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Arquivo de Janeiro de 2009



Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo Stella em 31 Jan 2009

Protegido: Campeonato Brasileiro 1980 - Times Base

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Historia do Futebol Parte II Mauricio Neves em 31 Jan 2009

1955: o Olaria em Santa Catarina

Em 1955 o futebol de Lages ainda caminhava lentamente rumo ao profissionalismo. Aliados, Vasco, Lages e Internacional tinham em seu elenco jogadores remunerados junto a outros que vestiam a camisa apenas pelo prazer de jogar o foot-ball. O único clube que resistia à idéia de pagar seus atletas era o mais humilde de todos, o Pinheiros. Fundado com o nome de Esporte União Operária em abril de 1948, o alvi-verde só aceitava jogadores da classe operária. Por isso, enquanto os jogadores remunerados do Lages eram chamados de milionários, os do Pinheiros eram os proletários.

Apesar de seus resultados modestos nos campeonatos citadinos, o Pinheiros fez história em 1955 ao convidar o Olaria para um amistoso no estádio Vidal Ramos Júnior. O torcedor lageano já havia assistido naquele ano a exibição de um grande clube, no jogo entre Grêmio de Porto Alegre e um combinado de jogadores de Aliados Futebol Clube e Grêmio Esportivo Vasco da Gama, mas a visita de um time carioca parou a cidade.

Torcedores de todas as bandeiras lageanas foram ao field naquele dia 21 de abril, e aplaudiram um primeiro tempo arrasador dos cariocas. O goleiro Caninini, que além de goal-keeper era boxer nas pugnas improvisadas no Teatro Tamoio, levou dois gols do atacante Gaúcho, aos 4 e aos 12 minutos. Arlindo aos 26 e Mário aos 34 elevaram a contagem para 4x0, e Caninini foi substituído por Segala.

Mais ajustados, os proletários descontaram no segundo tempo, com Patrocínio e Ruy. Mas o Olaria respondeu e fechou o escore em elevados 6x2, com gols de Olavo aos 40 e Eltes no último minuto. A festa continuou à noite, com um jantar oferecido pela Liga Serra de Desportos aos desportistas locais, à delegação do Olaria e ao árbitro carioca A. Rocha, que apitou o jogo.

Outros clubes cariocas – América, Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo – jogariam em Lages nas décadas seguintes. Mas foi simpático clube da Rua Bariri o primeiro time do Rio de Janeiro a pisar o gramado do estádio Vidal Ramos Júnior.

Pinheiros (Lages) 2x6 Olaria (Rio de Janeiro)
21 de abril de 1955 – 16:10 horas
Estádio Municipal da Ponte Grande (atual Vidal Ramos Júnior) – Lages
Árbitro: A. Rocha (FERJ)
Pinheiros: Caninini (Segala), Zé Otávio (Miltinho) e Lambert; Bolega, Vicente e Mineiro; Guaraci, Oscar, Patrocínio, Isaac e Pecinha (Ruy).
Olaria: Walter, Cláudio e Renato; Rafael, Olavo e Dodô; Toledo, Arlindo, Gaúcho, Eltes e Mário.
Gols: Gaúcho (2), Arlindo, Mário, Olavo (pênalti) e Eltes para o Olaria; Patrocínio e Ruy para o Pinheiros

Fontes: Jornal Correio Lageano e arquivo do autor

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Jan 2009

A Publicidade no futebol

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A história da publicidade no Brasil começa no século 19, quando os anúncios em jornais se referiam, grosso modo, à comercialização de imóveis e de escravos.

Já no século 20, com o surgimento das revistas, as propagandas ganharam cores e ilustrações. Outra novidade foi a implementação do texto mais objetivo. A partir de 1920, com a chegada ao Brasil de grandes empresas multinacionais, o “boom” da propaganda instalou-se por aqui.

O rádio era o grande veículo de comunicação, a partir dos anos 30. Mas nos anos 50, o futebol passou a dar imagem aos anúncios, tornando as revistas e os jornais grandes meios de transmissão de comerciais. Por consequëncia, jogadores já famosos, como Garrincha, Pelé e Gylmar, passaram a virar garotos-propagandas de tudo quanto era tipo de anúncio. Pelé é, até hoje, um garoto-vovô-propaganda. Aliás, ele deveria ser chamado de o “rei do merchan”.

A partir da década de 70, as propagandas com jogadores de futebol e esportistas em geral foram para a TV colorida. Atualmente, os atletas “de grife” possuem contratos milionários com essa ou aquela empresa.
Por Sérgio Quintella.

As imagens a seguir eram um deleite para os jovens torcedores dos anos 50 e começo dos anos 60, antes da era da TV. Principalmente para quem é do tempo dos álbuns de figurinhas, das transmissões dos jogos de futebol nos antigos rádios à válvula e do futebol de botão de celulose ( tampa de relógio ) . Para mim que tenho a lembrança da transmissão da final da Copa de 1958 com transmissão de Edson Leite, vi despontar na revista O Cruzeiro o goleiro Gilmas despontando como manequim de moda.
Gilberto Maluf

A seguir vemos imagens das revistas “Manchete”, “A Gazeta Esportiva Ilustrada” e “Fatos & Fotos”, a partir dos anos 50. Material coletado no site Milton Neves.


O craque Gérson em propaganda da Gillette.


Mazzola, Zito e Gylmar, em anúncio das laminas Big Ben. É, jovens, antigamente a barba era feita com lâminas assim! E quando o sujeito tomava “umas a mais” e resolvia aparar o bigode? Não sobrava nada!

emissora continental - emissora continental
E a Gillette sempre foi patrocinadora do radio-jornalismo esportivo brasileiro


Veja o grande Oberdan Cattani em propaganda de creme de barbear.


Luiz Mendes, o mais antigo jornalista esportivo em atividade, foi o garoto-propaganda da televisão Standard Eletric.


A companhia Panair anunciou na revista manchete de 1958, congratulando a conquista da Seleção Brasileira.


Gylmar, Mazzola e Belini em anúncio de camisa.

Historia do Futebol Parte II Braz Leme em 31 Jan 2009

A Frase Futebolística de 2008

A BOLA PUNE……….!

Frase dita pelo técnico Muricy Ramalho, quando perguntado por um reporter sobre a eliminação do Flamengo na Copa Libertadores da América em pleno Maracanã; pelo América do México por 3 gols a zero e um show do gordinho Cabañas.

Esta frase, é a mais pura verdade sobre o futebol.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 31 Jan 2009

Protegido: CAMPANHA DO ARACATI ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 3ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 31 Jan 2009

Protegido: RESULTADOS DO CAMPEONATO CEARENSE DE 2008 – 3ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009

Protegido: GUARANY SPORTING CLUB – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 2ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (CEARÁ) & ESCUDOS Michel McNish em 30 Jan 2009

Protegido: Guarany de Sobral

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009

Protegido: FORTALEZA ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 1ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Celso Franco & (SANTA CATARINA) Celso Franco em 30 Jan 2009

Uma estória do “capeta”

C.A. Hermann Aichinger ( Atlético de Ibirama / SC )

Fundado em 20/09/1951 e integrante da Divisão Principal de Santa Catarina

logo - logo

Segue o fato inusitado, ocorrido em Ibirama em jogo do Campeonato Estadual:

“Nos jogos dos campeonatos estaduais de profissionais realizados no “Estádio da Baixada” também batizado pelos adversários de “Caldeirão” o Clube contava com seu mascote - O “Capeta” – que entrava em campo antes das partidas, vestido a caráter, e dava voltas ao redor do gramado com o mascote do time adversário “espetado” em seu garfo. E, num fato inusitado, ao ser entrevistado por uma Rádio que cobria o jogo e indagado sobre o que esperava da partida, o “Capeta” respondeu convicto: “Se Deus quiser vamos vencer o jogo”.”

Fonte: Site oficial do clube

Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 30 Jan 2009

Protegido: Por 100 mil sócios nos 100 anos, vale até cachorro

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Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 30 Jan 2009

Protegido: Para se curar do alcoolismo, Paul Gascoigne pode ser congelado

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Historia do Futebol Parte II Walter Iris em 30 Jan 2009

CAMPANHA DO BARBALHA FUTEBOL CLUBE - CAMPEONATO CEARENSE – 2007 – 3ª DIVISÃO

05/08/2007
BARBALHA 1-2 TAUÁ(TAUÁ) 2-1 BARBALHA, em Tauá
12/08/2007
BARBALHA 4-2 JARDIM(JARDIM), em Jardim
17/08/2007
BARBALHA 1-0 TAUÁ(TAUÁ), em Barbalha
24/08/2007
BARBALHA 2-0 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
02/09/2007
BARBALHA 1-1 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú
09/09/2007
BARBALHA 3-0 JARDIM(JARDIM), em Barbalha
16/09/2007
BARBALHA 2-4 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
23/09/2007
BARBALHA 0-2 ARSENAL(CARIDADE), em Caridade
25/09/2007
BARBALHA 2-2 CRATEÚS(CRATÉUS), em Cratéus
07/10/2007
BARBALHA 3-0 CRATEÚS(CRATÉUS), em Barbalha
12/10/2007
BARBALHA 1-1 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú
21/10/2007
BARBALHA 5-2 ARSENAL(CARIDADE), em Barbalha
04/11/2007
BARBALHA 1-0 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
07/11/2007
BARBALHA 3-1 UNIÃO MESSEJANA(FORTALEZA), em Fortaleza
10/11/2007
BARBALHA 1-2 TERRA E MAR(FORTALEZA), em Fortaleza
15/11/2007
BARBALHA 1-0 TERRA E MAR(FORTALEZA), em Barbalha
18/11/2007
BARBALHA 4-0 UNIÃO MESSEJANA(FORTALEZA), em Barbalha
24/11/2007
BARBALHA 0-2 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú

18 JOGOS
10 VITÓRIAS
03 EMPATES
05 DERROTAS
35 GOLS MARCADOS
21 GOLS SOFRIDOS

Fonte: RSSSF Brasil.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009

Protegido: CAMPANHA DO EUSÉBIO ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2006 – 3ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009

Protegido: CAMPANHA DO CEARÁ SPORTING CLUB - CAMPEÃO CEARENSE DE 2006 – 1ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009

Protegido: CAMPANHA DO FORTALEZA ESPORTE CLUBE - CAMPEÃO CEARENSE DE 2005 – 1ª DIVISÃO

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Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 29 Jan 2009

Protegido: Resultados do Campeonato Catarinense 1993 - 1º Turno

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Kussarev & ESCUDOS Rodolfo Kussarev em 29 Jan 2009

Protegido: ESCUDOS PAULISTAS 2

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Kussarev & ESCUDOS Rodolfo Kussarev em 29 Jan 2009

Protegido: ESCUDOS PAULISTAS

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Jan 2009

DE GOLEIRO PARA LAVADOR DE CARROS

Jorge Vasconcelos era o técnico do Clube de Regatas Brasil. Cocorote era um dos goleiros do clube da pajuçara. Era dia de treino no estádio Severiano Gomes Filho. O técnico Jorge Vasconcelos, como sempre, chegou cedo e logo já estava no campo para começar os treinamentos da semana. O goleiro Cocorote chegou atrasado. Trocou de roupa e entrou em campo. Foi ai que aconteceu o seguinte dialogo:
Jorge Vasconcelos: Cocorote você está dispensado do treino. Chegou atrasado e os atrasados não treinam no meu time. Como castigo você lavar a minha Kombi.
Cocorote: Seu Jorge, fui contratado para jogar futebol. Não sou lavador de carro. Arranje outro para fazer o serviço.
Cocorote voltou para o vestiário, trocou de roupa e foi embora. A diretoria do CRB multou o goleiro porque chegou atrasado.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Jan 2009

Protegido: LEVANTAMENTO CURIOSO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 27 Jan 2009

Protegido: CAMPANHA DO ITAPAJÉ FUTEBOL CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2000 – 2ª DIVISÃO

