Arquivo de Janeiro de 2009
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Stella Rodolfo Stella em 31 Jan 2009
Protegido: Campeonato Brasileiro 1980 - Times Base
Historia do Futebol Parte II Mauricio Neves em 31 Jan 2009
1955: o Olaria em Santa Catarina
Em 1955 o futebol de Lages ainda caminhava lentamente rumo ao profissionalismo. Aliados, Vasco, Lages e Internacional tinham em seu elenco jogadores remunerados junto a outros que vestiam a camisa apenas pelo prazer de jogar o foot-ball. O único clube que resistia à idéia de pagar seus atletas era o mais humilde de todos, o Pinheiros. Fundado com o nome de Esporte União Operária em abril de 1948, o alvi-verde só aceitava jogadores da classe operária. Por isso, enquanto os jogadores remunerados do Lages eram chamados de milionários, os do Pinheiros eram os proletários.
Apesar de seus resultados modestos nos campeonatos citadinos, o Pinheiros fez história em 1955 ao convidar o Olaria para um amistoso no estádio Vidal Ramos Júnior. O torcedor lageano já havia assistido naquele ano a exibição de um grande clube, no jogo entre Grêmio de Porto Alegre e um combinado de jogadores de Aliados Futebol Clube e Grêmio Esportivo Vasco da Gama, mas a visita de um time carioca parou a cidade.
Torcedores de todas as bandeiras lageanas foram ao field naquele dia 21 de abril, e aplaudiram um primeiro tempo arrasador dos cariocas. O goleiro Caninini, que além de goal-keeper era boxer nas pugnas improvisadas no Teatro Tamoio, levou dois gols do atacante Gaúcho, aos 4 e aos 12 minutos. Arlindo aos 26 e Mário aos 34 elevaram a contagem para 4x0, e Caninini foi substituído por Segala.
Mais ajustados, os proletários descontaram no segundo tempo, com Patrocínio e Ruy. Mas o Olaria respondeu e fechou o escore em elevados 6x2, com gols de Olavo aos 40 e Eltes no último minuto. A festa continuou à noite, com um jantar oferecido pela Liga Serra de Desportos aos desportistas locais, à delegação do Olaria e ao árbitro carioca A. Rocha, que apitou o jogo.
Outros clubes cariocas – América, Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo – jogariam em Lages nas décadas seguintes. Mas foi simpático clube da Rua Bariri o primeiro time do Rio de Janeiro a pisar o gramado do estádio Vidal Ramos Júnior.
Pinheiros (Lages) 2x6 Olaria (Rio de Janeiro)
21 de abril de 1955 – 16:10 horas
Estádio Municipal da Ponte Grande (atual Vidal Ramos Júnior) – Lages
Árbitro: A. Rocha (FERJ)
Pinheiros: Caninini (Segala), Zé Otávio (Miltinho) e Lambert; Bolega, Vicente e Mineiro; Guaraci, Oscar, Patrocínio, Isaac e Pecinha (Ruy).
Olaria: Walter, Cláudio e Renato; Rafael, Olavo e Dodô; Toledo, Arlindo, Gaúcho, Eltes e Mário.
Gols: Gaúcho (2), Arlindo, Mário, Olavo (pênalti) e Eltes para o Olaria; Patrocínio e Ruy para o Pinheiros
Fontes: Jornal Correio Lageano e arquivo do autor
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 31 Jan 2009
A Publicidade no futebol
A história da publicidade no Brasil começa no século 19, quando os anúncios em jornais se referiam, grosso modo, à comercialização de imóveis e de escravos.
Já no século 20, com o surgimento das revistas, as propagandas ganharam cores e ilustrações. Outra novidade foi a implementação do texto mais objetivo. A partir de 1920, com a chegada ao Brasil de grandes empresas multinacionais, o “boom” da propaganda instalou-se por aqui.
O rádio era o grande veículo de comunicação, a partir dos anos 30. Mas nos anos 50, o futebol passou a dar imagem aos anúncios, tornando as revistas e os jornais grandes meios de transmissão de comerciais. Por consequëncia, jogadores já famosos, como Garrincha, Pelé e Gylmar, passaram a virar garotos-propagandas de tudo quanto era tipo de anúncio. Pelé é, até hoje, um garoto-vovô-propaganda. Aliás, ele deveria ser chamado de o “rei do merchan”.
A partir da década de 70, as propagandas com jogadores de futebol e esportistas em geral foram para a TV colorida. Atualmente, os atletas “de grife” possuem contratos milionários com essa ou aquela empresa.
Por Sérgio Quintella.
As imagens a seguir eram um deleite para os jovens torcedores dos anos 50 e começo dos anos 60, antes da era da TV. Principalmente para quem é do tempo dos álbuns de figurinhas, das transmissões dos jogos de futebol nos antigos rádios à válvula e do futebol de botão de celulose ( tampa de relógio ) . Para mim que tenho a lembrança da transmissão da final da Copa de 1958 com transmissão de Edson Leite, vi despontar na revista O Cruzeiro o goleiro Gilmas despontando como manequim de moda.
Gilberto Maluf
A seguir vemos imagens das revistas “Manchete”, “A Gazeta Esportiva Ilustrada” e “Fatos & Fotos”, a partir dos anos 50. Material coletado no site Milton Neves.
O craque Gérson em propaganda da Gillette.
Mazzola, Zito e Gylmar, em anúncio das laminas Big Ben. É, jovens, antigamente a barba era feita com lâminas assim! E quando o sujeito tomava “umas a mais” e resolvia aparar o bigode? Não sobrava nada!

E a Gillette sempre foi patrocinadora do radio-jornalismo esportivo brasileiro
Veja o grande Oberdan Cattani em propaganda de creme de barbear.
Luiz Mendes, o mais antigo jornalista esportivo em atividade, foi o garoto-propaganda da televisão Standard Eletric.
A companhia Panair anunciou na revista manchete de 1958, congratulando a conquista da Seleção Brasileira.
Gylmar, Mazzola e Belini em anúncio de camisa.
Historia do Futebol Parte II Braz Leme em 31 Jan 2009
A Frase Futebolística de 2008
A BOLA PUNE……….!
Frase dita pelo técnico Muricy Ramalho, quando perguntado por um reporter sobre a eliminação do Flamengo na Copa Libertadores da América em pleno Maracanã; pelo América do México por 3 gols a zero e um show do gordinho Cabañas.
Esta frase, é a mais pura verdade sobre o futebol.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 31 Jan 2009
Protegido: CAMPANHA DO ARACATI ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 3ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 31 Jan 2009
Protegido: RESULTADOS DO CAMPEONATO CEARENSE DE 2008 – 3ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009
Protegido: GUARANY SPORTING CLUB – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 2ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (CEARÁ) & ESCUDOS Michel McNish em 30 Jan 2009
Protegido: Guarany de Sobral
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009
Protegido: FORTALEZA ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2008 – 1ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Celso Franco & (SANTA CATARINA) Celso Franco em 30 Jan 2009
Uma estória do “capeta”
C.A. Hermann Aichinger ( Atlético de Ibirama / SC )
Fundado em 20/09/1951 e integrante da Divisão Principal de Santa Catarina

Segue o fato inusitado, ocorrido em Ibirama em jogo do Campeonato Estadual:
“Nos jogos dos campeonatos estaduais de profissionais realizados no “Estádio da Baixada” também batizado pelos adversários de “Caldeirão” o Clube contava com seu mascote - O “Capeta” – que entrava em campo antes das partidas, vestido a caráter, e dava voltas ao redor do gramado com o mascote do time adversário “espetado” em seu garfo. E, num fato inusitado, ao ser entrevistado por uma Rádio que cobria o jogo e indagado sobre o que esperava da partida, o “Capeta” respondeu convicto: “Se Deus quiser vamos vencer o jogo”.”
