Arquivo de Abril de 2009
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 30 Abr 2009
Protegido: Chapecoense: Campeã Catarinense de 1996
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jose Ricardo Almeida & (BAHIA) & AMISTOSOS NACIONAIS Jose Ricardo Almeida em 30 Abr 2009
Protegido: A EXCURSÃO DO YPIRANGA, DA BAHIA, AO NORTE/NORDESTE, EM 1926
Historia do Futebol Parte II Juvando Oliveira em 30 Abr 2009
Memória do Futebol Pernambucano - 1937, estréia do Central

O Central disputou pela primeira vez o Campeonato Pernambucano em 1937, mas não participou no ano seguinte. O comendador José Victor de Albuquerque, uma espécie de mecenas do clube caruaruense, achou que a Patativa era muito prejudicada pelas arbitragens, e tirou o time. Literalmente.
Os resultados dos centralinos, ou centralistas, foram : 1º turno: Central 1 x 2 Flamengo, Santa Cruz 4 x 3 Central, Central 2 x 5 Tramways, Great Western 4 x 7 Central, América 1 x 2 Central, Central 3 x 3 Íris, Náutico 2 x 1 Central, Sport 4 x 2 Central. 2º turno: Central 5 x 2 América, Íris 0 x 6 Central, Great Western 1 x 5 Central, Central 3 x 2 Flamengo, Central 1 x 3 Náutico, Sport WO Central, Central 3 x 4 Santa Cruz. Em 15 jogos foram 6 vitórias, 1 empate e 7 derrotas, e um jogo perdido por WO.
Destes times já não existem o Flamengo e o Tramways. O Great Western transformou-se em Clube Ferroviário do Recife.
Na foto acima, a equipe do Central no Campeonato Pernambucano de 1937. Da esquerda para a direita: Pedro, Alemão, Joaquim, Mário Matos, Zé de Nane, Heleno, Trajano, Edmilson, Tutu, Zuza, Otoniel e Zago. Técnico, Jaime Guimarães.
Fonte: Sítio No pé da conversa (Lenivaldo Aragão)
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jose Ricardo Almeida & (DISTRITO FEDERAL) & CLUBES Jose Ricardo Almeida em 30 Abr 2009
Protegido: MEMÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: A CURTA E VITORIOSA TRAJETÓRIA DO RABELLO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & CLUBES Julio Diogo em 30 Abr 2009
CLUBES DA SUÍÇA - FOOTBALL CLUB MENDRISIO STABIO
NOME: FOOTBALL CLUB MENDRISIO STABIO
ENDEREÇO: Mercato Coperto - via campo sportivo - Mendrisio
FUNDAÇÃO: 02 de junho de 2006
CORES: amarelo / preto / branco
ESTÁDIO: Stadio Comunale (4.000 pessoas)
HISTÓRICO: Resultado da fusão das duas equipes locais (FC Mendrisio e FC Stabio). Disputa atualmente a 1ª Liga - Grupo 3 (equivalente a terceira divisão suíça).
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 30 Abr 2009
Esquema tático de Corinthians 3 x 1 Santos
O Corinthians venceu o Santos por 3 a 1 na Vila Belmiro e ampliou sua vantagem na final do campeonato paulista, já que pode até perder por dois gols de diferença no segundo jogo. Os gols foram de Chicão e Ronaldo (2).
O Santos teve mais posse de bola e jogou praticamente o tempo todo no campo de ataque, mas perdeu o jogo em uma bola parada e em dois contra-ataques.
Atuando no 4-3-3, variando para o 3-4-3. A linha defensiva foi formada por Luizinho pela direita (praticamente não sobe ao ataque e atua como terceiro zagueiro), Fabão, Fabiano Eller e Triguinho (que, na maior parte do tempo, atuou como ala pela esquerda. Dois volantes marcadores pelo centro (Pará e Germano) e um meia-armador (Paulo Henrique, o Ganso) que caia mais pela esquerda.
O ataque, dessa vez, não contou com a recomposição de meio-campo feita normalmente por Neymar (pela direita) e, principalmente, Madson (pela esquerda, às vezes trocando de posição com Neymar). O time não atuou no 4-2-3-1, que normalmente vinha apresentando, mas no 4-3-3 e no 3-4-3, porque o Corinthians jogou muito recuado e permitiu que os pontos jogassem enfiados.
O Corinthians jogou num 3-6-1 que, por vezes, se transformava num 5-4-1. O time começou o jogo com três volantes e, no final, estava com cinco. Se bem que, antes das substituições, Alessandro executou três funções: zagueiro pela direita (na maior parte do tempo), volante e lateral direito. Cristian foi o volante mais centralizado (por vezes sendo o terceiro zagueiro, quando Alessandro transformava-se em lateral), Elias, o volante pela direita e Morais cumpriu os papéis de volante pela esquerda e meia-esquerda.
Douglas armou pelo meio, Ronaldo ficou isolado no ataque e André Santos teve mais liberdade pela ala-esquerda (embora tenha se posicionado também como lateral-esquerdo, marcando Neymar por aquele setor).
Jorge Henrique, assim como Alessandro, também cumpriu três funções: atuou como lateral-direito (sua principal função), ala-direito e atacante pela direita. Como lateral, Jorge Henrique marcou Triguinho, que subiu muito ao ataque por aquele lado.
http://www.esquemastaticos.blogspot.com/
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 30 Abr 2009
Protegido: CLUBES AMADORES DO RS-GUAÍBA
Historia do Futebol Parte II Andre Martins em 30 Abr 2009
CLUBES ANIVERSARIANTES-30 DE ABRIL
NACIONAIS:
Ituiutaba EC-ITUIUTABA/MG-1947
América FC-BELO HORIZONTE/MG-1912
JABOTICABAL ATLÉTICO-JABOTICABAL/SP-1911
PARANOÁ E.C.-PARANOÁ/DF-2000
RIO PARDO F.C.-IUNA/ES-1917
ITAJAÍ E.C.-ITAJAÍ/SC-1999
TRÊS RIOS F.C.-TRÊS RIOS/RJ-2003
ESTRANGEIROS:
Club 29 de Setiembre/PARAGUAI-1942
FC Kulm Türck Gücü/SUÍÇA-2000
1.FC Aschersleben/ALEMANHA-1951
FK Kazakhmys Satpayev/CAZAQUISTÃO/2006
SpVgg Grün-Weiß Deggendorf 03/ALEMANHA-2003
SAN LORENZO (Formosa)/ARGENTINA-1960
AGUA Y ENERGIA ELECTRICA (Santa Fe )/ARGENTINA-1950
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 29 Abr 2009
Protegido: XV de Outubro de Indaial SC
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gerson Rodrigues & (RIO DE JANEIRO) Gerson Rodrigues em 29 Abr 2009
Protegido: Futebol Cards - Zico
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 29 Abr 2009
Juan, o craque?
Recebi do meu amigo e torcedor do Bangu, Jairo Salles :
Domingo, 26.04.2009, assisti ao jogo Flamengo x Botafogo. Hoje, em face do exagerado mercantilismo do futebol, assisto a qualquer jogo sem a paixão de torcedor.
Viram a reação do lateral do Flamengo ao ser driblado por um outro companheiro de profissão cujo nome parece o da rua Maxwell, no bairro da Tijuca? Creio que no cartório a intenção de quem batizou o menino fosse o nome referenciado mas, foi pronunciado errado.
Fiquei imaginando qual seria a reação do rapaz se tivesse a incumbência de marcar ponteiros como Garrincha, que driblava o mesmo marcador várias vezes, Julinho, Joel (Fla), Paulo Borges (Bangu), Canário (América), Sabará (Vasco) e tantos outros. Imagino que entraria em campo de revólver. Mas, entendamos o rapaz se acha um “cracaço” e não pode ser driblado. Pergunto se ele ele figuraria na galeria onde estão: Nilton Santos, Marinho Chagas (Botafogo), Leonardo (Flamengo), o próprio Roberto Carlos, enquanto jogou seriamente? Mas, são os valores de hoje que contagiaram também ao outrora criativo e artístico futebol brasileiro que tanto encantou o mundo. Prevalece, como diria Nelson Rodrigues, o idiota.
Juan se acha craque porque certamente vive a era mais medíocre do nosso futebol. Aquele dedo em riste significou para mim: não repita isto. Nós pertencemos a geração e a era dos jogadores que se notabilizam por chutões, carrinhos por trás, e passes para os lados. Não me venha aqui querer exibir arte. Te encho de porr……..
Por essas e outras é que ainda ontem o Ronaldo do Corinthians provou que mesmo com cem quilos ainda é melhor dos que todos esses que andam por aí. Em face do mar de mediocridades se Romário resolver voltar ainda será o artilheiro nestes campeonatozinhos de brincadeirinha.
Depois do Juan, vejam esta e comparem.
Viva a cultura e a esportividade.
Corrigindo Erro - Gol sem querer
Existem situações na vida que nos fazem acreditar que é sempre possível sermos melhores do que somos!
Temos aqui um bom exemplo:
Durante um jogo de futebol, na Holanda, um jogador da equipe de vermelho - O Ajax Amsterdã - sofreu uma falta e ficou contundido, caído no chão.
Um dos jogadores da equipe adversária - de amarelo - como é hábito, atirou a bola para fora para que o jogador fosse atendido.
