota.
Em 1949, sob o comando de Flávio Costa, o Brasil preparava-se para o Sul-Americano, no Rio de Janeiro e em São Paulo, e também para a Copa do Mundo de 1950. Barbosa ganhou o posto de titular e disputou todos os jogos no período de 3 de abril a 11 de maio, conquistando o título de campeão sul-americano: Equador (9 a 1), Bolívia (10 a 1), Chile (2 a 1), Colômbia (5 a 0), Peru (7 a 1), Uruguai (5 a 1), Paraguai (1 a 2 e 7 a 0).
De 6 a 18 de maio, o Brasil disputou com uruguaios e paraguaios, respectivamente, a Copa Rio Branco e a Taça Osvaldo Cruz. Barbosa atuou em todos os jogos contra o Uruguai (3 a 4 no Pacaembu e 3 a 2 e 1 a 0 em São Januário), enquanto Castilho foi o goleiro das duas partidas diante do Paraguai (2 a 0 em São Januário e 3 a 3 no Pacaembu).
No dia 24 de junho de 1950, o Brasil estreou na Copa do Mundo. Barbosa era titular absoluto e disputou todos os jogos, contra México (4 a 0), Suíça (2 a 2), Iugoslávia (2 a 0), Suécia (7 a 1), Espanha (6 a 1) e Uruguai (1 a 2).
Mudança - Com a perda do Mundial, na escalação para o Pan-Americano de 52, no Chile, a CBD substituiu Flávio Costa no comando técnico da seleção:
“Houve a mudança de treinador e o Zezé Moreira veio com espírito de renovação. Levou o Castilho, Osvaldo Baliza e, se não me engano, o Cabeção. Mas, em 1953, eu voltei à seleção com o Aymoré Moreira e fui ao Sul-Americano de Lima, com Castilho e Gilmar. Nos meus quase dez anos de seleção, foi um dos piores momentos, nunca vi coisa igual.”
O Paraguai foi campeão sob o comando de Fleitas Solich, que depois veio para o Flamengo. Barbosa jogou apenas contra o Equador (2 a 0 para o Brasil). Seria o último jogo na seleção do extraordinário goleiro, apontado por muitos de seus colegas como o maior de todos os tempos.
Em 1953, num jogo contra o Botafogo pelo Torneio Rio-São Paulo, teve a perna quebrada num choque com o atacante Zezinho. Em princípio, teve uma grande depressão. Somente se recuperou quando o Hospital dos Acidentados começou a fazer filas para os torcedores que desejavam visitá-lo. Mesmo depois do desastre na Copa do Mundo, Barbosa sentiu o quanto ainda era querido pela torcida carioca.
Nos anos de 1955 e 1956 Barbosa mudaria para Recife, onde passou a defender as cores do Santa Cruz. Retornou ao Rio de Janeiro em 1956 para defender as cores do Bonsucesso, time da Zona Leopoldina. O Bom trabalho realizado em Recife lhe garantiu mais dois anos de contrato com o clube pernambucano, onde ainda jogou em 1958, 1959 e 1960. Barbosa retornou mais uma vez ao Rio de janeiro, agora para defender o Campo Grande, clube da Zona Oeste do Rio e onde, finalmente, encerraria a carreira profissional.
Depois de encerrar a carreira, passou a trabalhar como funcionário da Suderj, no Maracanã. Barbosa morreu no dia 7 de abril de 2000 na cidade de Santos-SP, onde vivia recluso, ao lado de uma filha adotiva.
Títulos
Campeonato Carioca: 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1958
Sul-Americano de Clubes: 1948
Copa América: 1949
Torneio Rio - São Paulo: 1958
Torneio Quadrangular do Rio: 1953
Torneio de Santiago do Chile: 1953
Pela Seleção Brasileira - 22 jogos , 16 vitórias , 2 empates , 4 derrotas , levando 29 gols. Pela seleção brasileira Barbosa conquistou o Campeonato Sul-Americano (1949) e a Taça Rio Branco (1950).

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 29 Mai 2009
PERFIL DE BAZANNI

Olivério Bazzani Filho
Nascido no dia 3 de junho de 1935, em Mirassol (SP) começou nas divisões de base do Mogiano e passou pelo Rio Preto, antes da Ferroviária, quando chegou em 1954. É irmão de Bazzaninho, Óliver Roberto Bazzani, que foi jogador do São Paulo FC e do EC São Bento de Sorocaba. A irmã Nadir foi jogadora de basquete profissional, e seu pai, Olivério Bazzani, foi zagueiro do Corinthians na década de 30 e jogou numa trágica partida. Em 11 de novembro de 1933, a pior goleada que o Corinthians sofreu perante o Palmeiras (na época Palestra Itália) por nada mais nada menos que 8 x 0.
Bazzani foi um meia-esquerda típico do romântico futebol brasileiro. Lançamentos longos e com precisão milimétrica, bola no chão, finalizador e artilheiro nato, inclusive nas cobranças perfeitas de falta. E tinha uma qualidade a mais do que a maioria de seus pares. Era bom também no auxílio à marcação. Formou em vários ataques, tendo como companheiros ao longo dos anos, Boquita, Beni, Pio e Nei, pela esquerda. Gomes, Baiano, Téia, Maritaca, Zé Luis, entre outros, pelo meio. Sem contar o seu companheiro e outra glória afeana Dudu, imortalizado na Sociedade Esportiva Palmeiras.
Foi em sua passagem como meia esquerda, que a Ferroviária viu suas maiores glórias, inclusive quebrando alguns paradigmas no futebol paulista, no que se refere a um clube do interior.
Em 1959, ficou na terceira colocação, à frente de São Paulo e Corinthians, tirando a hegemonia dos grandes (Portuguesa de Desportos inclusive) entre os quatro primeiros colocados.
Foi então convocado, com Dudu e o goleiro Rosan, para a Seleção Paulista na disputa do Campeonato de Seleções. Contribuiu para o tetracampeonato do torneio, chegando a deixar Pelé no banco, contra a Seleção Mineira.
Em 1960 excursionou pela Europa e África. Foram 20 amistosos em dois meses, contra adversários como Belenenses, FC do Porto e Atlético de Madrid. Sofreu apenas uma derrota para o Sporting de Lisboa e 2 empates. Muitas goleadas foram aplicadas no continente africano.
Só saiu do futebol de Araraquara entre 63 e 65 quando foi jogar no Corinthians. Na segunda excursão da AFE, dessa vez pela América do Sul e Central, onde foi o artilheiro, com 8 gols, mesmo não participando dos 17 jogos disputados, pois fora vendido ao Timão.
Em 1964, como que sentindo sua falta, a Ferroviária não fez uma boa campanha no Paulistão e em 1965 acabou sendo rebaixada para a segunda divisão. Bazzani, por seu lado, também não concretizou no Corinthians tudo o que teria capacidade para realizar, e então no ano seguinte, de volta à Fonte Luminosa leva o time à conquista do título de Campeã Paulista da Segunda Divisão de 1966, sendo o artilheiro do time, com 16 gols. No jogo das faixas, empate com o Cruzeiro de Tostão, Raul e Dirceu Lopes por 2x2.
Comandou a Locomotiva grená no tri-campeonato do Interior em 1967, 1968 e 1969, quando chamávamos de bi, tri, tetra, os títulos que eram conquistados em competições seguidas. Hoje todo mundo é tri, tetra, etc. Mas voltamos ao Bazzani.
Em 1968 a AFE ficou novamente em terceiro lugar no Paulistão, atrás apenas de Santos e Corinthians. Naquele ano, pela primeira vez um clube interiorano fez o artilheiro do Campeonato Paulista: Téia, com 20 gols, muitos deles servidos por Bazzani. Para se ter uma idéia, entre 1957 e 1970, Pelé foi o artilheiro 10 vezes, Toninho Guerreiro foi duas e Flávio, do Corinthians, 1 vez.
Mais excursões e amistosos aconteceram em 68. O Nápoli da Itália foi goleado por 4x0 na Fonte, em jogo da entrega das faixas do bi do interior. Bazzani viu a Fonte lotada de gente e de alegria. Depois veio nova e vitoriosa excursão grená pela América Central. Treze jogos e apenas 1 derrota.Em 1970 participou da conquista da Taça dos Invictos e um ano antes de encerrar a carreira, Bazzani participou de um dos jogos inesquecíveis para o torcedor grená.