Fonte: Site oficial do clube
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 30 Jan 2009
Protegido: Por 100 mil sócios nos 100 anos, vale até cachorro
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 30 Jan 2009
Protegido: Para se curar do alcoolismo, Paul Gascoigne pode ser congelado
Historia do Futebol Parte II Walter Iris em 30 Jan 2009
CAMPANHA DO BARBALHA FUTEBOL CLUBE - CAMPEONATO CEARENSE – 2007 – 3ª DIVISÃO
05/08/2007
BARBALHA 1-2 TAUÁ(TAUÁ) 2-1 BARBALHA, em Tauá
12/08/2007
BARBALHA 4-2 JARDIM(JARDIM), em Jardim
17/08/2007
BARBALHA 1-0 TAUÁ(TAUÁ), em Barbalha
24/08/2007
BARBALHA 2-0 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
02/09/2007
BARBALHA 1-1 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú
09/09/2007
BARBALHA 3-0 JARDIM(JARDIM), em Barbalha
16/09/2007
BARBALHA 2-4 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
23/09/2007
BARBALHA 0-2 ARSENAL(CARIDADE), em Caridade
25/09/2007
BARBALHA 2-2 CRATEÚS(CRATÉUS), em Cratéus
07/10/2007
BARBALHA 3-0 CRATEÚS(CRATÉUS), em Barbalha
12/10/2007
BARBALHA 1-1 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú
21/10/2007
BARBALHA 5-2 ARSENAL(CARIDADE), em Barbalha
04/11/2007
BARBALHA 1-0 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Barbalha
07/11/2007
BARBALHA 3-1 UNIÃO MESSEJANA(FORTALEZA), em Fortaleza
10/11/2007
BARBALHA 1-2 TERRA E MAR(FORTALEZA), em Fortaleza
15/11/2007
BARBALHA 1-0 TERRA E MAR(FORTALEZA), em Barbalha
18/11/2007
BARBALHA 4-0 UNIÃO MESSEJANA(FORTALEZA), em Barbalha
24/11/2007
BARBALHA 0-2 MARACANÃ(MARACANAÚ), em Maracanaú
18 JOGOS
10 VITÓRIAS
03 EMPATES
05 DERROTAS
35 GOLS MARCADOS
21 GOLS SOFRIDOS
Fonte: RSSSF Brasil.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009
Protegido: CAMPANHA DO EUSÉBIO ESPORTE CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2006 – 3ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009
Protegido: CAMPANHA DO CEARÁ SPORTING CLUB - CAMPEÃO CEARENSE DE 2006 – 1ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 30 Jan 2009
Protegido: CAMPANHA DO FORTALEZA ESPORTE CLUBE - CAMPEÃO CEARENSE DE 2005 – 1ª DIVISÃO
Artigos-Augusto Neves Augusto Neves em 29 Jan 2009
Protegido: Resultados do Campeonato Catarinense 1993 - 1º Turno
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Kussarev & ESCUDOS Rodolfo Kussarev em 29 Jan 2009
Protegido: ESCUDOS PAULISTAS 2
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Rodolfo Kussarev & ESCUDOS Rodolfo Kussarev em 29 Jan 2009
Protegido: ESCUDOS PAULISTAS
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Perfis Alexandre Martins em 28 Jan 2009
DE GOLEIRO PARA LAVADOR DE CARROS
Jorge Vasconcelos era o técnico do Clube de Regatas Brasil. Cocorote era um dos goleiros do clube da pajuçara. Era dia de treino no estádio Severiano Gomes Filho. O técnico Jorge Vasconcelos, como sempre, chegou cedo e logo já estava no campo para começar os treinamentos da semana. O goleiro Cocorote chegou atrasado. Trocou de roupa e entrou em campo. Foi ai que aconteceu o seguinte dialogo:
Jorge Vasconcelos: Cocorote você está dispensado do treino. Chegou atrasado e os atrasados não treinam no meu time. Como castigo você lavar a minha Kombi.
Cocorote: Seu Jorge, fui contratado para jogar futebol. Não sou lavador de carro. Arranje outro para fazer o serviço.
Cocorote voltou para o vestiário, trocou de roupa e foi embora. A diretoria do CRB multou o goleiro porque chegou atrasado.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Andre Martins Andre Martins em 28 Jan 2009
Protegido: LEVANTAMENTO CURIOSO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Walter Iris & (CEARÁ) Walter Iris em 27 Jan 2009
Protegido: CAMPANHA DO ITAPAJÉ FUTEBOL CLUBE – CAMPEÃO CEARENSE DE 2000 – 2ª DIVISÃO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) Michel McNish em 27 Jan 2009
Lista de Clubes cadastrados na Federação Catarinense de Futebol
| Cod | Liga | Nome Completo | Cidade |
|---|---|---|---|
| 197 | LSF | 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE | |
| 632 | LTF | 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE | |
| 1521 | LDB | 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE | |
| 2069 | LPHF | 7 DE SETEMBRO FUTEBOL CLUBE | |
| 1247 | LEC | AACRZ | |
| 1775 | LID | ABDON FOES FUTEBOL CLUBE | ITAJAÍ |
| 1798 | LSBF | ACADEMIA DE ATLETAS | SÃO BENTO DO SUL |
| 1797 | FCF | ACADEMIA DE FUTEBOL SPORT BRASIL LTDA | TUBARÃO |
| 373 | LID | ACPCN FUTEBOL CLUBE | |
| 1074 | LEVU | ADC CHAPECÓ | SÃO CARLOS |
| 1327 | LEX | ADR CEVAL | |
| 1211 | LEF | AECB PARQUE FLORESTA | |
| 805 | LCNF | AFI IGUAÇU | |
| 93 | LIFF | AGRONOMICA ESPORTE CLUBE | |
| 265 | LRF | AGRONÔMICA ESPORTE CLUBE | AGRONÔMICA |
| 18 | FCF | AGUIA DO VALE ATLÉTICO CLUBE LTDA | TIMBÓ |
| 1582 | LDG | AGUIA ESPORTE CLUBE | GASPAR |
| 2058 | LICOSAI | AGUIA NEGRA FUTEBOL CLUBE | |
| 610 | LPD | AIMORÉ ESPORTE CLUBE | |
| 505 | LJF | AJAX ESPORTE CLUBE | |
| 94 | LIFF | AJAX FUTEBOL CLUBE | FLORIANÓPOLIS |
| 433 | LFF | ALMIRANTE ESPORTE CLUBE | SÃO FRANCISCO DO SUL |
| 762 | LBF | ALVORADA ESPORTE CLUBE | BLUMENAU |
| 1880 | LIF | ALVORADA ESPORTE CLUBE | IMBITUBA |
| 1743 | LBF | ALVORADA FUTEBOL CLUBE | BLUMENAU |
| 1800 | LSF | AM DOS BAIRROS SÃO PAULO E SÃO FRANCISCO | LAGES |
| 267 | LRF | AMAZONAS EC | |
| 1302 | LCOB | AMAZONAS FUTEBOL CLUBE | BIGUAÇU |
| 454 | LJAF | AMERICA ESPORTE CLUBE | |
| 4 | FCF | AMERICA FUTEBOL CLUBE | |
| 155 | LUD | AMERICA FUTEBOL CLUBE | |
| 268 | LRF | AMERICA FUTEBOL CLUBE | |
| 827 | LMD | AMERICA FUTEBOL CLUBE | |
| 946 | LCHF | AMERICA FUTEBOL CLUBE | |
| 1541 | LDB | AMERICA FUTEBOL CLUBE | BRUSQUE |
| 506 | LJF | AMERICA FUTEBOL CLUBE | JOINVILLE |
| 203 | LSF | AMERICA FUTEBOL CLUBE | LAGES |
| 897 | LJSF | AMERICA RECREATIVO FUTEBOL CLUBE | SÃO JOSÉ |
| 693 | LBAF | AMIGOS DO FUTURO | |
| 806 | LCNF | ANDREAZZA ESPORTE CLUBE | |
| 269 | LRF | ANGICO FUTEBOL CLUBE | |
| 353 | LLMF | ANITA GARIBALDI FUTEBOL CLUBE | |
| 569 | LPHF | AQUARIUS FUTEBOL CLUBE | |
| 1369 | LEOC | ARABUTA FUTEBOL CLUBE | |
| 1271 | LEBVP | ARABUTA FUTEBOL CLUBE | CAPINZAL |
| 5 | FCF | ARARANGUA ESPORTE CLUBE | ARARANGUÁ |
| 1848 | LAF | ARARANGUAENSE ESPORTE CLUBE | ARARANGUA |
| 1482 | LAC | ARAUCARIA FUTEBOL CLUBE | CAÇADOR |
| 1668 | LDVRT | AREIAS FUTEBOL CLUBE | TIJUCAS |
| 1884 | LJSF | ARGABEM FUTEBOL CLUBE | SÃO JOSE |
| 434 | LFF | ARRUMADOR ESPORTE CLUBE | SÃO FRANCISCO DO SUL |
| 508 | LJF | ARSENAL FUTEBOL CLUBE | |
| 1251 | LEC | ASDCDOS FUNCIONARIOS DA CIA CANOINHAS DE PAPEL | CANOINHAS |
| 272 | LRF | ASOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL CANTO DO RIO | AGROLÂNDIA |
| 1300 | LCOB | ASOCIAÇÃO ESSPORTIVA MAR AZUL | GOVERNADOR CELSO RAMOS |
| 294 | LRF | ASS ESPORTIVA E REC ITUPORANGA ESPORTE CLUBE | ITUPORANGA |
| 1258 | LEC | ASSCULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA SÃO BERNARDO | CANOINHAS |
| 1768 | LSF | ASSDOS SERVIDORES DO MUNICIPIO DE CAMPO BELO SUL | CAMPO BELO DO SUL |
| 1859 | LTF | ASSOCDE PAIS E AMIGOS DO DINGO’S POINT BALL | TUBARÃO |
| 1525 | LDB | ASSOCIACÃO ATLÉTICA BILU | |
| 1458 | LAI | ASSOCIAÇAO ATLETICA PRESIDENTE VARGAS | IÇARA |
| 2005 | LBF | ASSOCIAÇAO ARTEX CULTURAL, SOCIAL E ESPORTIVA | BLUMENAU |
| 1366 | LEOC | ASSOCIAÇAO ATLETICA FREI BRUNO | JOAÇABA |
| 1780 | LJSF | ASSOCIAÇAO ATLETICA JARDIM DAS PALMEIRAS | SÃO JOSÉ |
| 503 | LJF | ASSOCIAÇAO ATLETICA TUPY | JOINVILLE |
| 199 | LSF | ASSOCIAÇAO ATLETICA VILA MARISA FUTEBOL CLUBE | LAGES |
| 1803 | FCF |