Quando o jogador ficou recuperado, o lançamento pertenceu ao Ajax (de vermelho) e, como manda o desportivismo, um jogador do Ajax tentou devolver a bola para o campo do adversário. Só que o fez de forma
desajeitada e, sem querer, acabou por meter a bola no gol.
Todos, incluíndo o jogador que, sem querer, fez o gol, ficaram atrapalhados. Mas o árbitro considerou o gol válido!
A bola voltou ao centro para o jogo ser retomado com aquele injusto resultado.
Foi nesse momento que os jogadores do Ajax, com grande espírito desportivo, rapidamente tomaram uma resolução: ficarem todos quietos para permitir que os adversários - os de amarelo - fizessem eles também um gol para repor a justiça no resultado. E foi isso que aconteceu!!!
É impressionante o sentido de justiça da equipa do Ajax - de vermelho - e o bom entendimento entre todos eles para que nenhum se movimentasse. Eles queriam ganhar, mas a vitória teria que ser “limpa” e “justa”!
Para que chegue a todos: às Famílias, às Escolas, às Empresas…
Quem sabe se chega também ao congresso, ao Governo, aos Tribunais…
Todos precisamos aprender com exemplos de honestidade…
Cabe a nós ensinar.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & AMISTOSOS INTERNACIONAIS Walter Iris em 29 Abr 2009
EXCURSÃO DO AMÉRICA FOOTBALL CLUB À ESPANHA EM 1977
AMÉRICA 0-1 BARCELONA
COMPETIÇÃO: Torneio Costa do Sol.
DATA: 14/08/1977.
LOCAL: Estádio La Rosaleda – Málaga.
ÁRBITRO: Luis Poren (Portugal).
GOL: Zuviria (14 m).
AMÉRICA: País; Jorge Valença (Uchoa), Alex, Biluca e Álvaro; Renato, Bráulio e Léo Oliveira; Reinaldo, Mário e Julio César (César).
BARCELONA: Artola; De La Cruz, Amarilio, Olmo e Carreño; Migueli, Esteban e Neeskens; Heredia (Macizo), Asensi e Zuviria.
AMÉRICA 4-2 SELEÇÃO DO JAPÃO
COMPETIÇÃO: Torneio Costa do Sol.
DATA: 15/08/1977.
LOCAL: Estádio La Rosaleda – Málaga.
ÁRBITRO: Navarrete Tuvo (Espanha).
GOLS: César (3 m), Mário (17 m), Álvaro (22 m) e Mário (55 m) / Nishino (54 m) e Sugiyama (57 m).
AMÉRICA: País; Jorge Valença (Uchoa), Alex, Biluca e Álvaro; Renato, Bráulio e César; Reinaldo, Mário e Julio César.
SELEÇÃO DO JAPÃO: Taguchy; Imai, Ishi, Saito e Arain; Fuhishima, Sugiyama e Nishino; Okuderan, Kaneda e Komaeda.
AMÉRICA 1-0 ATLÉTICO DE MADRID
COMPETIÇÃO: Troféu Villa de Madrid.
DATA: 17/08/1977.
LOCAL: Estádio Vicente Calderón – Madrid.
ÁRBITRO: Orrantia (Espanha).
GOL: Léo Oliveira (65 m).
AMÉRICA: País; Jorge Valença (Uchoa), Alex, Biluca e Álvaro; Renato, Bráulio e Léo Oliveira; Reinaldo, Mário e César.
ATLÉTICO DE MADRID: Reina; Marcelino, Luiz Pereira, Capon e Robin; Eusébio, Marcial e Leal; Bermejo (Rubio), Rubén Cano e Ayala.
AMÉRICA 2-3 MILAN
COMPETIÇÃO: Troféu Villa de Madrid.
DATA: 19/08/1977.
LOCAL: Estádio Vicente Calderón – Madrid.
ÁRBITRO: Soriano Aladrén (Espanha).
GOLS: César (43 e 65 m) / Bigon (12 m), Maldera (24 m) e Turone (39 m).
AMÉRICA: País; Uchoa , Alex, Biluca e Álvaro; Renato, Bráulio e Léo Oliveira; Reinaldo, Mário e César.
MILAN: Albertosi (Rigodotti), Sabarini, Maldera, Morini (Boldini) e Bet; Turone, Tosseto e Capello; Bigon, Rivera e Gurianni.
AMÉRICA 1-2 DEPORTIVO LA CORUÑA
COMPETIÇÃO: Amistoso.
DATA: 27/08/1977.
LOCAL: Estádio Riazor – La Coruña.
ÁRBITRO: Oscar Medin (Espanha).
GOLS: Uchoa (85 m) / Castro (36 m) e Piris (45 m).
EXPULSÕES: Bráulio e Miguel.
AMÉRICA: País; Uchoa , Alex, Biluca e Álvaro; Renato, Bráulio e Léo Oliveira; Reinaldo, Mário e César (Gilson Nunes).
DEPORTIVO LA CORUÑA: Buyó, Pardo, Piris, Rodri e Albino (Piña); Gallego, Pousada e Garcia; Castro (Rabadeira), Núnez e Miguel.
Fontes: Jornais espanhóis da época.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 29 Abr 2009
Frases de jogadores
FRASES DE JOGADORES !
‘Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.’
(Mengálvio, ex-meia do Santos , em telegrama à família quando em excursão à Europa )
‘Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.’
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
‘Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.’
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
‘As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.’
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
‘Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.’
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
‘O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.’
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
‘A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.’
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
‘Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.’
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
‘A bola ia indo, indo, indo… e iu!’
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
‘Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.’
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
‘Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.’
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
‘No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.’
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos )
‘Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.’
(Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
‘O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.’
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
‘Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.’
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
‘Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.’
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
‘O difícil, como vocês sabem, não é fácil.’
(Vicente Matheus)
‘Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.’
(Vicente Matheus)
‘O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.’
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
“Clássico é clássico e vice-versa…” Jardel (ex-atacante do Grêmio e da Seleção Brasileira).
“Jogador é o Didi, que joga como quem chupa laranja…”
Neném Prancha (ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola).
“A moto eu vou vender, e o rádio eu vou dar pra minha tia.”
Josimar (ex-lateral direito do Botafogo ao responder a um repórter o que iria fazer com o Motoradio que ganhou como melhor jogador da partida).
“Bom, eu não achei nada, mas o meu companheiro ali achou uma correntinha; acho que é de ouro, dá pra ele vender!”
O mesmo Josimar ao ser perguntado o que ele achou do jogo.
” Realmente minha cidade é muito facultativa.”
Elivelton (ao repórter da Jovem Pam que falava das muitas escolas de ensino superior existentes na cidade natal do jogador).
“Campeonatinho mixuruco, nem tem segundo turno!”
Garrincha durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 58.
“Você viu, Didi, o São Cristóvão está de uniforme novo!”
Garrincha, em 62, no Chile, reparando no uniforme dos ingleses
Estavam na concentração do Flamengo Jamir e Fábio Baiano, quando o segundo lendo a revista CARAS, falou:
- Porra, Jamir, este cara é muito rico mesmo. Olhe a casa dele. Você não conhece? Este é o Abílio Diniz, dono do Pão de Açúcar.
Então Fábio Baiano arremata:
- Puxa, não sabia que estes bondinhos davam tanto dinheiro!
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 29 Abr 2009
Protegido: CLUBES AMADORES DO RS-ACAFOL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 29 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-29 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish Michel McNish em 28 Abr 2009
Finalmente, no Ar!! McNISH ESCUDOS DE FUTEBOL
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 28 Abr 2009
Os 40 anos do gol contra mais incrível da história do futebol!!!
Há 40 anos, aconteceu o gol contra mais incrível da história do futebol. Na tarde de 16 de março de 1969, no Maracanã, o Vasco empatou em 1 a 1 com o Bangu e o goleiro Valdir protagonizou a cena mais inusitada do estádio. Após fazer uma difícil defesa, ele daria continuidade ao jogo arremessando a bola com a mão direita. Mas, como num passe de mágica, a pelota grudou na mão do camisa 1 e foi direto para o gol. O árbitro Arnaldo César Coelho correu para o meio-campo confirmando a validade da jogada e o mundo desabou na cabeça daquele goleiro.
- Apoiado em um dos joelhos, me senti impotente, com vontade de sair correndo pra buscar a bola, fazer voltar o lance, apagá-lo da minha mente! Silêncio total no maior estádio do mundo… Eu me senti profundamente envergonhado - conta.
Valdir Appel hoje vive em Brusque, Santa Catarina. Recentemente, ele lançou o livro “Na Boca do Gol” e uma das histórias é justamente sobre o seu gol contra. Vale a pena ler.
“Nosso ônibus iniciou o lento processo de descida das Paineiras (o local da concentração era o Hotel das Paineiras) em direção ao Maracanã. O agito de bandeiras carregadas por alegres torcedores vestindo a camisa do Vasco, descendo dos trens da Central, dos ônibus, misturando-se aos pedestres, faziam prever um grande público para o clássico contra o Bangu. Estávamos rodeados por dezenas de fiéis torcedores cruzmaltinos que acenavam sorridentes, batendo nas laterais do ônibus, desejando boa sorte. Nos vestiários, a preleção, o aquecimento, a oração.
Eu estava tranqüilo. Vivia o meu melhor momento em São Januário. A camisa número um era minha. O meu mundo era perfeito. Era o que eu imaginava. Subimos para o gramado. Estouro de fogos de artifício! Gritos de casaca: “Vaaascoo! Vaaascooo!”. A massa vascaína tomava conta praticamente de todo o estádio, contrapondo-se a pequena torcida do Bangu.