Em março de 1971 goleou o Santos FC de Cejas, Clodoaldo, Edu e Pelé por 4x1, na Fonte Luminosa. Bazzani não saiu jogando como titular, mas fez 1 dos gols da vitória grená para cerca de 20 mil expectadores.
Por esses motivos a história de Bazzani se confunde com a história da Ferroviária, pois não é por coincidência que os maiores feitos do clube grená foram conseguidos com ele em campo. E não só dentro como fora das quatro linhas.
Fez sua partida de despedida num amistoso contra o Guarani de Campinas em 28 de março de 1973, quarta-feira na Fonte Luminosa. O Bugre não teve cerimônia e venceu por 1x0.
Fonte: AFENET
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 29 Mai 2009
PERFIL DE ARTHUZINHO
Arthur dos Santos Lima, o Arthurzinho, já era chamado de “Rei Arthur” desde quando jogava no Bangu em meados da década de 80. Foi um jogador bastante habilidoso e que costumava surpreender os adversários nas cobranças de escanteio. O pequeno Arturzinho, de 1,62m, iniciou sua carreira em 1976, defendendo o Fluminense-RJ, mas começou a se destacar no futebol do Mato Grosso do Sul, no final da década de 70, quando jogou pelo Operário-MS, onde foi tricampeão sul matogrossense (1979-80-81) e ainda jogou 4 campeonatos Brasileiros pelo Operário de 1979 a 1982.
Em 1983, Arthurzinho foi para o Vasco, onde foi vice campeão Brasileiro de 1984 e também vice artilheiro do Brasileirão daquele ano com 14 gols. No segundo semestre ele foi para o Corinthians com a missão de substituir Sócrates, que havia se transferido para o futebol italiano. Realizou 57 jogos pelo Timão fazendo 12 gols.
Arthurzinho jogou ainda o Brasileiro de 85 e em 1986 foi para o Botafogo-RJ, onde não teve muito sucesso e continuou ainda no rio para jogar no Bangu, onde começou a renascer seu grande futebol. Jogou ao lado de Marinho, de Fernando Macaé e de Ado, naquele grande Bangu que dois anos antes tinha sido vice campeão Brasileiro.
No 1º ano de Bangu (1987), Arturzinho conseguiu ao lado de seus companheiros levar o Bangu à terceira colocação do campeonato carioca, partiu para o Brasileirão (módulo amarelo) e em 1988 não fez uma boa temporada no Bangu nem pelo Carioca nem pelo Brasileirão, onde o time de Moça Bonita acabou sendo rebaixado e Arturzinho só marcou 4 gols.
A história de Arturzinho começou a mudar somente em março de 1992, quando chegou ao Vitória para jogar a Série B. Com a sua técnica e sua maestria em bater faltas e escanteios, Arturzinho ajudou o Vitória a ser vice campeão brasileiro e a subir para a Série A, mas foi no 2º semestre que Arturzinho deixou marcado realmente seu nome na galeria dos ídolos da torcida do E.C. Vitória. Depois de perder o tricampeonato em 91, o ano de 1992 parecia que reservava algo de especial para o rubro negro, pois além de já ter assegurado a vaga para a Série A no 1º semestre, estava em jogo a retomada da supremacia do futebol Baiano, e o que parecia um feito bastante difícil, aconteceu de uma maneira natural, o Vitória conseguiu ganhar os 4 turnos do campeonato e sagrar-se campeão baiano de maneira incontestável
Num dos quatro Ba-Vis daquele ano, um foi histórico, aconteceu no dia 11/10/92, O clássico estava empatado em 0x0 quando no decorrer da partida o árbitro expulsa 2 jogadores do Vitória ainda no primeiro tempo. Numerosos ataques se sucediam, numa demonstração de raça e bom preparo físico. O Vitória era orquestrado por Arthurzinho e, num lance, o baixinho Arthurzinho cabeceia fulminantemente aproveitando um cruzamento vindo da ponta esquerda, um golaço e o Vitória venceu por 1x0 num dos Bavis mais emocionantes da história.
Aquele time de 92 tinha “feras” como: Zé Roberto, Dão e Rodrigo, mas foi Arturzinho que se consagrou como artilheiro do campeonato com 24 gols. Antes de terminar o campeonato Arturzinho já era venerado pela torcida que sempre gritava das arquibancadas: “Rei, Rei, Rei, Arturzinho é nosso Rei!, Rei, Rei, Rei, Arturzinho é nosso Rei!”, era uma prova definitiva da demonstração de reconhecimento a esse craque que sempre honrou o manto sagrado rubro negro, com seu futebol sempre pra frente, de belos toques de bola, e sua evidente habilidade em cobrar faltas e escanteios, isso tudo o fez ser, em apenas uma temporada, um dos maiores ídolos do E.C.Vitória.
No ano seguinte, em 1993, Arturzinho ainda continuou no Vitória até junho, quando então transferiu-se para o rival jahia e não permaneceu no elenco do Vitória na campanha do vice campeonato Brasileiro. Depois que foi para o rival o seu futebol começou a declinar e começou a perambular por times pequenos chegando a jogar no Olaria em 1996.
Texto de Marcelo Monteiro
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 29 Mai 2009
PERFIL DE DENER
Um dos mais talentosos jogadores que o Brasil produziu no começo dos anos 90, Dener Augusto de Souza, o Dener, não teve tempo de se consagrar como um grande craque no futebol nacional e mundial.
Ele morreu em acidente de carro no dia 19 de abril de 1994, no Rio de Janeiro (RJ). Dener estava no banco de passageiro de seu carro, o Mitsubshi Eclipse, placas DNR-0010 - São Paulo (SP). Na época, Dener defendia o Vasco da Gama.
Nascido no dia 2 de abril de 1971, em São Paulo (SP), Dener foi criado no bairro da Vila Ede, zona norte da capital paulista, e começou a carreira nas categorias de base da Portuguesa de Desportos.
Meia-atacante habilidoso, dono de arrancadas rápidas e objetivas, Dener explodiu no cenário futebolístico brasileiro em 1991, quando a Portuguesa conquistou o título da Taça São Paulo de Futebol Juniores.
Ele era a estrela principal do time comandado pelo técnico Écio Pasca e que tinha ainda Josias, Juarez, Cléber Brasília, Romã, Baiano, Roque, Tininho, Tico, Sinval, Pereira, entre outros. A Lusa derrotou o Grêmio, do goleiro Danrlei, na final da competição.
Em 1993, ele foi emprestado por três meses para o Grêmio. Apesar do pouco tempo no Rio Grande do Sul, o meia ganhou a torcida do Tricolor gaúcho e fez parte do time gremista que levantou a taça no campeonato estadual.
Dener voltou ao Canindé, já que os dirigentes lusos sempre criavam obstáculos para negociá-lo em definitivo. No ano seguinte, o meia foi muito cobiçado por grandes equipes de São Paulo, principalmente o Corinthians. Mas os cartolas rubro-verdes veteram a negociação para o time alvinegro.
“O Dener era são-paulino de infância, mas estava entusiasmado com a possibilidade de defender o Corinthians. Ele dizia que não via hora de entrar no Parque São Jorge com o “Passáro Branco”. Era assim que ele chamava o carro dele”, conta a viúva do craque, Luciana, mãe de dois filhos de Dener.
Como temia negociar seu melhor jogador para o arqui-rival, a Portuguesa optou por emprestá-lo novamente para um time grande de outro estado. Foi aí que apareceu o Vasco da Gama na vida do habilidoso meia-atacante.
Pelo time de São Januário, Dener não fez muitas partidas, mas mesmo assim entrou na galeria dos grandes jogadores da história do clube cruz-maltino. Ele morreu antes que o Campeonato Carioca de 94 terminasse. O Vasco foi o campeão. “Ficamos felizes pelo título, mas a morte do Dener foi algo trágico. Ele era um excelente jogador. Ele era considerado problemático, mas nunca tive qualquer tipo de dor de cabeça com ele”, conta o técnico Jair Pereira, o último comandante de Dener.
Dener chegou a ter chance na seleção brasileira. Fez onze partidas com a camisa canarinho e para muitos mereceria ser convocado para a Copa do Mundo de 94, mas morreu antes. “Eu procurei me espelhar no Dener. Pena que ele morreu muito jovem. Era um craque”, revela o atacante Robinho.