ASSOCIAÇAO CULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA ATLETICO CIDADE AZUL |
TUBARÃO |
| 2029 | LEF |
ASSOCIAÇAO DE ESPORTES E CENTRO DE TREINAMENTO BUGRE DO OESTE |
SAO MIGUEL DO OESTE |
| 1785 | LBAF |
ASSOCIAÇAO DE PAIS DE ATLETAS FUTEBOL DE CAMPO DE CAMBORIU E REGIAO |
CAMBORIÚ |
| 90 | LIFF | ASSOCIAÇAO DESPORTIVA COLEGIAL | |
| 1838 | LAI |
ASSOCIAÇAO DO ESPORTE CLUBE UNIAO DO SUL RAICHASKI |
IÇARA |
| 1832 | LJSF | ASSOCIAÇAO ESPORTIVA AMERICANO DO ROÇADO | SÃO JOSE |
| 1794 | LJSF |
ASSOCIAÇAO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL BALANÇA REDE |
SÃO JOSÉ |
| 1724 | LIFF |
ASSOCIAÇAO RECREATIVA CULTURAL ESPORTE CLUBE FLAMENGO |
FLORIANÓPOLIS |
| 1807 | LCOB |
ASSOCIAÇAO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA ESPERANÇA |
BIGUAÇU |
| 924 | LJSF |
ASSOCIAÇAO RECREATIVA DESPORTIVA E CULTURAL PALMEIRAS |
SÃO JOSÉ |
| 2027 | LIFF | ASSOCIAÇAO RECREATIVA E CULTURAL LAGOA | |
| 185 | LSBF | ASSOCIAÇAO RECREATIVA ESPORTIVA ARSIPER | SÃO BENTO DO SUL |
| 1889 | LJSF |
ASSOCIAÇAO RECREATIVA PROCASA DO BAIRRO SANTOS DUMONT |
SÃO JOSE |
| 1524 | LDB | ASSOCIAÇÀO ATLÉTICA ATLÂNTICA | BRUSQUE |
| 175 | LAVVF | ASSOCIAÇÀO ATLÉTICA GRÃO PARA | GRÃO PARÁ |
| 1093 | LEO | ASSOCIAÇÀO DESPORTIVA IBICARÉ | |
| 1172 | LEF | ASSOCIAÇÀO ESPORTIVA RECREATIVA ANCHIETENSE | |
| 1173 | LEF | ASSOCIAÇÀO GRÊMIO UNIÃO | IPORÃ DO OESTE |
| 706 | LCEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPOERENSE | |
| 707 | LCEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COOPER CAMPOS | CAMPO ERE |
| 1478 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA | |
| 1581 | LDG | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO FUTEBOL CLUBE | ILHOTA |
| 2048 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA UNIDOS MRS | SAO JOSE |
| 455 | LJAF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MALWEE | |
| 456 | LJAF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA WEG | |
| 55 | FCF | ASSOCIAÇÃO XANXERENSE DE FUTEBOL | XANXERÊ |
| 1405 | LARM | ASSOCIAÇÃO ALFA | |
| 887 | LJSF | ASSOCIAÇÃO AMADORA TROPICAL | |
| 409 | LIF | ASSOCIAÇÃO AMIGOS DA ALDEIA | |
| 1881 | LIF | ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CAMPO DA AVIAÇÃO | IMBITUBA |
| 413 | LIF | ASSOCIAÇÃO ARROIO FUTEBOL CLUBE | IMBITUBA |
| 405 | LID | ASSOCIAÇÃO ASSISTENCIAL E ESPORTIVA TROPICAL | ITAJAÍ |
| 1855 | LDVRT | ASSOCIAÇÃO ATLETICA BATISTENSE DE FUTEBOL | SÃO JÕAO BATISTA |
| 1686 | LRF | ASSOCIAÇÃO ATLETICA DESPORTIVA REAL | RIO DO SUL |
| 736 | LBF | ASSOCIAÇÃO ATLETICA TECELAGEM SANTA CRUZ | |
| 1815 | LARM | ASSOCIAÇÃO ATLETICA URUSSANGA | URUSSANGA |
| 1353 | LEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AGRITER | XANXERÊ |
| 263 | LRF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AGROLÂNDIA | |
| 148 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AMAZONAS | |
| 1399 | LARM | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANGELONI | CRICIÚMA |
| 1008 | LCELF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANITA GARIBALDI | |
| 1279 | LIDEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ANITA GARIBALDI | XAXIM |
| 91 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AUSTRIA | |
| 88 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL | |
| 1474 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANGU/COMERCIAL | CAÇADOR |
| 500 | LEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BARRA VELHA | |
| 1324 | LEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BAVIAL | XANXERÊ |
| 1325 | LEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BEIRA RIO | XANXERÊ |
| 1407 | LARM | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BENEFICIENTE SÃO LUIZ | |
| 35 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BOM RETIRO | SÃO LUDGERO |
| 1526 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BRASÍLIA | |
| 1527 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BUETTNER | BRUSQUE |
| 804 | LCNF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPONOVENSE | |
| 1365 | LEOC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CAMPONOVENSE | |
| 1528 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CARLOS ZEN | BRUSQUE |
| 889 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CATARINENSE | |
| 1683 | LARM | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COCAL DO SUL | COCAL DO SUL |
| 1529 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COFIB | BRUSQUE |
| 1475 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COMERCIAL | CAÇADOR |
| 3 | FCF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CONCORDIENSE | |
| 803 | LCNF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA COPERCAMPOS | CAMPOS NOVOS |
| 1530 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CREDIVAPPE | BRUSQUE |
| 1779 | LEC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CULTURAL RECREATIVA FUCK | CANOINHAS |
| 411 | LIF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA E CULTURAL JUVENTUS | IMBITUBA |
| 501 | LJF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA EMBRACO | |
| 1379 | LEOC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ERVATEIRA REGINA | CATANDUVAS |
| 607 | LPD | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GERMER | |
| 733 | LBF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GERMER | |
| 734 | LBF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HACO | |
| 198 | LSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HAYALLA | LAGES |
| 604 | LPD | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA HERMANN WEEGE | |
| 890 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JARDIM CIDADE | |
| 2006 | LDVRT | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JARDIM SÃO PAULO | SÃO JOÃO BATISTA |
| 432 | LFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA JUVENTUS | SÃO FRANCISCO DO SUL |
| 231 | LSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA KAYUBA COPACABANA FC | LAGES |
| 1500 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA LOJA PRIMAVERA | |
| 1476 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MARCOS OLSEN | CAÇADOR |
| 606 | LPD | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA METISA | TIMBÓ |
| 1219 | LEMOC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MONTECARLENSE | |
| 1568 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA MORISA MÓVEIS | BRUSQUE |
| 1477 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA NAPOLI | CAÇADOR |
| 1718 | LJF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA NOSSA SENHORA DA PAZ | JOINVILLE |
| 735 | LBF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA OASIS | |
| 1754 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PAQUETÁ | BRUSQUE |
| 605 | LPD | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PARQUET GOEDE | |
| 1591 | LDG | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PARQUET GOEDE | |
| 1090 | LEO | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PINHEIROS | |
| 1225 | LECQ | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PINHEIROS | DIONISIO CERQUEIRA |
| 1091 | LEO | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA POLÍCIA MILITAR | |
| 149 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTA DAS CANAS | |
| 89 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA | |
| 633 | LTF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PONTE PRETA | TUBARÃO |
| 1531 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA | BRUSQUE |
| 1171 | LEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PORTUGUESA | SÀO MIGUEL DO OESTE |