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 27 Jan 2009

Lista de Clubes cadastrados na Federação Catarinense de Futebol

Cod Liga Nome Completo Cidade
197 LSF 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE  
632 LTF 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE  
1521 LDB 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE  
2069 LPHF 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE  
1247 LEC AACRZ  
1775 LID ABDON FOES FUTEBOL CLUBE ITAJAÍ
1798 LSBF ACADEMIA DE ATLETAS SÃO BENTO DO SUL
1797 FCF ACADEMIA DE FUTEBOL SPORT BRASIL LTDA TUBARÃO
373 LID ACPCN FUTEBOL CLUBE  
1074 LEVU ADC CHAPECÓ SÃO CARLOS
1327 LEX ADR CEVAL  
1211 LEF AECB PARQUE FLORESTA  
805 LCNF AFI IGUAÇU  
93 LIFF AGRONOMICA ESPORTE CLUBE  
265 LRF AGRONÔMICA ESPORTE CLUBE AGRONÔMICA
18 FCF AGUIA DO VALE ATLÉTICO CLUBE LTDA TIMBÓ
1582 LDG AGUIA ESPORTE CLUBE GASPAR
2058 LICOSAI AGUIA NEGRA FUTEBOL CLUBE  
610 LPD AIMORÉ ESPORTE CLUBE  
505 LJF AJAX ESPORTE CLUBE  
94 LIFF AJAX FUTEBOL CLUBE FLORIANÓPOLIS
433 LFF ALMIRANTE ESPORTE CLUBE SÃO FRANCISCO DO SUL
762 LBF ALVORADA ESPORTE CLUBE BLUMENAU
1880 LIF ALVORADA ESPORTE CLUBE IMBITUBA
1743 LBF ALVORADA FUTEBOL CLUBE BLUMENAU
1800 LSF AM DOS BAIRROS SÃO PAULO E SÃO FRANCISCO LAGES
267 LRF AMAZONAS EC  
1302 LCOB AMAZONAS FUTEBOL CLUBE BIGUAÇU
454 LJAF AMERICA ESPORTE CLUBE  
4 FCF AMERICA FUTEBOL CLUBE  
155 LUD AMERICA FUTEBOL CLUBE  
268 LRF AMERICA FUTEBOL CLUBE  
827 LMD AMERICA FUTEBOL CLUBE  
946 LCHF AMERICA FUTEBOL CLUBE  
1541 LDB AMERICA FUTEBOL CLUBE BRUSQUE
506 LJF AMERICA FUTEBOL CLUBE JOINVILLE
203 LSF AMERICA FUTEBOL CLUBE LAGES
897 LJSF AMERICA RECREATIVO FUTEBOL CLUBE SÃO JOSÉ
693 LBAF AMIGOS DO FUTURO  
806 LCNF ANDREAZZA ESPORTE CLUBE  
269 LRF ANGICO FUTEBOL CLUBE  
353 LLMF ANITA GARIBALDI FUTEBOL CLUBE  
569 LPHF AQUARIUS FUTEBOL CLUBE  
1369 LEOC ARABUTA FUTEBOL CLUBE  
1271 LEBVP ARABUTA FUTEBOL CLUBE CAPINZAL
5 FCF ARARANGUA ESPORTE CLUBE ARARANGUÁ
1848 LAF ARARANGUAENSE ESPORTE CLUBE ARARANGUA
1482 LAC ARAUCARIA FUTEBOL CLUBE CAÇADOR
1668 LDVRT AREIAS FUTEBOL CLUBE TIJUCAS
1884 LJSF ARGABEM FUTEBOL CLUBE SÃO JOSE
434 LFF ARRUMADOR ESPORTE CLUBE SÃO FRANCISCO DO SUL
508 LJF ARSENAL FUTEBOL CLUBE  
1251 LEC ASDCDOS FUNCIONARIOS DA CIA CANOINHAS DE PAPEL CANOINHAS
272 LRF ASOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL CANTO DO RIO AGROLÂNDIA
1300 LCOB ASOCIAÇÃO ESSPORTIVA MAR AZUL GOVERNADOR CELSO RAMOS
294 LRF ASS ESPORTIVA E REC ITUPORANGA ESPORTE CLUBE ITUPORANGA
1258 LEC ASSCULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA SÃO BERNARDO CANOINHAS
1768 LSF ASSDOS SERVIDORES DO MUNICIPIO DE CAMPO BELO SUL CAMPO BELO DO SUL
1859 LTF ASSOCDE PAIS E AMIGOS DO DINGO’S POINT BALL TUBARÃO
1525 LDB ASSOCIACÃO ATLÉTICA BILU  
1458 LAI ASSOCIAÇAO ATLETICA PRESIDENTE VARGAS IÇARA
2005 LBF ASSOCIAÇAO ARTEX CULTURAL, SOCIAL E ESPORTIVA BLUMENAU
1366 LEOC ASSOCIAÇAO ATLETICA FREI BRUNO JOAÇABA
1780 LJSF ASSOCIAÇAO ATLETICA JARDIM DAS PALMEIRAS SÃO JOSÉ
503 LJF ASSOCIAÇAO ATLETICA TUPY JOINVILLE
199 LSF ASSOCIAÇAO ATLETICA VILA MARISA FUTEBOL CLUBE LAGES
1803 FCF ASSOCIAÇAO CULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA
ATLETICO CIDADE AZUL
TUBARÃO
2029 LEF ASSOCIAÇAO DE ESPORTES E CENTRO DE TREINAMENTO
BUGRE DO OESTE
SAO MIGUEL DO OESTE
1785 LBAF ASSOCIAÇAO DE PAIS DE ATLETAS FUTEBOL DE CAMPO
DE CAMBORIU E REGIAO
CAMBORIÚ
90 LIFF ASSOCIAÇAO DESPORTIVA COLEGIAL  
1838 LAI ASSOCIAÇAO DO ESPORTE CLUBE UNIAO DO SUL
RAICHASKI
IÇARA
1832 LJSF ASSOCIAÇAO ESPORTIVA AMERICANO DO ROÇADO SÃO JOSE
1794 LJSF ASSOCIAÇAO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL
BALANÇA REDE
SÃO JOSÉ
1724 LIFF ASSOCIAÇAO RECREATIVA CULTURAL ESPORTE CLUBE
FLAMENGO
FLORIANÓPOLIS
1807 LCOB ASSOCIAÇAO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA
ESPERANÇA
BIGUAÇU
924 LJSF ASSOCIAÇAO RECREATIVA DESPORTIVA E CULTURAL
PALMEIRAS
SÃO JOSÉ
2027 LIFF ASSOCIAÇAO RECREATIVA E CULTURAL LAGOA  
185 LSBF ASSOCIAÇAO RECREATIVA ESPORTIVA ARSIPER SÃO BENTO DO SUL
1889 LJSF ASSOCIAÇAO RECREATIVA PROCASA DO BAIRRO SANTOS
DUMONT
SÃO JOSE
1524 LDB ASSOCIAÇÀO ATLÉTICA ATLÂNTICA BRUSQUE
175 LAVVF ASSOCIAÇÀO ATLÉTICA GRÃO PARA GRÃO PARÁ
1093 LEO ASSOCIAÇÀO DESPORTIVA IBICARÉ  
1172 LEF ASSOCIAÇÀO ESPORTIVA RECREATIVA ANCHIETENSE  
1173 LEF ASSOCIAÇÀO GRÊMIO UNIÃO IPORÃ DO OESTE
706 LCEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPOERENSE  
707 LCEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COOPER CAMPOS CAMPO ERE
1478 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA  
1581 LDG ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO FUTEBOL CLUBE ILHOTA
2048 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA UNIDOS MRS SAO JOSE
455 LJAF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MALWEE  
456 LJAF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA WEG  
55 FCF ASSOCIAÇÃO XANXERENSE DE FUTEBOL XANXERÊ
1405 LARM ASSOCIAÇÃO ALFA  
887 LJSF ASSOCIAÇÃO AMADORA TROPICAL  
409 LIF ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA ALDEIA  
1881 LIF ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CAMPO DA AVIAÇÃO IMBITUBA
413 LIF ASSOCIAÇÃO ARROIO FUTEBOL CLUBE IMBITUBA
405 LID ASSOCIAÇÃO ASSISTENCIAL E ESPORTIVA TROPICAL ITAJAÍ
1855 LDVRT ASSOCIAÇÃO ATLETICA BATISTENSE DE FUTEBOL SÃO JÕAO BATISTA
1686 LRF ASSOCIAÇÃO ATLETICA DESPORTIVA REAL RIO DO SUL
736 LBF ASSOCIAÇÃO ATLETICA TECELAGEM SANTA CRUZ  
1815 LARM ASSOCIAÇÃO ATLETICA URUSSANGA URUSSANGA
1353 LEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AGRITER XANXERÊ
263 LRF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AGROLÂNDIA  
148 LIFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AMAZONAS  
1399 LARM ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANGELONI CRICIÚMA
1008 LCELF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANITA GARIBALDI  
1279 LIDEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANITA GARIBALDI XAXIM
91 LIFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AUSTRIA  
88 LIFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL  
1474 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANGU/COMERCIAL CAÇADOR
500 LEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BARRA VELHA  
1324 LEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BAVIAL XANXERÊ
1325 LEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BEIRA RIO XANXERÊ
1407 LARM ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BENEFICIENTE SÃO LUIZ  
35 LAVVF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BOM RETIRO SÃO LUDGERO
1526 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BRASÍLIA  
1527 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BUETTNER BRUSQUE
804 LCNF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPONOVENSE  
1365 LEOC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPONOVENSE  
1528 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CARLOS ZEN BRUSQUE
889 LJSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CATARINENSE  
1683 LARM ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COCAL DO SUL COCAL DO SUL
1529 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COFIB BRUSQUE
1475 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COMERCIAL CAÇADOR
3 FCF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CONCORDIENSE  
803 LCNF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COPERCAMPOS CAMPOS NOVOS
1530 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CREDIVAPPE BRUSQUE
1779 LEC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CULTURAL RECREATIVA FUCK CANOINHAS
411 LIF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA E CULTURAL JUVENTUS IMBITUBA
501 LJF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA EMBRACO  
1379 LEOC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ERVATEIRA REGINA CATANDUVAS
607 LPD ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GERMER  
733 LBF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GERMER  
734 LBF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HACO  
198 LSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HAYALLA LAGES
604 LPD ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HERMANN WEEGE  
890 LJSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JARDIM CIDADE  
2006 LDVRT ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JARDIM SÃO PAULO SÃO JOÃO BATISTA
432 LFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JUVENTUS SÃO FRANCISCO DO SUL
231 LSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA KAYUBA COPACABANA FC LAGES
1500 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA LOJA PRIMAVERA  
1476 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MARCOS OLSEN CAÇADOR
606 LPD ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA METISA TIMBÓ
1219 LEMOC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MONTECARLENSE  
1568 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MORISA MÓVEIS BRUSQUE
1477 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA NAPOLI CAÇADOR
1718 LJF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA NOSSA SENHORA DA PAZ JOINVILLE
735 LBF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA OASIS  
1754 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PAQUETÁ BRUSQUE
605 LPD ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PARQUET GOEDE  
1591 LDG ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PARQUET GOEDE  
1090 LEO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PINHEIROS  
1225 LECQ ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PINHEIROS DIONISIO CERQUEIRA
1091 LEO ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA POLÍCIA MILITAR  
149 LIFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTA DAS CANAS  
89 LIFF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA  
633 LTF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA TUBARÃO
1531 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA BRUSQUE
1171 LEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA SÀO MIGUEL DO OESTE
708 LCEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PREFEITURA  
410 LIF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA REAL FERRAZ  
174 LAVVF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RECREATIVA COOPERCOLINA ORLEANS
891 LJSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RESSACA  
1269 LEBVP ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RIO PEIXENSE PIRATUBA
1481 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTA CRUZ SANTA CECILIA
1523 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTA TEREZINHA BRUSQUE
1479 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BORJA CAÇADOR
1326 LEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO JORGE XANXERÊ
709 LCEF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO JOSÉ CAMPO ERE
1534 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SCHLOSSER BRUSQUE
502 LJF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SERRANA JOINVILLE
1535 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SOUZA CRUZ BRUSQUE
1536 LDB ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA TECELAGEM MARTINS BRUSQUE
935 LJSF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO  
1844 LAVVF ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO BRAÇO DO NORTE
1480 LAC ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO SÃO MARCOS CAÇADOR
1278 LIDEX ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIESTE XAXIM
1653 LEV ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VIDEIRENSE VIDEIRA
372 LID ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VILA NOVA  
1834 LAI ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VILA NOVA IÇARA
1861 LID ASSOCIAÇÃO ATLÉTICO FERROVIÁRIO DE DESPORTOS ITAJAI
1865 LLF ASSOCIAÇÃO BEIRA MAR ESPORTE CLUBE LAGUNA
1876 LDB ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE RECREATIVA POÇO FUNDO BRUSQUE
1532 LDB ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE E RECREATIVA SANTA CRUZ BRUSQUE
1649 LSBF ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE PARA MENORES DA SÃO
BENTO
SÃO BENTO DO SUL
53 FCF ASSOCIAÇÃO BLUMENAUENSE DE FUTEBOL BLUMENAU
1403 LARM ASSOCIAÇÃO BOA VISTA  
6 FCF ASSOCIAÇÃO CAÇADORENSE DE DESPORTOS CAÇADOR
710 LCEF ASSOCIAÇÃO CAMPOERENSE MATOS  
1682 LARM ASSOCIAÇÃO CARBONIFERA CRICIÚMA CRICIÚMA
1991 FCF ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE DESENVOLVIMENTO DO
FUTEBOL
TIJUCAS
2066 LJAF ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE FUTEBOL ARTE  
156 LUD ASSOCIAÇÃO CCU  
1406 LARM ASSOCIAÇÃO CCU  
1145 LEO ASSOCIAÇÃO CEDRENSE DOS SEM MORADIA SÃO JOSÉ DO CEDRO
7 FCF ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL CHAPECÓ
46 FCF ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE KINDERMANN MASTERVET CHAPECÓ
1703 LIFF ASSOCIAÇÃO CIRCULO HUMANITAS FLORIANÓPOLIS
954 LCHF ASSOCIAÇÃO CLASSISTA CHAPECÓ  
2032 LCHF ASSOCIAÇÃO CLUBE ITALO BRASILEIRO DE FUTEBOL  
2023 LIF ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA CLUBE RECREATIVO E
ESPORTIVO DIVINEIA
IMBITUBA
1781 LJSF ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA SAN REAL SÃO JOSÉ
1997 LSBF ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA URCA SÃO BENTO DO SUL
412 LIB ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA IBIRAQUERA GRAMENSE  
2068 LAVVF ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SERRINHA SÃO LUDGERO
1875 LCELF ASSOCIAÇÃO CORONELENSE DE HANDEBOL CORONEL FREITAS
1007 LCELF ASSOCIAÇÃO CORONELFREITENSE DE FUTEBOL CORONEL FREITAS
2057 FCF ASSOCIAÇÃO COSTA ESMERALDA DE FUTEBOL ITAPEMA
87 LIFF ASSOCIAÇÃO CRUZ DE MALTA DE FUTEBOL FLORIANÓPOLIS
1125 LEO ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA FLOR DO OESTE SÃO JOSÉ DO CEDRO
1866 LLF ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA PORTO FUTEBOL
CLUBE
LAGUNA
1996 LLF ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPORTIVA NAUTICA
BARREIRINHO FUTEBOL CLUBE
LAGUNA
200 LSF ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPORTIVA RECRATIVA OPERÁRIA
SÃO VICENTE
LAGES
1993 FCF ASSOCIAÇÃO CULTURAL PINHEIROS SPORT CLUBE TIMBÓ
45 FCF ASSOCIAÇÃO CULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA SÃO
BERNA
 
1823 LSF ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES FAZENDO NOVA SÃO JOSE DO CERRITO
2062 LTF ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL CATARINENSE
- ADESC
TUBARÃO
1046 LCELF ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL LINHA FAVARETTO CORONEL FREITAS
763 LBF ASSOCIAÇÃO DE MORADERES DE SÃO BERNARDO  
732 LBF ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE SÃO BERNARDO BLUMENAU
1573 LDB ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO POÇO FUNDO BRUSQUE
542 LJF ASSOCIAÇÃO DE MORADORES PALMEIRINHAS DO PARQUE
RESIDENCIAL G
JOINVILLE
2064 LDG ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ATLETAS DA ESCOLINHA DE
FUTEBOL
 
943 LCHF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA ALLUS DISTRIBUIDORA  
264 LRF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA AVAÍ LONTRAS
1763 FCF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BALNEÁRIO CAMBORIÚ BALNEÁRIO CAMBORIÚ
1729 LBF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BLUMENAU BLUMENAU
1841 LAF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BONSUCESSO PASSO DE TORRES
942 LCHF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA  
1248 LEC ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA RIGESA TRÊS BARRAS
737 LBF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CULTURAL HERING  
1092 LEO ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE FUTEBOL SÃO JOSÉ DO CEDRO
1711 LIF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL ITAPERA EC ITPEMA
705 LBAF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E RECREATIVA UNIÃO DA VILA BALNEÁRIO CAMBORIÚ
1367 LEOC ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA IBICARE  
2002 LTF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA JAGUARUNA JAGUARUNA
54 FCF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA JOAÇABA JOAÇABA
608 LPD ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA MULLER POMERODE
1645 LCHF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA OS BECOS CHAPECÓ
1874 LIFF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL
CACHOEIRA
FLORIANOPOLIS
1735 LPD ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL
SCHMIDT
POMERODE
1621 LDC ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL SEARA SEARA
453 LJAF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA GUARANI  
609 LPD ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA KARSTEM  
738 LBF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA KARSTEM  
1538 LDB ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA LIMEIRA BRUSQUE SC
1810 LJF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA ROMAÇO JOINVILLE
321 LMD ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA SAUDADES SAUDADES
1893 LJSF ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA VITORIA 2001 SÃO JOSE
2004 LJAF ASSOCIAÇÃO DESPORTOS OLYMPYA JARAGUA DO SUL
1835 LAI ASSOCIAÇÃO DO CLUBE ATLETICO IÇARENSE IÇARA
2061 LTF ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO GREMIO DESPORTIVO
GRAVATALENSE
 
1836 LCHF ASSOCIAÇÃO DOS ATLETAS E COLABORADORES DA ACF CHAPECÓ
1872 LCHF ASSOCIAÇÃO DOS ATLETAS E COLABORADORES DA ACF CHAPECÓ
98 LIFF ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONARIO DA IOESC  
813 LCNF ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONARIOS DA IMARIBU  
812 LCNF ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA IGUAÇU  
1303 LCOB ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA INPLAC BIGUAÇU
1661 LIDEX ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO ECONOMIA XAXIM
1998 LSBF ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA CENTENARIO SÃO BENTO DO SUL
1864 LBF ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO BOA VISTA BLUMENAU
255 LSF ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO PETRÓPOLIS  
202 LSF ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO VILA MARIA LAGES
570 LPHF ASSOCIAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES DE PALHOÇA  
2053 LFF ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PUBLICOS DA
ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE SÃO FCO DO SUL
SÃO FCO DO SUL
896 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTE CLUBE NACIONAL  
1784 LAF ASSOCIAÇÃO ESPORTE CLUBE R&M FORMAÇÃO DE
TALENTOS
MARACAJÁ
201 LSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA AJAX LAGES
100 LIFF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA BAIRRO ABRAÃO  
92 LIFF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CLUBE NACIONAL  
824 LMD ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA COCA COLA  
1990 FCF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CULTURAL FERROVIÁRIO
CAPIVARIENSE
CAPIVARI DE BAIXO
893 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA DOS OFICIAIS DO 7 BATALHÃO
PM
 
1862 LIFF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL CLUBE ATLÉTICO
PEDREGAL
FLORIANOPOLIS
1094 LEO ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL SEPARAÇÃO  
176 LAVVF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA AMÉRICA SÃO MARTINHO
635 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA AMÉRICA  
601 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA BELA VISTA
FUTEBOL CLUBE
PALHOÇA
1598 LDVRT ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA CUBA PORTO BELO
815 LCNF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA GERWAL  
2063 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA MONTE ALEGRE  
1221 LEMOC ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA RENAR FRAIBURGO
1791 FCF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA TIGRE  
892 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA FERROVIARIA  
623 LPD ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA FLORESTA POMERODE
1299 LCOB ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GAIVOTA GOVERNADOR CELSO RAMOS
2067 LAVVF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GALATIKUS BRAÇO DO NORTE
634 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GRÊMIO ESTUDANTIL  
944 LCHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA IPIRANGA  
1646 LCHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA JARDIM DO LAGO CHAPECÓ
2036 LAC ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA KINDERMANN CAÇADOR/SC
322 LPFC ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA MODELO  
825 LMD ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA MODELO  
1716 LPD ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA OLIMPICO POMERODE
945 LCHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALÁCIO DOS ESPORTES  
894 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALMEIRAS  
1075 LEVU ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALMITOS PALMITOS
1995 LLF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PROGRESSO FUTEBOL CLUBE LAGUNA
2003 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA ALVORADA CAPIVARI DE BAIXO
826 LMD ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CIVEMA  
208 LSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL E
BENEFICENTE CLUBE
LAGES
567 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL
NOROESTE
PALHOÇA
136 LIFF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL PARQUE
DUNAS
 
2072 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL NOVA
GERAÇÃO FUTEBOL CLUBE
PALHOÇA
691 LBAF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURA
ELETRONICA TEIXEIR
 