O jogo foi equilibrado até os 19 minutos, quando o goleiro Devito cometeu duas falhas consecutivas. Na primeira atrapalhou-se num cruzamento do nosso ponta direira Nado, largando a bola nos pés de Adilson que não perdoou. 1 a 0. Logo em seguida cometeu um pênalti desnecessário. Pênalti mal cobrado por Buglê que conseguiu a proeza de mandar a bola quase nas arquibancadas do Maracanã.
O jogo estava difícil, bem disputado, e eu fazendo boas defesas e transmitindo confiança ao time. Aos 44 minutos da primeira etapa, o centroavante adversário Dé dominou uma bola de costas para a minha baliza, entre a marca do pênalti e a risca da grande área; girou o corpo e desferiu um sem-pulo espetacular no meu canto baixo, à direita. Realizo um salto perfeito e encaixo firme a pelota!
Deu pra ouvir o comentário zangado do Dé: “Filho da p….! Como é que pega uma bola dessas?!”. Um longo aplauso veio das arquibancadas. Ergui-me do gramado, com a bola nas mãos. Observei a saída da zaga e as colocações de Eberval e Silvinho, pelo setor esquerdo da minha área. O primeiro tempo estava para acabar, e decidi repor a bola nos pés do Silvinho.
O braço fez a alavanca e a bola saiu forte de minhas mãos. Perdi o equilíbrio: as pontas dos meus dedos tocaram de leve a bola, que mudou sua trajetória, indo chocar-se com força no meio do poste esquerdo do meu arco, morrendo no fundo das redes. Apoiado em um dos joelhos, me senti impotente, com vontade de sair correndo pra buscar a bola, fazer voltar o lance, apagá-lo da minha mente! Silêncio total no maior estádio do mundo… Eu me senti profundamente envergonhado. Mesmo quando Mário do Bangu e meus companheiros foram me consolar.
Arnaldo César encerrou o primeiro tempo sem sequer dar nova saída de bola. Preparei-me para iniciar o que seria a maior travessia do Maracanã. Estava no gol, à direita da tribuna de honra, e meu vestiário estava do lado esquerdo. Antes mesmo de chegar à linha da grande área, um batalhão de repórteres, empunhando seus microfones, já me cercava, perguntando: “O que é que houve?”
Minha resposta saiu rápida e definitiva, detendo outras perguntas: “Um acidente de trabalho!”. Continuei em frente. Aplausos tímidos da minha torcida tentavam me consolar; os colegas faziam o mesmo. Fiquei entorpecido. Minha cabeça não parava de pensar nas conseqüências que poderiam advir daquele gol absurdo. Tinha que reagir ou poderia ser crucificado.
Cheguei próximo ao banco de reservas. Pinga, Evaristo Macedo, doutor Arnaldo Santiago e Carlos Alberto Parreira me aguardavam. Apressaram minha descida para o vestiário. “Espero que ninguém esteja pensando em me sacar por falta de condições psicológicas”, disparei. Pinga respondeu tranqüilo “Apenas desça, pra evitar maiores assédios”.
Nos vestiários, Parreira – que também era o treinador de goleiros, tomou uma providência importante: pediu que eu fosse me refrescar, trocasse a camisa, e o acompanhasse. Enquanto os demais jogadores relaxavam em suas cadeiras e ouviam novas orientações do treinador, passei o intervalo inteiro batendo bola com Parreira. Desta forma, ele tentava impedir que eu parasse pra pensar no desagradável episódio. Como se isso fosse possível!
Na volta pro segundo tempo, Alcir me perguntou se eu estava tão tranqüilo quanto aparentava. Respondi que estava bem e que iríamos ganhar o jogo. Dentro do túnel, uma surpresa: o repórter volante de uma emissora de rádio me perguntou: “Valdir, você vai voltar?”. “Não! É sua mãe que vai pro gol”.
Já no gramado, outro repórter me abordou. Colocou um fone de ouvidos em mim e me botou em contato com o ex-goleiro Barbosa, que estava nas tribunas. Barbosa tentou me incentivar, dizendo que eu levantasse a cabeça, e que com ele havia sido pior – uma falha havia custado ao Brasil o título da Copa de 1950.
Agradeci ao grande goleiro. Se bem que a última coisa em que eu estava interessado naquele momento eram comparações. Minha preocupação era fechar o gol e não permitir suspeitas sobre o meu equilíbrio emocional. Eu sabia que um segundo tempo ruim poderia significar o fim da minha carreira. Joguei bem, mas o placar permaneceu igual.
Nos vestiários, tive que dar mil entrevistas, repetindo sempre como a bola me escapara das mãos ao arremessá-la. À noite eu estava parcialmente refeito. Pesava um pouco o fato de o Vasco ter perdido um ponto – e por causa daquele gol. Mais tarde participei como convidado de um programa de TV. Ao lado de locutores e comentaristas tive a oportunidade de ver o vídeo tape do gol várias vezes. Senti-me pior do que no campo. Em casa, mal consegui dormir lembrando das palavras confortantes do Barbosa ainda nos vestiários: O importante no frango é sobreviver a ele. Eu sabia que a partir daquele dia eu estaria tentando sobreviver ao pior gol da minha vida”.
Segundo o mestre Roberto Assaf, que resgatou a história na sua coluna do Lance há alguns dias, havia 50 mil cruzmaltinos no Maracanã. O Vascou jogou com Valdir, Fidélis, Brito, Fernando e Eberval; Alcir e Buglê (Benetti); Nado (Acelino), Valfrido, Adílson e Silvinho. O time treinado por Pinga acabou o Campeonato Carioca em quarto lugar.
Fonte: O Globo
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Abr 2009
Protegido: Bigode sempre quis distância do maracanã
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 28 Abr 2009
Figueirense apresenta a nova camisa

Uma camisa oficial de um clube de futebol não é uma vestimenta qualquer. Para os jogadores profissionais e para aqueles torcedores que, em toda partida, não deixam o time na mão e vão ao estádio, o uniforme da sua equipe de coração é como se fosse uma segunda pele. Pois, ontem, o Figueirense apresentou a armadura com a qual enfrentará a batalha da Série B, que começará no dia 8 de maio, contra o Ipatinga, no Orlando Scarpelli, às 21h.
A cerimônia do lançamento das camisas número um e dois foi realizada no Taikô, em Jurerê Internacional, e contou com a participação dos jogadores Wilson, Roger e Lucas, além dos modelos Ellen Roche e Álvaro Jacomossi, que desfilaram com os uniformes.
O presidente do Conselho Administrativo do clube, Norton Boppré, celebrou a nova parceria:
– O Figueirense foi escolhido pela Fila como o primeiro parceiro para que a empresa entre no mercado do futebol brasileiro – comentou.
Fonte: DC
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) & CLUBES & ESCUDOS Michel McNish em 28 Abr 2009
Protegido: CFZ/Imbituba
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gerson Rodrigues & (RIO DE JANEIRO) Gerson Rodrigues em 28 Abr 2009
Protegido: Ranking do Campeonato Carioca segundo o Jornal dos Sports
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 28 Abr 2009
SUGESTÃO PARA O MODELO DOS CAMPEONATOS NO PAÍS.
Conforme já debatido anteriormente com o Walter e com o Antonio, aí vai minha sugestão para o calendário nacional de futebol.
- MUNDIAL INTERCLUBES - (RECEBE: CAMPEÃO DA COPA LIBERTADORES)
- COPA LIBERTADORES - (RECEBE: 4 CLUBES DO CAMPEONATO BRASILEIRO + CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL)
- COPA SULAMERICANA - (RECEBE: 7 CLUBES DO CAMPEONATO BRASILEIRO + VICE-CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL)
- RECOPA SULAMERICANA
(ABRE O CALENDÁRIO SULAMERICANO) - (RECEBE: CAMPEÃO DA COPA LIBERTADORES + CAMPEÃO DA COPA SULAMERICANA)
- CAMPEONATO BRASILEIRO - (20 CLUBES)
- COPA DO BRASIL - (128 CLUBES - RECEBE: 20 CLUBES DO CAMPEONATO BRASILEIRO + 4 CLUBES DE CADA ESTADUAL)
- SUPERCOPA DO BRASIL
(ABRE O CALENDÁRIO BRASILEIRO) - (RECEBE: CAMPEÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO + CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL)
- CAMPEONATO BRASILEIRO
(SÉRIE B) - (80 CLUBES - RECEBE 4 REBAIXADOS DO CAMPEONATO BRASILEIRO + 76 CLUBES VINDOS DOS CAMPEONATOS ESTADUAIS)
- CAMPEONATO ESTADUAL - FÓRMULA ÚNICA (PARECIDA COM A DO RIO DE JANEIRO) E TERMINAREM NA MESMA DATA
- CAMPEONATO ESTADUAL
(SEGUNDA DIVISÃO) - PODERIA HAVER SOMENTE UMA SEGUNDA DIVISÃO EM TODOS OS ESTADOS QUE POR ACASO TIVESSEM CLUBES PARA DISPUTÁ-LA E, ASSIM COMO ACONTECE NO RIO GRANDE DO SUL, OS CLUBES PARTICIPANTES DESTA SEGUNDONA SERIAM DIVIDIDOS EM GRUPOS REGIONALIZADOS.