| 708 | LCEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA PREFEITURA | |
| 410 | LIF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA REAL FERRAZ | |
| 174 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RECREATIVA COOPERCOLINA | ORLEANS |
| 891 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RESSACA | |
| 1269 | LEBVP | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA RIO PEIXENSE | PIRATUBA |
| 1481 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTA CRUZ | SANTA CECILIA |
| 1523 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SANTA TEREZINHA | BRUSQUE |
| 1479 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO BORJA | CAÇADOR |
| 1326 | LEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO JORGE | XANXERÊ |
| 709 | LCEF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SÃO JOSÉ | CAMPO ERE |
| 1534 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SCHLOSSER | BRUSQUE |
| 502 | LJF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SERRANA | JOINVILLE |
| 1535 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SOUZA CRUZ | BRUSQUE |
| 1536 | LDB | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA TECELAGEM MARTINS | BRUSQUE |
| 935 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO | |
| 1844 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO | BRAÇO DO NORTE |
| 1480 | LAC | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIÃO SÃO MARCOS | CAÇADOR |
| 1278 | LIDEX | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA UNIESTE | XAXIM |
| 1653 | LEV | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VIDEIRENSE | VIDEIRA |
| 372 | LID | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VILA NOVA | |
| 1834 | LAI | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA VILA NOVA | IÇARA |
| 1861 | LID | ASSOCIAÇÃO ATLÉTICO FERROVIÁRIO DE DESPORTOS | ITAJAI |
| 1865 | LLF | ASSOCIAÇÃO BEIRA MAR ESPORTE CLUBE | LAGUNA |
| 1876 | LDB | ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE RECREATIVA POÇO FUNDO | BRUSQUE |
| 1532 | LDB | ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE E RECREATIVA SANTA CRUZ | BRUSQUE |
| 1649 | LSBF |
ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE PARA MENORES DA SÃO BENTO |
SÃO BENTO DO SUL |
| 53 | FCF | ASSOCIAÇÃO BLUMENAUENSE DE FUTEBOL | BLUMENAU |
| 1403 | LARM | ASSOCIAÇÃO BOA VISTA | |
| 6 | FCF | ASSOCIAÇÃO CAÇADORENSE DE DESPORTOS | CAÇADOR |
| 710 | LCEF | ASSOCIAÇÃO CAMPOERENSE MATOS | |
| 1682 | LARM | ASSOCIAÇÃO CARBONIFERA CRICIÚMA | CRICIÚMA |
| 1991 | FCF |
ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE DESENVOLVIMENTO DO FUTEBOL |
TIJUCAS |
| 2066 | LJAF | ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE FUTEBOL ARTE | |
| 156 | LUD | ASSOCIAÇÃO CCU | |
| 1406 | LARM | ASSOCIAÇÃO CCU | |
| 1145 | LEO | ASSOCIAÇÃO CEDRENSE DOS SEM MORADIA | SÃO JOSÉ DO CEDRO |
| 7 | FCF | ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL | CHAPECÓ |
| 46 | FCF | ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE KINDERMANN MASTERVET | CHAPECÓ |
| 1703 | LIFF | ASSOCIAÇÃO CIRCULO HUMANITAS | FLORIANÓPOLIS |
| 954 | LCHF | ASSOCIAÇÃO CLASSISTA CHAPECÓ | |
| 2032 | LCHF | ASSOCIAÇÃO CLUBE ITALO BRASILEIRO DE FUTEBOL | |
| 2023 | LIF |
ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA CLUBE RECREATIVO E ESPORTIVO DIVINEIA |
IMBITUBA |
| 1781 | LJSF | ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA SAN REAL | SÃO JOSÉ |
| 1997 | LSBF | ASSOCIAÇÃO COMUNITARIA URCA | SÃO BENTO DO SUL |
| 412 | LIB | ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA IBIRAQUERA GRAMENSE | |
| 2068 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SERRINHA | SÃO LUDGERO |
| 1875 | LCELF | ASSOCIAÇÃO CORONELENSE DE HANDEBOL | CORONEL FREITAS |
| 1007 | LCELF | ASSOCIAÇÃO CORONELFREITENSE DE FUTEBOL | CORONEL FREITAS |
| 2057 | FCF | ASSOCIAÇÃO COSTA ESMERALDA DE FUTEBOL | ITAPEMA |
| 87 | LIFF | ASSOCIAÇÃO CRUZ DE MALTA DE FUTEBOL | FLORIANÓPOLIS |
| 1125 | LEO | ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA FLOR DO OESTE | SÃO JOSÉ DO CEDRO |
| 1866 | LLF |
ASSOCIAÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA PORTO FUTEBOL CLUBE |
LAGUNA |
| 1996 | LLF |
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPORTIVA NAUTICA BARREIRINHO FUTEBOL CLUBE |
LAGUNA |
| 200 | LSF |
ASSOCIAÇÃO CULTURAL ESPORTIVA RECRATIVA OPERÁRIA SÃO VICENTE |
LAGES |
| 1993 | FCF | ASSOCIAÇÃO CULTURAL PINHEIROS SPORT CLUBE | TIMBÓ |
| 45 | FCF |
ASSOCIAÇÃO CULTURAL RECREATIVA ESPORTIVA SÃO BERNA |
|
| 1823 | LSF | ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES FAZENDO NOVA | SÃO JOSE DO CERRITO |
| 2062 | LTF |
ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL CATARINENSE - ADESC |
TUBARÃO |
| 1046 | LCELF | ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL LINHA FAVARETTO | CORONEL FREITAS |
| 763 | LBF | ASSOCIAÇÃO DE MORADERES DE SÃO BERNARDO | |
| 732 | LBF | ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE SÃO BERNARDO | BLUMENAU |
| 1573 | LDB | ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO POÇO FUNDO | BRUSQUE |
| 542 | LJF |
ASSOCIAÇÃO DE MORADORES PALMEIRINHAS DO PARQUE RESIDENCIAL G |
JOINVILLE |
| 2064 | LDG |
ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ATLETAS DA ESCOLINHA DE FUTEBOL |
|
| 943 | LCHF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA ALLUS DISTRIBUIDORA | |
| 264 | LRF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA AVAÍ | LONTRAS |
| 1763 | FCF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BALNEÁRIO CAMBORIÚ | BALNEÁRIO CAMBORIÚ |
| 1729 | LBF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BLUMENAU | BLUMENAU |
| 1841 | LAF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA BONSUCESSO | PASSO DE TORRES |
| 942 | LCHF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA | |
| 1248 | LEC | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CLASSISTA RIGESA | TRÊS BARRAS |
| 737 | LBF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CULTURAL HERING | |
| 1092 | LEO | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE FUTEBOL | SÃO JOSÉ DO CEDRO |
| 1711 | LIF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E CULTURAL ITAPERA EC | ITPEMA |
| 705 | LBAF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA E RECREATIVA UNIÃO DA VILA | BALNEÁRIO CAMBORIÚ |
| 1367 | LEOC | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA IBICARE | |
| 2002 | LTF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA JAGUARUNA | JAGUARUNA |
| 54 | FCF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA JOAÇABA | JOAÇABA |
| 608 | LPD | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA MULLER | POMERODE |
| 1645 | LCHF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA OS BECOS | CHAPECÓ |
| 1874 | LIFF |
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL CACHOEIRA |
FLORIANOPOLIS |
| 1735 | LPD |
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL SCHMIDT |
POMERODE |
| 1621 | LDC | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL SEARA | SEARA |
| 453 | LJAF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA GUARANI | |
| 609 | LPD | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA KARSTEM | |
| 738 | LBF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA KARSTEM | |
| 1538 | LDB | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA RECREATIVA LIMEIRA | BRUSQUE SC |
| 1810 | LJF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA ROMAÇO | JOINVILLE |