Para o ex-meia Vágner Mancini, que hoje é técnico, Dener tinha tudo para se tornar um dos maiores jogadores do futebol mundial. “Ele tinha muitas qualidades e ainda tinha muito a mostrar. Com certeza, ele ganharia experiência e seria ainda melhor do que foi”, comenta o técnico, que não ficou em cima do muro quando foi perguntado quem escolheria entre Dener e Robinho.
“Sem dúvida, o Robinho é um ótimo jogador. Mas escolheria o Dener. Acho que ele seria um dos melhores jogadores do mundo. Faltou apenas um pouco mais de tempo para que ele provasse isso”, comenta Mancini.
Fonte: www.futebolcariocaoficial.blogspot.com
Clubes
1989-1993: Portuguesa-SP
1993: Grêmio-RS
1994-18/04/1994: Vasco Gama-RJ
Títulos
Campeonato Gaúcho/ 1993
Campeonato Carioca/ 1994
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 29 Mai 2009
PERFIL DE HÉRCULES DE MIRANDA
Hércules de Miranda, considerado o melhor ponta-esquerda de toda a história do Fluminense Football Club, ganhou com justiça o apelido de “Dinamitador”, devido ao seu chute fortíssimo. O apelido pegou a partir de 1936, quando se consagrou definitivamente no Rio de Janeiro, graças a seus gols de falta. Segundo o cronista esportivo Geraldo Romualdo da Silva, Hércules tinha “um canhão no pé esquerdo e um míssil no direito”. Hércules nasceu em Guaxupé (MG), no dia 2 de julho de 1912 e morreu no Rio de Janeiro, em 03 de setembro de 1982.
Sua carreira começou na várzea paulista, e de 1930 a 1934 ele jogou no Juventus, de onde Paulo Machado de Carvalho o levou para o São Paulo da Floresta. Houve a dissolução do clube e Hércules passou a atuar no Independente, time de exibição em São Paulo, ao lado de Friedenreich, Araken e Orozimbo.
A torcida carioca o viu pela primeira vez no dia 7 de janeiro de 1934, em São Januário, onde cariocas e paulistas decidiam o título brasileiro e ele fez o gol da vitória paulista na prorrogação, depois do empate por 1 x 1 no tempo regulamentar. Como tinha passe livre, foi contratado pelo Fluminense.
A estréia de Hércules no clube carioca se deu no dia 12 de junho de 1935, na vitória sobre a Portuguesa de Desportos por 3 X 1. Para jogar no Fluminense, recebeu 10 contos de réis, uma fortuna na época, e passou a formar um grande elenco com Batatais - Ernesto Santos e Machado – Marcial - Brant e Orozimbo – Sobral - Russo - Gabardo e Vicentini.
Após a Copa do Mundo no Uruguai, os clubes brasileiros começaram a se profissionalizar, e no Fluminense o responsável por este trabalho foi o visionário presidente Oscar Alaor Prata, que trouxe para o time a base da fortíssima seleção paulista.
Em 1936, o elenco contava, entre outros, com o versátil e criativo centroavante Romeu e com o ponta-esquerda Hércules. Neste ano, Flamengo e Fluminense terminaram o Campeonato Carioca empatados em número de pontos e tiveram que decidir o título em uma melhor de três. Após um empate por 2 X 2 no primeiro jogo e uma vitória tricolor por 4 X 1 no segundo, o troféu foi para as Laranjeiras com o resultado de 1 X 1 no terceiro e decisivo confronto.
No ano seguinte, o meio-campista Elba de Pádua Lima, mais conhecido como Tim, chegou como um grande reforço para o grupo, formando um ataque avassalador ao lado de Romeu e Hércules. Inteligente, goleador e com um drible desconcertante, Tim se tornou o destaque do time e um dos maiores jogadores da história do Fluminense. No Estadual de 37, o Tricolor foi campeão com uma campanha irrepreensível: 17 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. Sob a bututa de Tim, a equipe não teve dificuldades para se sagrar tricampeã estadual em 1938.
A seqüência de títulos só foi interrompida em 1939, quando o Flamengo, comandado por Leônidas, venceu o Carioca. Nos dois anos seguintes o Tricolor venceu o torneio estadual. De todas as decisões, a mais famosa aconteceu em 1941, no jogo que ficou marcado como o Fla-Flu da Lagoa. Para à equipe das Laranjeiras bastava o empate para garantir o título. Por isso, os jogadores chutavam a bola para a Lagoa Rodrigo de Freitas. Os remadores do Rubro-Negro tinham que buscá-la de barco, pois não havia bolas para reposição. A tática deu certo. No fim, o empate de 2 X 2 e o bicampeonato conquistado pelo Fluminense.
Hércules vestiu a camisa do tricolor carioca por 176 vezes entre 1935 e 1942, fazendo 164 gols em 176 jogos, uma média de quase um por partida, sendo até os dias de hoje, o quarto maior artilheiro da história do Fluminense. Pelo Fluminense, foi campeão carioca em 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941.
O auge de sua carreira aconteceu no tricampeonato de 1936, 37 e 38, quando se tornou o artilheiro absoluto da campanha com 56 gols (23, em 1936; 23, em 1937; e 10, em 1938). Em 1940, foi de novo o artilheiro do time com 12 gols.
Em 1941, teve seu último ano de glória no Fluminense. Foi quando surgiu o jogador Carneiro, que passou a dividir com ele a ponta-esquerda. Em 1942, transferiu-se para o Corinthians paulista, onde jogou ao lado de seu amigo Domingos da Guia, um dos zagueiros que mais trabalho teve para marcá-lo, vindo a encerrar a carreira um ano depois, voltando para o Rio de Janeiro onde exerceu a profissão de corretor imobiliário. Com a camisa corinthiana, Hércules fez 73 partidas e marcou 53 gols.
A sua passagem pelo Fluminense também ficou marcada fora dos gramados. Ele se casou com uma associada branca do clube, o que fez com que a diretoria tricolor proibisse o ingresso de atletas nos quadros sociais da entidade. Os dirigentes diziam que “Hércules tinha de saber qual era o seu lugar - lugar de empregado, lugar de mulato, lugar de crioulo”. Felizmente, Hércules se deu bem na vida e ao pendurar as chuteiras, em 1946, já era dono de casas e terrenos em São Paulo.
Pela Seleção Brasileira, Hércules fez seis partidas e três gols, tendo jogado duas partidas na Copa do Mundo de 1938. Em 1938, Hércules foi à Copa do Mundo, na França. Em sua trajetória de 15 anos pelos gramados, Hércules jogou pelos seguintes clubes: Juventus-SP (1928-1934); São Paulo da Floresta (1935); Fluminense-RJ (1935-1941) e Corinthians Paulista (1942-1943). Foi campeão carioca nos anos de 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941. Foi artilheiro do campeonato carioca em 1936.
Fonte: ídolos do Futebol
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Futebol Amador Ruy Trida em 29 Mai 2009
Times de Minas Gerais: Santa Terezinha Esporte Clube, de Araxá - MG
Santa Terezinha Esporte Clube
Endereço: Rua Pedro Dias Carvalho, 400
Bairro Santa Terezinha, Araxá - MG
Tel.: (34) 3662-3588 / 9154-9331
Cores: Preto e Branco
Fundação: 26/02/1974
Títulos:
- Campeão Amador de Araxá 1994/1996
- Campeão da Copa Cidade de Araxá 2003
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & (MINAS GERAIS) & CLUBES Julio Diogo em 29 Mai 2009
CLUBES DE MINAS GERAIS - SÃO FRANCISCO ESPORTE CLUBE
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 29 Mai 2009
Protegido: INDIGNAÇÃO, PESQUISADOR SOFRE…
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 29 Mai 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-29 DE MAIO
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 28 Mai 2009
Protegido: Resultados do Campeonato Pernambucano 1996 - 1º Turno
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Galdino Silva & Jogos Históricos Galdino Ferreira em 28 Mai 2009
JOGOS MARCANTES EQUIVALENTE A 4ª RODADA DO BRASILEIRÃO! VOCÊS SE LEMBRAM?
Amigos a cada rodada do brasileirão tentarei recordar jogos marcantes de acordo com as rodadas, neste final de semana teremos a realização da quarta rodada e estou revivendo alguns jogos inesqueciveis de acordo com o mando de campo em jogos de outras edições do Campeonato Brasileiro, vamos curtir.