OUTRO DETALHE: A COMPETIÇÃO PODERIA DURAR O ANO TODO PARA MANTER OS CLUBES EM ATIVIDADE.
Obs 1. EM RELAÇÃO A COPA DO BRASIL, A PRIMEIRA FASE PODERIA SER REGIONALIZADA, PARA DIMINUIR OS CUSTOS QUE A MAIORIA DOS CLUBES TIVESSEM. EXCEÇÃO FEITA AOS 20 CLUBES QUE VIRIAM DO CAMPEONATO BRASILEIRO.
Obs 2. FÓRMULA DO CAMPEONATO BRASILEIRO (SÉRIE B)
1ª FASE:
*5 GRUPOS REGIONAIS COM 16 CLUBES CADA (CENTRO-OESTE, NORDESTE, NORTE, SUDESTE E SUL).
*JOGOS EM TURNO E RETURNO DENTRO DOS GRUPOS
* OS 4 CLUBES REBAIXADOS DO CAMPEONATO BRASILEIRO AUTOMATICAMENTE PREENCHERIAM UMA VAGA REFERENTE AO SEU ESTADO
* SE CLASSIFICARIAM PARA A 2ª FASE: OS 6 PRIMEIROS DE CADA GRUPO + OS 2 MELHORES 7º LUGARES NO GERAL
* ACREDITO QUE COM 6 VAGAS EM ABERTO E DUAS OUTRAS POR MELHOR CAMPANHA O CAMPEONATO MANTERIA-SE EM ABERTO E COM O INTERESSE DA MAIORIA DOS CLUBES ATÉ AS RODADAS FINAIS, EVITANDO ASSIM O ESVAZIAMENTO DAS RODADAS DO MEIO PARA O FINAL DO CAMPEONATO
*COMPOSIÇÃO DOS GRUPOS:
GRUPO CENTRO-OESTE: 4 CLUBES POR ESTADO (DISTRITO FEDERAL, GOIÁS, MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL)
GRUPO NORTE: 2 CLUBES POR ESTADO (ACRE, AMAPÁ, AMAZONAS, MARANHÃO, PARÁ, RONDÔNIA, RORAIMA E TOCANTINS)
GRUPO NORDESTE: 2 CLUBES POR ESTADO (ALAGOAS, BAHIA, CEARÁ, PARAÍBA, PERNAMBUCO, PIAUÍ, RIO GRANDE DO NORTE E SERGIPE)
GRUPO SUDESTE: 4 CLUBES POR ESTADO (ESPÍRITO SANTO, MINAS GERAIS, RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO)
GRUPO SUL: 4 CLUBES POR ESTADO (PARANÁ, RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA) + 2 CLUBES POR ESTADO (RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO)
2ª FASE: MATA A MATA
*ASSIM COMO NA LIBERTADORES O MELHOR CLASSIFICADO NO GERAL ENFRENTA O PIOR NO GERAL, O SEGUNDO MELHOR ENFRENTA O PENÚLTIMO E ASSIM SUCESSIVAMENTE
3ª FASE: OITAVAS-DE-FINAL
4ª FASE: QUARTAS-DE-FINAL
5ª FASE: SEMI-FINAL
6ª FASE: FINAL
Obs 3. Acho que se esta divisão em grupos regionais ocorresse em uma Série C, mantendo-se a Série B como está, cairíamos no mesmo erro de ter uma Série C esvaziada e com muito prejuízo para os clubes e em uma Série B elitizada com a maioria dos clubes sendo pertencentes aos estados mais ricos da federação.
Como eu disse anteriormente, aumentaríamos o peso dos estaduais, valorizaríamos o regional (vale lembrar do ótimo campeonato do Nordeste) e, em minha opinião, que ainda seria o mais importante, deixaríamos em pé de igualdade todas as equipes do Brasil, sem o bairrismo do Sudeste e do Sul que vem sendo privilegiados nestes últimos anos em função do poder aquisitivo de seus estados.
Além disso, as emissoras de TV poderiam fechar contratos de exclusividade com cada regional e assim poderiam transmitir para suas respectivas regiões e estados que a compõem o campeonato regional, que seria nada mais nada menos que a 1ª fase da série B, o que valorizaria seus grandes e tradicionais clubes que estão desaparecendo do cenário nacional (ex. Sampaio Corrêa-MA, Tuna Luso-PA, Mixto-MT, Operário-MS etc.), daria mais chance para o surgimento de grandes jogadores serem revelados e mais, criaria muito mais empregos em âmbito nacional para todos os profissionais que de alguma forma trabalham com o futebol (ex. imprensa, jogadores, arbitragem e comércio em suas respectivas cidades). Já imaginou um Sergipe x CSA, Remo x Rio Negro com casa cheia, ao invés de Ituano (com todo respeito) x Brasiliense pela 21ª rodada. Pô, seria bem melhor!!!
Se isso fosse feito como Série C, como já vinha sendo feito antes, o produto não seria valorizado. Por isso, penso que somente como Série B isso daria certo, uma vez que, a mesma hoje em dia está muito mais valorizada.
Desculpe pela repetição do texto acima, Walter e Antonio, mas acho que preciva expor minha opinião ao restante dos membros do blog que de repente não leram os nossos comentários feitos anteriormente em outro arquivo e deste modo, quem sabe, até ampliar o assunto. Quanto mais opiniões, melhor!!!
abs
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 28 Abr 2009
Protegido: Bandeirinha leva arma para dentro do campo em jogo da Quarta Divisão romena
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Juvando Oliveira & (PERNAMBUCO) & Artigo da Semana 2009 Juvando Oliveira em 28 Abr 2009
ARTIGO DA SEMANA N°16/2009 Memória do Futebol Pernambucano - Torre

Torre Sport Club foi um clube brasileiro de futebol fundado no bairro da Torre, da cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Era o time do governador Estácio Coimbra.
Um jogo com o Flamengo/RJ em 1925
No ano de 1925, o Torre que havia sido vice-campeão estadual no ano anterior organizou um certame chamado Troféu Torre Sport Club que seria disputado em uma única partida contra o Flamengo. Vencendo a disputa por três tentos á um com dois gols de Junqueira, o scratch do Flamengo/RJ levantou aquela taça.
Um pouco do campeonato de 1926
O ambiente esportivo voltou a ficar agitado no início de 1926. Os presidentes do Sport, América e Peres, respectivamente, Roberto Rabello, José Fernandes Filho e João Duarte Dias, comunicam ao público desportivo brasileiro, em manifesto publicado pelos jornais, terem se desfiliado da Liga Pernambucana de Desportos Terrestres e fundado a Associação Pernambucana de Esportes Atléticos.
No documento, os dissidentes denunciavam a existência de um plano, entre Santa Cruz, Náutico, Flamengo e Torre, com a participação do presidente da Liga, Cícero Brasileiro de Melo (recentemente eleito), para colocá-los à margem da política interna da entidade, o que ficara provado nas eleições, pois, enquanto quatro clubes denunciados tiveram, cada um, dois diretores na composição da nova diretória, nos tivemos apenas um representante cada, e o Peres nem isso mesmo tivera.
Pelo Jornal do Commercio, edição de 1º janeiro, a LPDT publicou nota oficial, dando sua versão sobre a cisão havida.Explicava a nota que tudo fora feito para evitar a crise, conseqüência funesta, enfatizava, da paixão extremada do clubismo e o desejo infortunado da prepotência de certos elementos no seio de uma coletividade determinante. Acrescentava ainda que Sport e América, depois de haverem lançado mão de todos os processos para obterem maioria no novo corpo dirigente, processos ínvios e, às vezes, nefastos, declararam, solenemente, no dia da eleição, conforme constava da ata,que seus clubes não aceitariam nenhum cargo eletivo de modo peremptório. Quanto ao Peres, ironizava a LPDT, é um clube em situação irregularíssima, sem sede, sem time, tecnicamente incapaz, que não sofreu admoestação da Liga em sua agonia lenta de dois anos cujo sopro de vida no Conselho apenas existia,mercê do oxigênio que lhe soprava o Sport para dar-se ao luxo de ter um representante em duplicata.
Apesar da interferência de várias figuras de projeção, inclusive do Governo, na tentativa de uma solução para a crise, nenhuma das partes se afastou da decisão tomada. Maior a nau, maior a tormenta, comentava-se. Paralelamente aos jogos do campeonato da Liga, a Associação Pemambucana de Esportes Atléticos também programou seus jogos com times suburbanos, dividindo o público. Quando acabou a briga, que durou seis meses, o certame já estava no turno final, mas mesmo assim Sport e América dele participaram, embora soubessem não haver mais chances para a conquista do título. Fiel à causa, o Peres não voltou, e seu presidente, João Duarte Dias, declarou pelos jomais que tinha sido traído.
Campeão Pernambucano de 1926. O time era formado com Valença, Filuca e Pedro Barreto; Aquino, Hermes e Dantas;Osvaldo, Piaba, Péricles,
Antonio e Chiquinho.
O Torre beneficiado é o campeão
Quem terminou sendo beneficiado com as ausências dos rubro-negros e alviverdes, favoritos ao título, foi o Torre. O chamado madeira rubra terminou conquistando o campeonato de 1926, o primeiro da sua existência, a 2 de janeiro de 1927, nos Aflitos, derrotando o América por 2 a O, gols de Péricles e Piaba. O árbitro foi o dirigente tricolor, Carlos Rios, arranjado de última hora, uma vez que o escalado, Renato Silveira, também dirigente (Sport), não compareceu.