| 321 | LMD | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA SAUDADES | SAUDADES |
| 1893 | LJSF | ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA VITORIA 2001 | SÃO JOSE |
| 2004 | LJAF | ASSOCIAÇÃO DESPORTOS OLYMPYA | JARAGUA DO SUL |
| 1835 | LAI | ASSOCIAÇÃO DO CLUBE ATLETICO IÇARENSE | IÇARA |
| 2061 | LTF |
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO GREMIO DESPORTIVO GRAVATALENSE |
|
| 1836 | LCHF | ASSOCIAÇÃO DOS ATLETAS E COLABORADORES DA ACF | CHAPECÓ |
| 1872 | LCHF | ASSOCIAÇÃO DOS ATLETAS E COLABORADORES DA ACF | CHAPECÓ |
| 98 | LIFF | ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONARIO DA IOESC | |
| 813 | LCNF | ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONARIOS DA IMARIBU | |
| 812 | LCNF | ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA IGUAÇU | |
| 1303 | LCOB | ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA INPLAC | BIGUAÇU |
| 1661 | LIDEX | ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO ECONOMIA | XAXIM |
| 1998 | LSBF | ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA VILA CENTENARIO | SÃO BENTO DO SUL |
| 1864 | LBF | ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO BOA VISTA | BLUMENAU |
| 255 | LSF | ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO PETRÓPOLIS | |
| 202 | LSF | ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO VILA MARIA | LAGES |
| 570 | LPHF | ASSOCIAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES DE PALHOÇA | |
| 2053 | LFF |
ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PUBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE SÃO FCO DO SUL |
SÃO FCO DO SUL |
| 896 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTE CLUBE NACIONAL | |
| 1784 | LAF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTE CLUBE R&M FORMAÇÃO DE TALENTOS |
MARACAJÁ |
| 201 | LSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA AJAX | LAGES |
| 100 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA BAIRRO ABRAÃO | |
| 92 | LIFF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CLUBE NACIONAL | |
| 824 | LMD | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA COCA COLA | |
| 1990 | FCF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CULTURAL FERROVIÁRIO CAPIVARIENSE |
CAPIVARI DE BAIXO |
| 893 | LJSF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA DOS OFICIAIS DO 7 BATALHÃO PM |
|
| 1862 | LIFF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL CLUBE ATLÉTICO PEDREGAL |
FLORIANOPOLIS |
| 1094 | LEO | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E CULTURAL SEPARAÇÃO | |
| 176 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA AMÉRICA | SÃO MARTINHO |
| 635 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA AMÉRICA | |
| 601 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA BELA VISTA FUTEBOL CLUBE |
PALHOÇA |
| 1598 | LDVRT | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA CUBA | PORTO BELO |
| 815 | LCNF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA GERWAL | |
| 2063 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA MONTE ALEGRE | |
| 1221 | LEMOC | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA RENAR | FRAIBURGO |
| 1791 | FCF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA E RECREATIVA TIGRE | |
| 892 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA FERROVIARIA | |
| 623 | LPD | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA FLORESTA | POMERODE |
| 1299 | LCOB | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GAIVOTA | GOVERNADOR CELSO RAMOS |
| 2067 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GALATIKUS | BRAÇO DO NORTE |
| 634 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA GRÊMIO ESTUDANTIL | |
| 944 | LCHF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA IPIRANGA | |
| 1646 | LCHF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA JARDIM DO LAGO | CHAPECÓ |
| 2036 | LAC | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA KINDERMANN | CAÇADOR/SC |
| 322 | LPFC | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA MODELO | |
| 825 | LMD | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA MODELO | |
| 1716 | LPD | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA OLIMPICO | POMERODE |
| 945 | LCHF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALÁCIO DOS ESPORTES | |
| 894 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALMEIRAS | |
| 1075 | LEVU | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PALMITOS | PALMITOS |
| 1995 | LLF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PROGRESSO FUTEBOL CLUBE | LAGUNA |
| 2003 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA ALVORADA | CAPIVARI DE BAIXO |
| 826 | LMD | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CIVEMA | |
| 208 | LSF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL E BENEFICENTE CLUBE |
LAGES |
| 567 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL NOROESTE |
PALHOÇA |
| 136 | LIFF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA CULTURAL PARQUE DUNAS |
|
| 2072 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL NOVA GERAÇÃO FUTEBOL CLUBE |
PALHOÇA |
| 691 | LBAF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURA ELETRONICA TEIXEIR |
|
| 1890 | LJSF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL DESPORTIVO |
SÃO JOSE |
| 2033 | LCOB |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL FIGUEIRINHA |
BIGUAÇU |
| 2074 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL GL PONTES ESPORTE CLUBE |
PALHOÇA |
| 2073 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL GAVIÕES DE OURO FUTEBOL CLUBE |
PALHOÇA |
| 2071 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL METROPOL |
PALHOÇA |
| 2046 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA E CULTURAL MIB FUTEBOL CLUBE |
PALHOÇA |
| 579 | LPHF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA ELDORADO FUTEBOL CLUBE |
PALHOÇA |
| 504 | LJF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA MINERASIL | JOINVILLE |
| 183 | LSBF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA OXFORDE | |
| 1220 | LEMOC | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA PAPELOSE | |
| 600 | LPHF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA PONTE DO IMARUIM | PALHOÇA |
| 589 | LPHF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA RIO GRANDE | PALHOÇA |
| 1787 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA SETE DE SETEMBRO | BRAÇO DO NORTE |
| 636 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA TREZE DE MAIO | TUBARÃO |
| 2034 | LIF |
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA RECREATIVA UNIDOS DO CAMPO D’ AVIAÇÃO |
|
| 1820 | LTF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SANTO ANJO DA GUARDA | TUBARÃO |
| 895 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SCORPIONS | SÃO JOSÉ |
| 888 | LJSF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA SECONTAR | |
| 182 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA TERMAS DO GRAVATAL | GRAVATAL |
| 1270 | LEBVP | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA VASCO | CAPINZAL |
| 1368 | LEOC | ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA VASCO DA GAMA | |
| 2041 | LITA | ASSOCIAÇÃO FAROL ESPORTE CLUBE DE ITAPOA | |
| 1587 | LDG | ASSOCIAÇÃO FERROVIARIO ESPORTE CLUBE | GASPAR |
| 1096 | LEO | ASSOCIAÇÃO FLUMINENSE | |
| 375 | LID | ASSOCIAÇÃO FOGUETE | |
| 99 | LIFF | ASSOCIAÇÃO FUNCIONARIOS DA TELESC | |
| 1364 | LEOC | ASSOCIAÇÃO FUNCIONARIOS IMARIBO E REFL | |
| 2045 | LIF | ASSOCIAÇÃO FUTURA ESCOLINHA DO CAMPO DE AVIAÇÃO | IMBITUBA |