CORITIBA 0 X 2 GOIÁS
04/10/2005 – Couto Pereira
Gols: Rodrigo Tabatá (2)
Coritiba: Douglas; Fabinho, Douglas Ferreira, Anderson e James; Rodrigo Mancha, Elton, Douglas Peruíbe e Jackson; Marciano (Tiago) e Renaldo. Tec: Cuca
Goiás: Harley; Julio Santos, Rogerio Correia (Aldo) e André Dias; Paulo Baier, Cleber Gaúcho, Cleber Goiano e Rodrigo Tabatá e Luciano Almeida; Souza (Dodô) e Roni (Danilo Portugal). Tec. Geninho
O time sensação da temporada depois de um péssimo inicio de campeonato o Goiás de Geninho vinha com tudo para cima dos adversários na esperança de conseguir uma vaga na Libertadores, uma vitória com méritos diante um Coritiba que terminou rebaixado.
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ATLÉTICO/MG 1 X 1 SANTO ANDRÉ
11/07/2006 – Mineirão
Gols: Marinho (Atl) e Bebeto (San)
Atlético: Bruno; Ari (Marcio Araújo), Marcos, Lima e Thiago Feltri; Reginaldo Nascimento, Rafael Miranda, Dinelson, (Danilinho) e Marcinho; Galvão (Roni) e Marinho. Tec, Levir Culpi
Santo André: Marcelo Bonan; Alexandre (Eduardo), Ozeia, Luis Henrique Da Guia; Bruno, Emerso, Vander e Pará; Cadu (Leandrinho) e Hernânes (Bebeto). Tec. Ruy Scarpino
Na caminhada do Galo rumo a elite da primeira divisão, um jogo difícil contra o Santo André que resistiu bem a pressão e trouxe um empate para o ABC paulista.
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BOTAFOGO/RJ 2 X 5 SPORT
29/10/1994 – CAIO MARTINS
GOLS: Tulio e Jeferson (Bot); Zinho (3), Sandro e Leonardo (Spo)
Botafogo:Carlão; Perivaldo, Marcio Borges, Marcio Teodoro e Jeferson; Moisés, Bonamigo, Dedé (Clei) e Juninho; Mauricinho e Tulio . Tec. Renato Trindade
Sport: Jefferson; Dedé, Adriano (Gilton), Sandro e Givaldo; Dario, Juninho Pernambucano, Chiquinho e Zinho; Fabio (Wenderson) e Leonardo. Tec: Givanildo de Oliveira.
Jogo de muitos gols no Caio Martins, o Fogão já eliminado viu em campo um passeio de Juninho Pernambucano e Zinho autor de 3 gols na maior vitória do Leão da Ilha no Rio de Janeiro.
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NAUTICO 0 X 2 FLUMINENSE/RJ
23/12/1999 – Aflitos
Gols: Roger (2)
NÁUTICO: Adir, Carlinhos, Luciano, Júnior Mineiro e Rogério
(Capixaba); George, Marquinhos (Veloso), Marco Antônio e Édson;
Célio Jacaré e Alex Carioca. Técnico: Arthur Neto.
FLUMINENSE: Diogo, Flávio, Antônio Lopes, Émerson e Paulo César;
Marcão, Válber, Marco Brito (Jorge Luís) e Yan (Roberto Brum);
Magno Alves (Róbson) e Roger. Técnico: Carlos Alberto Parreira
Depois de uma tenebrosa nuvem que pairou sobre as Laranjeiras durante três anos seguidos de humilhações, o time treinado por Parreira da inicio a sua volta por cima vencendo o Timbu e conquistando a Serie C de 1999.
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SANTOS 1 X 4 CORINTHIANS
12/10/1999 - Vila Belmiro
Gols: Nenê, Ricardinho, Luizão e Kleber (Cor); Dodô (San).
Santos: Zetti; Narciso, Claudiomiro e Andrei; Ceará, Élson, Caico (Eduardo Marquês) Lúcio (Adiel) e Cláudio; Paulo Rink (Rodrigão) e Dodô. Tec. Paulo Autuori
Corinthians: Dida; César Prates, Nenê, Marcio Costa e Kleber; Edu, Vampeta, Ricardinho (Marcos Sena) e Edílson (Ewerton); Marcelinho Carioca e Luizão (Fernando Baiano). Tec. Osvaldo de Oliveira
O timão vinha embalado e atropelou o Peixe na Vila numa tarde inspirada do quarteto Ricardinho, Edílson, Marcelinho e Luizão, o placar foi pouco muitas chances de gols dos dois lados, no final prevaleceu o melhor entrosamento do time do Corinthians e de quebra acabou com uma de partidas invictas do Santos na Vila.
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SÃO PAULO 2 X 4 CRUZEIRO
06/04/2003 – Morumbi
Gols: Luis Fabiano (2) (SP); Deivid (3) e Alex (Cru)
São Paulo:Roger, Gabriel (Marco Antonio), Jean, Gustavo Nery, Fabiano, Fábio Simplício, Júlio Batista, Ricardinho, Kléber (Paulo Klaus), Luís Fabiano, Reinaldo.. Tec, Osvaldo de Oliveira
Cruzeiro: Gomes, Luísão, Edu Dracena, Thiago, Maurinho, Augusto Recife, Martinez, Alex (Wendell), Leandro, Deivid (Jussiê), Aristizábal (Marcelo Ramos). Tec. Luxemburgo
Debaixo de muita chuva, o Cruzeiro venceu o São Paulo na tarde deste domingo, no Morumbi, por 4 x 2, arrancando sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro de 2003 e pulando para a ponta da tabela de classificação.
O São Paulo entrou em campo sob forte pressão da torcida, que exige da diretoria a saída do técnico Osvaldo de Oliveira, considerado “covarde” pelos tricolores. Os jogadores vinham mostrando solidariedade ao treinador, o que poderia ser considerado fator de motivação ao time são Paulino, o time da Raposa deu um baile, comandados por Alex, Deivid e Aristizabal e começou a dar as cartas no primeiro brasileirão de pontos corridos.
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VITÓRIA 2 X 0 GRÊMIO
09/07/1995 – BARRADÃO
GOLS: Adoilson e Dão
Vitória: Nilson; Elias, Flávio, Reinaldo e Junior; Nei Santos, Bebeto Campos, Cristiano (Paulinho Kobayashi) e Adoilson; Hugo (Wilson) e Dão. Tec. Péricles Chamusca
Grêmio: Danrlei; Arce, Adilson, Vagner Fernandez e Marco Antonio; Carlos Alberto, Gelson , Carlos Miguel e Wagner Mancini; Humbero (Cassiano) e Jacques. Tec. Felipão
O tricolor gaúcho campeão da Libertadores vinha somente pensando no mundial de clubes e mesclava o time em alguns jogos do brasileiro o rubro-negro baiano não tomou conhecimento disso e carimbou o campeão sul-americano com todos os méritos.
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FLAMENGO 3 X 0 ATLÉTICO/PR
12/05/1983 – MARACANÃ
GOLS: Zico (2) e Vitor
Flamengo: Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Junior; Vitor, Elder e Adílio; Zico, Baltazar (Robertinho) e Julio Cesar (Figueiredo). Tec. Carlos Alberto Torres
Atlético/PR: Roberto Costa; Soter, Flávio, Jair Gonçalves e Sergio Moura; Deti , Nivaldo, Peu (Miro Oliveira); Capitão, Washington e Abel (Ivair) . Tec: Helio Alves
Semifinal do brasileiro de 83, mais de 110 mil pagantes no Maracá numa noite de Zico e Vitor, o Flamengo só não goleou por causa do goleirão Roberto Costa.
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INTERNACIONAL X AVAI E BARUERI X PALMEIRAS jogam pela primeira vez em campeonato brasileiro, sendo que o Inter já enfrentou o Avai em Santa Catarina menos em Porto Alegre.
Fontes: Revistas Placar e Futpedia
Textos Galdino Silva
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Roberto Pypcak & (PARANÁ) Roberto Pypcak em 28 Mai 2009
Campeonato Paranaense da 3ª divisão começa em agosto
A Federação Paranaense de Futebol realizou na tarde desta sexta-feira (22), a Reunião Arbitral do Campeonato Paranaense da 3ª Divisão. O encontro que serviu para que clubes e FPF decidissem como será organizada a competição, contou com a presença do Presidente da FPF, Hélio Cury, do Vice-Presidente e Diretor de Futebol Profissional, Amilton Stival, do Vice-Presidente da entidade e Presidente da Comissão de Vistorias, Reginaldo Cordeiro, o Presidente da Comissão de Arbitragem, Afonso Vitor de Oliveira, do Assessor Jurídico, Juliano França Tetto, do Superintendente da FPF, Eliseu Siebert, e do Ouvidor da Competição, Luiz Antonio Gusso.