Time campeão - Valença, Aquino e Pedro Barreto; Arnaldo, Hermes e Dantas; Osvaldo, Piaba, Péricles, Policarpo e Galvão.
O madeira rubra, fundado a 13 de maio de 1909, interrompia um predomínio de 10 anos de Sport e América, únicos campeões pernambucanos, desde 1916. Embora se dissesse que o Torre não teve méritos na conquista do título, verdade é que o clube de José da Silva Loyo armara um bom time. Seu primeiro grande passo foi tirar do Sport Club do Recife um dos melhores atacantes da Região, o artilheiro Péricles.
VALENÇA, HERMES, MIRO, LELECO, FAUTINO, COSTA, AGNELO, PIABA, MATURANO, LETONA, e ALDO
Torre campeão pernambucano de 1929
O campeonato invicto
Se no ano de 1926 houve questionamentos acerca do campenato conquistado pelo Torre, em 1929, o madeira rubra não deixou dúvidas, conquistou o título de forma invicta, tendo derrotado Santa Cruz, Náutico, América e empatado por duas vezes com o Sport. O campeonato fora disputado por oito equipes em sistema de pontos corridos com jogos de ida e volta.
A revolução de 1930
A revolução que depôs o presidente Washington Luiz colocou Getulio Vargas no poder e deixou o Recife em polvorosa. O governador Estácio Coimbra teve que fugir para não ser preso e Carlos de Lima Cavalcanti, seu opositor, ligado aos revolucionários, assumiu o Governo de Pernambuco.
Paralisado o campeonato e não havendo condições de sua continuidade, que ia sendo liderado pelo Torre, Renato Silveira, presidente da LPDT, resolveu convocar uma assembléia geral para dar por encerrado o certame. A reunião aconteceu na noite de 12de dezembro, sendo assinado pelos representantes dos times disputantes, exceto Torre e Encruzilhada, o seguinte documento:
“Os abaixo firmados, representantes dos clubes filiados, Sport, América, Náutico, Íris, e Santa Cruz, reunidos aos 12 dias do mês de outubro de 1930, sob a presidência do Sr. Renato Silveira, presidente da LPDT, atendendo às circunstâncias especiais criadas pelos acontecimentos imprevistos que sacudiram o País, anormalizando a vida esportiva do Estado e tornando materialmente impraticável o prosseguimento do campeonato de 1930, resolveram acordar que seja o mesmo campeonato encerrado, considerando-se vencedores do campeonato deste ano os quadros dos clubes colocados em primeiro lugar na contagem dos pontos dos jogos já aprovados, sugerindo-se à diretoria da Liga instituir prêmios especiais para os citados vencedores. O Torre estava assim proclamado campeão de 1930.”
Os clássicos do Bairro da Torre
Clássico Bairrense é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Tramways Sport Club, dois clubes de futebol extintos de do bairo da Torre, no Recife, Pernambuco.
Clássico da Paixão é o nome dado ao jogo das antigas equipes Torre Sport Club versus Íris Sport Club ambos do bairro da Torre da cidade do Recife. O jogo recebeu este nome porque o 1° jogo disputado foi numa Sexta Feira da Paixão no Campo do Alagado da Torre.
Clássico Guerreiro é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Israelita Sport Club, clube, também, já extinto.
Clássico dos Maestros é o nome do clássico entre Torre Sport Club e Santa Maria Athletico Club, clube, também, já extinto.
Títulos
Estaduais
Campeonato Pernambucano: 3 vezes (1926, 1929* e 1930).
Vice-Campeonato Pernambucano: 4 vezes (1924, 1925, 1927 e 1928).
Torneio Início: 2 vezes (1922 e 1929).
*Campeão invicto.
Outras conquistas
Liga Desportiva da Torre: 1911.
Liga Suburbana: 4 vezes (1915, 1919, 1920 e 1921).
Copa Torre: 8 vezes (1921, 1926, 1928, 1929, 1930, 1932, 1940 e 1942).
Fontes: Sítios Wikipedia e Flápedia, Blog Futebol de Pernambuco em Fotos e Livro História do Futebol em Pernambuco - Givanildo Alves - Edições Bagaço.
Historia do Futebol Parte II & Artigo da Semana 2009 Eduardo Cacella em 28 Abr 2009
ARTIGO DA SEMANA N°16/2009 VOTAÇÃO ENCERRADA
1°Memória do Futebol Pernambucano - Torre - Juvando Oliveira 13 VOTOS
2°Internacional Campeonato Citadino - José Caldas Almeida 06 VOTOS
3°DATAS DE FUNDAÇÃO (CLUBES BRASILEIROS), de Wanderson Pereira. 05 VOTOS
4°Os 85 anos da maior contribuição do Vasco para o Brasil - Gerson Rodrigues 04 VOTOS
5°1938: DOIS AMISTOSOS ENTRE UBERABA E PONTE PRETA., DE RUY TRIDA. 02 VOTOS
6° ÁRBITRO DORME EM CASA E JOGO É CANCELADO, DE ANDRÉ MARTINS. 01 VOTO
-Inter Campeão Invicto de 2009 de Sandro Moraes.01 VOTO
-DADÁ MARAVILHA NO BAHIA! FESTA, BATISMO DE GOLS, COROAÇÃO, TÍTULOS E MUITA ALEGRIA. de Galdino Ferreira01 VOTO
-Chicana e suas pernas tortas de Gerson Rodrigues01 VOTO
-Resultados do campeonato paulista grupo A 3 de 1996, de Augusto Neves01 VOTO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 28 Abr 2009
O PRIMEIRO JOGO NOTURNO EM SANTA CATARINA
A Bruno correu para os braços de Zico, que o abraçou forte e lhe deu três beijos. Depois, virando o rosto para Sandra, sua mulher, cruzou com ela um silencioso olhar de desolação. Não havia nada a dizer. O Saguão do Estádio de Sarriá, em Barcelona, estava cheio de gente, mas o que se via eram apenas policiais de gestos espantados e jornalistas de rostos pálidos que tentavam encontrar alguém que respondesse a uma pergunta: por que perdemos ?
Naquele momento, quando o mais sufocante calor deste verão ainda castigava a capital da Catalunha, Paolo Rossi passou correndo por Zico, sem sequer notá-lo, com um sorriso tão grande que seu rosto parecia subitamente crescido. Atrás dele, outros jornalistas também lhe fazia uma pergunta sem resposta: “come há fatto l’Itália a battere il Brasile ?
Na verdade, havia uma solução aparentemente simples para o enigma de uma tragédia que atingira o futebol brasileiro com o impacto surpreendente de um soco desferido à traição. Ela talvez tenha sido dada um pouco antes pelo treinador Telê Santana, ao transformar em dolorosas, realistas palavras o sentimento de perplexidade que tomara conta dos jogadores, das 40 mil pessoas e, sobretudo, do povo brasileiro.
“Não somos imbatíveis. Eu sempre soube que no dia em que cometêssemos falhas e essas falhas fossem aproveitadas pelos adversários, nós perderíamos. Infelizmente isso aconteceu diante da Itália”.
É possível que a razão fosse a de Falcão, que, como um galo ferido, mantinha a postura de um bravo que não abaixa a cabeça no instante definitivo da verdade – “Sempre que tentávamos fazer a Itália entrar em nosso ritmo, eles chegavam a outro gol. Perdemos todos nós. Mas é preciso que vocês tenha claro que essa derrota terá que ser esquecida, porque haverá outras Copas nas nossas vidas”.
Sim, novas Copas, novas emoções, novas vitórias. Infelizmente, porém, o mundo maravilhoso do futebol registrará para a eternidade, como um inexorável marco dramático, o 5 de julho de 1982 - dia em que a melhor, mais criativa e mais corajosa seleção deste campeonato se viu batida por um azarão que, em uma semana, alcançou a quase impossível transição da mediocridade para o heroísmo.
Esse jogo, sem dúvida, entrará para a história do esporte como uma exemplar exibição de técnica, de arrojo, de força e de superação. Mas, o fato é que perdemos. Culpar Leandro, que permitiu o cruzamento de Cabrini no primeiro gol, logo aos 4 minutos ? Cerezo, que errou um passe bobo no segundo ? A defesa inteira, que não pôde cortar a bola vinda na cobrança de um escanteio no terceiro ? A Serginho, que desperdiçou oportunidades preciosas ? Ou a Eder, meio impotente ante a corretíssima atuação de Oriali ? Dentro desse raciocínio, seria igualmente possível fazer do esplêndido Zoff, do magnifico Tardelli, do empolgante Cabrini ou do brilhante Paolo Rossi, carrascos da alma nacional.
De uma forma ou de outra, sepultamos os inesquecíveis 90 minutos em que, apenas três dias antes, na fantástica tarde de sexta feira, os argentinos haviam sido destronados definitivamente do titulo conquistado há quatro anos, pelos 3x1 que aplicamos de maneira sensacional. Foi essa a contribuição da seleção brasileira para o futuro do futebol. “Fizemos o que devia ser feito” – resumia Telê Santana seus dois anos de trabalho.