1890 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL
DESPORTIVO
SÃO JOSE
2033 LCOB ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL
FIGUEIRINHA
BIGUAÇU
2074 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL GL
PONTES ESPORTE CLUBE
PALHOÇA
2073 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL
GAVIÕES DE OURO FUTEBOL CLUBE
PALHOÇA
2071 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL
METROPOL
PALHOÇA
2046 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL MIB
FUTEBOL CLUBE
PALHOÇA
579 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA ELDORADO FUTEBOL
CLUBE
PALHOÇA
504 LJF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA MINERASIL JOINVILLE
183 LSBF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA OXFORDE  
1220 LEMOC ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA PAPELOSE  
600 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA PONTE DO IMARUIM PALHOÇA
589 LPHF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA RIO GRANDE PALHOÇA
1787 LAVVF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA SETE DE SETEMBRO BRAÇO DO NORTE
636 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA TREZE DE MAIO TUBARÃO
2034 LIF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA UNIDOS DO CAMPO
D’ AVIAÇÃO
 
1820 LTF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SANTO ANJO DA GUARDA TUBARÃO
895 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SCORPIONS SÃO JOSÉ
888 LJSF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SECONTAR  
182 LAVVF ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA TERMAS DO GRAVATAL GRAVATAL
1270 LEBVP ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA VASCO CAPINZAL
1368 LEOC ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA VASCO DA GAMA  
2041 LITA ASSOCIAÇÃO FAROL ESPORTE CLUBE DE ITAPOA  
1587 LDG ASSOCIAÇÃO FERROVIARIO ESPORTE CLUBE GASPAR
1096 LEO ASSOCIAÇÃO FLUMINENSE  
375 LID ASSOCIAÇÃO FOGUETE  
99 LIFF ASSOCIAÇÃO FUNCIONARIOS DA TELESC  
1364 LEOC ASSOCIAÇÃO FUNCIONARIOS IMARIBO E REFL  
2045 LIF ASSOCIAÇÃO FUTURA ESCOLINHA DO CAMPO DE AVIAÇÃO IMBITUBA
1170 LEF ASSOCIAÇÃO GRALHA AZUL SÀO MIGUEL DO OESTE
1788 LAVVF ASSOCIAÇÃO GRUPO DE AMIGOS PRATA DA CASA SÃO LUDGERO
1761 LAF ASSOCIAÇÃO IRMÃ CARMEN ARARANGUÁ
2043 LITA ASSOCIAÇÃO JAGUARUNA DE FUTEBOL  
266 LRF ASSOCIAÇÃO JOVENS UNIDOS DE SALETE  
711 LCEF ASSOCIAÇÃO KONDER  
2077 FCF ASSOCIAÇÃO MAGA ESPORTE CLUBE INDAIAL
2015 LMD ASSOCIAÇÃO MASTER PALMEIRAS MODELO
692 LBAF ASSOCIAÇÃO MORADORES DA VILA REAL ESPORTE CLUBE  
1414 LARM ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO SANGÃO CRICIÚMA
1540 LDB ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO ÁGUAS CLARAS BRUSQUE
1813 LJF ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO SANTA CATARINA KM
5
JOINVILLE
938 LJSF ASSOCIAÇÃO MORADORES DO CENTRO DE SÃO JOSÉ SÃO JOSÉ
694 LBAF ASSOCIAÇÃO MORADORES E PROPRIETARIOS JARDIM IATE
CLUBE
 
913 LJSF ASSOCIAÇÃO MORADORES FAZENDA SANTO ANTONIO SÃO JOSÉ
1741 LBF ASSOCIAÇÃO MORADORES HORTO FLORESTAL BLUMENAU
1799 LSBF ASSOCIAÇÃO MÓVEIS RUECKL RIO NEGRINHO
2024 LPD ASSOCIAÇÃO PAIS E AMIGOS DO FUTEBOL DOS ESTADOS
BRASILEIROS
 
371 LID ASSOCIAÇÃO PEDRA DE AMOLAR  
1592 LDG ASSOCIAÇÃO PEDRA DE AMOLAR ILHOTA
886 LJSF ASSOCIAÇÃO PROFESSORENSE DE FUTEBOL (SE SÃO
JOSÉ)
SÃO JOSÉ
1778 LEC ASSOCIAÇÃO R ESPORTIVA CULTURAL ESTRELA AZUL CANOINHAS
1669 LIF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL AREAL ESPORTE
CLUBE
ITAPEMA
1736 LIFF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL E ESPORTIVA
UNIDOS
FLORIANÓPOLIS
96 LIFF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA AVANTE FLORIANÓPOLIS
97 LIFF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA BANGU FLORIANÓPOLIS
1370 LEOC ASSOCIAÇÃO RECREATIVA DESPORTIVA FUNCIONÁRIOS DA
INPLAC
JOAÇABA
1805 LJSF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL MADEKALO SÃO JOSÉ
1873 LIFF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL UNIÃO DO PORTO FLORIANOPOLIS
672 LCD ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA BOTAFOGO ITAPOCU  
1599 LDVRT ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA MARASIL  
204 LSF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA PAINELENSE  
1257 LEC ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA SANTO ANTÔNIO BELA VISTA DO TOLDO
1222 LEMOC ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA TIRADENTES  
1992 LID ASSOCIAÇÃO RECREATIVA IX DE JULHO ITAJAÍ
350 LIF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MONTALUMI ESPORTE CLUBE ITAPEMA
1694 LPD ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MOVEIS PORATH POMERODE

95

LIFF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA PIONEIROS ESPORTE CLUBE  
1738 LBF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA PONTE PRETA BLUMENAU
1812 LDB ASSOCIAÇÃO RECREATIVA TRIÂNGULO BRUSQUE
184 LSBF ASSOCIAÇÃO RECREATIVA VEÍCULOS BATISTA SÃO BENTO DO SUL
1760 LEO ASSOCIAÇÃO REGIONAL SUL BRASIL SÃO JOSÉ DO CEDRO
772 LCUF ASSOCIAÇÃO ROBERTO BECKER  
1050 LCELF ASSOCIAÇÃO SANTA TEREZINHA DE FUTEBOL  
823 LMD ASSOCIAÇÃO SÃO JOSÉ  
1715 LAVVF ASSOCIAÇÃO SENIOR DO RIO BONITO BRAÇO DO NORTE
2035 LDG ASSOCIAÇÃO SENIOR PIÇARRAS BALNEÁRIO PIÇARRAS
765 LCUF ASSOCIAÇÃO SERVIDORES MUNICIPAIS CURITIBANSOS  
829 LMD ASSOCIAÇÃO SERVIDORES PUBLICOS MUNICIPAIS
MARAVILH
MARAVILHA
1773 LIFF ASSOCIAÇÃO SOCIAL CULTURAL E DESPORTIVA TRIUNFO FLORIANÓPOLIS
1174 LEF ASSOCIAÇÃO VILA OESTE  
2054 LFF ASSOCIAÇÃO VITÓRIA ESPORTE CLUBE SÃO FRANCISCO DO SUL
1401 LARM ASSOICAÇÃO ATLÉTICA BAIRRO SÃO LUIZ  
1400 LARM ASSOICAÇÃO ATLÉTICA SIDERA CRICIÚMA
1402 LARM ASSOICAÇÃO ESPORTIVA FLUMINENSE  
1691 LFF ATLANTICO FUTEBOL CLUBE SÃO FRANCISCO DO SUL
1483 LAC ATLÂNTICO ESPORTE CLUBE CAÇADOR
1272 LEBVP ATLÂNTICO ESPORTE CLUBE CAPINZAL
571 LPHF ATLÂNTICO RECREATIVO FUTEBOL CLUBE PALHOÇA
2076 FCF ATLETA COM REGISTRO NO PR E SC  
2014 XXX ATLETA TRANSFERIDO PARA OUTRA FEDERAÇÃO  
2016 XXX ATLETA TRANSFERIDO PARA OUTRO PAIS  
940 FCF ATLÉTICO CLUBE CHAPECÓ CHAPECÓ
941 LCHF ATLÉTICO CLUBE VISTA ALEGRE CHAPECÓ
1854 LJAF ATLÉTICO ESTRADA NOVA ESPORTE CLUBE JARAGUÁ DO SUL
1 FCF ATLÉTICO MINEIRO FUTEBOL CLUBE  
457 LJAF AVAI ESPORTE CLUBE  
8 FCF AVAI FUTEBOL CLUBE FLORIANOPOLIS
777 LLF AVAI FUTEBOL CLUBE LAGUNA
509 LJF AVAÍ ESPORTE CLUBE JOINVILLE
572 LPHF AVANTE FUTEBOL CLUBE PALHOÇA
936 LJSF AVENTUREIRA FUTEBOL CLUBE  
510 LJF AVENTUREIRO ESPORTE CLUBE JOINVILLE
511 LJF AVIAÇÃO FUTEBOL CLUBE JOINVILLE
898 LJSF AYMORE RECREATIVO FUTEBOL CLUBE SÃO PEDRO DE ALCANTARA
573 LPHF AZ DE OURO ESPORTE CLUBE  
568 LPHF ÁGUA VIVA ESPORTE CLUB  
1484 LAC BAIRRO FIGUEROA CAÇADOR
778 LLF BAIXADA ESPORTE CLUBE LAGUNA
1989 FCF BALNEARIO CAMBORIU FUTEBOL CLUBE LTDA BALNEARIO CAMBORIU
899 LJSF BANDEIRANTE FUTEBOL CLUBE  
101 LIFF BANDEIRANTE RECREATIVO FUTEBOL CLUBE FLORIANÓPOLIS
1485 LAC BANGU ATLÉTICO FUTEBOL CLUBE CAÇADOR
9 FCF BARÃO RIO BRANCO  
205 LSF BARCELA FUTEBOL CLUBE  
1486 LAC BARCELO ESPORTE CLUBE CAÇADOR
206 LSF BARCELONA FUTEBOL CLUBE  
56 FCF BARRA VELHA ESPORTE CLUBE BARRA VELHA
1542 LDB BARREIRO FUTEBOL CLUBE BRUSQUE
900 LJSF BARREIROS ESPORTE CLUBE SÃO JOSE
102 LIFF BARRENSE FUTEBOL CLUBE FLORIANOPOLIS
1656 LJF BARRIGA VERDE ESPORTE CLUBE JOINVILLE
937 LJSF BATE BOLA FUTEBOL CLUBE  
1892 LJSF BAXADA ESPORTE CLUBE SÃO JOSE
1544 LDB BECO ESPORTE CLUBE BRUSQUE
103 LIFF BEIRA MAR FUTEBOL CLUBE  
673 LCD BEIRA RIO ESPORTE CLUBE  
2038 LITA BEIRA RIO ESPORTE CLUBE  
611 LPD BEIRA RIO ESPORTE CLUBE POMERODE
955 LCHF BELA VISTA ESPORTE CLUBE  
1583 LDG BELA VISTA ESPORTE CLUBE GASPAS
2000 LAVVF BELA VISTA FUTEBOL CLUBE GRAVATAL
695 LBAF BELMAR ESPORTE CLUBE  
1671 LCHF BELVEDERE ESPORTE CLUBE CHAPECÓ
1304 LCOB BENFICA ESPORTE CLUBE BIGUAÇU
1487 LAC BIG BOM ESPORTE CLUBE CAÇADOR
1305 LCOB BIGUA FUTEBOL CLUBE BIGUAÇU
57 FCF BIGUAÇU ATLÉTICO CLUBE BIGUAÇU
1776 LIFF BLOCO CARNAVALESCO DO GARCIA FLORIANOPOLIS
10 FCF BLUMENAU ESPORTE CLUBE BLUMENAU
1774 FCF BLUMENAU SPORT CLUB MADUREIRA BLUMENAU
435 LFF BOCA JUNIOR ESPORTE CLUBE  
1273 LEBVP BONSUCESSO ESPORTE CLUBE CAPINZAL
271 LRF BOTAFOGO ATLÉTICO CLUBE  
1249 LEC BOTAFOGO ESPORTE CLBUE CANOINHAS
512 LJF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE  
1987 LIF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE IMBITUBA
458 LJAF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE JARAGUÁ DO SUL
207 LSF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE LAGES
779 LLF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE LAGUNA
1886 LJSF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE SÃO JOSE
1789 LAVVF BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE DE AZEITEIRO BRAÇO DO NORTE
1545 LDB BOTUVERÁ ESPORTE CLUBE BRUSQUE
639 LTF BRAÇO DO NORTE FUTEBOL CLUBE  
436 LFF BRASILIA FUTEBOL CLUBE  
513 LJF BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE BARRA DO SUL
1546 LDB BRILHANTE FUTEBOL CLUBE BRUSQUE
901 LJSF BRUSATUR ESPORTE CLUBE  
11 FCF BRUSQUE FUTEBOL CLUBE BRUSQUE
1547 LDB BRUSTINTA FUTEBOL CLUBE BRUSQUE
780 LLF CABEÇUDA ESPORTE CLUBE  
1676 LCOB CACHOEIRAS FUTEBOL CLUBE BIGUAÇU
741 LBF CAÇA E TIRO VELHA CENTRAL  
1755 FCF CAÇADOR ATLÉTICO CLUBE CAÇADOR
1888 LJSF CALDO DE CANA FUTEBOL CLUBE SÃO JOSE
159 LVNF CAMIONEIROS FUTEBOL CLUBE PRESIDENTE GETÚLIO
1550 LDB CAMPECHE ESPORTE CLUBE  
414 LIF CAMPINENSE ESPORTE CLUBE  
515 LJF CAMPO GRANDE FUTEBOL CLUBE  
807 LCNF CAMPOS NOVOS ESPORTE CLUBE  
903 LJSF CANARINHO FUTEBOL CLUBE SÃO JOSÉ
60 FCF CANOINHAS ATLÉTICO CLUBE CANOINHAS
742 LBF CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE BLUMENAU
107 LIFF CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE FLORIANÓPOLIS/SC
516 LJF CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE JOINVILLE
517 LJF CAOVI ESPORTE CLUBE  
1764 LTF CAPIVARI FUTEBOL CLUBE TUBARÃO
1585 LDG CARAMURU ESPORTE CLUBE  
612 LPD CARAMURU ESPORTE CLUBE POMERODE
1408 LARM CARAVAGGIO FUTEBOL CLUBE NOVA VENEZA
108 LIFF CARAVANA DO AR ESPORTE CLUBE  
379 LID CASCAVEL UNIVALI FUTEBOL CLUBE  
1489 LAC CASTELHANO ESPORTE CLUBE CAÇADOR
1490 LAC CATARINENSE ESPORTE CLUBE  
210 LSF CATARINENSE FUTEBOL CLUBE  
2009 LVNF CATARINENSE FUTEBOL CLUBE IBIRAMA
602 LPHF CATARINENSE FUTEBOL CLUBE PALHOÇA
782 LLF CAXIAS ESPORTE CLUBE  
415 LIB CAXIAS FUTEBOL CLUBE  
518 FCF CAXIAS FUTEBOL CLUBE JOINVILLE
613 LPD CAXIAS FUTEBOL CLUBE POMERODE
1705 LVNF CAXIAS FUTEBOL CLUBE PRESIDENTE GETÚLIO
460 LJAF CAXIAS SPORT CLUB JARAGUA DO SUL
743 LBF CDR JUVENTUS  
1162 LEO CEBEM SÃO CRITÓVÃO SÃO JOSÉ DO CEDRO
574 LPHF CEJAM FUTEBOL CLUBE  

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SÃO PAULO) & ESCUDOS Michel McNish em 27 Jan 2009

Protegido: América Futebol Clube de Embu das Artes SP

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) & ESCUDOS Michel McNish em 27 Jan 2009

Protegido: Grêmio Esportivo Turvense SC

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Historia do Futebol Parte II & ESCUDOS Andre Martins em 27 Jan 2009

Protegido: ESCUDO E FICHA DO G.E. TURVENSE/SC

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 27 Jan 2009

Um jogo e as consequências de marketing

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Em 1966, o Cruzeiro de Raul, Tostão e Dirceu Lopes também foi alvo da publicidade. Depois de vencer o Santos na decisão da Taça Brasil por 6 x 2 no Mineirão e de 3 a 2 no Pacaembu , uma inusitada propaganda invadiu as TVs, Revistas e Jornais. A chamada de marketing dizia que 14 jogadores do Cruzeiro fizeram a barba com a mesma Gillette Super Inoxidável, a intermináaaaaavel. Em pé na fileira de cima vemos Zé Carlos, Marco Antonio, Dirceu Lopes, Evaldo, Neco e Natal. Na fila de baixo estão
Wilson Almeida, Hilton Oliveira, Procópio, Raul, Piazza, Pedro Paulo e Willian.
Para quem não é da época, informo que em todos os veículos de comunicação esta propaganda estava presente.