| 1170 | LEF | ASSOCIAÇÃO GRALHA AZUL | SÀO MIGUEL DO OESTE |
| 1788 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO GRUPO DE AMIGOS PRATA DA CASA | SÃO LUDGERO |
| 1761 | LAF | ASSOCIAÇÃO IRMÃ CARMEN | ARARANGUÁ |
| 2043 | LITA | ASSOCIAÇÃO JAGUARUNA DE FUTEBOL | |
| 266 | LRF | ASSOCIAÇÃO JOVENS UNIDOS DE SALETE | |
| 711 | LCEF | ASSOCIAÇÃO KONDER | |
| 2077 | FCF | ASSOCIAÇÃO MAGA ESPORTE CLUBE | INDAIAL |
| 2015 | LMD | ASSOCIAÇÃO MASTER PALMEIRAS | MODELO |
| 692 | LBAF | ASSOCIAÇÃO MORADORES DA VILA REAL ESPORTE CLUBE | |
| 1414 | LARM | ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO SANGÃO | CRICIÚMA |
| 1540 | LDB | ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO ÁGUAS CLARAS | BRUSQUE |
| 1813 | LJF |
ASSOCIAÇÃO MORADORES DO BAIRRO SANTA CATARINA KM 5 |
JOINVILLE |
| 938 | LJSF | ASSOCIAÇÃO MORADORES DO CENTRO DE SÃO JOSÉ | SÃO JOSÉ |
| 694 | LBAF |
ASSOCIAÇÃO MORADORES E PROPRIETARIOS JARDIM IATE CLUBE |
|
| 913 | LJSF | ASSOCIAÇÃO MORADORES FAZENDA SANTO ANTONIO | SÃO JOSÉ |
| 1741 | LBF | ASSOCIAÇÃO MORADORES HORTO FLORESTAL | BLUMENAU |
| 1799 | LSBF | ASSOCIAÇÃO MÓVEIS RUECKL | RIO NEGRINHO |
| 2024 | LPD |
ASSOCIAÇÃO PAIS E AMIGOS DO FUTEBOL DOS ESTADOS BRASILEIROS |
|
| 371 | LID | ASSOCIAÇÃO PEDRA DE AMOLAR | |
| 1592 | LDG | ASSOCIAÇÃO PEDRA DE AMOLAR | ILHOTA |
| 886 | LJSF |
ASSOCIAÇÃO PROFESSORENSE DE FUTEBOL (SE SÃO JOSÉ) |
SÃO JOSÉ |
| 1778 | LEC | ASSOCIAÇÃO R ESPORTIVA CULTURAL ESTRELA AZUL | CANOINHAS |
| 1669 | LIF |
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL AREAL ESPORTE CLUBE |
ITAPEMA |
| 1736 | LIFF |
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL E ESPORTIVA UNIDOS |
FLORIANÓPOLIS |
| 96 | LIFF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA AVANTE | FLORIANÓPOLIS |
| 97 | LIFF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA CULTURAL ESPORTIVA BANGU | FLORIANÓPOLIS |
| 1370 | LEOC |
ASSOCIAÇÃO RECREATIVA DESPORTIVA FUNCIONÁRIOS DA INPLAC |
JOAÇABA |
| 1805 | LJSF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL MADEKALO | SÃO JOSÉ |
| 1873 | LIFF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL UNIÃO DO PORTO | FLORIANOPOLIS |
| 672 | LCD | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA BOTAFOGO ITAPOCU | |
| 1599 | LDVRT | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA MARASIL | |
| 204 | LSF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA PAINELENSE | |
| 1257 | LEC | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA SANTO ANTÔNIO | BELA VISTA DO TOLDO |
| 1222 | LEMOC | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ESPORTIVA TIRADENTES | |
| 1992 | LID | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA IX DE JULHO | ITAJAÍ |
| 350 | LIF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MONTALUMI ESPORTE CLUBE | ITAPEMA |
| 1694 | LPD | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA MOVEIS PORATH | POMERODE |
|
95 |
LIFF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA PIONEIROS ESPORTE CLUBE | |
| 1738 | LBF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA PONTE PRETA | BLUMENAU |
| 1812 | LDB | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA TRIÂNGULO | BRUSQUE |
| 184 | LSBF | ASSOCIAÇÃO RECREATIVA VEÍCULOS BATISTA | SÃO BENTO DO SUL |
| 1760 | LEO | ASSOCIAÇÃO REGIONAL SUL BRASIL | SÃO JOSÉ DO CEDRO |
| 772 | LCUF | ASSOCIAÇÃO ROBERTO BECKER | |
| 1050 | LCELF | ASSOCIAÇÃO SANTA TEREZINHA DE FUTEBOL | |
| 823 | LMD | ASSOCIAÇÃO SÃO JOSÉ | |
| 1715 | LAVVF | ASSOCIAÇÃO SENIOR DO RIO BONITO | BRAÇO DO NORTE |
| 2035 | LDG | ASSOCIAÇÃO SENIOR PIÇARRAS | BALNEÁRIO PIÇARRAS |
| 765 | LCUF | ASSOCIAÇÃO SERVIDORES MUNICIPAIS CURITIBANSOS | |
| 829 | LMD |
ASSOCIAÇÃO SERVIDORES PUBLICOS MUNICIPAIS MARAVILH |
MARAVILHA |
| 1773 | LIFF | ASSOCIAÇÃO SOCIAL CULTURAL E DESPORTIVA TRIUNFO | FLORIANÓPOLIS |
| 1174 | LEF | ASSOCIAÇÃO VILA OESTE | |
| 2054 | LFF | ASSOCIAÇÃO VITÓRIA ESPORTE CLUBE | SÃO FRANCISCO DO SUL |
| 1401 | LARM | ASSOICAÇÃO ATLÉTICA BAIRRO SÃO LUIZ | |
| 1400 | LARM | ASSOICAÇÃO ATLÉTICA SIDERA | CRICIÚMA |
| 1402 | LARM | ASSOICAÇÃO ESPORTIVA FLUMINENSE | |
| 1691 | LFF | ATLANTICO FUTEBOL CLUBE | SÃO FRANCISCO DO SUL |
| 1483 | LAC | ATLÂNTICO ESPORTE CLUBE | CAÇADOR |
| 1272 | LEBVP | ATLÂNTICO ESPORTE CLUBE | CAPINZAL |
| 571 | LPHF | ATLÂNTICO RECREATIVO FUTEBOL CLUBE | PALHOÇA |
| 2076 | FCF | ATLETA COM REGISTRO NO PR E SC | |
| 2014 | XXX | ATLETA TRANSFERIDO PARA OUTRA FEDERAÇÃO | |
| 2016 | XXX | ATLETA TRANSFERIDO PARA OUTRO PAIS | |
| 940 | FCF | ATLÉTICO CLUBE CHAPECÓ | CHAPECÓ |
| 941 | LCHF | ATLÉTICO CLUBE VISTA ALEGRE | CHAPECÓ |
| 1854 | LJAF | ATLÉTICO ESTRADA NOVA ESPORTE CLUBE | JARAGUÁ DO SUL |
| 1 | FCF | ATLÉTICO MINEIRO FUTEBOL CLUBE | |
| 457 | LJAF | AVAI ESPORTE CLUBE | |
| 8 | FCF | AVAI FUTEBOL CLUBE | FLORIANOPOLIS |
| 777 | LLF | AVAI FUTEBOL CLUBE | LAGUNA |
| 509 | LJF | AVAÍ ESPORTE CLUBE | JOINVILLE |
| 572 | LPHF | AVANTE FUTEBOL CLUBE | PALHOÇA |
| 936 | LJSF | AVENTUREIRA FUTEBOL CLUBE | |
| 510 | LJF | AVENTUREIRO ESPORTE CLUBE | JOINVILLE |
| 511 | LJF | AVIAÇÃO FUTEBOL CLUBE | JOINVILLE |
| 898 | LJSF | AYMORE RECREATIVO FUTEBOL CLUBE | SÃO PEDRO DE ALCANTARA |
| 573 | LPHF | AZ DE OURO ESPORTE CLUBE | |
| 568 | LPHF | ÁGUA VIVA ESPORTE CLUB | |
| 1484 | LAC | BAIRRO FIGUEROA | CAÇADOR |
| 778 | LLF | BAIXADA ESPORTE CLUBE | LAGUNA |
| 1989 | FCF | BALNEARIO CAMBORIU FUTEBOL CLUBE LTDA | BALNEARIO CAMBORIU |
| 899 | LJSF | BANDEIRANTE FUTEBOL CLUBE | |
| 101 | LIFF | BANDEIRANTE RECREATIVO FUTEBOL CLUBE | FLORIANÓPOLIS |
| 1485 | LAC | BANGU ATLÉTICO FUTEBOL CLUBE | CAÇADOR |
| 9 | FCF | BARÃO RIO BRANCO | |
| 205 | LSF | BARCELA FUTEBOL CLUBE | |
| 1486 | LAC | BARCELO ESPORTE CLUBE | CAÇADOR |
| 206 | LSF | BARCELONA FUTEBOL CLUBE | |
| 56 | FCF | BARRA VELHA ESPORTE CLUBE | BARRA VELHA |
| 1542 | LDB | BARREIRO FUTEBOL CLUBE | BRUSQUE |
| 900 | LJSF | BARREIROS ESPORTE CLUBE | SÃO JOSE |
| 102 | LIFF | BARRENSE FUTEBOL CLUBE | FLORIANOPOLIS |
| 1656 | LJF | BARRIGA VERDE ESPORTE CLUBE | JOINVILLE |
| 937 | LJSF | BATE BOLA FUTEBOL CLUBE | |
| 1892 | LJSF | BAXADA ESPORTE CLUBE | SÃO JOSE |
| 1544 | LDB | BECO ESPORTE CLUBE | BRUSQUE |
| 103 | LIFF | BEIRA MAR FUTEBOL CLUBE | |
| 673 | LCD | BEIRA RIO ESPORTE CLUBE | |
| 2038 | LITA | BEIRA RIO ESPORTE CLUBE | |
| 611 | LPD | BEIRA RIO ESPORTE CLUBE | POMERODE |
| 955 | LCHF | BELA VISTA ESPORTE CLUBE | |
| 1583 | LDG | BELA VISTA ESPORTE CLUBE | GASPAS |
| 2000 | LAVVF | BELA VISTA FUTEBOL CLUBE | GRAVATAL |
| 695 | LBAF | BELMAR ESPORTE CLUBE | |
| 1671 | LCHF | BELVEDERE ESPORTE CLUBE | CHAPECÓ |
| 1304 | LCOB | BENFICA ESPORTE CLUBE | BIGUAÇU |
| 1487 | LAC | BIG BOM ESPORTE CLUBE | CAÇADOR |
| 1305 | LCOB | BIGUA FUTEBOL CLUBE | BIGUAÇU |
| 57 | FCF | BIGUAÇU ATLÉTICO CLUBE | BIGUAÇU |
| 1776 | LIFF | BLOCO CARNAVALESCO DO GARCIA | FLORIANOPOLIS |
| 10 | FCF | BLUMENAU ESPORTE CLUBE | BLUMENAU |
| 1774 | FCF | BLUMENAU SPORT CLUB MADUREIRA | BLUMENAU |
| 435 | LFF | BOCA JUNIOR ESPORTE CLUBE | |
| 1273 | LEBVP | BONSUCESSO ESPORTE CLUBE | CAPINZAL |
| 271 | LRF | BOTAFOGO ATLÉTICO CLUBE | |
| 1249 | LEC | BOTAFOGO ESPORTE CLBUE | CANOINHAS |
| 512 | LJF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | |
| 1987 | LIF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | IMBITUBA |
| 458 | LJAF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | JARAGUÁ DO SUL |
| 207 | LSF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | LAGES |