Que nunca mais se jogue tão somente em função do zero a zero. Que se abandone as retrancas, Que se abomine a covardia e que se pense em futebol como uma manifestação da arte brasileira, mesmo que o preço de se acreditar seja dilacerante como o de 5 de julho de 1982. Porque assim, em 1986, quando tiver sete anos e começar a entender melhor a vida e um de seus maiores prazeres – o gosto de vibrar em um estádio ensolarado – o pequeno Bruno Coimbra dividirá seu sorriso com cada menino que hoje chora no Brasil.
Fonte: Adalberto Kluser
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins Alexandre Martins em 28 Abr 2009
A TRAGÉDIA DE SARRIÁ
A Bruno correu para os braços de Zico, que o abraçou forte e lhe deu três beijos. Depois, virando o rosto para Sandra, sua mulher, cruzou com ela um silencioso olhar de desolação. Não havia nada a dizer. O Saguão do Estádio de Sarriá, em Barcelona, estava cheio de gente, mas o que se via eram apenas policiais de gestos espantados e jornalistas de rostos pálidos que tentavam encontrar alguém que respondesse a uma pergunta: por que perdemos ?
Naquele momento, quando o mais sufocante calor deste verão ainda castigava a capital da Catalunha, Paolo Rossi passou correndo por Zico, sem sequer notá-lo, com um sorriso tão grande que seu rosto parecia subitamente crescido. Atrás dele, outros jornalistas também lhe fazia uma pergunta sem resposta: “come há fatto l’Itália a battere il Brasile ?
Na verdade, havia uma solução aparentemente simples para o enigma de uma tragédia que atingira o futebol brasileiro com o impacto surpreendente de um soco desferido à traição. Ela talvez tenha sido dada um pouco antes pelo treinador Telê Santana, ao transformar em dolorosas, realistas palavras o sentimento de perplexidade que tomara conta dos jogadores, das 40 mil pessoas e, sobretudo, do povo brasileiro.
“Não somos imbatíveis. Eu sempre soube que no dia em que cometêssemos falhas e essas falhas fossem aproveitadas pelos adversários, nós perderíamos. Infelizmente isso aconteceu diante da Itália”.
É possível que a razão fosse a de Falcão, que, como um galo ferido, mantinha a postura de um bravo que não abaixa a cabeça no instante definitivo da verdade – “Sempre que tentávamos fazer a Itália entrar em nosso ritmo, eles chegavam a outro gol. Perdemos todos nós. Mas é preciso que vocês tenha claro que essa derrota terá que ser esquecida, porque haverá outras Copas nas nossas vidas”.
Sim, novas Copas, novas emoções, novas vitórias. Infelizmente, porém, o mundo maravilhoso do futebol registrará para a eternidade, como um inexorável marco dramático, o 5 de julho de 1982 - dia em que a melhor, mais criativa e mais corajosa seleção deste campeonato se viu batida por um azarão que, em uma semana, alcançou a quase impossível transição da mediocridade para o heroísmo.
Esse jogo, sem dúvida, entrará para a história do esporte como uma exemplar exibição de técnica, de arrojo, de força e de superação. Mas, o fato é que perdemos. Culpar Leandro, que permitiu o cruzamento de Cabrini no primeiro gol, logo aos 4 minutos ? Cerezo, que errou um passe bobo no segundo ? A defesa inteira, que não pôde cortar a bola vinda na cobrança de um escanteio no terceiro ? A Serginho, que desperdiçou oportunidades preciosas ? Ou a Eder, meio impotente ante a corretíssima atuação de Oriali ? Dentro desse raciocínio, seria igualmente possível fazer do esplêndido Zoff, do magnifico Tardelli, do empolgante Cabrini ou do brilhante Paolo Rossi, carrascos da alma nacional.
De uma forma ou de outra, sepultamos os inesquecíveis 90 minutos em que, apenas três dias antes, na fantástica tarde de sexta feira, os argentinos haviam sido destronados definitivamente do titulo conquistado há quatro anos, pelos 3x1 que aplicamos de maneira sensacional. Foi essa a contribuição da seleção brasileira para o futuro do futebol. “Fizemos o que devia ser feito” – resumia Telê Santana seus dois anos de trabalho.
Que nunca mais se jogue tão somente em função do zero a zero. Que se abandone as retrancas, Que se abomine a covardia e que se pense em futebol como uma manifestação da arte brasileira, mesmo que o preço de se acreditar seja dilacerante como o de 5 de julho de 1982. Porque assim, em 1986, quando tiver sete anos e começar a entender melhor a vida e um de seus maiores prazeres – o gosto de vibrar em um estádio ensolarado – o pequeno Bruno Coimbra dividirá seu sorriso com cada menino que hoje chora no Brasil.
Fonte: revista Placar
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Abr 2009
UM ÁRBITRO DA PESADA
Do arbitro se exige físico perfeito, condições físicas excelente para o bom desempenho da missão. Até o controle médico se impõe. Muito bem. Pode um juiz de 135 quilos de peso ter condições para tanto ?
No campeonato brasileiro de 1944, o arbitro gaúcho Henrique Failice (foto) apitou o jogo Cariocas e Mineiros no pacaembú. Foi a estréia do arbitro numero um do Rio Grande do Sul. E no trabalho desse juiz tivemos os erros mais calamitosos já registrados na história da arbitragem em campos brasileiros. É verdade. Numa semi final de um campeonato tão importante se viu o gordo Failice fazer uma completa violação das regras do futebol.
Fonte: Esporte Ilustrado
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-28 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gerson Rodrigues & (RIO DE JANEIRO) & ESCUDOS Gerson Rodrigues em 27 Abr 2009
Protegido: Escudo antigo do EC Nova Cidade/RJ
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gerson Rodrigues & (ACRE) Gerson Rodrigues em 27 Abr 2009
Protegido: Sobre a Segundona Acreana
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 27 Abr 2009
Escudo atualizado do Campinense / PB
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 27 Abr 2009
Escudo atualizado do Esporte de Patos / PB
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 27 Abr 2009
Escudo atualizado do Nacional de Patos / PB
Historia do Futebol Parte II Wanderson Pereira em 27 Abr 2009
Clubes de Minas Gerais desistem de disputar a Série D
A falta de dinheiro começa a atrapalhar os planos de clubes que disputariam a Série D do Campeonato Brasileiro. Sem incentivos, o Rio Branco de Andradas e Democrata de Governador Valadares, melhores colocados no Estadual depois de Cruzeiro e Atlético, desistiram de disputar a competição nacional.
A diretoria do Rio Branco revelou que a prioridade é investir na ampliação do estádio Parque do Azulão, que atualmente tem capacidade para comportar cinco mil torcedores. O time não pôde enfrentar o Atlético, pela semifinal do Estadual justamente por isso.
O Democrata informou que a falta de recursos afastou o clube da disputa nacional e de buscar o acesso para Série C de 2010. De acordo com os dirigentes, a arrecadação deveria ser bem superior a atual para comportar os gastos com viagens, salários e hospedagem do time durante o campeonato.
Com a desistência dos clubes, as vagas de Minas Gerais na Série D devem cair no colo de Uberaba e Uberlândia, que ficaram atrás de Rio Branco e Democrata. O Tupi é o outro clube mineiro garantido na Série D, por ter sido o campeão da Copa Minas em 2008.
Fonte: Justiça Desportiva
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 27 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-27 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Cicero Urbanski Cicero Urbanski em 26 Abr 2009
Protegido: SELETO E.C. DE GUARAMIRIM- ATÉ QUE ENFIM O ESCUDO!
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 26 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-26 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Galdino Silva & (BAHIA) & Perfis Galdino Ferreira em 25 Abr 2009
DADÁ MARAVILHA NO BAHIA! FESTA, BATISMO DE GOLS, COROAÇÃO, TÍTULOS E MUITA ALEGRIA.
Em abril de 1981 o Bahia já havia iniciado a campanha para tentar recuperar a hegemônia do futebol baiano, perdida para o Vitória um ano antes. A diretoria que havia montado um time para disputar a Taça de Prata que era na epóca equivalente a segunda divisão nacional, mais que dava um acesso a Taça de Ouro no mesmo ano para equipes melhores colocadas até a segunda fase da Taça de Prata, o que favoreceu o Bahia de enfrentar naquele mesmo anos grandes equipes do nosso futebol como Corinthians, Ponte Preta e o Santa Cruz, no Santa jogava o folclórico centroavante Dario o Dadá Maravilha, o Peito de Aço e etc…, no inicio de abril daquele ano o Bahia precisava vencer o Santa Cruz por cinco gols de diferença, fato que realmente aconteceu, Bahia 5 a 0 e classificação, o time tricolor da boa terra tinha um bom elenco onde estavam o veterano goleiro Renato ex-Flamengo e Seleção Brasileira, Léo Oliveira ex-Santos, Osni o baixinho abusado, e Gilson Gênio na ponta esquerda, e um pequenino artilheiro Toninho Taino, ocorre que Taino saiu por que tinha sido emprestado pelo Taubaté e o clube baiano não teve cifras para pagar pelo passe do atacante heroi no 5 a 0 contra os pernambucanos.
Para suprir a saida dele o clube investiu no atacante Dadá Maravilha que desembarcou cheio de graças e frases aqui em Salvador e para a sua estreia ele prometeu logo fazer o “Gol Acarajé” na noite de 07/05/1981 contra o Botafogo, Dario fora bem marcado pelo zagueiro Ademilson porém num momento de vaçilo do becão ele parou no ar com dizia fazer e fuzilou de cabeça a meta do goleiro Jerry, era o primeiro gol de Dadá pelo Bahia, festa para os mais de 37.000 pagantes na Fonte Nova.