O JOGO HISTÓRICO

Cruzeiro 6 x 2 Santos
quarta-feira, 30 de novembro, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais da Taça Brasil 1966, em 30 de novembro de 1966

Juiz: Armando Marques (carioca)
Bandeiras: Joaquim Gonçalves e Euclides Borges (mineiros)

Expulsões: Procópio e Pelé

Renda: Cr$223.314.600

Público pagante: 77.325

Público presente: 90.000 (estimado)

Gols:
Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes, Dirceu Lopes e Tostão, no 1º tempo; Toninho, Toninho e Dirceu Lopes, no 2º

Cruzeiro:
Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira. Tec: Airton Moreira

Santos:
Gilmar, Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos de Oliveira, Oberdan e Zé Carlos; Zito e Lima: Dorval, Toninho Guerreiro, Pelé e Pepe. Tec: Lula.

A história do 1º tempo só pode ser contada por meio dos fantásticos – pela quantidade e qualidade – cinco gols do Cruzeiro. Tudo o mais que se disser, é dispensável. A 1 minuto, Evaldo recebeu passe de Tostão no meio de campo e percebeu Dirceu correndo em direção ao gol. O lançamento saiu preciso. Quando o meia se preparava para concluir, o lateral-esquerdo Zé Carlos, tentando desarmá-lo, marcou contra: 1 x 0. Aos 5, Dirceu recebeu de Evaldo e serviu a Natal. O ponteiro driblou Zé Carlos e chutou forte: 2 x 0. Aos 20, Oberdan saiu jogando, perdeu a bola para Dirceu, levou dois dribles e saiu de cena. Com a visão desimpedida, o Dez de Ouros chutou violentamente de fora da área: 3 x 0. Aos 39, a defesa do Santos sofreu intenso bombardeio. De dentro da área, Hilton chutou e Mauro salvou. No rebote, Evaldo disparou outra bomba, mas Oberdan impediu o gol. A terceira tentativa coube a Dirceu Lopes. Em vez de força, jeito: 4 x 0. Com a palavra o autor da obra prima: “Meu forte sempre foi o corte de fora da área. Como tinha muita velocidade e, naquela época, o futebol era mais solto, qualquer bola que eu apanhasse no meio de campo era um perigo para o adversário. Naquele lance, recebi a bola na entrada da área. Dei um corte no zagueiro, passei a bola do pé direito para o esquerdo e bati. Ela fez uma curva e enganou o Gilmar, que ficou agarrado na trave. Foi um golaço”. Aos 41, Dirceu driblou Mauro dentro da área e foi derrubado por Oberdan. Pênalti. Tostão fez inacreditáveis 5 x 0.

No final do 1º tempo, a caminho do vestiário, Pelé ouve o couro provocador da torcida mineira: “Cadê Pelé? Cadê Pelé?”. O Rei acenou para a torcida com a mão espalmada. Cinco gols? Não, cinco vezes campeão brasileiro, ele explicou. A verdade, contudo, é que, naquela noite, marcado individualmente por Piazza, Pelé não viu a cor da bola.

Cruzeiro voltou relaxado pensando em barganhar o jogo: tocaria a bola e o adversário se contentaria em evitar mais gols. Mas, ao invés de aceitar o fato consumado da derrota, o Santos foi à luta pensando em remontar o placar. Nos vestiários, seus jogadores ouviram poucas e boas do treinador Lula: “É preciso parar esta linha de qualquer forma, se não parar no grito tem que ser no tapa, na botina, não pode é continuar desta forma. Eles estão fazendo a nossa área de avenida”. Deu certo. Aos 6 e aos 10, Toninho Guerreiro marcou: 5 x 2. A torcida assustou-se. Pelé tinha fama de, quando provocado, superar-se e virar resultados tidos como definitivos. Mas Tostão, Dirceu e Piazza retomaram o controle do jogo. Tocando bola com rapidez, o Cruzeiro voltou a colocar o Santos na roda. E a pá de cal sobre o pentacampeão brasileiro foi atirada aos 27 minutos. Evaldo recebeu passe de Tostão, driblou Oberdan e chutou forte, Gilmar deu rebote. Dirceu apareceu do nada para tocar para as redes: 6 x 2. Estava de bom tamanho. Daí em diante, os times limitaram-se a exibir sua técnica refinada sob aplausos ininterruptos da torcida. Era preciso economizar energias para o jogo decisivo, uma semana depois, no Pacaembu.

Comentário do jogo: www.benny75.com/hotsite/taca66

Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Eduardo Cacella em 27 Jan 2009

O curioso caso de Masal Bugduv!!!!

Amigos achei essa reportagem e repasso, a que ponto a internet influencia o mundo …

Há duas semanas, o respeitado jornal britânico The Times publicou uma de suas famosas listas esportivas, desta vez com um ranking das 50 maiores promessas do futebol mundial. No topo da lista estava o meio-campo Hernanes, do São Paulo e da seleção brasileira, que bateu atletas de grandes times europeus e também alguns desconhecidos. Entre esses estava um jogador chamado Masal Bugduv do Olimpia Balti, da Moldávia, que ficou em 30º lugar. Mas Bugduv tem um problema. Ele não existe.

A farsa foi desmascarada por Neil McDonnell, do blog de futebol Soccerlens, que escreve sob o pseudônimo de Fredorrarci. Intrigado pela história do suposto jogador, oriundo da Moldávia, uma ex-república soviética com 3,8 milhões de habitantes e sem qualquer tradição no futebol, ele começou a pesquisar a vida de Bugduv. E graças a contatos com jornalistas da Rússia e da Moldávia, descobriu que o jogador não existia e que Masal Bugduv nem mesmo é um nome moldavo.
McDonnell mostrou também que o The Times havia sido enganado e que não era o culpado pela farsa, iniciada em fóruns na internet. Outros veículos respeitados, como o site Goal.com e a revista esportiva britânica When Saturday Comes também citaram o atleta. A publicação chegou a afirmar em sua edição de janeiro que o atacante de 16 anos era uma esperança para o futebol da Moldávia, que vem sendo atrapalhado por conta de questões separatistas na região da Transnistria, no leste do país.

Segundo a revista eletrônica Slate, que publicou uma reportagem sobre a farsa de Bugduv na sexta-feira (23), o Goal.com e a When Saturday Comes pediram desculpas imediatamente. Já o Times, antes das desculpas, optou por substituir Bugduv pelo atacante Jay Simpson, do Arsenal (Inglaterra), que nem havia aparecido entre os 50 primeiros..

A origem da farsa de Masal Bugduv

No blog Soccerlens, em um post com o título O curioso caso de Masal Bugduv (sátira com o nome do filme O curioso caso de Benjamin Button, indicado ao Oscar), Neil McDonnell explicou como descobriu a farsa. Segundo ele, além das citações no Times, no Goal.com e na When Saturday Comes, o nome de Bugduv aparece em diversos sites e fóruns de futebol na internet, sempre nos comentários das notícias e posts, e muitas vezes com citações supostamente de agências de notícias, como a Associated Press (AP), que revelavam o interesse de clubes como o Arsenal e o Liverpool pelo jogador. Uma busca no site da AP, no entanto, não encontra resultados com o nome de Bugduv.

Para McDonnell, a farsa foi obra de um irlandês. O indício mais forte disso é que, em um desses posts fantasmas na internet, há declarações atribuídas a Bugduv no jornal moldavo Diario Mo Thon, que também não existe. McDonnell explica que “mo thon” significa, em uma tradução politicamente correta do idioma irlandês para o português, “meu traseiro”.

A Slate levantou um outro indício para a origem irlandesa do trote. O som de Masal Bugduv se assemelha em irlandês a m’asal beag dubh, o que significa “meu pequeno burro preto” e é o nome de uma história do escritor irlandês Pádraic Ó Conaire. No conto, um homem é convencido a pagar uma grande quantia de dinheiro por um burro preguiçoso após ouvir boatos entre seus vizinhos de que o animal era muito ativo.

A noticia original se encontra aqui: http://soccerlens.com/the-curious-case-of-masal-bugduv/20613/

Fonte:Revista Época

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (RIO DE JANEIRO) Diogo Henrique em 27 Jan 2009

A mordida de Torbis em Nilton Santos

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Na foto aparece o jogador Torbis seguro por atletas e policiais.

O jogo foi realizado no estádio de General Severiano, no dia 23 de dezembro de 1951 pelo campeonato carioca. O Botafogo venceu por 3x0, com gols de Otávio. Braguinha e Otávio. O juiz foi Gimenez Molina.
Nesse ano de 1951, o Botafogo cumpriu uma complicadíssima campanha no campeonato. Nas últimas rodadas se envolveu num conflito medonho em General Severiano, num jogo contra o São Cristovão. A briga foi tão grande que somente terminou com a intervenção da Policia Especial, que atirou bombas de gás lacrimogêneo para todos os lados, ferindo um de seus próprios integrantes. O soldado Ari dos Santos teve sua mão direita despedaçada porque a bomba explodiu antes de ser lançada. Entre os jogadores, porém, nada a lamentar. A não ser o nocaute e os ferimentos no rosto de Nilton Santos que, depois de medicado, ficou por algum tempo ostentando grossos esparadrapos no lábio e na testa como prova de sua participação na luta.
Aos 13 minutos do segundo tempo, quando o Botafogo já vencia por 2x0, o goleiro do São Cristovão Luiz Borracha, saltou para defender um centro sobre sua área e caiu. Pirilo, que vinha na corrida, chutou propositadamente o goleiro, dando prova do seu nervosismo. Torbis reclamou e recebeu um tapa de Pirilo. Foi o sinal para que a briga envolvesse os demais jogadores, dela participando praticamente os 22 atletas. O conflito já durava mais de 10 minutos quando a Policia separou os jogadores. Um deles, estava estirado no gramado, desmaiado: Nilton Santos. Posteriormente, tudo ficou esclarecido. O zagueiro do São Cristovão, Torbis, que já estava enfurecido pelo tapa que levou de Pirilo, pegou o Nilton Santos e lhe deu uma dentada nos lábios que levou alguns pontos e tempo para sarar.
Para completar. A primeira providência do juiz Molina foi expulsar os vinte e dois jogadores. Dirigentes dos dois times, preocupados com as próximas rodadas do campeonato, conseguir demover o arbitro de sua idéia. Molina, pressionado, expulsou apenas Pirilo e Paraguaio do Botafogo e Luiz Borracha e Torbis do São Cristovão. O jogo teve prosseguimento, num clima tenso e o Botafogo ainda conseguiu fazer seu terceiro gol. Quando o jogo terminou, a torcida do Botafogo tentou agredir os jogadores do São Cristovão. Foi necessário que a Policia Especial entrasse em ação e um guarda foi ferido. Uma hora depois, ânimos serenados, o ônibus o São Cristovão deixou General Severiano, enquanto Nilton Santos, nos vestiários, era socorrido, de lá levando vários pontos na testa e nos lábios.

Fonte: O Esporte Ilustrado

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (ALAGOAS) Diogo Henrique em 27 Jan 2009

Juiz desmaiou com o gol da vitória do seu clube

O juiz foi o senhor Batista Cortes, arbitro da Federação Alagoana de Desportos, hoje Federação Alagoana de Futebol. O jogo aconteceu no campo do mutange no ano de 1963 entre Guarani do Poço e CSA. Era uma partida pelo campeonato alagoano da primeira divisão. Batista Cortes nunca negou que era um torcedor do CSA.
O CSA, clube dos mais tradicionais do futebol do Nordeste, era o total favorito. O Guarani do Poço, recém integrante do campeonato alagoano, era um time bem armado, mas com poucas chances de vencer. O jogo se arrastou até quase o seu final e o zero a zero se mantinha. Quando todos acreditavam que o gol não ia acontecer, surgiu o lance aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Uma bola lançada na área do Guarani e o artilheiro do CSA, Clovis, meteu a cabeça na bola e marcou o gol da vitória. Alegria geral dos azulinos. Tristezas dos rubros negros. Neste momento, o arbitro que sempre foi torcedor do CSA, apitou o final do jogo, e desmaiou.
Todos, ou quase todos, afirmam que ele desmaiou de emoção pela vitória do seu clube. Outros, não acreditam. Batista Cortes afirma que desmaiou porque o sol estava muito forte (o jogo começava as 15 horas) e a cinta que usava estava apertada. A noticia ganhou o mundo e foi matéria para a revista O CRUZEIRO, na época, a melhor revista do Brasil. Esta história está registrada no depoimento feito ao Museu dos Esportes pelo artilheiro Clóvis, autor do gol do jogo.

Fonte: Museu do Esporte

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Futebol Amador Diogo Henrique em 27 Jan 2009

Demissão por “competência”

No início dos anos 90, em uma cidade perto de Congonhas/MG, a competição da Primeira Divisão da Liga Amadora estava a todo vapor. Os jogos eram disputados com muita garra por todas as equipes, que queriam chegar ao título. Mas a principal equipe da cidade passava por um mau momento técnico. Durante o primeiro turno, havia conseguido apenas uma vitória e amargava as últimas colocações na tabela de classificação.
A torcida estava revoltada com o presidente do clube, que parecia não estar muito preocupado com a situação, pois estava em fim de mandato. Mas a pressão da torcida foi muito grande e a diretoria resolveu contratar um renomado treinador da capital, para tentar reverter a situação do clube na competição. Para se deslocar da capital até a cidade do interior, o treinador pediu uma quantia em dinheiro para cada vitória que conseguisse. A diretoria não teve outra saída, a não ser aceitar a proposta.
Com a chegada do novo treinador, que era de competência indiscutível, a equipe cresceu de produção no segundo turno, conseguindo vitórias consecutivas e logo alcançando as primeiras colocações na tabela. A torcida esta entusiasmada. Mas o presidente não compartilhava do mesmo entusiasmo. As despesas com o treinador estavam ficando muito altas, devido ao sucesso da equipe. E era ele quem pagava. Após mais uma vitória no campeonato, o presidente “demitiu” o treinador, por motivo de contenção de despesas.
Você é capaz de adivinhar o que aconteceu com o time ? Pois é isso mesmo que você pensou. A equipe entrou em baixa novamente e foi parar na segunda divisão.
A torcida ficou revoltada e tentou linchar o presidente. Com o fim de seu mandato, o presidente se mudou de cidade e deixou a “bananosa” para o futuro presidente. O clube amarga até hoje a segunda divisão e a torcida continua à procura de um novo “Salvador da Pátria”, para ascender o clube novamente à Primeira divisão.

Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Futebol Amador Diogo Henrique em 27 Jan 2009

O pênalti que ninguém cobrou

Era a decisão do Campeonato da Divisão Especial da Liga Amadora de uma grande cidade mineira.
De um lado, a mais poderosa equipe do local, o União F.C., que contava com grandes jogadores, alguns inclusive, buscados em outras cidades da região, para reforçar o time. A equipe adversária, o Grêmio, era um time modesto, que contava apenas com a ajuda de alguns abnegados e, na teoria, não contava com um plantel capaz de fazer frente ao time mais poderoso do lugar.
Mas na prática, o que se viu em campo foi o Grêmio, equipe considerada mais fraca, jogar com muita garra e disposição, chegando a assustar o “bicho-papão” da cidade.
O jogo estava empatado em 1 a 1, com o Grêmio resistindo bravamente à pressão do União, quando, aos 44min do segundo tempo, num dos seus raros ataques na partida, o atacante do Grêmio, Paulinho “Trombador” foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade máxima.
Sentindo que a sua equipe, apesar de ser mais forte, estava prestes a perder o título, o fazendeiro mais poderoso do lugar, presidente do União, invadiu o campo, colocou a bola debaixo do braço, encostou-se em uma das traves e disse para o árbitro:
“O senhor está roubando. Não vou deixar bater o pênalti”.
O árbitro esperou esgotar o tempo regulamentar e encerrou a partida por falta de garantias.
A decisão do Campeonato foi para o “tapetão”. Como os auditores do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga da Cidade eram também empregados da fazenda do presidente do União, adivinhe qual foi o resultado do julgamento?
Pois é, as duas equipes foram proclamadas campeãs da cidade.
Como pode se ver, o sr. “Eurico Miranda” já anda fazendo escola até no Futebol Amador.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Perfis Diogo Henrique em 27 Jan 2009

Cica, recordista brasileiro de gols em uma partida

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O jogador brasileiro que marcou o maior número de gols em uma partida foi Darcy Marino da Silva, o Cica, que em 10 de dezembro de 1967, jogando pelo Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont, Minas Gerais, marcou 12 gols, numa partida contra o Pombense, da cidade de Rio Pomba. A partida, válida pelo campeonato regional daquele ano, terminou 17 x 0.
Com a repercussão do seu feito, sua fama ultrapassou as fronteiras do município e o dirigente Gunnar Goranson mandou busca-lo para fazer testes no Flamengo, que montava uma nova equipe para o campeonato carioca de 1968. Fez ótimos treinamentos ao lado de Manicera, Dionísio e Rodrigues Neto, entre outros e foi aprovado pelo, então técnico, Walter Miraglia. Quando sua contratação parecia certa, um impasse entre os dirigentes dos clubes, acabou encerrando as negociações.
Cica, então, desenvolveu sua carreira e continuou fazendo seus gols por clubes do interior de Minas, como Social e Mineiro de Santos Dumont, Vila Nova de Nova Lima, Formiga da cidade de mesmo nome e Vila do Carmo, de Barbacena, onde encerrou sua carreira profissional.
Cica, orgulhoso, guarda com carinho a edição do Guiness Book de 1998, onde seu feito histórico está registrado na página 287, exatamente entre dois dos maiores jogadores de todos os tempos: Pelé (maior número de títulos) e Ademir Menezes, (maior artilheiro brasileiro em copas do mundo - 9 gols, em 1950).
Não sabe, ao certo, quantos gols marcou em sua carreira (e foram muitos), mas, daqueles 12, assinalados no dia 10 de dezembro de 1967, certamente ele nunca esquecerá.

Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma

Historia do Futebol Parte II & ESCUDOS Andre Martins em 27 Jan 2009

Protegido: AMÉRICA FC DE EMBU DAS ARTES/SP

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Celso Franco & (SÃO PAULO) Celso Franco em 26 Jan 2009

O time do bairro em que nasci… Breve história do Cambuí F.C.

Cambuí F.C. de Campinas / SP

Cambuí F.C. - Cambuí F.C.

Novo escudo do Cambuí F.C.

O Cambuí F.C. foi fundado em Campinas no dia 01/06/1937. Seu nome foi em homenagem ao bairro em que foi formado ( um dos mais charmosos de Campinas ) e as suas belissímas árvores da família das mirtáceas que em seus galhos florescem miúdas flores brancas e perfumadas; seus frutos vermelhos quase roxos tornam uma festa para passarinhos e abelhas. Suas cores : verde e branco.

Fundadores:

Arthur Franz - 1º Presidente
Bonfiglio Garutti
Otto Kriegel
Antonio Luvizzari
Francisco Ortega
Fernando Moreira
Benedito Amaral
Hermínio Gaiani

Entre seus inúmeros títulos no futebol destaca-se :

Vice - campeão em 1946
Campeão Campineiro da 2ª divisão em 1950
Vice - campeão em 1952 da 1ª Divisão

O Cambuí F.C. sagrou-se o grande campeão do Megamaster-2008 ao vencer o E.C. Bela Vista, no 1º jogo por 4 X 3 e na segunda partida realizada em 23/11/2008, obteve um empate em 2 X 2.

Atualmente, o Cambuí F.C. se destaca por suas famosas escolinhas de futebol em conjunto com o Cruzeiro E.C. de Belo Horizonte / MG e tem sua sede localizada a Rua Anuar Murad Bufarah, 405 - Cambuí - Campinas / SP CEP: 13035-630. Participa ativamente dos campeonatos de bocha na cidade e em nível estadual.

Cambuí  FC - Cambuí  FC

Time que disputou a LCF DE 1965.

Fonte: Arquivo pessoal / LCF

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 26 Jan 2009

Saudades de um bom meio de campo

Um time precisa ter padrão de jogo, conjunto e um esquema definido. Hoje , mais do que nunca no futebol profissional, vencer é mais do que um objetivo é uma necessidade para sobreviver. Para um técnico de futebol , definições táticas estão atreladas a um intenso preparo físico da equipe e a dimensão tática tem se refletido na colocação de 4 ou 5 jogadores no meio de campo, dando especial atenção àqueles de marcação, de contenção.
Este humilde preâmbulo vem de encontro à lembrança que tenho dos grandes jogadores de meio de campo dos diversos times do Brasil pelos anos 60 , 70 e alguns dos anos 80.
Sem querer esgotar a grande quantidade de craques que passaram por nossos campos, comecei a relacionar num pedaço de papel alguns jogadores que vi jogar a partir de 1962. Evidente que esquecerei de muitos e uma ou outra posição pode estar invertida.
Relacionei apenas duplas para o meio de campo, não entrei no mérito se o esquema era 4-3-3, 4-4-2 ou 4-2-4.
Para cada dupla um breve relato sobre um jogador

PALMEIRAS
1-Zequinha e Chinesinho.
Chinesinho foi decisivo na conquista do Supercampeonato Paulista pelo Palmeiras em 1959, quebrando um jejum de quase nove anos. O Palmeiras derrotou o Santos por 2 a 1, de virada, no Pacaembu. Os gols foram de Julinho e Romero. Do Palmeiras, Chinesinho foi para o Modena, da Itália. Com o dinheiro de sua venda a equipe verde reformou o Parque Antártica e construiu o atual Jardim Suspenso.
2-Dudu e Ademir da Guia
Ademir foi um dos mais geniais meios-campistas do futebol brasileiro em todos os tempos. Assim como o pai, ele começou a carreira no Bangu e foi contratado pelo Palmeiras em 1961. Herdou o apelido do pai, “Divino”, e brilhou no Parque Antártica até 1977, quando encerrou a carreira.
3-Cesar Sampaio e Rincon
Nascido em Buenaventura, Colômbia, em 14 de agosto de 1966, Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia, conhecido como Rincón, foi um grande jogador de futebol. Volante e meia, começou a carreira no Atlético Buenaventura, passando depois por Independiente de Santa Fé, América de Cali, Palmeiras, Napoli, Real Madrid, Santos e Corinthians.

SANTOS
1-Zito e Mengálvio
Nascido no dia 17 de dezembro de 1939, em Laguna (SC), Mengálvio começou a carreira de jogador na equipe do Aimoré, da cidade de São Leopoldo (RS), no final dos anos 50. Jogando pela modesta equipe, o meio-campista foi vice-campeão estadual. Contratado pelo Santos, em 1960, ele formou uma das mais famosas linhas de ataque do futebol mundial: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Pelo Peixe, Mengálvio, que sabia atuar na meia e também como volante, conquistou vários títulos.
2-Ze Mario e Ailton Lira
Nascido no dia 19 de fevereiro de 1951, em Araras (SP), Lira fez parte do time santista campeão paulista em 1978, na época dos “Meninos da Vila”. Além do Peixe, Aílton Lira jogou na Ponte Preta, na Caldense (MG), no São Paulo, no Al Nassr (Arábia Saudita), Guarani, União São João (SP), Comercial (SP), Portuguesa Santista (SP), Itumbiara (GO) e Guará (DF).

SÃO PAULO
1-Edson e Gerson
Nascido no Rio de Janeiro no dia 20 de junho de 1943, Édson Cegonha começou no Bonsucesso (RJ). Chegou ao Corinthians em 1963 e ficou no Parque São Jorge até 1969. Atuou ao lado de jogadores como Rivellino, Tales, Flávio Minuano e Paulo Borges. O período era difícil. O Corinthians não conseguia superar o Santos de Pelé e também vivia um jejum de títulos que durava desde 1954.
Mesmo assim, Édson, que era volante e foi deslocado algumas vezes para a lateral-esquerda (chegou a estar na lista dos 40 jogadores para a Copa do Mundo de 1966), fez boas partidas com a camisa alvinegra. Ao todo foram 186 jogos (110 vitórias, 37 empates e 39 derrotas) e 17 gols (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).
Deixou o Corinthians para jogar o São Paulo, clube pelo qual foi bicampeão paulista: 1970/71. Assim como no Corinthians, Édson Cegonha se destacou com a camisa tricolor, num time que contava ainda com Toninho Guerreiro, Terto, Gérson, Roberto Dias, entre outros. Jogou 205 vezes pelo São Paulo (106 vitórias, 51 empates e 48 derrotas) e marcou 16 gols (fonte: Almanaque do São Paulo - Alexandre da Costa).
Para fechar o trio de ferro, em 1973 o versátil jogador se transferiu para o Palmeiras. Fez parte de bons times alviverdes. Ficou no Palestra Itália até 1975. Foram 80 partidas (45 vitórias, 20 empates e 15 derrotas) e três gols

CORINTHIANS
1-Tião e Rivelino
Tião, que jogou também no Guarani e no Juventus, ficou marcado como fiel escudeiro de Rivelino ao defender o Timão de 1968 a 1975. O volante disputou 363 jogos e marcou 13 gols com a camisa alvinegra (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).O jogo da vida de Tião foi Corinthians 4x3 Palmeiras, no Morumbi, em 71. Na ocasião, Tião marcou um dos gols da histórica virada corintiana sobre o arqui-rival. Os outros gols do Corinthians foram marcados por Mirandinha (2) e Adãozinho. César Maluco (2) e Leivinha fizeram para o Verdão.
O jogo foi no dia 25 de abril de 1971, numa tarde gelada de domingo de 8 graus no Morumbi. O técnico Francisco Sarno escalou: Ado, Zé Maria, Sadi, Luis Carlos Gálter, Pedrinho, Tião, Rivellino, Lindóia depois Natal, Samarone depois Adãozinho, Mirandinha e Peri. Apitou Armando Marques, que expulsou Leivinha e Rivellino.

2-Biro Biro e Sócrates
O pernambucano, nascido no dia 18 de maio de 1959, começou a carreira no Sport Recife e se transferiu para o Corinthians em 1978. Na época, o folclórico presidente corintiano Vicente Matheus o anunciou como Lero-Lero, o que provocou enorme gozação.
Dentro de campo, Biro-Biro não brincou em serviço e jogando um futebol muito sério conquistou os torcedores do Timão, que o elegeram como símbolo da equipe. Se Sócrates, Palhinha, Zenon, eram os talentos da equipe, Biro-Biro figurava como um jogador importante na marcação e muito disciplinado taticamente.
Graças aos fãs corintianos, elegeu-se vereador em São Paulo, em 1988. No ano seguinte, deixou o Parque São Jorge para jogar na Lusa, onde não brilhou. Também atuou no Guarani e Remo, antes de encerrar a carreira.

PORTUGUESA
1-Pampolini e Nair
Pampolini foi contemporâneo de Manga, Nilton Santos, Chicão, Cacá, Zé Maria, Paulistinha, Zé Carlos, Neivaldo, Édson, Airton Povil, Elton, Garrincha, Amarildo, Quarentinha, Zagalo, Paulo Valentim, e tanta gente boa que, brilhantemente, defendeu o Botafogo. Pampolini, 347 jogos e 27 gols (1955 a 1962).
Em 1962, deixou o Glorioso e foi defender a Portuguesa de Desportos, então dirigida pelo saudoso Aimoré Moreira. Na Lusa, Pampolini sagrou-se vice-campeão paulista de 1964 jogando ao lado de Félix, Orlando Gato Preto, Jair Marinho, Wilson Pereira, Henrique Pereira, Wilson Silva, Edilson, Ditão, Almir, Dida, Ivair, Henrique Frade, Sílvio Major, Nair e Édson, também ex-Botafogo.
Na Lusa, Pampolini jogou até 1968, quando encerrou sua carreira. Defendeu outras duas equipes por rápidos empréstimos, enquanto tinha o passe preso à Lusa do Canindé: em 1965, jogou pelo Atlético-MG, e em 1966, pelo Taubaté.

FERROVIÁRIA
1-Dudu e Bazani
Bazani é o maior símbolo da história da Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, equipe que ficou conhecida nos anos 60 como o “Santos do Interior”. Sonhava em rever a equipe grená na primeira divisão do Campeonato Paulista. Infelizmente, não conseguiu.
Cirurgião-dentista atuante até meses antes de falecer, Bazani jogou no Corinthians de 63 a 65, fazendo 87 jogos (41 vitórias, 18 empates, 30 derrotas) e marcando 15 gols, sendo um deles no Santos, de Pelé, no segundo turno do Campeonato Paulista de 1964 (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte). Só que o Santos, de virada, ganhou por 7 a 4.
Na Ferroviária, Bazani, por décadas, formou inesquecíveis alas-esquerdas, criadas por monumentais ataques Afeanos: Bazani e Boquita; Bazani e Beni; Bazani e Pio e Bazani e Nei.

FLAMENGO
1-Andrade
Andrade vestiu a camisa rubro-negra por 10 anos: 1977 até 1987. Segundo o “Almanaque do Flamengo”, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, foram 566 jogos pelo rubro-negro (329 vitórias, 138 empates e 99 derrotas) e 28 gols. Transferiu-se para a Roma, da Itália, e retornou ao futebol carioca, em 90, para defender o Vasco da Gama. Jogou também no Linhares (ES).
Trata-se de um dos maiores vencedores de Brasileiros, já que venceu cinco (contanto a polêmica Copa União de 87). O último, em 89, vestindo a camisa do Vasco (era reserva de Zé do Carmo no time comandado por Nelsinho Rosa).
e Adílio

CRUZEIRO
1-Ze Carlos e Dirceu Lopes
Dirceu Lopes foi um jogador que empatou com Ademir da Guia em tudo: no talento, na humildade, na falta de ambição e vaidade, na má sorte e na injustiça. Ambos foram esquecidos pela seleção brasileira de forma lamentável. No interior mineiro, Divino, o algoz de Dirceu Lopes, é visto como um Márcio Nunes. Um (Márcio Nunes) acabou com o Galinho no Maracanã. E o outro (Divino) vitimou Dirceu Lopes

ATLETICO MINEIRO
1-Vanderlei e Humberto Ramos
Humberto Ramos passa por Mura, Carlos Roberto e Marco Aurélio. Chega na área e cruza para Dadá Maravilha. A cabeçada sai perfeita, longe do alcance de Wendell. O Atlético abre o placar contra o Botafogo e, minutos depois, começa a comemorar o título de campeão brasileiro de 1971. Este foi o momento mais importante da carreira de Humberto da Silva Ramos, ex-meia que chegou ao Galo em 1966, e defendeu também Grêmio, América (RN), Vila Nova (GO), Internacional de Limeira, Colorado (PR), Coritiba e Valério Doce de Itabira, onde parou em 1984.

BAHIA
1-Paulo Rodrigues e Bobo
Eleito um dos maiores ídolos do Tricolor Baiano em todos os tempos, Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, foi peça essencial na equipe comandada por Evaristo de Macedo que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Ao lado do centroavante Charles, do meia Zé Carlos, do ponta Marquinhos, do volante Paulo Rodrigues, entre outros, fez do Bahia, o “azarão” do campeonato nacional de 1988, uma equipe muita temida.
Para ter Bobô, o Tricolor do Morumbi desembolsou mais de US$ 1 milhão, valor fora dos padrões dos clubes brasileiros na época, e ainda liberou para o Bahia os passes do centroavante Marcelo e do zagueiro Wágner Basílio.
No entanto, para infelicidade dos cartolas tricolores, Bobô não rendeu tudo o que podia no Tricolor Paulista, mas mesmo assim conquistou o título paulista de 1989.
No ano seguinte, em baixa no time paulista, Bobô foi defender por empréstimo o Flamengo e mais uma vez não vingou. Em 91, o São Paulo envolveu ele na troca com o Fluminense pelo ponta-esquerda Rinaldo, o mesmo que foi crucificado por não ter passado a bola para Pelé no jogo comemorativo do 50º aniversário do Rei.
No Tricolor das Laranjeiras, Bobô viveu um bom momento, fazendo dupla com o centroavante Ézio, que tinha sido contratado à Portuguesa.
Em 1993, o baiano deixou o Flu para jogar no Corinthians, clube que ele disse ter sido marcante na sua carreira apesar do pouco tempo que ficou no Parque São Jorge.
Depois do Timão, Bobô atuou pelo Internacional e depois ainda retornou para o Bahia, antes de encerrar a carreira e tornar-se comentarista esportivo.

VASCO
1-Felipe e Juninho
Por várias vezes, Juninho foi considerado o 12º jogador do time são-paulino. Era um reserva que entrava e incendiava a partida. Foi assim, inclusive, na final do Mundial de Clubes de 1993, quando Juninho participou da vitória do São Paulo sobre o Milan, 3 a 2.
Juninho defendeu o time do Morumbi entre 1993 e 1995. Uma proposta milionária do até então pouco conhecido Middlesbrough fez o meia-armador trocar de país. Juninho foi para a equipe inglesa. Jogou lá, e bem, até 1997, quando teve seu passe negociado com o Atlético de Madrid.
Juninho permaneceu no clube espanhol até 1999. Chegou a vestir ainda, mais uma vez, a camisa do Middlesbrough. Em 2000, ele retornou ao futebol brasileiro. Quem o contratou foi o Vasco da Gama, que já tinha um grande time.
E foi em São Januário, por causa de outro Juninho (o Juninho Pernambucano), que Juninho ganhou também o apelido de Juninho Paulista. E os dois, como armadores da equipe cruz-maltina, foram importantes para a conquista da Copa João Havelange de 2000. E no ataque, o Vasco tinha ainda o baixinho Romário.
Depois do Vasco, Juninho defendeu ainda o Flamengo (2001 até 2002), outra vez o Middlesbrough (entre 2002 e 2004), Celtic (2004 até 2005), Palmeiras (2005 até 2006), Flamengo mais uma vez (2006 até 2007) e Sidney (2007

BOTAFOGO
1-Carlos Roberto e Gerson
Carlos Roberto fez parte daquele time demolidor de 67 e 68 que tinha: Cao, Moreira, Moisés, Sebastião Leônidas e Valtencir. Nei Conceição, Carlos Roberto e Gérson; Jairzinho Furacão, Roberto Miranda e Paulo César Caju.
Carlos Roberto tem ótima lembrança também do Santos Futebol Clube, onde formou bom meio de campo na Vila, em 1976, ao lado de Clodoaldo e Aílton Lira.