Além dos diretores da FPF, estiveram na ocasião os representantes de A.A Batel, F.C Cascavel, Jacarezinho, Tigrão de Umuarama e Matsubara. A única ausência foi do representante do Pato Branco, que por ofício ratificou que participaria do certame e que concordara com o que fosse decidido na ocasião.
O Arbitral que teve início às 14h se estendeu até as 16h30, definiu que o Campeonato Paranaense da 3ª Divisão começará no dia 02 de agosto, e respeitará a formula de 2008, conforme prevê o estatuto do torcedor. Na primeira fase, os clubes formam um grupo único e se enfrentam em turno e returno, classificando para a sequencia do certame as quatro melhores equipes. Na segunda etapa, os quatro classificados se enfrentam em dois turnos, avançando à final e garantindo o acesso à 2ª divisão as duas associações com melhor pontuação. A FPF divulgará na próxima semana a tabela do torneio.
Historia do Futebol Parte II & (SANTA CATARINA) Eduardo Cacella em 28 Mai 2009
Div. Acesso: Quem são eles? Um “Raio-X” dos corajosos.
Quem são os onze clubes que participaram da reunião primeira sobre o “Catarininha 2009″ na Federação Catarinense de Futebol? A seguir um “Raio-X” inicial dos corajosos.
Grupo A
Oeste:
Tradicional clube amador da cidade de Chapecó. Tem participado do Campeonato Estadual de Amadores e em 2007 foi Vice-Campeão Estadual. Em seu elenco, vários jogadores que já militaram no profissionalismo. Entre eles, o goleiro Pedro Paulo (ex-Kindermann, Chapecoense, Atlético HA), o zagueiro Zanata (ex-Chapecoense, Atlético Chapecó e Real Sport Clube) e o atacante Mario Sergio (ex-Kindermann, Atlético Chapecó, Chapecoense e Lages). Deverá mandar seus jogos no Estádio Indio Condá
Mafra:
Sucessor em Mafra, do Clube Atlético Operário (décadas de 70/80), do Operários Mafrenses (2005) e Peri Ferroviário (2006), últimos representantes da cidade de Mafra no norte do estado. O Estádio Alfredo Herbst (Pedra Amarela) é pequeno e acanhado.
Caçador:
Ano passado o Caçador Atlético Clube (sucessor da Associação Caçadorense e da Kindermann como representante da cidade de Caçador), não foi bem na disputa da Divisão Especial em “parceria” com o Navegantes Esporte Clube/NEC, detentora de uma vaga na competição. Agora com os pés no chão, investimento nas categorias de base e apoio da cidade, o Caçador pode ser candidato ao acesso. O Estádio Carlos da Costa Neves (conhecido como “Baixada”) deverá ter sempre bom público.
União de Timbó.
Parado desde o final de década de 60, voltou em 2003 para a disputa da Segunda Divisão. Já esteve (em 2005) na Primeira Divisão e nela, foi saco de pancada. Virou assunto em âmbito nacional, diante das goleadas que tomou durante aquele ano. Depois disso, perdeu o rumo e deixou de honrar sua bela história na época das competições regionais na década de 60. Em 2007, participou da Divisão de Acesso (havia então a Divisão Principal, Divisão Especial e Divisão de Acesso) e foi suspenso 2 vezes da competição por não pagamento de taxas, perdeu pontos por utilização de jogadores irregulares e….bom! Tomara que volte com um mínimo de sustentação financeira e organização. Os Timboenses adoram futebol e merecem um União com os valores do passado, cada vez mais distante.
Internacional de Lages.
Campeão Catarinense de 1965, o Internacional teve como último grande momento, a conquista da Segunda Divisão de 2000, quando seu artilheiro (Kuki - aquele mesmo do Náutico Capibaribe) marcou 31 gols e deixou o Joaçaba com o Vice-campeonato. Em 2002 participou ainda da 1ª Divisão Estadual mas quem estava “subindo” naquele ano (para disputar em 2003 a Primeira Divisão) era o Clube Atlético Lages. Bem! em Lages o futebol passou (infelizmente) a ser uma “aposta nova” a cada ano. Lages também gosta de futebol e merece um clube de verdade. Com a tradição e a força do “Colorado Serrano” do passado.
Grupo B
Maga
Pode um clube ( SEM nunca ter disputado competição profissional) ter jogadores com contratos registrados na CBF e na Federação Catarinense de Futebol? Com a palavra….quem souber responder sobre a Associação Maga que o faça. Deseja mandar seus jogos no Estádio da Associação Comunitária Unidos da COHAB (Bairro de Indaial). Hum…será que conseguirá liberação para disputar competição profissional no Estádio Jorge Hardt? As corporações dos Bombeiros, Policia Militar etc…da Região, são muito rigidas.
XV de Outubro
A Sociedade Desportiva XV de Outubro de Indaial (ao lado do Tupi de Gaspar) é o que sobrou da força do futebol amador do Médio Vale do Itajaí das décadas de 60 a 80. Foi Vice-Campeã Estadual de Amadores e a partir de 2005 passou a ser uma escola de futebol. Parcerias com o Atlético de Ibirama produziram várias revelações como Leandrão (atualmente no Internacional), Arlan, Fabricio, etc…Ingressa no profissionalismo mas mantém o foco na formação de jogadores. O clube tem estrutura melhor que muitos profissionais. Estádio, alojamentos, cozinhas, Departamento Médico, etc…mas, tradição não ganha jogos. Seus melhores jogadores estão emprestados para clubes do Paraná que disputam a Segunda Divisão (Série Prata) daquele estado ou então, estão presos ao Atlético Hermann Aichinger (ainda representado pelo XV de Outubro nas Categorias Juvenil e Junior da Primeira Divisão).
Portuguesa
Navegantes tem um novo clube profissional. Já teve (em 2002) o Santa Catarina Clube. Em 2006 2007 o time da cidade era o Navegantes Esporte Clube. Agora é … a Associação Atlética Portuguesa. Irá jogar no Estádio do Estiva.
Santa Catarina Clube
É o mesmo Santa Catarina Clube (SCC) fundado por Écio Pasca e que participou da Segunda Divisão em 1999 em Blumenau e acabou sendo um fiasco. Em 2002 esteve em Navegantes. Depois disso, sumiu. Voltou ano passado em São Francisco do Sul, mas, mandando seus jogos no Estádio (vazio) Ernestão em Joinvillle. O SCC descobriu Amauri (aquele da Juventus da Itália, ele mesmo) em 1999. Qual a próxima descoberta?
Capivariense
A cidade de Capivari de Baixo (vizinha a Tubarão) já teve os malfadados Academia de Futebol Sport Brasil em 2005 (com jogadores passando necessidades básicas) e depois (em 2007) a Associação Esportiva Cultural Ferroviário Capivariense. Os nomes não ajudaram certamente. Sorte ao Capivariense nessa nova tentativa.
Guarani de Palhoça
O “Bugre da Palhoça” subiu para a 1ª Divisão em 2003 e foi rebaixado em 2008 para a Segunda Divisão (Especial). Não a aceitou (protestou por inscrição de jogador irregular por parte do Tubarão) e acabou sendo rebaixado (por não ter disputado a Divisão Especial como fez o Brusque) para a Terceira Divisão. Tudo isso no ano passado. Tal qual o Internacional, tem pendencias financeiras na Federação.