| 779 | LLF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | LAGUNA |
| 1886 | LJSF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE | SÃO JOSE |
| 1789 | LAVVF | BOTAFOGO FUTEBOL CLUBE DE AZEITEIRO | BRAÇO DO NORTE |
| 1545 | LDB | BOTUVERÁ ESPORTE CLUBE | BRUSQUE |
| 639 | LTF | BRAÇO DO NORTE FUTEBOL CLUBE | |
| 436 | LFF | BRASILIA FUTEBOL CLUBE | |
| 513 | LJF | BRASÍLIA FUTEBOL CLUBE | BARRA DO SUL |
| 1546 | LDB | BRILHANTE FUTEBOL CLUBE | BRUSQUE |
| 901 | LJSF | BRUSATUR ESPORTE CLUBE | |
| 11 | FCF | BRUSQUE FUTEBOL CLUBE | BRUSQUE |
| 1547 | LDB | BRUSTINTA FUTEBOL CLUBE | BRUSQUE |
| 780 | LLF | CABEÇUDA ESPORTE CLUBE | |
| 1676 | LCOB | CACHOEIRAS FUTEBOL CLUBE | BIGUAÇU |
| 741 | LBF | CAÇA E TIRO VELHA CENTRAL | |
| 1755 | FCF | CAÇADOR ATLÉTICO CLUBE | CAÇADOR |
| 1888 | LJSF | CALDO DE CANA FUTEBOL CLUBE | SÃO JOSE |
| 159 | LVNF | CAMIONEIROS FUTEBOL CLUBE | PRESIDENTE GETÚLIO |
| 1550 | LDB | CAMPECHE ESPORTE CLUBE | |
| 414 | LIF | CAMPINENSE ESPORTE CLUBE | |
| 515 | LJF | CAMPO GRANDE FUTEBOL CLUBE | |
| 807 | LCNF | CAMPOS NOVOS ESPORTE CLUBE | |
| 903 | LJSF | CANARINHO FUTEBOL CLUBE | SÃO JOSÉ |
| 60 | FCF | CANOINHAS ATLÉTICO CLUBE | CANOINHAS |
| 742 | LBF | CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE | BLUMENAU |
| 107 | LIFF | CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE | FLORIANÓPOLIS/SC |
| 516 | LJF | CANTO DO RIO FUTEBOL CLUBE | JOINVILLE |
| 517 | LJF | CAOVI ESPORTE CLUBE | |
| 1764 | LTF | CAPIVARI FUTEBOL CLUBE | TUBARÃO |
| 1585 | LDG | CARAMURU ESPORTE CLUBE | |
| 612 | LPD | CARAMURU ESPORTE CLUBE | POMERODE |
| 1408 | LARM | CARAVAGGIO FUTEBOL CLUBE | NOVA VENEZA |
| 108 | LIFF | CARAVANA DO AR ESPORTE CLUBE | |
| 379 | LID | CASCAVEL UNIVALI FUTEBOL CLUBE | |
| 1489 | LAC | CASTELHANO ESPORTE CLUBE | CAÇADOR |
| 1490 | LAC | CATARINENSE ESPORTE CLUBE | |
| 210 | LSF | CATARINENSE FUTEBOL CLUBE | |
| 2009 | LVNF | CATARINENSE FUTEBOL CLUBE | IBIRAMA |
| 602 | LPHF | CATARINENSE FUTEBOL CLUBE | PALHOÇA |
| 782 | LLF | CAXIAS ESPORTE CLUBE | |
| 415 | LIB | CAXIAS FUTEBOL CLUBE | |
| 518 | FCF | CAXIAS FUTEBOL CLUBE | JOINVILLE |
| 613 | LPD | CAXIAS FUTEBOL CLUBE | POMERODE |
| 1705 | LVNF | CAXIAS FUTEBOL CLUBE | PRESIDENTE GETÚLIO |
| 460 | LJAF | CAXIAS SPORT CLUB | JARAGUA DO SUL |
| 743 | LBF | CDR JUVENTUS | |
| 1162 | LEO | CEBEM SÃO CRITÓVÃO | SÃO JOSÉ DO CEDRO |
| 574 | LPHF | CEJAM FUTEBOL CLUBE |
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SÃO PAULO) & ESCUDOS Michel McNish em 27 Jan 2009
Protegido: América Futebol Clube de Embu das Artes SP
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Michel McNish & (SANTA CATARINA) & ESCUDOS Michel McNish em 27 Jan 2009
Protegido: Grêmio Esportivo Turvense SC
Historia do Futebol Parte II & ESCUDOS Andre Martins em 27 Jan 2009
Protegido: ESCUDO E FICHA DO G.E. TURVENSE/SC
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 27 Jan 2009
Um jogo e as consequências de marketing
Em 1966, o Cruzeiro de Raul, Tostão e Dirceu Lopes também foi alvo da publicidade. Depois de vencer o Santos na decisão da Taça Brasil por 6 x 2 no Mineirão e de 3 a 2 no Pacaembu , uma inusitada propaganda invadiu as TVs, Revistas e Jornais. A chamada de marketing dizia que 14 jogadores do Cruzeiro fizeram a barba com a mesma Gillette Super Inoxidável, a intermináaaaaavel. Em pé na fileira de cima vemos Zé Carlos, Marco Antonio, Dirceu Lopes, Evaldo, Neco e Natal. Na fila de baixo estão
Wilson Almeida, Hilton Oliveira, Procópio, Raul, Piazza, Pedro Paulo e Willian.
Para quem não é da época, informo que em todos os veículos de comunicação esta propaganda estava presente.
O JOGO HISTÓRICO
Cruzeiro 6 x 2 Santos
quarta-feira, 30 de novembro, no Mineirão, Belo Horizonte, jogo de ida das finais da Taça Brasil 1966, em 30 de novembro de 1966
Juiz: Armando Marques (carioca)
Bandeiras: Joaquim Gonçalves e Euclides Borges (mineiros)
Expulsões: Procópio e Pelé
Renda: Cr$223.314.600
Público pagante: 77.325
Público presente: 90.000 (estimado)
Gols:
Zé Carlos (contra), Natal, Dirceu Lopes, Dirceu Lopes e Tostão, no 1º tempo; Toninho, Toninho e Dirceu Lopes, no 2º
Cruzeiro:
Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza, Dirceu Lopes e Tostão; Natal, Evaldo e Hilton Oliveira. Tec: Airton Moreira
Santos:
Gilmar, Carlos Alberto Torres, Mauro Ramos de Oliveira, Oberdan e Zé Carlos; Zito e Lima: Dorval, Toninho Guerreiro, Pelé e Pepe. Tec: Lula.
A história do 1º tempo só pode ser contada por meio dos fantásticos – pela quantidade e qualidade – cinco gols do Cruzeiro. Tudo o mais que se disser, é dispensável. A 1 minuto, Evaldo recebeu passe de Tostão no meio de campo e percebeu Dirceu correndo em direção ao gol. O lançamento saiu preciso. Quando o meia se preparava para concluir, o lateral-esquerdo Zé Carlos, tentando desarmá-lo, marcou contra: 1 x 0. Aos 5, Dirceu recebeu de Evaldo e serviu a Natal. O ponteiro driblou Zé Carlos e chutou forte: 2 x 0. Aos 20, Oberdan saiu jogando, perdeu a bola para Dirceu, levou dois dribles e saiu de cena. Com a visão desimpedida, o Dez de Ouros chutou violentamente de fora da área: 3 x 0. Aos 39, a defesa do Santos sofreu intenso bombardeio. De dentro da área, Hilton chutou e Mauro salvou. No rebote, Evaldo disparou outra bomba, mas Oberdan impediu o gol. A terceira tentativa coube a Dirceu Lopes. Em vez de força, jeito: 4 x 0. Com a palavra o autor da obra prima: “Meu forte sempre foi o corte de fora da área. Como tinha muita velocidade e, naquela época, o futebol era mais solto, qualquer bola que eu apanhasse no meio de campo era um perigo para o adversário. Naquele lance, recebi a bola na entrada da área. Dei um corte no zagueiro, passei a bola do pé direito para o esquerdo e bati. Ela fez uma curva e enganou o Gilmar, que ficou agarrado na trave. Foi um golaço”. Aos 41, Dirceu driblou Mauro dentro da área e foi derrubado por Oberdan. Pênalti. Tostão fez inacreditáveis 5 x 0.
No final do 1º tempo, a caminho do vestiário, Pelé ouve o couro provocador da torcida mineira: “Cadê Pelé? Cadê Pelé?”. O Rei acenou para a torcida com a mão espalmada. Cinco gols? Não, cinco vezes campeão brasileiro, ele explicou. A verdade, contudo, é que, naquela noite, marcado individualmente por Piazza, Pelé não viu a cor da bola.
Cruzeiro voltou relaxado pensando em barganhar o jogo: tocaria a bola e o adversário se contentaria em evitar mais gols. Mas, ao invés de aceitar o fato consumado da derrota, o Santos foi à luta pensando em remontar o placar. Nos vestiários, seus jogadores ouviram poucas e boas do treinador Lula: “É preciso parar esta linha de qualquer forma, se não parar no grito tem que ser no tapa, na botina, não pode é continuar desta forma. Eles estão fazendo a nossa área de avenida”. Deu certo. Aos 6 e aos 10, Toninho Guerreiro marcou: 5 x 2. A torcida assustou-se. Pelé tinha fama de, quando provocado, superar-se e virar resultados tidos como definitivos. Mas Tostão, Dirceu e Piazza retomaram o controle do jogo. Tocando bola com rapidez, o Cruzeiro voltou a colocar o Santos na roda. E a pá de cal sobre o pentacampeão brasileiro foi atirada aos 27 minutos. Evaldo recebeu passe de Tostão, driblou Oberdan e chutou forte, Gilmar deu rebote. Dirceu apareceu do nada para tocar para as redes: 6 x 2. Estava de bom tamanho. Daí em diante, os times limitaram-se a exibir sua técnica refinada sob aplausos ininterruptos da torcida. Era preciso economizar energias para o jogo decisivo, uma semana depois, no Pacaembu.