BANGU
1- Lorico e Ocimar
Ocimar jogou no inesquecível time do Bangu Campeão Carioca de 1966. Ele participou daquela final dramática que não teve volta olímpica do Bangu - que foi campeão ao golear o Fla, de Valdomiro, por 3 a 0 -, mas que teve muita polêmica.
O goleiro Valdomiro (do Fla) foi acusado de corpo mole (nunca provado) e Almir, vendo que o título já estava perdido, agrediu jogadores do Bangu, principalmente Ladeira (hoje o técnico de juniores, Adaílton Ladeira).
O pau quebrou de forma generalizada no Maracanã e o jogo foi encerrado antes de seu tempo normal. Itamar, zagueiro-central do Flamengo, também brigou muito, mas igualmente foi um dos derrotados ao lado de Valdomiro, Murilo, Paulo Henrique, Carlinhos, Carlos Alberto, Silva, Almir, Nelsinho Rosa, dentre outros.
E o Bangu A.C. entrou para a história jogando com Ubirajara, Fidélis, Mário Tito (já falecido), Luís Alberto e Ari Clemente; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Ladeira, Cabralzinho e Aladim. O técnico era Alfredo Gonzalez.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (MINAS GERAIS) Diogo Henrique em 26 Jan 2009

A evolução do escudo do Social-MG

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Em 1920, o antigo Calado (hoje, Coronel Fabriciano) sediava escritório de duas empresas, a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Cia. Belgo-Mineira. A Belgo-Mineira tinha suas tradições na cor azul. A pintura de seus veículos e de suas casas eram nessa tonalidade. A E.F.V.M, por sua vez, tinha como cores o verde, o vermelho e o amarelo, que estavam estampados em suas locomotivas “maria-fumaça”. E foi assim, através do azul e do amarelo, que surgiram duas equipes de futebol. Sendo o time amarelo da ferrovia, conhecido como Ferroviário. E o time azul era o da Belgo-Mineira.
Por volta de 1935, o povo de Calado resolveu juntar os dois times. O primeiro nome escolhido foi Sociedade. No início da década de 1940, surgiu a idéia de Social Futebol Clube, nome registrado e oficializado em outubro de 1941.
Em toda sua história o social já possuiu ao todo 7 escudos…
São eles:

social 1 mg - social 1 mgsocial 2 mg - social 2 mgsocial 3 mg - social 3 mgsocialfc 3 mg - socialfc 3 mgsocialfc 2 mg - socialfc 2 mgsocialfc mg - socialfc mg

Fonte: www.socialfutebolclube.com.br

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (ESPÍRITO SANTO) Diogo Henrique em 26 Jan 2009

Protegido: América-ES

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Historia do Futebol Parte II & Jogos Históricos Eduardo Cacella em 26 Jan 2009

JOGOS INESQUECÍVEIS DO BONSUCESSO FC

Fonte e autor:Blog fanaticospelocesso e André Luiz Queiroz

No setor nacional, as mais expressivas e brilhantes vitórias foram estas:
Em 1931, no returno do Campeonato, vencemos o C.R. Flamengo pela elevada contagem de 6x2.

Em 1932, no Parque Antártica, contra o Palestra Itália, hoje Palmeiras, até então invicto contra equipes cariocas, o Cesso venceu por 3x1. Na equipe alviverde figuraram Primo, Bianco, Serafini, Ministrinho, Romeu, Amílcar, Pepe, Lara, Imperato e Gogliardo. A atuação de nossos defensores foi tão saliente que mereceu da imprensa paulista o galardão de “Esquadrão Acadêmico” como era conhecido por vários anos.

Em 1933, vencemos o famoso esquadrão do São Paulo FC, no Torneio Rio-São Paulo, por 5x4, integrado por “astros” da categoria de Nestor, Bartô, Orozimbo, Waldemar de Brito, Frienderich, Petronilho e Hercules.

Em 1938, o Bonsucesso FC depois de estar perdendo por 3 a 0, em sensacional “virada”, derrotou o Flamengo por 4x3.

Em 1956, perdíamos por 4 a 0 para o Vasco da Gama, quando em brilhantíssima reação igualamos a contagem em 4x4.

No setor do futebol internacional, o Bonsucesso figura entre os clubes brasileiros que mais atuaram no estrangeiro, visitando 46 paises das Américas, Europa, África, Oriente, Ásia e Arábia, onde disputou 104 partidas, vencendo 76, empatando 16 e perdendo 12, com um saldo de 49 gols.

As mais expressivas vitórias internacionais foram estas: na Bulgária, contra a seleção búlgara por 3 a 2; na Romênia contra o campeão Rapid de Bucarest, por 1x0; contra a Seleção Chilena, por 2x1; contra o campeão peruano, o Alianza, por 2x0; contra o Guadalajara do México, por 3x1; contra as seleções do Líbano por 5x1; Síria, por 1x0; Jordânia, por 4x1; Líbia, por 6x1; Porto Rico, por 2x1; El Salvador, por 3x0, contra o Santa Fé, da Colômbia, por 2x1; em Frankfurt, na Alemanha, por 2x0; na Polônia, contra o Kawich por 2x1; na França contra o Reins, por 2x1; na Venezuela, contra o Circuito Italiano, por 3x2; na Noruega contra o Skai, por 1x0 e na Espanha contra o Espanhol de Barcelona por 2x1.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Auriel de Almeida & (RIO DE JANEIRO) & Campeonato Fluminense Auriel de Almeida em 26 Jan 2009

ARTIGO DA SEMANA N°3/2008 Todos os clássicos do futebol em Niterói

Ao contrário de Campos, onde no decorrer da história Goytacaz e Americano se estabeleceram como o principal clássico local, o futebol de Niterói foi marcado por altos e baixos de clubes, e a mudança constante no posto de maior clássico local. Confiram os principais clássicos históricos da cidade:

Ararigboya versus Guarany
Quando: Décadas de 1910 e 1920
Situação atual: Extinto
Dois dos mais velhos clubes niteroienses, Guarany e Ararigboya eram grandes clubes na década de 1910 e eram vizinhos do bairro de Santa Rosa. O clássico entre os dois clubes era sempre chamado de “a mais antiga rivalidade da cidade”, num autêntico clássico vovô. Os confrontos entre o clube da camisa rubra (Guarany) e “os periquitos” (Ararigboya) dentro do campeonato niteroiense eram apelidados de “Campeonato de Santa Rosa”, pois quem conseguisse mais pontos no confronto direto era considerado o campeão do bairro por sua torcida.

Os dois clubes se tornaram apenas médios já na década de 20, mas o clássico continuou conceituado e respeitado. Perto do fim da década o Ararigboya não conseguiu manter o time e sumiu, deixando o agora São Bento (nome adotado pelo Guarany em 1926) sozinho, até seu fim, nos anos 40.

Byron versus Barreto
Quando: Décadas de 1910 a 1940
Situação atual: Extinto
Byron e Barreto, rivais do bairro operário do Barreto, se enfrentam em amistosos desde a década de 10, quando os clubes eram compostos por operários da fábrica de fósforos Fiat Lux (Barreto) e da fábrica de tecidos Manufatora (Byron, que não era exatamente um clube da fábrica, mas por alugar o seu terreno acabou atraindo os operários da mesma). Na década de 20, já considerados grandes clubes da cidade - ao lado dos elitistas Canto do Rio e Fluminense, com quem formavam o chamado “Grupo dos Quatro” - Byron e Barreto eram responsáveis pelos maiores públicos de Niterói e detinham, de longe, as maiores torcidas da cidade.

Zizinho, que jogava no Byron antes de se transferir para o Flamengo, dá uma palha sobre o que era o clássico em sua biografia, onde narra um dos inúmeros jogos de casa cheia entre as equipes.

Freqüentemente o jogo Byron x Barreto era considerado pela imprensa como o maior e mais empolgante clássico local, por seu apelo muito mais popular - o outro grande clássico, Canto do Rio versus Fluminense movia apenas o grupo mais seleto da sociedade.

O “Clássico da Zona Norte” teve fim em 1942, quando após o Barreto montar uma equipe caríssima e fora de sua realidade financeita para tentar se inscrever no Campeonato Carioca - o Canto do Rio foi escolhido no seu lugar - o “Leão do Norte” fechou as portas, cheio de dívidas. Com a morte do Barreto e do clássico entre eles, o Byron também perdeu importância e se apequenou, sem ter ninguém para dividir o espetáculo que movia o público da Zona Norte da cidade. Os cruzmaltinos ainda largaram o futebol nos anos 50, cheios de dívidas e expulsos da Rua Dr. March pela Cia. Manufatora (que montou um clube novo, o Manufatora A.C.). Após mais de 20 anos apenas como clube social, o Byron fechou as portas em 1978.

Canto do Rio versus Fluminense
Quando: Décadas de 1910 a 1960
Situação atual: Pode ser reativado
O chamado bairro “chic” de Icaraí viu nascer no começo da década de 1910 dois clubes que logo dividiriam a atenção da cidade: Canto do Rio e Rio Branco (que em 1916 mudaria de nome para Fluminense). Contudo, os dois clubes só se enfrentaram pela primeira vez em 1919, quando finalmente disputaram um campeonato de uma mesma liga. O confronto era aguardado com ansiedade pela imprensa e torcida da elite da cidade, pois finalmente os clubes prediletos de Icaraí iriam se enfrentar. O Fluminense venceu o primeiro confronto entre as equipes e naquele mesmo ano conquistou o campeonato da Liga Sportiva Fluminense.

O confronto ganhou o apelido de “Clássico da Zona Sul”, e os dois clubes se tornariam os prediletos das classes mais altas de Niterói. Ao lado de Byron e Barreto - os prediletos da classe operária - Canto do Rio e Fluminense faziam parte do “Grupo dos Quatro” da década de 20. Com a extinção dos clássicos Guarany x Ararigboya e Byron x Barreto passou a ser chamado também de “o mais velho clássico da cidade”.

O clássico perdeu um pouco de importância na década de 40, quando o Canto do Rio ingressou no Campeonato Carioca e passou a usar um time “B” no campeonato niteroiense, dando início a uma era em que o Canto do Rio se considerava “sem rivais” na cidade e a rivalidade sempre ficou mais do lado do adversário dos cantorrienses - mas continuou charmoso e bem-conceituado na imprensa.

O Fluminense enfraqueceu muito nos anos 50, quando passou sem títulos, até abandonar o futebol no começo dos anos 60. Será que algum dia o Fluminense monta uma equipe de futebol e o clássico volta a ser disputado? Depois de 40 anos, é muito difícil.

Barreto e Byron versus Fluminense e Canto do Rio
Quando: Décadas de 1910 a 1950 (contra o Barreto até 1940)
Situação atual: Extinto
Como seria natural de se esperar, os jogos entre os grandes da Zona Sul contra os grandes da Zona Norte também eram considerados clássicos. Byron x Fluminense, Canto do Rio x Barreto, Barreto x Fluminense e Byron x Canto do Rio realizaram grandes partidas na cidade.

Como curiosidade, alguns tabus: não importa o quanto o Barreto estivesse bem, ele quase sempre perdia para o Fluminense, no clássico de longe mais desequilibrado. Do outro lado, o Barreto se saía muito bem contra o Canto do Rio. Byron x Fluminense geralmente terminava em confusão, e as torcidas de Canto do Rio e Barreto eram muito amigas, talvez pela semelhança das cores.

Ypiranga versus Niteroiense
Quando: Décadas de 1920 a 1960
Situação atual: Extinto
Quando em fins da década de 20 o Ypiranga se tornou o “quinto” grande da cidade, a imprensa logo tratou de arrumar um rival para ele, e passaram a chamar o jogo contra o médio Niteroiense de “Clássico do Centro”, pois eram clubes da região central da cidade. Na carona, o Niteroiense era até mesmo incluído no agora chamado “Grupo dos Seis”.

Porém, o Niteroiense sempre se mostrou mais frágil e pouquíssimo popular em termos de torcida, e logo esse clássico passou a ser desconsiderado como realmente importante. Os clubes se enfrentaram até os anos 60, e por vezes se comentava que o jogo tinha uma certa rivalidade a mais, mas foi um clássico que pouco empolgou. O Niteroiense acabou em 1980, e o Ypiranga hoje é um clube abandonado e juridicamente extinto.

Ypiranga versus Canto do Rio, Fluminense, Byron e Barreto
Quando: Décadas de 1920 a 1960 (contra Barreto até 1940 e Byron até 1950)
Situação atual: Extinto
Quando se tornou um grande clube, naturalmente os confrontos do Ypiranga com os outros grandes tornaram-se clássicos.

O destaque fica com o jogo Ypiranga x Byron, presença constante nas finais dos anos 20 e 30. Dizia-se que quando um dos dois era campeão, geralmente o outro fora o vice.

O clássico Ypiranga x Fluminense também teve grande importância, principalmente por conta do caso de 1930 (quando os clubes dividiram o título) e as constantes brigas em campo.

Fonseca versus Ypiranga
Quando: Década de 1910 e depois décadas de 1930 a 1960
Situação atual: Extinto
Na década de 1910 Fonseca e Ypiranga eram os dois clubes principais do bairro Fonseca, e se enfrentavam apenas em amistosos. Na década de 20, porém, o Ypiranga se tornou um clube mais expressivo e se mudou para São Lourenço, acabando com o clássico.

Em fins da década de 30, no entanto, o Fonseca se tornou um grande clube e a rivalidade entre os dois voltou a se acender - com o Fonseca inclusive tomando o lugar do Niteroiense como o “sexto grande”.

Nos anos 50 e 60 a rivalidade foi fortíssima, e com o enfraquecimento do Fluminense, sumiço de Byron e Barreto e a presença do Canto do Rio apenas com um time “B” no campeonato da cidade o jogo entre Ypiranga e Fonseca era muitas vezes tratado como o maior clássico da cidade dessas duas décadas. E, não à toa, foram os clubes que mais conquistaram títulos niteroienses.

Canto do Rio versus Fonseca
Quando: Décadas de 1930 a 1960
Situação atual: Pode ser reativado
A ascensão do Fonseca coincidiu com a ida do Canto do Rio para o Campeonato Carioca e a utilização de times “B” no campeonato niteroiense. Mas em uma era em que o Canto do Rio se considerava “sem rivais”, e que todos os demais clubes rivalizavam com o Canto do Rio (o “primo rico” da cidade) foi curioso o desenvolvimento de uma rivalidade que era maior extra-campo do que no limite das quatro linhas, entre Fonseca e Canto do Rio.

Quando o Fonseca liderou o retorno ao profissionalismo em 1952, os dirigentes do Canto do Rio ficaram preocupados - afinal, corriam o risco de perder a “licença especial” no Campeonato Carioca e tornar a disputar o Campeonato Niteroiense/Fluminense. Por muitas vezes foi dito que se era assim o Canto do Rio preferia fechar o departamento de futebol a disputar um campeonato deficitário, causando mal-estar entre os clubes.

O Canto do Rio conseguiu continuar no Campeonato Carioca, mas o Fonseca conseguiu aumentar sua expressão na cidade consolidando-se como o maior clube niteroiense a disputar os campeonatos do lado niteroiense da baía. E então a cidade se viu com dois grandes clubes representanto lados diferentes - o Canto do Rio representando o lado niteroiense totalmente incorporado à realidade carioca, e o Fonseca representando o lado resistente à “carioquização” que os niteroienses sofriam há tempos. Como resutado, as duas torcidas tornaram-se rivais e os jogos entre os clubes bastante tensos.

Não é preciso dizer que o lado da carioquização do niteroiense venceu - e não foi nem através do Canto do Rio, pois os dois clubes entraram em decadência no mesmo ano (1965) - o Canto do Rio foi expulso do Campeonato Carioca e o Fonseca fechou o departamento de futebol. Aos niteroienses restou torcer apenas para os clubes cariocas mesmo, com o Canto do Rio de segundo time e olha lá.

Fonseca versus Manufatora
Quando: Fim da década de 50
Situação atual: Extinto
Embora nunca fosse considerado um clube “grande”, os jogos decisivos do Manufatora com o Fonseca no fim dos anos 50 serviram para transformar esse jogo em um pequeno clássico, ou ao menos em um jogo de muita rivalidade. Porém, a duração foi muito curta - não chegou a uma década.

Manufatora versus Costeira
Quando: Décadas de 1960 e 1970
Situação atual: Extinto
Os dois clubes profissionais dos anos 70 se tornaram grandes rivais, graças à seguidas confusões em campo nos jogos entre as equipes. A imprensa niteroiense, então, tentou investir na imagem desses clubes enquanto rivais da cidade. Porém, foi uma rivalidade limitada aos sócios dos dois clubes, já que à essa altura o público de Niterói já não tinha interesse nenhum por esses dois clubes.