Fonte http://stadionblog.blogspot.com/
Postado por Silvio Kohler
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & Campeonatos Históricos Julio Diogo em 28 Mai 2009
CAMPEONATO BRASILEIRO DE SELEÇÕES DE FUTSAL - 1959
Sei que o futebol de salão não é o principal tema deste blog, mas publico este artigo por dois motivos: o valor histórico deste inédito material e por ser o futsal hoje subordinado a FIFA. Possuo os resultados dos oito primeiros campeonatos. Abaixo segue o primeiro torneio, que teve na seleção da GUANABARA a sua campeã:
I CAMPEONATO BRASILEIRO DE SELEÇÕES - 1959
FASE ELIMINATÓRIA
CHAVE 1
08.10.1959
GUANABARA 14-0 RIO DE JANEIRO, no Rio de Janeiro
13.10.1959
GUANABARA W0-0 RIO DE JANEIRO, em Niterói
10.10.1959
ESPÍRITO SANTO 4-2 MINAS GERAIS, em Belo Horizonte
13.10.1959
ESPÍRITO SANTO 5-1 MINAS GERAIS, em Vitória
16.10.1959
GUANABARA 6-2 ESPÍRITO SANTO, em Vitória
20.10.1959
GUANABARA 9-2 ESPÍRITO SANTO, no Rio de Janeiro
CHAVE 2
10.10.1959
PARANÁ 2-2 SANTA CATARINA, em Itajaí
17.10.1959
PARANÁ 6-0 SANTA CATARINA, em Curitiba
20.10.1959
RIO GRANDE DO SUL 5-1 PARANÁ, em Porto Alegre
23.10.1959
RIO GRANDE DO SUL 3-0 PARANÁ, em Curitiba
CHAVE 3
14.10.1959
CEARÁ 3-1 PARÁ, em Belém
16.10.1959
CEARÁ 7-2 PARÁ, em Fortaleza
19.10.1959
CEARÁ 7-2 PERNAMBUCO, em Fortaleza
22.10.1959
CEARÁ 5-1 PERNAMBUCO, em Recife
FASE FINAL
26.10.1959
GUANABARA 6-2 RIO GRANDE DO SUL, em São Paulo
28.10.1959
GUANABARA 4-1 CEARÁ, em Santo André
SÃO PAULO 4-1 RIO GRANDE DO SUL, em Santo André
30.10.1959
SÃO PAULO 3-1 CEARÁ, em Santo André
31.10.1959
CEARÁ 6-0 RIO GRANDE DO SUL, em São Paulo
SÃO PAULO 2-2 GUANABARA, em São Paulo
FINAL
07.11.1959
GUANABARA 4-2 SÃO PAULO, em São Paulo
09.11.1959
GUANABARA 2-2 SÃO PAULO, em São Paulo
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Mai 2009
Protegido: Divisão de Acesso Catarinense - 3ª divisão 2009
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jose Ricardo Almeida & Campeonatos Históricos Jose Ricardo Almeida em 28 Mai 2009
Protegido: TORNEIO ROBERTO GOMES PEDROSA DE 1968
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Eduardo Cacella em 28 Mai 2009
Boavista chega ao fim do túnel mas não vê luz da salvação!!!

Com salários em atraso e passivo de 90 milhões, futebol profissional do clube está à beira do fim. Axadrezados exigem ser ressarcidos pela Liga.
Passivo de 90 milhões de euros, 4,5 meses de salários em atraso, só três atletas com contrato para a próxima época: é o cenário bem negro com o Boavista se depara. Despromovido para a II Divisão e em situação de colapso financeiro, o histórico clube portuense chegou ao fim do túnel… e não encontra luz que permita a salvação.
À despromoção na secretaria (época passada, por coacção de árbitros, no àmbito do ‘Apito Final’) e grave situação financeira juntou-se anteontem nova descida de divisão, agora no relvado. O Boavista, campeão nacional em 2001, cai assim na II Divisão(3° divisão). Inédito: nunca um campeão descera ao terceiro escalão do futebol nacional.
Mas a presença na II Divisão 2009/10 não é um dado adquirido: O passivo (30 milhões da SAD e 60 do clube) ameaça o futebol profissional. O tema estará em discussão na próxima assembleia geral do clube, a 29 de Junho (o primeiro ponto é a discussão do relatório e contas da SAD relativo a 2007/08).
Em foco, a partir de hoje, esta- rá o futuro do plantel. Já não de- ve haver mais treinos e só François, Pedrosa e Diogo Leite têm contrato para lá de Junho. “Só alguns milagres permitiram chegar ao fim da época”, admite o porta-voz do clube, Francisco Ferreira.
Neste caos, o clube não perdoa a Liga pelo ‘Apito’. E exige compensação, se o Supremo Tribunal de Justiça der razão à acção apresentada. “Alguém terá de pagar a factura”disse, ao DN, no príncipio do mês, o presidente Álvaro Braga. E a tese foi repetida ontem pelo líder da mesa da Assembleia-Geral, José Lello, que se mostrou “confiante de que a justiça vai dar razão ao Boavista”, que deve “ser ressarcido pelos danos sofridos”. Em declarações à Rádio Renascença, Lello admitiu que o clube possa ser posto administrativamente na primeira divisão. E deixou críticas à Liga, aludindo à “coincidência” de o seu presidente, Hermínio Loureiro, ser candidato à Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis e a Oliveirense se ter salvo da descida, ao invés do Boavista.
Fonte:Diário de Notícias
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Mai 2009
CAUSOS DE PERÁCIO II
O ano era de 1939. O jogo Brasil e Argentina pela Copa Roca.
Quando o placar estava em 2x2, o juiz brasileiro, Carlos de Oliveira Monteiro, o Tijolo, marcou um pênalti contra os argentinos. Houve uma forte reclamação dos portenhos e quando eles partiram para cima do arbitro, a policia entrou em campo e baixou o sarrafo nos argentinos. Com um clima muito tenso, nossos adversários preferiram deixar o campo.
O pênalti estava mantido e Perácio indicado para cobrar com o gol vazio. O novo técnico do Brasil, Carlito Rocha, entrou em campo e disse para Perácio – “Chute bem no cantinho”.
Perácio ficou sem entender – Mas seu Carlito, o gol está vazio!
- “Não interessa, chuta no cantinho”.
E com o gol escancarado a sua frente, ele se preparou para a cobrança.
E se chutasse no cantinho e a bola fosse para fora ?
E se chutasse forte e a bola passasse por cima do travessão ?
Com essas duvidas, Perácio começou a ouvir a torcida gritar –
“Devagar, Perácio, e no centro !
Ele ouviu. Partiu para a bola e chutou no centro tão devagar que a torcida ficou na expectativa se a bola ia mesmo entrar. E todos viram a bola ultrapassar na linha de gol pouco mais de um palmo.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Mai 2009
CAUSOS DE PERÁCIO I
Quando jogava futebol Perácio gostava de ouvir os locutores gritarem –
“Goooool de Perácio ! “
Ele sempre teve uma mania de possuir automóvel, sempre que possível, o carro do ano. Como estava jogando e não podia ouvir o grito de gol, Perácio comprou o melhor rádio de automóvel que havia no Rio de Janeiro. Assim, no dia do jogo, ia para o campo, deixava o carro estacionado numa vaga, tendo o cuidado, antes de trancá-lo, de ligar o rádio e deixá-lo bem alto. Inutilmente, apesar das precauções, não conseguia ouvir, uma só vez, o locutor gritar – Gooooooool de Perácio.
Também não conseguia entender. Só que ele estava dentro do campo, o carro lá fora, longe do campo e quando ele marcava um gol e, quase sempre, marcando mais de um, não ouvia nada. E Perácio desabafou – “Não adianta. Comprei o rádio errado”.
Apesar disso, agora, se pode fazer inteira justiça a Perácio, que era um sujeito bem avançado, na verdade, acima da sua época. Se fosse nos dias de hoje, ele voltaria para casa em seu carro, ouvindo várias vezes o grito de …goooool de Perácio… e em sua residência iria rever muitas vezes, o seu gol da televisão.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & AMISTOSOS INTERNACIONAIS & AMISTOSOS NACIONAIS Walter Iris em 28 Mai 2009
Protegido: NOVOS AMISTOSOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DA DÉCADA DE 40
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Mai 2009
Protegido: Time de futebol é preso por se vestir como freiras na Grécia
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Mai 2009
Protegido: CLUBES AMADORES DO RS-LINHA BRASIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Mai 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-28 DE MAIO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Mai 2009
A HISTÓRIA DE ZÓZIMO
Zozimo Alves Calazans nasceu na cidade baiana de Plataforma no dia 19 de julho de 1932.
Aos 16 anos de idade foi para o Rio de Janeiro jogar pelo São Cristovão e depois foi contratado pelo Bangu.
Por 14 anos ficou em Moça Bonita vestindo a camisa alvirubra do clube banguense.
No Bangu não conseguiu nenhum titulo nacional. Mas seria para sempre seu maior ídolo.
Jogava de cabeça erguida como os grandes craques. A bola estava sempre nos seus pés, sob controle.
Ele a encarava e sabia sempre o que estava fazendo. Seus companheiros de time entendiam o recado de um simples olhar. Zozimo era mais que inteligente: andava com elegância, tanto no gramado como na rua.