A empolgação tomou conta do Bahia e do próprio Dario que para o jogo seguinte contra o Galicia, prometerá fazer o ” Gol Palco”em homenagem a Gilberto Gil, o gol não saiu e Dadá ficou sem balançar as redes por dois jogos, no dia 25/05 na goleada contra o Leônico finalmente saiu o gol “Palco” logo depois veio o “Gol Laranja Mecânica” contra Catuense na final da fase do turno.
Para o primeiro Ba-Vi o que não poderia ser diferente Dadá promete fazer o “Gol Topázio” promessa comprida, dai por diante foi uma festa de batismos de gols “Bem-te-vi, Cacau, Reluz, Motorista em 25/07 contra o Vitória, no dia 05/08/1981 faz o gol Beija-Flor na goleada que deu o primeiro turno ao Bahia na vitória de 8 a 1 sobre o Leônico.
No dia 30/08/1981 era o um domingo a tarde de festa para o Bahia, tarde de Ba-Vi e dia de coroação homenagem de Lourinho antigo chefe da torcida do Bahia, que mandou fazer uma coroa para presentear Dario que antes da partida passou a ser o novo rei tricolor com coroa, manto e cedro porém o Vitória não quis saber de coroação e venceu poor 2 a 1 com dois gols de Silva o “Rei da Tarde”.
No dia 04/10/1981, Dario sofreu um seria contusão no jogo contra o Ypiranga, numa disputa de bola pelo alto, após cruzamento de Alves houve um choque violento com o zagueiro Joca do auri-negro e Dadá sofreu um afundamento no malar o que deixou fora do campeonato por alguns jogos.

Dario caiu nas graças da torcida do Bahia por dois anos.
Em 02/11/1981, Dario volta a jogar no empate com a Catuense em Alagoinhas por 0 a 0, o Bahia fica na espera para a fase final do campeonato, dia 21/11 o Bahia empata novamente com a Catuense em 2 a 2 ele marca o “Gol Retorno” e leva o clube para a finalissima, no dia 29/11/1981 o Ba-Vi que decidiu o campeonato, ele promete fazer o “Gol Senhor do Bonfim” não marca, vê o Vitória sair na frente com um gol de Cesar, na volta para o segundo tempo o Bahia empata com Osni logo aos 7º minutos, aos 8º ele recebe uma bola na defesa do Vitória e parte driblando desengonçadamente os jogadores do Vitória e faz o passe na medida para Gilson Gênio virar o jogo e dar o título ao Bahia, para festa e delirio na Fonte Nova, era Dario cumprindo a promessa de ser campeão baiano.
No ano seguinte Dario prometeu que o Bahia faria bonito no nacional, ele foi decisivo em alguns jogos marcando 8 gols, no campeonato baiano ele passou alguns jogos no banco por causa de problemas técnicos e viu Ricardo Silva fazer o que ensinou certamente, na reta final reconquistou seu espaço no ataque ao lado de Osni e Robson e a conquista do bicampeonato de forma invicta, em sua passagem pelo futebol baiano Dario marcou 53 gols e conquistou dois títulos baianos, trouxe alegria, esperança e uma messagem positiva para o futebol do Bahia e da Bahia e deixou muitas saudades.
Time do Bahia campeão em 1981
Fontes: Textos Galdino Silva
Pesquisa: Rsssf Brasil
Fotos: Revista Placar
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 25 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-25 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Julio Diogo & Campeonatos Históricos Julio Diogo em 24 Abr 2009
CAMPEONATO PORTUGUÊS DE FUTEBOL FEMININO 2008/2009
Equipes Participantes:
- Sociedade União 1º Dezembro
Sintra
1880
- Boavista Futebol Clube
Porto
1903
- Beira Mar Atlético Clube
Almada
1947
- Sport Marítimo Murtoense
Murtosa
1926
- Escola Futebol Clube Molelinhos
Tondela
1979
- Associação Recreativa e Cultural da Várzea
Barcelos
1977
1º TURNO
13/09/2008 Murtoense 0-0 Beira-Mar
13/09/2008 1º Dezembro 6-0 Escola
13/09/2008 Várzea 1-1 Boavista
20/09/2008 Boavista 1-2 1º Dezembro
20/09/2008 Beira-Mar 2-1 Várzea
20/09/2008 Escola 0-3 Murtoense
05/10/2008 Murtoense 0-0 Várzea
05/10/2008 Escola 2-0 Boavista
05/10/2008 1º Dezembro 6-0 Beira-Mar
12/10/2008 Várzea 1-2 1º Dezembro
12/10/2008 Murtoense 2-2 Boavista
12/10/2008 Beira-Mar 4-0 Escola
19/10/2008 Escola 0-1 Várzea
19/10/2008 1º Dezembro 3-1 Murtoense
19/10/2008 Boavista 4-2 Beira-Mar
2º TURNO
26/10/2008 Escola 0-5 1º Dezembro
26/10/2008 Boavista 1-1 Várzea
26/10/2008 Beira-Mar 1-0 Murtoense
02/11/2008 Murtoense 1-0 Escola
02/11/2008 1º Dezembro 4-1 Boavista
02/11/2008 Várzea 7-0 Beira-Mar
15/11/2008 Várzea 0-2 Murtoense
15/11/2008 Boavista 1-0 Escola
15/11/2008 Beira-Mar 2-3 1º Dezembro
23/11/2008 1º Dezembro 2-0 Várzea
23/11/2008 Boavista 2-1 Murtoense
23/11/2008 Escola 1-1 Beira-Mar
30/11/2008 Murtoense 1-3 1º Dezembro
30/11/2008 Várzea 2-0 Escola
30/11/2008 Beira-Mar 1-2 Boavista
3º TURNO
14/12/2008 Várzea 1-3 Boavista
14/12/2008 1º Dezembro 2-0 Escola
14/12/2008 Murtoense 0-3 Beira-Mar
21/12/2008 Beira-Mar 2-1 Várzea
21/12/2008 Escola 0-0 Murtoense
21/12/2008 Boavista 1-2 1º Dezembro
11/01/2009 Escola 0-0 Boavista
11/01/2009 1º Dezembro 5-0 Beira-Mar
11/01/2009 Murtoense 1-0 Várzea
18/01/2009 Beira-Mar 1-1 Escola
18/01/2009 Murtoense 1-0 Boavista
18/01/2009 Várzea 0-5 1º Dezembro
01/02/2009 Escola 4-1 Várzea
01/02/2009 Boavista 2-0 Beira-Mar
01/02/2009 1º Dezembro 3-0 Murtoense
4º TURNO
08/02/2009 Escola 1-2 1º Dezembro
08/02/2009 Beira-Mar 4-0 Murtoense
08/02/2009 Boavista 1-1 Várzea
22/02/2009 Várzea 4-1 Beira-Mar
22/02/2009 Murtoense 0-2 Escola
22/02/2009 1º Dezembro 2-1 Boavista
15/03/2009 Várzea 1-1 Murtoense
15/03/2009 Boavista 0-1 Escola
15/03/2009 Beira-Mar 0-2 1º Dezembro
22/03/2009 Boavista 0-0 Murtoense
22/03/2009 Escola 2-0 Beira-Mar
22/03/2009 1º Dezembro 4-1 Várzea
29/03/2009 Murtoense 1-5 1º Dezembro
29/03/2009 Várzea 2-2 Escola
29/03/2009 Beira-Mar 0-0 Boavista
Classificação J V E D GP GC PG
1º Dezembro 20 20 0 0 68 12 60
Boavista 20 6 7 7 23 24 25
Beira-Mar 20 6 4 10 24 41 22
Murtoense 20 5 6 9 15 21
Escola 20 5 5 10 16 20
Várzea 20 4 6 10 26 18
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Galdino Silva & (MINAS GERAIS) & Perfis Galdino Ferreira em 24 Abr 2009
REVETRIA O CARRASCO CAUDILHO DO GALO!
Se existe um nome para a torcida do Atlético Mineiro se infurecer de raiva, principalmente se já passou dos 40 como eu, este nome é REVETRIA, em 1977 este uruguaio chegou a Belo Horizonte para defender as cores do maior rival do Galo, o Cruzeiro e deixou marcas profundas de alegrias nos celestes e tristezas no lado alvi-negro e olha que o estrago foi grande.
Heber Carlos Révetria faz parte da história do Cruzeiro. Apesar de ter jogado apenas dois anos no clube, o centroavante uruguaio tem um lugar reservado no coração do torcedor cruzeirense. Tudo isto por causa de quatro gols.
Pode parecer pouco para um centroavante, mas os quatro gols foram marcados, sendo que três deles numa mesma partida. No dia 2 de Outubro de 1977, o Cruzeiro entrou em campo no Mineirão com a obrigação de vencer seu rival para ainda lutar pelo titulo mineiro da temporada. Revétria encarnou o espírito guerreiro, típico dos uruguaios, e foi o dono do jogo marcando os três gols celestes na vitória por 3 a 2.
A decisão foi para um terceiro jogo. O Atlético vencia por 1 a 0 quando Revétria empatou, no final do jogo. Na prorrogação, o Cruzeiro foi grande como nunca em marcou mais 2 gols, conquistando um título que parecia perdido.