Historia do Futebol Parte II & Artigo da Semana 2009 Eduardo Cacella em 26 Jan 2009

ARTIGO DA SEMANA NÚMERO 3/2009 VOTAÇÃO ENCERRADA


RESULTADO FINAL

1°Todos os Clássicos de Niterói - Auriel de Almeida 11 VOTOS
2°Campeonato Baiano de 1935 - Inédito!!! - Alexandre Lima 07 VOTOS
- Álbuns de Figurinhas - Quem não colecionou ??? - Celso Franco 07 VOTOS
4°Amistosos do Madureira na Bahia em 1937 de Alexandre Lima 04 VOTOS
- Amistosos do 1º semestre de 1963 de Júlio Diogo 04 VOTOS
6°Porque sumiu a numeração de 1 a 11 de Gilberto Maluf 02 VOTOS
- A história da Taça Cidade de Campos e Taça Cidade de Niteroi - Auriel de Almeida 02 VOTOS
8°RN: Artilheiros nos ultimos 20 anos - Ricardo Amaral 01 VOTO
- Morte de Garrincha completa 26 anos - Eduardo Cacella 01 VOTO
- O toma lá dá cá no futebol, de Galdino Ferreira 01 VOTO
- Taça Competência de Gilberto Maluf 01 VOTO
- CURIOSIDADE - EVOLUÇÃO DOS CLUBES NO BRASIL - Jorge Farah 01 VOTO
- Associação Rocinhense de Futebol, 100 anos de História - Celso Franco 01 VOTO
- A História do clássico Rio Cricket x Paissandu de Alexandre Martins 01 VOTO

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Roberto Pypcak & CLUBES Roberto Pypcak em 25 Jan 2009

Divulgado 1º ranking da IFFHS da temporada de 2009

O primeiro ranking do ano da famosa Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), divulgado esta semana, apontou o São Paulo como integrante do chamado “top 10″ da entidade. Graças à conquista do hexacampeonato nacional, em dezembro, o Tricolor passou a ocupar o 10º lugar.

Por causa da conquista do Mundial de Clubes, ao bater a LDU por 1 a 0, o Manchester United assumiu a liderança geral.

Abaixo, os 10 primeiros do ranking da IFFHS:

1. Manchester United (Ing) - 292 pontos
2. Bayern Munique (Ale) - 272 pontos
3. Liverpool (Ing) - 267 pontos
4. Barcelona (Esp) - 266 pontos
5. Boca Juniors (Arg) - 262 pontos
6. Chelsea (Ing) - 253 pontos
7. Roma (Ita) - 240 pontos
8. Estudiantes (Arg) e Fiorentina (Ita) - 230 pontos
10. São Paulo (Bra) - 223 pontos

Abaixo, os 10 primeiros clubes brasileiros:

1. São Paulo (10º) - 223 pontos
2. Fluminense (13º) - 212 pontos
3. Cruzeiro (24º) - 176 pontos
4. Flamengo (30º) - 169 pontos
5. Internacional (41º) - 162 pontos
6. Santos (62º) - 145 pontos
7. Botafogo-RJ (73º) - 136 pontos
8. Sport Recife (97º) - 118 pontos
9. Grêmio (107º) - 114 pontos
10. Vasco da Gama (128º) - 102 pontos

Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 25 Jan 2009

Protegido: Modelo revela que fez sexo dentro de estádio para satisfazer o marido

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Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ricardo Amaral & (RG DO NORTE) & AMISTOSOS NACIONAIS Ricardo Amaral em 24 Jan 2009

AMISTOSOS CLUBES RN EM 2009

Jogos da pré-temporada dos clubes do RN antes do inicio do estadual:

dta/jogo/local
3/1- Ferroviário/CE 2x1 Potiguar-M em Fortaleza/CE
4/1- Sel.Baraúna 1x2 Baraúnas de Mossoró em Baraúna/RN
6/1- Potiguar de Mossoró 0x2 Sousa/PB na cidade de Apodi
7/1- Sel. Felipe Guerra 0x2 Baraunas de Mossoró
7/1- América 4x0 Sel. Macaiba em Parnamirim
7/1- Real Independente 1x1 Esporte Patos/PB em Jardim de Piranhas
10/1-Campinense 2x1 Baraunas em Campina Grande/PB
11/1-Santa Cruz 0x1 America em Santa Cruz
111- Potyguar 0x2 Centenário em Currais Novos
11/1-Esporte/PB 1x0 Real Independente em Patos/PB
11/1- Macau 8x1 Sel. João Câmara/RN em Macau
11/1- Sousa 1x1 Potiguar-M em Sousa/PB
14/1- Baraúnas 2x0 Santa Cruz/RN em Mossoró
14/1- Alto do Rodrigues 1x3 Macau em Alto do Rodrigues/RN
14/1- ABC 12x0 Sel.Cidade da Esperança no Frasqueirão
14/1- Real Independente 3x1 São bento/PB em Jardim de Pirranhas
17/1- Macau 0x1 Corintians/RN em Macau
17/1- ABC 2x1 Alecrim no Frsqueirão em Natal
17/1- Palmeiras/RN 0x0 America em Goianinha/RN
17/1- Centenário 0x3 Potyguar-CN em Parelhas/RN

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ricardo Amaral & (RG DO NORTE) Ricardo Amaral em 24 Jan 2009

RN: Artilheiros nos ultimos 20 anos

Nos 20 últimos Campeonatos Estaduais do Rio G.Norte, o América, um dos principais times do estado, detem uma média muita baixa. Só teve dois artilheiros da competição. Em 1992, o atacante Paloma, com 11 gols e mais recente, em 2003, o atacante Sandro Gaúcho, com 12 gols marcados.
Nesse período,o seu maior adversário, o ABC, terminou o campeonato com um jogador do seu grupo como artilheiro 11 vezes. Só Sérgio Alves alcançou quatro vezes a artilharia da competição.
Completando a lista, o Potiguar de Mossoró fez três artilheiros, o Baraúnas dois, e Coríntians e Potyguar de Currais Novos um artilheiro.

Os 20 últimos artilheiros do Estadual :

1989: Zinho do ABC com 14 gols
1990: Romero do Baraúnas com 07 gols
1991: Cacau do Potiguar de Mossoró com 14 gols
1992: Paloma do América com 11 gols
1993: Cláudio José do ABC com 22 gols
1994: Renílson do ABC com 23 gols
1995: Cícero Ramalho do Potiguar de Mossoró com 15 gols
1996: Claudinho do ABC com 20 gols
1997: Claudinho do ABC com 20 gols
1998: Sérgio Alves do ABC com 10 gols
1999: Sérgio Alves do ABC com 18 gols
2000: Leonardo do ABC com 26 gols
2001: Sérgio Alves do ABC com 21 gols
2002: Júnior Baía do Coríntians com 13 gols
2003: Sandro Gaúcho do América com 12 gols
2004: Canindezinho do Potiguar de Mossoró com 14 gols
2005: Sérgio Alves do ABC com 15 gols
2006: Luciano Paraíba do Baraúnas com 11 gols
2007: Wallyson do ABC com 10 gols
2008: Quirino do Potyguar de Currais Novos com 09 gols
fonte:Dnonline

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Lima & (BAHIA) & Campeonatos Históricos Alexandre Lima em 23 Jan 2009

Campeonato Baiano de 1935 - Inédito!!!

Campeonato Baiano de 1935:
L.B.D.T. - Liga Baiana de Desportos Terrestres

Clubes Participantes:

Botafogo Sport Club (Salvador)
Energia Circular Futebol Clube (Salvador)
Esporte Clube Bahia (Salvador)
Esporte Clube Vitória (Salvador)
Esporte Clube Ypiranga (Salvador)
Fluminense Futebol Clube (Salvador)
Galícia Esporte Clube (Salvador)
Sport Club Brasil (Salvador)

Primeiro Turno:

14/04

Botafogo 6x0 Energia Circular - Cabeça de Boi (3), Ignácio (2) e Lindinho (Bot)

17/04

Galícia 2x2 Brasil - Vareta e Job (Gal); Natal e Nelson (Bra)

21/04

Vitória 6x3 Bahia - Mozart (2), Gazinho (2), Bahianinho e Novinha (Vit); Romeu (2) e Guga (Bah)

25/04

Botafogo 2x0 Galícia - Frederico (2)(Bot)

01/05

Energia Circular 4x3 Brasil - Pedro Braz (3) e Aureliano (Ene); Bindo (2) e Anisio (Contra)(Bra)

12/05

Fluminense 2x1 Vitória - Apollonio e Manteiga (Flu); Mozart (Vit)

06/06

Bahia 1x1 Ypiranga - Nestor (Bah); Betinho (Ypi)

09/06

Botafogo 4x2 Brasil - Cabeça de Boi, Frederico, Lindinho e Ignácio (Bot); Walter e Nelson (Bra)

13/06

Galícia 4x1 Energia Circular - Vareta (2), Vavá e Gradim (Gal); Henrique (Ene)

16/06

Vitória 3x2 Ypiranga - Raul, Novinha e Mozart (Vit); Ferreira (2)(Ypi)

20/06

Bahia 5x1 Fluminense - Benzinho (2), Romeu e Betinho (2)(Bah); Feliciano (Flu)

23/06

Botafogo 4x2 Vitória - Ignácio (2), Cabeça de Boi e Lindinho (Bot); Novinha (2)(Vit)

27/06

Bahia 3x1 Energia Circular - Ito (2) e Betinho (Bah); Bonfim (Ene)

30/06

Galícia 5x3 Fluminense - Vareta (3), Chico Antônio e Dedé (Gal); Palito (3)(Flu)

04/07

Brasil 3x0 Ypiranga - Natal (2) e Nelson (Bra)

07/07

Botafogo 3x3 Bahia - Ignácio (2) e Cabeça de boi (Bot); Romeu (3)(Bah)

11/07

Vitória 5x1 Energia Circular - Mozart (2), Gazinho (2) e Novinha (Vit)

14/07

Galícia 3x3 Ypiranga - Vavá, Dedé e Gradim (Gal); Lago, Almiro e Ferreira (Ypi)

18/07

Brasil 4x2 Fluminense - Natal (3) e Nelson (Bra); Cueca e Palito (Flu)

21/07

Botafogo 4x2 Ypiranga - Lindinho (3) e Frederico (Bot); Almiro e Ferreira (Ypi)

25/07

Fluminense 2x1 Energia Circular - Marinheiro e Castro (Flu); Aureliano (Ene)

01/08

Galícia 2x0 Bahia - Vareta (2)(Gal)

04/08

Vitória 5x2 Brasil - Mozart (2), Novinha, Raul e Gazinho (Vit); Pelágio e Natal (Bra)

08/08

Botafogo 4x3 Fluminense - Frederico (2), Cabeça de Boi e Lindinho (Bot); Marinheiro, Rosendo e Palito (Flu)

11/08

Ypiranga 5x2 Energia Circular - Ferreira (2), Ismael, Almiro e Idelfriades (Ypi); Mundinho e Da Hora (Ene)

15/08

Vitória 2x0 Galícia - Gazinho e Raul (Vit)

18/08

Brasil 2x0 Bahia - Bindo e Nelson (Bra)

22/08

Fluminense 5x2 Ypiranga - Palito (2), Castro, Moela e Manteiga (Flu); Ferreira (2)(Ypi)

Segundo Turno:

29/08

Botafogo 7x2 Energia Circular - Armando (Contra)(2), Frederico (2), Arlindo (Contra), Ignácio e Cabeça de Boi (Bot); Mundinho e Varella (Ene)

01/09

Galícia 4x1 Brasil - Gradim (2) e Servílio (2)(Gal); Pelágio (Bra)

05/09

Vitória 6x2 Bahia - Mozart, Bahianinho (2), Seabra, Novinha e Gazinho (Vit); Romeu (2)(Bah)

08/09

Ypiranga 3x0 Fluminense - Vivi (2) e Seu Deixa (Ypi)

12/09

Galícia 0x0 Botafogo

01/10

Bahia 3x2 Ypiranga - Astério, Ito e Benzinho (Bah); Cantarelli (Contra) e Ferreira (Ypi)

04/10

Brasil 2x1 Energia Circular - Popó e Pelágio (Bra); Mundinho (Ene)

06/10

Vitória 3x0 Fluminense - Mozart (2) e Bahianinho (Vit)

13/10

Botafogo 1x1 Brasil - Ignácio (Bot); Popó (Bra)

17/10

Galícia 7x2 Energia Circular - Vareta (3), Servílio (2), Chico Antônio e Gradim (Gal); Mundinho e Da Hora (Ene)

07/11

Vitória 1x0 Ypiranga - Gazinho (Vit)

05/12

Bahia 2x1 Fluminense - Tintas e Betinho (Bah); Marinheiro (Flu)

08/12

Botafogo 3x0 Vitória - Lindinho, Nezinho e Frederico (Bot)

12/12

Energia Circular 2x1 Bahia - Mundinho e Aureliano (Ene); Carioca (Bah)

15/12

Fluminense 5x3 Galícia - Castro (2), Armando, Marinheiro e Rosendo (Flu); Vareta (2) e Servílio (Gal)

19/12

Brasil 2x1 Ypiranga - Pelágio e Americano (Bra); Ferreira (Ypi)

26/12

Bahia 2x0 Botafogo - Ito (2)(Bah)

29/12

Energia Circular 5x3 Vitória - Henrique (2), Mundinho (2) e Da Hora (Ene); Novinha, Raul e Mila (Vit)

01/01/1936

Galícia 2x1 Ypiranga - Servílio e Vareta (Gal); Almiro (Ypi)

05/01/1936

Fluminense 2x2 Brasil - Marinheiro (2)(Flu); Gileno e Pelágio (Bra)

09/01/1936

Ypiranga 2x1 Botafogo - Vivi e Ferreira (Ypi); Lindinho (Bot)

12/01/1936

Energia Circular 6x4 Fluminense - Mundinho (2), Pedro Braz, Memeu, Bonfim e Henrique (Ene); Rosendo, Armando, Castro e Marinheiro (Flu)

16/01/1936

Galícia 6x2 Bahia - Gradim (2) e Vareta (4)(Gal); Astério (2)(Bah)

23/01/1936 - Jogo do Título:

Botafogo 4x0 Fluminense - Lindinho (2) e Frederico (2)(Bot)

Local: Estádio da Graça
Árbitro: Alberto Gambarotta

Botafogo: Romario, Gregório e Hugo; Oscar, Nezinho e Felippe; Macaquinho, Cabeça de Boi, Frederico, Ignácio e Lindinho.
Fluminense: Memeu, Alfredo e Candinho; Manoelzinho, Feliciano e Castro; Rosendo, Marinheiro, Sotero II, Manteiga e Moela.

26/01/1936

Ypiranga 2x2 Energia Circular - Ismael e Ferreira (Ypi); Mundinho e Henrique (Ene)

30/01/1936

Galícia 3x0 Vitória - Servílio, Dedé e Vareta (Gal)

02/02/1936

Vitória 7x1 Brasil - Novinha (3), Gazinho (2), Raul e Bahianinho (Vit); Nelson (Bra)

06/02/1936

Brasil 6x3 Bahia - Carrinho, Walter e Dultra (Bah); Henrique e Capinam (5)(Bra)

Tabelão:

01º Botafogo Sport Club 21 14 9 3 2 43 19 21
02º Galícia Esporte Clube 19 14 8 3 3 41 24 19
03º Esporte Clube Vitória 18 14 9 0 5 44 28 18
04º Sport Club Brasil 15 14 6 3 5 33 36 15
05º Esporte Clube Ypiranga 10 14 4 2 8 26 32 10
06º Esporte Clube Bahia 10 14 4 2 8 30 39 10
07º Fluminense Futebol Clube 09 14 4 1 9 30 45 9
08º Energia Circular Futebol Clube 09 14 4 1 9 30 54 9

*** Botafogo Sport Club - Campeão Baiano de 1935 ***

Artilheiros:

Vareta (Gal) 19 gols;

Ferreira (Ypi) 12 gols;

Mozart e Novinha (Vit); Frederico e Lindinho (Bot) 11 gols;

Gazinho (Vit) e Mundinho (Ene) 10 gols;

Ignácio (Bot) 09 gols;

Cabeça de Boi (Bot); Romeu (Bah) 08 gols;

Palito e Marinheiro (Flu); Gradim e Servílio (Gal); Natal (Bra) 07 gols;

Nelson (Bra) 06 gols;

Capinam e Pelágio (Bra); Bahianinho e Raul (Vit); Ito e Betinho (Bah); Henrique (Ene); Castro (Flu) 05 gols;

Pedro Braz (Ene); Almiro (Ypi) 04 gols;

Benzinho e Astério (Bah); Aureliano e Da Hora (Ene); Dedé (Gal); Bindo (Bra); Vivi (Ypi); Rosendo (Flu) 03 gols;

Manteiga e Armando (Flu); Chico Antônio e Vavá (Gal); Ismael (Ypi); Popó (Bra); Bonfim (Ene) 02 gols;

Nestor, Guga, Tintas, Carioca, Walter, Carrinho e Dultra (Bah); Betinho, Seu Deixa, Lago e Idelfríades (Ypi);
Feliciano, Cueca, Moela e Apollonio (Flu); Henrique, walter, Gileno e Americano (Bra); Mila e Seabra (Vit);
Memeu e Varella (Ene); Job (Gal); Nezinho (Bot) 01 gol cada.