Foi convocado para a seleção de 1958 e participou da Copa do Mundo de 1958 como reserva de Orlando. Em 1962, aos 30 anos, virou titular absoluto na Copa do Chile. Zozimo jogou 36 vezes pela seleção brasileira. Ganhou 25 jogos. Empatou seis e perdeu cinco partidas. E não foi só bi campeão mundial, também ganhou a Taça Bernardo O’Higgins em 1955. A Taça Atlântico em 1956 e três vezes a Taça Osvaldo Cruz nos anos de 1956. 1958 e 1962.
Em 1966 saiu do Bangu e foi para a Esportiva de Guaratinguetá. Três meses, em um salto espetacular, se transferiu para o Flamengo. Jogou na Gávea por um ano e em 1968, aos 36 anos foi para o Sport Boys do Peru. Lá, se aposentou e retornou ao Brasil. No dia 13 de outubro de 1977, Zozimo Alves Calazans morreu em um desastre automobilístico aos 45 anos de idade. Hoje, o Bangu caiu no ostracismo e está ameaçado até de perder sua sede para uma igreja evangélica. Zozimo permanece como a lembrança de um tempo distante de orgulho em vermelho e branco.
Clubes
1948-1950: São Cristovão-RJ
1951-1965: Bangu-SP
1965: Flamengo-RJ
1965-1966: Portuguesa-SP
1966: Esportiva de Guaratinguetá-SP
1966-1967: Sporting Cristal de Lima - Perú
Títulos
Copa O’Higgins: 1955
Copa Atlântica: 1956
Copa Oswaldo Cruz: 1956, 1958, 1962
Copa do Mundo: 1956, 1958, 1962
Torneio do Rio: 1957
Fonte: ídolos do futebol
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Campeonatos Históricos Alexandre Martins em 28 Mai 2009
TODOS OS CAMPEÕES DA UEFA CHAMPIONS LEAGUE
2009 Barcelona
2008 Manchester Chelsea
2007 Milan Liverpool
2006 Barcelona Arsenal
2005 Liverpool Milan
2004 Porto Mônaco
2003 Milan Juventus
2002 Real Madrid Bayer Leverkusen
2001 Bayern Munchen Valência
2000 Real Madrid Valência
1999 Manchester United Bayern Munchen
1998 Real Madrid Juventus
1997 Borussia Dortmund Juventus
1996 Juventus Ajax
1995 Ajax Milan
1994 Milan Barcelona
1993 Olympique de Marselle Milan
1992 Barcelona Sampdoria
1991 Crvena Zvezda Olympique de Marselle
1990 Milan Benfica
1989 Milan Steaua Bucareste (ROM)
1988 PSV Eindhoven Benfica
1987 Porto Bayern Munchen
1986 Steaua Bucareste (ROM) Barcelona
1985 Juventus Liverpool
1984 Liverpool Roma
1983 Hamburgo SV Juventus
1982 Aston Villa Bayern Munchen
1981 Liverpool Real Madrid
1980 Nottingham Forest Hamburgo SV
1979 Nottingham Forest Malmoe
1978 Liverpool Club Brugge
1977 Liverpool Borussia Moenchengladbach
1976 Bayern Munchen Saint-Etienne
1975 Bayern Munchen Leeds United
1974 Bayern Munchen Atletico de Madrid
1973 Ajax Amsterdam Juventus
1972 Ajax Amsterdam Internazionale
1971 Ajax Amsterdam Panathinaikos (GRE)
1970 Feyenoord Celtic Glasgow
1969 Milan Ajax Amsterdam
1968 Manchester United Benfica
1967 Celtic Glasgow Internazionale
1966 Real Madrid Partizan (IUG)
1965 Internazionale Benfica
1964 Internazionale Real Madrid
1963 Milan Benfica
1962 Benfica Real Madrid
1961 Benfica Barcelona
1960 Real Madrid Eintracht Frankfurt
1959 Real Madrid Stade de Reims (FRA)
1958 Real Madrid Milan
1957 Real Madrid Fiorentina
1956 Real Madrid Stade de Reims (FRA)
Fonte: UEFA
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Mai 2009
A VIDA DECADENTE DE MARCO ANTONIO FELICIANO

Miséria e solidão: estas duas palavras definem bem o fim de um dos melhores laterais esquerdo do futebol brasileiro. Desgraça e tragédia: este destino ameaça mais um desses homens que um dia dormiram ídolos e acordaram esquecidos. Esta é a história de um personagem de mil caras. Na bola, agressivo. No jogo de cartas, sua grande paixão, calculista, sempre a espera do blefe. No jogo da vida, um eterno vencedor, pelo menos nisso, ele acreditava, por isso apostou tudo de uma só vez. Estamos falando de Marco Antônio Feliciano, lateral esquerdo campeão do mundo em 1970 e que defendeu os grandes clubes do Rio de Janeiro. Ele carrega sobre os ombros sérias e severas acusações. Jamais dormiu antes das cinco da manhã, Rei do samba e das boates de strip-tease, fumante inveterado, bebedor de uísque e cuba libre, mau negociante, recordistas de atraso em treinos, dono da maior coleção de óculos escuro do Rio de Janeiro, seu disfarce oficial depois das noites passadas em claro. Enfim, um anti-atleta salvo pela técnica.
Fama não lhe faltava e ele aceitava como verdadeiras muitas das acusações. Era fácil demais notar naquele rosto de olheiras, naquelas mãos sempre com um cigarro fumegando, naqueles carros do ano, que algo não ia bem. Em campo, ajudado pelo biótipo, Marco Antônio dava conta do recado. Fora, dava conta de si mesmo. Seu roteiro era por demais conhecido: uma passadinha pelo Pavão Azul, velho boteco da Rua Hilário de Gouveia, em Copacabana. Depois uma romaria pelas boates de strip-tease do Leme. Mulheres jamais lhe faltaram, os amigos aumentavam dia a dia e a noite era curta para tantos embalos.
E como treinar ? Como chegar cedo e bem disposto no clube ? Aquela hora, os amigos dormiam. E com dinheiro no bolso, a conta era sempre de Marco Antônio. Mas havia outro amigo “pedra noventa”, desses que não falham: Cafuringa, ponta direita que na sua época desfilava pelas ruas do Rio de Mercedes e, quando largou o futebol, passou a andar de ônibus. Muitas vezes, o supervisor do Fluminense, pegava Marcos Antônio nas mesas do Carioca, uma casa de jogo. Ele era a própria imagem do vicio. O lateral foi ruim para ele mesmo. Levou uma vida desregrada e no fim de carreira, sem dinheiro, sem amigos e até, sem a própria vontade de viver. Marco Antônio foi um craque que acabou como muitos outros grandes craques: esquecido, pobre, angustiado e solitário. Dos jogos de cartas, dos negócios malfeitos, das farras nas boates, sobrou um homem só e falido.
Fonte: revista Placar
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 27 Mai 2009
PERFIL DE ARAKEM PATUSKA
Arakem Patuska da Silveira nasceu no dia 17 de julho de 1906 na cidade de Santos em São Paulo. Começou jogando no Santos em 1920 onde permaneceu até 1930. No ano seguinte foi para o São Paulo e lá ficou até 1934 quando retornou ao Santos. Também jogou no Flamengo do Rio em 1937 onde encerrou sua carreira. Antes de Pelé era o jogador mais famoso da Vila Belmiro. Jogava pela meia esquerda de estilo elegante, dribles bonitos, passadas rápidas. E mais do que tudo isso, tinha uma incrível visão de gol, e era uma verdadeira temeridade dar-lhe espaço próximo a área.
Foi artilheiro absoluto do campeonato paulista de 1927 quando atuava pelo Santos. Quando voltou para o Santos, foi campeão paulista em 1935. Arakem jogou no ataque santista que, em 1927, marcou mais de cem gols no campeonato. Ele marcou 31 gols.
Disputou a Copa do Mundo de 1930 como o único paulista da seleção. Problemas políticos no futebol brasileiro impediram que o Brasil enviasse a Montevidéu seus grandes jogadores. Arakem desobedeceu ordens superiores, teve que inventar sua transferência para o Flamengo, e se apresentou a seleção para disputar sua primeira copa do mundo. Aliás, este episódio prejudicou sua carreira na seleção. Ele foi considerado um jogador rebelde. Mas isto não impediu que ele fosse um dos mais festejados atacantes do futebol brasileiro da sua época e se tornasse uma verdadeira lenda com a camisa de alguns dos nossos principais clubes.