Revetria marcando um dos gols no Galo para desespero de Gatti.
Nascido em 27/08/1955 em Montivedéu e começou nas escolinhas do Nacional, atacante promissor era considerado o sucessor de Fernando Morena no ataque da Celeste Olimpica, chegou ao Cruzeiro em 1976 foram somente dois anos no clube mais ele deixou seu nome para sempre marcado na história do Cruzeiro, eraseu destino brilhar com as camisas azul celeste.
Fontes: Textos site da Mafia Azul e Galdino Silva
Fotos: site do Milton Neves
Historia do Futebol Parte II & Futebol Amador Andre Martins em 24 Abr 2009
Protegido: CLUBES AMADORES DO RS-BONSUCESSO DE CAPÃO DO LEÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 24 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES-24 DE ABRIL
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jose Ricardo Almeida & (RG DO SUL) & Campeonatos Históricos Jose Ricardo Almeida em 24 Abr 2009
Protegido: O INTERNACIONAL NO CAMPEONATO CITADINO DE PORTO ALEGRE E NO ESTADUAL GAÚCHO DE 1941
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Jose Ricardo Almeida & (RG DO SUL) & Campeonatos Históricos Jose Ricardo Almeida em 24 Abr 2009
Protegido: O INTERNACIONAL NO CAMPEONATO CITADINO DE PORTO ALEGRE E NO ESTADUAL GAÚCHO DE 1940
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 23 Abr 2009
Pesquisas sobre Torcidas no Rio de Janeiro
Pesquisas sobre Torcidas no Rio de Janeiro
1) Pesquisa realizada pelo Jornal dos Sports/IBOPE em 1954 na cidade do Rio de Janeiro
(publicada em 31/12/1954):
1º Flamengo 28 %
2º Fluminense 18 %
3º Vasco 17 %
4º América 6 %
5º Botafogo 5 %
6º Bangu 2 %
7º São Cristóvão 1 %
nenhum 22 %
não opinaram 1 %
2) Pesquisa realizada pela Placar/Gallup entre agosto e novembro de 1971
na cidade do Rio de Janeiro:
1º Flamengo 35 %
2º Vasco 18 %
3º Fluminense 16 %
4º Botafogo 14 %
5º América 3 %
6º São Cristóvão 1 %
nenhum 12 %
3) Pesquisa realizada pela Placar/Gallup no estado do Rio de Janeiro (Grande Rio)
(publicada na edição de 17/junho/1983):
1º Flamengo 54 %
2º Vasco 15 %
3º Fluminense 14 %
4º Botafogo 10 %
5º América 2 %
6º Americano 1 %
7º Bangu 1 %
outros 2 %
nenhum 1 %
4) Pesquisa realizada pela Placar/IBOPE na região metropolitana do Rio de Janeiro (Grande Rio)
(publicada na edição de outubro/1993):
1º Flamengo 41,9 %
2º Vasco 18,4 %
3º Fluminense 16,0 %
4º Botafogo 10,1 %
5º América 1,0 %
nenhum 8,2 %
5) Pesquisa realizada pelo Lance!/IBOPE no Estado do Rio de Janeiro em 1998:
1º Flamengo 44 %
2º Vasco 19 %
3º Fluminense 10 %
4º Botafogo 9 %
nenhum 16 %
6) Pesquisa realizada pelo Lance!/IBOPE no Estado do Rio de Janeiro em 2001:
1º Flamengo 39 %
2º Vasco 16 %
3º Fluminense 12 %
4º Botafogo 10 %
nenhum 20 %
7) Pesquisa realizada pela Placar/DataFolha na região metropolitana do Rio de Janeiro
(Grande Rio) (publicada na edição de novembro/2002):
1º Flamengo 49 %
2º Vasco 18 %
3º Fluminense 16 %
4º Botafogo 13 %
8) Pesquisa realizada pelo Lance!/IBOPE no Estado do Rio de Janeiro
(publicada na edição de 04/10/2004):
1º Flamengo 48,3 %
2º Vasco 18,7 %
3º Botafogo 9,2 %
4º Fluminense 8,2 %
5º São Paulo (SP) 0,5 %
nenhum 13 %
9) Pesquisa realizada pelo Datafolha/Folha de São Paulo no Estado do Rio de Janeiro
nos dias 23 e 24 de maio de 2006:
1° Flamengo 46 %
2º Vasco 16 %
3º Fluminense 10 %
4º Botafogo 7 %
10) Pesquisa realizada pela empresa TNS Sports no Estado do Rio de Janeiro
e divulgada na edição nº 1.311, de outubro de 2007:
1° Flamengo 56,3 %
2º Vasco 22,9 %
3º Fluminense 9,7 %
Botafogo 9,7 %
5º outros 1,4 %
11) Pesquisa realizada pelo Datafolha/Folha de São Paulo entre 26 e 29 de
novembro de 2007 no Estado do Rio de Janeiro e divulgada em 14 de Janeiro de 2008 :
1º Flamengo : 43%
2º Vasco : 18%
3º Fluminense : 11%
4º Botafogo : 9%
12) Pesquisa realizada pelo IBPS (Instituto Brasileiro de Pesquisa Social),
no município do Rio de Janeiro e divulgada no jornal O GLOBO de 20 de janeiro de 2008 :
1º Flamengo : 49,6%
2º Vasco : 22,5%
3º Fluminense : 14,3%
4º Botafogo : 11,8%
5º América : 0,7%
6º Bangu e São Paulo (SP) : 0,3%
8º Palmeiras (SP), Internacional (RS) e Boavista (Saquarema-RJ) : 0,1%
13) Pesquisa realizada pelo Instituto GPP (www.gpp.com.br) na cidade de Niterói, realizada
no dia 02 de março de 2008:
1º Flamengo : 44,3%
2º Vasco : 15%
3º Fluminense : 12,4%
4º Botafogo : 11,6%
5º Outros : 1,8%
nenhum : 14,9%
14) Pesquisa realizada pelo Instituto GPP realizada entre 29 e 30 de Novembro
de 2008 na cidade do Rio de Janeiro e divulgada no site LANCENET em 04/12/2008 :
1º Flamengo 45,6%
2º Vasco 16,3%
3º Fluminense 11,8%
4º Botafogo 9 %
outros clubes 1,9%
nenhum 15,4%
Fonte: Link atualizado sobre futebol de Alexandre Magno Barreto Berwanger
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ruy Trida & (MINAS GERAIS) & Jogos Históricos Ruy Trida em 23 Abr 2009
1938: Dois amistosos entre Uberaba e Ponte Preta.
Em maio de 1938, Uberaba recebeu a visita da Ponte Preta, de Campinas, então tri-campeã daquela cidade. Foram disputados dois jogos, com uma vitória para o Uberaba e um empate.
No primeiro jogo o Uberaba foi nitidamente superior. A Ponte abriu o marcador aos 15 minutos do primeiro tempo mas o Uberaba empatou em seguida e virou o jogo ainda no primeiro tempo. A Ponte cresceu na partida mas não conseguiu o empate. Na segunda etapa o “Esquadrão de Aço”, como era chamado pela crônica desportiva da época levou um sufoco no início, mas equilibrou as ações e começou a atacar a meta campineira. O Uberaba ainda teve um gol de Zé Velho anulado pelo árbitro campineiro, antes de ampliar o marcador e dar números finais ao jogo.
No segundo amistoso o Uberaba chegou a abrir 2x0 e ainda viu Juca Pato desperdiçar um pênalti. Mas a Ponte Preta conseguiu equilibrar as ações e atacou muito a meta uberabense na metade final do segundo tempo, chegando ao empate.
Fichas Técnicas:
Primeiro Jogo:
Uberaba 3x1 Ponte Preta
Data: 01/05/1938
Local: Estádio Boulanger Pucci, Uberaba-MG.
Árbitro: (Liga Campineira)
Uberaba: Kong, Pepino e Santinho; Bié (João Paulino), Jorge e Piolin; Neri, Zé Velho, Gabardo, Gabardinho, Geraldino e Juca Pato.
Ponte Preta: Joel, Rodrigues e Bugre; Botelho, Ferreira (Juvenal) e Gustavo; Belém, Waldemar, Barriga, Alvico (Virgílio) e Benvindo (Alvino).
Gols: Gabardo (20′ do 1ºT), Juca Pato (22′ do 1ºT*) e Geraldino (38′ do 2ºT); Waldemar (15′ do 1ºT).
*Aproximado.
Segundo jogo:
Uberaba 2x2 Ponte Preta
Data: 03/05/1938
Local: Estádio Boulanger Pucci, Uberaba - MG
Árbitro: (Liga Campineira)
Uberaba: Raymundo, Pepino e Bilé; Bié (Santinho), Jorge e Piolin; Neri, Zé Velho, Capitão, Geraldino e Juca Pato.
Ponte Preta: Joel, Rodrigues e Buque; Gustavo, Gabriel e Botelho; Alvinho, Alvico, Belém, Waldemar (Barriga) e Olavo.
Gols: Juca Pato (32′ do 1 T) e Capitão (20′ do 2 T); Alvico (23′ e 29′ do 2 T ).
Fonte: Jornal “O Triângulo Esportivo”, de Uberaba - MG, edição de 05/05/1938.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 23 Abr 2009
Protegido: CLUBES ANIVERSARIANTES- 23 DE ABRIL
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 22 Abr 2009