Artilheiros negativos:

Armando (Energia Circular) a favor do Bahia 02 gols;

Arlindo (Energia Circular) a favor do Botafogo;
Anisio (Energia Circular) a favor do Brasil;
Cantarelli (Bahia) a favor do Ypiranga 01 gol cada.

Dados do Campeonato:

Período: 14/04/1935 à 06/02/1936
Campeão: Botafogo
Vice: Galícia
Jogos: 56
Gols: 277
Média de Gols: 4,95 por partida

Maior número de pontos: Botafogo, 21 pontos
Menor número de pontos: Fluminense e Energia Circular, 09 pontos
Maior número de gols marcados: Vitória, 44 gols
Menor número de gols marcados: Ypiranga, 26 gols
Maior número de gols sofridos: Energia Circular, 54 gols
Menor número de gols sofridos: Botafogo, 19 gols
Maior número de vitórias: Vitória e Botafogo, 09 vezes
Menor número de vitórias: Ypiranga, Bahia, Fluminense e Energia Circular, 04 vitórias
Maior número de derrotas: Energia Circular e Fluminense, 09 vezes
Menor número de derrotas: Botafogo, 02 vezes

Artilheiros:

1º Vareta (Galícia) 19 gols
2º Ferreira (Ypiranga) 12 gols
3º Mozart (Vitória) 11 gols
Novinha (Vitória) 11 gols
Frederico (Botafogo) 11 gols
Lindinho (Botafogo) 11 gols

Fonte: Jornais Diário de Notícias e O Imparcial.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 23 Jan 2009

Porque sumiu a numeração de 1 a 11

Porque sumiu a numera    o de 1 a 11 - Porque sumiu a numera    o de 1 a 11

-numera    o das camisas - numera    o das camisas
repare nas numerações das camisas do Santos em 1970. Foto de Placar.

- Antes não era mais bonito?

- Todo time entrava em campo com os jogadores numerados de 1 a 11.

- O goleiro camisa 1 sempre usava preto.

- Lev Yashin era o “Aranha Negra”.

- Aliás, um goleiro comum que exageros sem provas transformaram em inexpugnável.

- Gylmar, o que aboliu as cotoveleiras e as joelheiras, só usava preto.

- De Orlando, da Lusa, só se viam os dentes e os olhos.

- Os reservas usavam de 12 a 17.

- Mas nos anos 60 só tinha um reserva: o goleiro.

- Jogador de linha que se machucava “ia fazer número na ponta-esquerda”.

- E o goleiro reserva também usava a 1, como o titular.

- Depois, ele virou o 12.

- E os emergentes reservas ganharam camisas de números 13 a 17.

- E hoje?

- Tem camisa 99, 77, 28, 33, 79, 21, 44 e etc.

- Só não tem 24, 171 e 69!

- Do 66 “do diabo”, então, os Atletas de Cristo correm mais do que atrás de dinheiro!

- Por quê?

- Mas Luís Fabiano, na Ponte (durante Copa SP de Juniores), era o 24!

- E daí?

- Antes, os times não só usavam os números de 1 a 11.

- Também exigiam que seus jogadores posassem para fotos no gramado, antes dos jogos, na mesma ordem da escalação que era divulgada pelo rádio.

- Podem conferir aos milhares em “Que Fim Levou?”, de www.miltonneves.com.br

- O Vasco, de pé, mantinha fixos: Barbosa, Paulinho, Bellini, Écio, Orlando e Coronel.

- Qualquer reserva que entrasse jogando ocupava o mesmíssimo lugar do titular machucado ou suspenso.

- E você já viu o Pepe sem ser o último agachado?

- Ou o Garrincha não sendo o primeiro dos agachados?

- O Tostão jamais ficou de pé.

- O Pelé não está sempre na meia-esquerda?

- O Canhoteiro também sempre foi o último, assim como - Abel, Rodrigues Tatu, Zagallo e Chico.

- Não é saudosismo exagerado, não, gente!

- Mas, também nisso, ontem era melhor do que hoje.

- O Rogério Ceni, por exemplo, usa o….01! Ou seria OI?

- Alô, cartolas, que volte a numeração de 1 a 11!

- Doze para cima é número de jogador reserva.

- É o que falavam Fiori, Pedro, Cury e Valdir Amaral: “gol de fulano com camisa de reserva”.

Oportuno comentário de Milton Neves.

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 23 Jan 2009

Taça Competência

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Estava procurando notícias de alguns times do interior, e entre eles estava o Elvira de Jacareí.
Com informações de Marcio Trevisan no site www.pontoverde.com.br segue um pouco da história do Elvira de Jacareí.


Do final dos anos 10 até o final dos anos 20 existia no futebol paulista a chamada “Taça Competência”. Geralmente em uma única partida mas, também, algumas vezes disputada em dois jogos, marcava o encontro do campeão da divisão de elite, torneio organizado pela APEA – Associação Paulista de Esportes Atléticos - contra o vencedor do torneio do Interior, que assim teoricamente disputavam não só o troféu como, também, o status de melhor time de São Paulo. Daí seu vencedor ser considerado o “campeão do Estado”.
Campeão paulista em 1920, o Palestra Itália acabou surpreendido no início do ano seguinte, quando em pleno Parque Antarctica foi derrotado pelo Corinthians de Jundiaí/SP por 2 a 1, perdendo desta forma a chance de obter sua primeira “Taça Competência”. Por isso, quando novamente teve a chance de disputá-la, o Palmeiras não poupou esforços para obtê-la.

O jogo em questão foi contra o Elvira, de Jacareí/SP, que para os padrões da época até que tinha um time razoável, embora fosse viver seu apogeu entre 1956 e 1962, quando disputou a Terceira e a Segunda Divisões paulistas. Novamente atuando em seu campo, o Palestra encarou com tanta seriedade aquela partida, disputada apenas em agosto de 1927, que não deu tempo nem para que o time interiorano respirasse - logo no primeiro minuto, Melle abriu o placar.

A partir de então, foi um verdadeiro bombardeio alviverde, com a etapa inicial terminando com o placar de 4 a 0 e, ao fim do jogo, o placar apontando pra lá de elásticos 10 a 0!

Com uma atuação de gala, o Palmeiras mostrou que tinha “competência” de sobra para ficar com o troféu.

Confira a ficha técnica do jogo que garantiu a conquista do título:

Taça Competência/1926

Jogo: Palestra Itália 10 x 0 Elvira/SP
Data: 07/08/1927 - Horário: 15h55
Local: Estádio do Parque Antarctica, em São Paulo/SP
Árbitro: Alzemiro Ballio
Gols: Melle a 1, Heitor aos 6 e aos 18 e Carrone aos 34 minutos do primeiro tmepo. Lara aos 15, Carrone aos 23, Serafini aos 28, Tedescoaos 33, Carrone aos 39 e Lara aos 43 da etapa final

Equipes

Palestra Itália - Nanni; Bianco e Pepe; Xingo, Amílcar e Serafini; Tedesco, Carrone, Heitor, Lara e Melle. Técnico: Ramón Platero.

Elvira/SP - Roberto; Lauro e Gradim; Moreira, Nenê e João; Spadone, Giby, Cancio, Marelli e Apparecida

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & (RIO DE JANEIRO) Alexandre Martins em 22 Jan 2009

A HISTÓRIA DO CLÁSSICO RIO CRICKET X PAISSANDU

Muito – e, ao mesmo tempo, muito pouco – se sabe sobre a origem do futebol no Brasil. Falar das primeiras atividades balopédicas em campos brasileiros é falar de Charles Miller, de Oscar Cox, do Sport Club Rio Grande, de Friedenreich, de Araken Patuska, do Germânia, do São Paulo da Floresta e de tantos dados que remontam ao final do século XIX e início do século XX. No entanto, pouco se comenta sobre aquele que pode ser considerado o primeiro clássico do futebol do país, envolvendo dois clubes que sequer foram fundados para a prática do futebol: Rio Cricket e Paissandu.
As origens da rivalidade estão na fundação do Paissandu, criado em 15 de agosto de 1872 por imigrantes ingleses com o nome de… Rio Cricket Club. Como o próprio nome indicava, a sociedade tinha como principal objetivo estimular e viabilizar a prática do críquete no Rio de Janeiro. Em 1880, o clube deixou sua sede no bairro de Botafogo e se mudou para o bairro do Flamengo – mais exatamente para a rua Paysandu, da qual adotou o nome. Foi então que o Rio Cricket Club passou a se chamar Paysandu Cricket Club.
A mudança não agradou alguns dos associados, que optaram por se separar do clube. Assim, em 1897, alguns dissidentes do Paysandu fundaram o Rio Cricket & Athletic Association, cuja sede ficava no bairro de Icaraí, em Niterói. Como decidiram homenagear o Brasil, os fundadores do novo Rio Cricket optaram por adotar uniformes verdes e amarelos, enquanto o Paysandu se vestia de azul e branco.
Rivais nos campos de críquete, as duas agremiações foram convidadas para disputar também a primeira partida de futebol da história da Guanabara. A iniciativa partiu de Oscar Cox, pioneiro da modalidade no Rio de Janeiro, que havia chegado ao Brasil no mesmo ano de 1897, aos 17 anos. Cox, posteriormente presidente do Fluminense, já vinha amadurecendo a idéia de fundar um clube de futebol em solo brasileiro, mas só conseguiu colocar o esporte em ação pela primeira vez em 22 de setembro de 1901.
Foi então que, pela primeira vez com regras, dois times se enfrentaram no Rio de Janeiro: exatamente os sócios do Rio Cricket (que hospedaram o jogo) e o Rio Team (formado por alguns sócios do Paysandu, por futuros fundadores do Fluminense e pelo próprio Oscar Cox). Cerca de 15 espectadores acompanharam o jogo, que terminou empatado por 1 a 1 – curiosamente, causando espanto nos presentes e na crônica esportiva, todos pouco acostumados a enfrentamentos que terminassem sem vitória.
Não demorou para que o futebol ganhasse entusiastas na capital federal, onde logo se fundaram novos clubes para a prática da novidade: Football & Athletic, Fluminense (que se chamaria Rio Football Club, e que precisou mudar de nome para não ser confundido com o Rio Cricket), Bangu, Botafogo (que aderiu ao futebol em 1904), Riachuelo e América, entre outros. Em 1906, foi então organizado pela primeira vez o Campeonato Carioca de futebol, com seis equipes disputando o título. O Fluminense foi o campeão, seguido de Paysandu e Rio Cricket.
A competição, organizada em dois turnos, marcaria os primeiros confrontos oficiais entre os dois co-irmãos, nas partidas que ficaram conhecidas como Clássico dos Ingleses. O Rio Cricket, porém, venceu o clássico do primeiro turno por WO, já que o Paysandu não compareceu à partida em Niterói. No segundo turno, na Rua Guanabara, nova vitória do Auriverde, mas com gols: 2 a 0, graças a Mutzenbecher e Stanichowsky.
No ano de 1907 não foi bom para os dois jovens times: enquanto o Paysandu foi o último colocado dentre os quatro participantes do Campeonato Carioca, o Rio Cricket sequer integrou o certame – o que só voltou a acontecer em 1908. Com campanhas discretas na ocasião, os dois clubes ficaram dois anos de longe do futebol, retornando apenas em 1911. O campeonato daquele ano, que começou com seis clubes, terminou com apenas quatro, em virtude do fechamento do Riachuelo e da saída do Botafogo (que se retirou em protesto às punições recebidas após as brigas no empate por 1 a 1 com o América). O Rio Cricket (foto), porém, foi apenas o terceiro colocado, à frente do… Paysandu.
O protesto custou caro ao Botafogo, que foi afastado do Campeonato Carioca de 1912 pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA). Bom para os oito clubes que participaram da competição, e que não precisaram enfrentar um rival dos mais fortes. Enquanto o campeão carioca de 1907 (foto) e 1910 disputava com sucesso o campeonato da Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ) contra Americano, Petropolitano, Germânia, Paulistano, Internacional e Cattete, o torneio da LMSA acontecia.
E se a saída do Bota foi boa para Paysandu, Rio Cricket, Flamengo, América, Fluminense, Bangu, São Cristóvão e Mangueira, foi especialmente proveitosa para o time azul e branco do bairro do Flamengo, que se sagrou Campeão Carioca de 1912. Em sua campanha, o time disputou 14 partidas (já que o Carioca continuou acontecendo no sistema de pontos corridos em dois turnos), vencendo 11, empatando duas e perdendo apenas uma. Contra o Rio Cricket, foram uma vitória (2 a 1 no Estádio das Laranjeiras) e um empate (1 a 1 em Icaraí). De quebra, o Paysandu ainda fez o artilheiro do certame: Harry Robinson, com 26 gols.
As boas campanhas, porém, terminaram por aí. Em 1913, ano do primeiro título do América, o Paysandu foi quarto, enquanto o Rio Cricket foi sétimo – o Campeonato Carioca contou com dez equipes. Em 1914, após a fusão da LMSA com a AFRJ, o Paysandu foi o pior dos sete clubes do torneio, duas posições abaixo do principal rival.
O Campeonato Carioca de 1914 marcou a despedida do Paysandu do futebol. No ano seguinte, quem deixou os gramados foi o Rio Cricket, que ainda fez sua despedida do Campeonato Carioca. O time foi lanterna, e precisou disputar uma eliminatória contra o Andarahy, valendo um lugar na elite. No entanto, como estava desfalcado de seus principais jogadores (que partiram para a Inglaterra para lutar na I Guerra Mundial), o clube não resistiu e foi derrotado pelo rival da rua Santa Isabel por 4 a 2 no terceiro jogo entre os dois – as duas primeiras partidas terminaram empatadas por 2 a 2.
Oficialmente, o Rio Cricket se desligou das competições em 16 de maio de 1917, retomando as atividades futebolísticas na década de 20, mas sem jamais integrar o profissionalismo. O Paysandu, por sua vez, passou por outros percalços desde seu adeus: mudou de nome duas vezes (Paysandu Athletic Club e Paissandu Atlético Clube) e mudando o endereço de sua sede outras duas: para Copacabana, em 1932, e para o Leblon, em 1953, onde se encontra até hoje.
E embora se dediquem principalmente às atividades sociais, ambos se reencontraram para um amistoso em 2006, comemorando os 105 anos da partida idealizada por Oscar Cox em 1901. O Rio Cricket conseguiu montar um time de associados, mas o Paissandu dependeu da ajuda do time do Tombense-MG, controlado pelo empresário Eduardo Uram, que cedeu todos os atletas para a escalação. No final, vitória por 2 a 1 do Paissandu no jogo realizado em Niterói.

Fonte: Futebol Alternativo

Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Jogos Históricos Alexandre Martins em 22 Jan 2009

RETROSPECTO DO CLÁSSICO RIO CRICKET-RJ X PAISSANDU-RJ

01/08/1901 - Rio Cricket ?-? Paissandu (o Rio Cricket foi o vencedor, desconhece-se o placar)
Icaraí - Amistoso

01/08/1901 - Rio Cricket ?-? Paissandu (o Paissandu foi o vencedor, desconhece-se o placar)
Icaraí - Amistoso

17/06/1906 - Rio Cricket 0-WO Paissandu (o Paissandu não compareceu)
Icaraí - Campeonato Carioca

02/09/1906 - Paissandu 0-2 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

21/06/1908 - Rio Cricket 5-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca

23/08/1908 - Paissandu 0-8 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

23/07/1911 - Rio Cricket 4-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca

22/10/1911 - Paissandu 2-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

02/06/1912 - Paissandu 2-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

18/08/1912 - Rio Cricket 1-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca

11/05/1913 - Rio Cricket 1-2 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca

05/10/1913 - Paissandu 3-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

07/06/1914 - Rio Cricket 5-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca

30/08/1914 - Paissandu 4-5 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca

22/09/2006 - Rio Cricket 1-2 Paissandu
Icaraí - Amistoso

Estatísticas:

Jogos - 14
Vitórias do Rio Cricket - 8
Vitórias do Paissandu - 5
Empates - 1
Gols do Rio Cricket - 35[*]
Gols do Paissandu - 19[*]
[*] Faltam gols de dois jogos.

Fonte: Wikipédia

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