Em 1925 reforçou a equipe do Paulistano quando o clube brasileiro realizou uma maravilhosa temporada por gramados europeus e voltou invicto. Um time que foi chamado pelos jornais franceses de “Os Reis do Futebol”. Arakem Patuska faleceu no dia 24 de janeiro de 1990.
Fonte: revista Placar
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 27 Mai 2009
O CASO DE AMOR DE GERMANO E GIOVANNA
Germano e Giovanna viveram um caso de amor dos mais rumorosos no futebol.
O mineiro Germano começou a ganhar fama no pan-americano de Chicago, em 1959. Na época, tinha 17 anos de idade e que era jogador do Flamengo. Depois de disputar cinco jogos pela seleção principal do Brasil, em 1962, Germano foi negociado com o Milan da Itália deixando de fazer parte dos planos de Aymoré Moreira para a Copa de 1962.
Germano não jogou um grande futebol, mas conquistou as manchetes de todos os jornais da Europa, ao envolver-se com Maria Emmanuela Salvatrice, filha do riquíssimo conde Domenico Agusta, dono de uma fábrica de helicópteros.
O pai da moça fez de tudo para impedir o romance. Chegou a obrigar os cartolas do Milan a emprestarem o jogador, primeiro ao Palmeiras, mais tarde ao Standard Liége da Bélgica. Mas Germano e Giovanna acabaram se casando no território livre de Gretna Green, na Escócia, em 1967. Eles tiveram uma filha, também chamada Giovanna, mas a felicidade durou pouco. Eles se separaram em 1970. Germano largou o futebol e voltou para sua cidade, Conselheiro Pena, no interior de Minas, para cuidar de sua fazenda. O ex-craque nunca mais viu Giovanna. E, na realidade, jamais conseguiu compreender o comportamento racista de Domenico. Germano morreu vítima de enfarte fulminante no dia 1º de outubro de 1997. Maria Emannuela e sua filha Giovanna vivem em Los Angeles nos Estados Unidos.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Campeonatos Históricos Ruy Trida em 27 Mai 2009
Torneio Incentivo - Minas Gerais 1980
Participantes:
Grupo A:
- Sociedade Esportiva Guaxupé - Guaxupé
- América Futebol Clube - Monte Santo
- Sociedade Desportiva Yuracán Futebol Clube - Itajubá
- Alfenense Futebol Clube - Alfenas
- Flamengo Esporte Clube - Varginha
- Atlético Clube Três Corações - Três Corações
Grupo B:
- Rio Branco Futebol Clube - Pará de Minas
- Formiga Esporte Clube - Formiga
- Vila Esporte Clube - Formiga
- Nacional Futebol Clube - Uberaba
- Associação Esportiva Ituiutabana - Ituiutaba
- Unaí Futebol Clube - Unaí
Grupo C:
- Sport Club Juiz de Fora - Juiz de Fora
- Esporte Clube Democrata - Governador Valadares
- Nacional Atlético Clube - Muriaé
- Valeriodoce Esporte Clube - Itabira
Resultados - Primeira Fase:
20/04/1980
Esportiva 0x0 América MS
Yuracán 0x0 Alfenense
Rio Branco 0x2 Formiga
Unaí 1x2 Vila de Formiga
Sport 2x0 Democrata
Valério 0x0 Nacional M
23/04/1980
Flamengo x Alfenense
Atlético TC x Esportiva
Nacional U 1x0 Rio Branco
24/04/1980
Formiga 4x1 Unaí
27/04/1980
Nacional U 1x0 Formiga
??? 1x0 Rio Branco
Nacional M 2x1 Democrata
??? 1x0 Flamengo
??? 0x0 Esportiva
??? 2x0 Atlético TC
01/05/1980
Nacional 2x0 Vila
04/05/1980
Unaí 1x4 Nacional U
Nacional M 0x0 Sport
Ituiutabana 2x1 Rio Branco
Formiga 1x0 Vila
Alfenense 3x0 América MS
Esportiva 0x1 Flamengo
Yuracan 0x0 Atlético TC
Valeriodoce 2x0 Democrata
11/05/1980
Ituiutabana 0x0 Nacional U
Flamengo 2x0 Atlético TC
17/05/1980
Democrata 1x0 Sport
Nacional M x Valeriodoce
18/05/1980
América MS 1x1 Esportiva
Alfenense 5x1 Yuracán ??
Flamengo 0x0 Atlético TC
Ituiutabana 2x1 Vila
Unaí 0x1 Formiga
Rio Branco 2x0 Nacional U
24/05/1980
Formiga 1x1 Nacional
25/05/1980
Yuracan 1x0 América MS
Alfenense 1x0 Flamengo
Esportiva 2x1 Atlético TC
Unaí 2x1 Ituiutabana
Rio Branco 0x2 Vila
29/05/1980
Nacional U x Ituiutabana
01/06/1980
Vila 0x1 Nacional U
05/06/1980
Nacional U 3x0 Unaí
06/06/1980
Vila 2x0 Formiga
Resultados - Octogonal Final:
15/06/1980
Alfenense 0x1 Nacional U
Formiga 2x0 Flamengo
Nacional M 2x0 Vila
Valeriodoce 0x1 Esportiva
17/06/1980
Flamengo 1x0 Nacional U
18/06/1980
Valeriodoce 2x1 Formiga
Esportiva 0x3 Nacional M
Vila 1x2 Alfenense
22/06/1980
Nacional U 3x0 Formiga
Flamengo 3x1 Nacional M
Alfenense 1x1 Valeriodoce
Esportiva 4x1 Vila
26/06/1980
Nacional U 0x1 Valeriodoce
Vila 1x2 Flamengo
Alfenense 0x1 Esportiva
Formiga 1x1 Nacional M
29/06/1980
Valeriodoce 1x0 Flamengo
Nacional U 2x1 Esportiva
Alfenense 5x0 Nacional M
Vila wo Formiga (Não foi realizado. O Formiga alegou falta de segurança no estádio do rival e não compareceu ao jogo)
02/07/1980
Nacional 5x0 Vila
Flamengo 1 x 0 Esportiva
Nacional M 0 x 1 Valeriodoce
Formiga 2 x 0 Alfenense
05/07/1980
Nacional M 0 x 0 Nacional U
06/07/1980
Valeriodoce 6 x 0 Vila
Alfenense 2 x 2 Flamengo
Esportiva x Formiga
Valeriodoce Esporte Clube, de Itabira, campeão do Torneio Incentivo MG 1980.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jorge Farah Jorge Farah em 27 Mai 2009
LAMENTÁVEL !?!?!?!?!?!?!?!
Só faltava essa! ACERJ repreende jornalistas-torcedores
Rio de Janeiro, RJ, 27 – Era o que faltava. A Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (ACERJ) está com um grande problema. Tudo por conta de jornalistas que viram torcedores em dias de jogo. Por isso, a entidade foi obrigada a soltar uma nota sobre o assunto.
A Associação advertiu esses jornalistas que costumam comemorar gols “na área descoberta da nossa tribuna de imprensa” e avisou que já até puniu um jornalista-torcedor.
Confira a nota na íntegra:
A direção da ACERJ vem comunicar que a Entidade está sendo advertida devido ao fato de alguns colegas estarem comemorando os gols de seus times na área descoberta da nossa tribuna de imprensa.
Não é proibido freqüentar a tribuna, por exemplo, em dias de folga no trabalho. Trata-se de uma área privativa nossa, porém, com observação pública e nela há associados em serviço e em franca produção profissional.
Lamentavelmente, as reincidências poderão levar a advertências e, em casos extremos, a suspensões. Infelizmente já há um sócio punido com a suspensão de 30 dias por repetidas atitudes inconvenientes tomadas nos últimos jogos, culminando neste domingo (24/05).
Ressaltamos que os nossos funcionários e colaboradores estão orientados a, educadamente, zelar pelo comportamento justo que garanta a boa imagem da classe e a tranqüilidade que os colegas precisam para realizar o seu trabalho.
Lembramos que não nos é agradável ter que lidar com essas medidas, já que a postura profissional deve ser condição fundamental para a boa convivência, porém, tais medidas fazem parte do processo de recuperação da nossa estima e do nosso prestígio.
Assim sendo, esperamos o entendimento de todos para manter o bom ambiente e o bem estar de toda a categoria de cronistas esportivos.
FONTE FUTEBOL INTERIOR