Comentário do jogo: www.benny75.com/hotsite/taca66
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Eduardo Cacella em 27 Jan 2009
O curioso caso de Masal Bugduv!!!!
Amigos achei essa reportagem e repasso, a que ponto a internet influencia o mundo …
Há duas semanas, o respeitado jornal britânico The Times publicou uma de suas famosas listas esportivas, desta vez com um ranking das 50 maiores promessas do futebol mundial. No topo da lista estava o meio-campo Hernanes, do São Paulo e da seleção brasileira, que bateu atletas de grandes times europeus e também alguns desconhecidos. Entre esses estava um jogador chamado Masal Bugduv do Olimpia Balti, da Moldávia, que ficou em 30º lugar. Mas Bugduv tem um problema. Ele não existe.
A farsa foi desmascarada por Neil McDonnell, do blog de futebol Soccerlens, que escreve sob o pseudônimo de Fredorrarci. Intrigado pela história do suposto jogador, oriundo da Moldávia, uma ex-república soviética com 3,8 milhões de habitantes e sem qualquer tradição no futebol, ele começou a pesquisar a vida de Bugduv. E graças a contatos com jornalistas da Rússia e da Moldávia, descobriu que o jogador não existia e que Masal Bugduv nem mesmo é um nome moldavo.
McDonnell mostrou também que o The Times havia sido enganado e que não era o culpado pela farsa, iniciada em fóruns na internet. Outros veículos respeitados, como o site Goal.com e a revista esportiva britânica When Saturday Comes também citaram o atleta. A publicação chegou a afirmar em sua edição de janeiro que o atacante de 16 anos era uma esperança para o futebol da Moldávia, que vem sendo atrapalhado por conta de questões separatistas na região da Transnistria, no leste do país.
Segundo a revista eletrônica Slate, que publicou uma reportagem sobre a farsa de Bugduv na sexta-feira (23), o Goal.com e a When Saturday Comes pediram desculpas imediatamente. Já o Times, antes das desculpas, optou por substituir Bugduv pelo atacante Jay Simpson, do Arsenal (Inglaterra), que nem havia aparecido entre os 50 primeiros..
A origem da farsa de Masal Bugduv
No blog Soccerlens, em um post com o título O curioso caso de Masal Bugduv (sátira com o nome do filme O curioso caso de Benjamin Button, indicado ao Oscar), Neil McDonnell explicou como descobriu a farsa. Segundo ele, além das citações no Times, no Goal.com e na When Saturday Comes, o nome de Bugduv aparece em diversos sites e fóruns de futebol na internet, sempre nos comentários das notícias e posts, e muitas vezes com citações supostamente de agências de notícias, como a Associated Press (AP), que revelavam o interesse de clubes como o Arsenal e o Liverpool pelo jogador. Uma busca no site da AP, no entanto, não encontra resultados com o nome de Bugduv.
Para McDonnell, a farsa foi obra de um irlandês. O indício mais forte disso é que, em um desses posts fantasmas na internet, há declarações atribuídas a Bugduv no jornal moldavo Diario Mo Thon, que também não existe. McDonnell explica que “mo thon” significa, em uma tradução politicamente correta do idioma irlandês para o português, “meu traseiro”.
A Slate levantou um outro indício para a origem irlandesa do trote. O som de Masal Bugduv se assemelha em irlandês a m’asal beag dubh, o que significa “meu pequeno burro preto” e é o nome de uma história do escritor irlandês Pádraic Ó Conaire. No conto, um homem é convencido a pagar uma grande quantia de dinheiro por um burro preguiçoso após ouvir boatos entre seus vizinhos de que o animal era muito ativo.
A noticia original se encontra aqui: http://soccerlens.com/the-curious-case-of-masal-bugduv/20613/
Fonte:Revista Época
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (RIO DE JANEIRO) Diogo Henrique em 27 Jan 2009
A mordida de Torbis em Nilton Santos
Na foto aparece o jogador Torbis seguro por atletas e policiais.
O jogo foi realizado no estádio de General Severiano, no dia 23 de dezembro de 1951 pelo campeonato carioca. O Botafogo venceu por 3x0, com gols de Otávio. Braguinha e Otávio. O juiz foi Gimenez Molina.
Nesse ano de 1951, o Botafogo cumpriu uma complicadíssima campanha no campeonato. Nas últimas rodadas se envolveu num conflito medonho em General Severiano, num jogo contra o São Cristovão. A briga foi tão grande que somente terminou com a intervenção da Policia Especial, que atirou bombas de gás lacrimogêneo para todos os lados, ferindo um de seus próprios integrantes. O soldado Ari dos Santos teve sua mão direita despedaçada porque a bomba explodiu antes de ser lançada. Entre os jogadores, porém, nada a lamentar. A não ser o nocaute e os ferimentos no rosto de Nilton Santos que, depois de medicado, ficou por algum tempo ostentando grossos esparadrapos no lábio e na testa como prova de sua participação na luta.
Aos 13 minutos do segundo tempo, quando o Botafogo já vencia por 2x0, o goleiro do São Cristovão Luiz Borracha, saltou para defender um centro sobre sua área e caiu. Pirilo, que vinha na corrida, chutou propositadamente o goleiro, dando prova do seu nervosismo. Torbis reclamou e recebeu um tapa de Pirilo. Foi o sinal para que a briga envolvesse os demais jogadores, dela participando praticamente os 22 atletas. O conflito já durava mais de 10 minutos quando a Policia separou os jogadores. Um deles, estava estirado no gramado, desmaiado: Nilton Santos. Posteriormente, tudo ficou esclarecido. O zagueiro do São Cristovão, Torbis, que já estava enfurecido pelo tapa que levou de Pirilo, pegou o Nilton Santos e lhe deu uma dentada nos lábios que levou alguns pontos e tempo para sarar.
Para completar. A primeira providência do juiz Molina foi expulsar os vinte e dois jogadores. Dirigentes dos dois times, preocupados com as próximas rodadas do campeonato, conseguir demover o arbitro de sua idéia. Molina, pressionado, expulsou apenas Pirilo e Paraguaio do Botafogo e Luiz Borracha e Torbis do São Cristovão. O jogo teve prosseguimento, num clima tenso e o Botafogo ainda conseguiu fazer seu terceiro gol. Quando o jogo terminou, a torcida do Botafogo tentou agredir os jogadores do São Cristovão. Foi necessário que a Policia Especial entrasse em ação e um guarda foi ferido. Uma hora depois, ânimos serenados, o ônibus o São Cristovão deixou General Severiano, enquanto Nilton Santos, nos vestiários, era socorrido, de lá levando vários pontos na testa e nos lábios.
Fonte: O Esporte Ilustrado
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (ALAGOAS) Diogo Henrique em 27 Jan 2009
Juiz desmaiou com o gol da vitória do seu clube
O juiz foi o senhor Batista Cortes, arbitro da Federação Alagoana de Desportos, hoje Federação Alagoana de Futebol. O jogo aconteceu no campo do mutange no ano de 1963 entre Guarani do Poço e CSA. Era uma partida pelo campeonato alagoano da primeira divisão. Batista Cortes nunca negou que era um torcedor do CSA.
O CSA, clube dos mais tradicionais do futebol do Nordeste, era o total favorito. O Guarani do Poço, recém integrante do campeonato alagoano, era um time bem armado, mas com poucas chances de vencer. O jogo se arrastou até quase o seu final e o zero a zero se mantinha. Quando todos acreditavam que o gol não ia acontecer, surgiu o lance aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo. Uma bola lançada na área do Guarani e o artilheiro do CSA, Clovis, meteu a cabeça na bola e marcou o gol da vitória. Alegria geral dos azulinos. Tristezas dos rubros negros. Neste momento, o arbitro que sempre foi torcedor do CSA, apitou o final do jogo, e desmaiou.
Todos, ou quase todos, afirmam que ele desmaiou de emoção pela vitória do seu clube. Outros, não acreditam. Batista Cortes afirma que desmaiou porque o sol estava muito forte (o jogo começava as 15 horas) e a cinta que usava estava apertada. A noticia ganhou o mundo e foi matéria para a revista O CRUZEIRO, na época, a melhor revista do Brasil. Esta história está registrada no depoimento feito ao Museu dos Esportes pelo artilheiro Clóvis, autor do gol do jogo.
Fonte: Museu do Esporte
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Futebol Amador Diogo Henrique em 27 Jan 2009
Demissão por “competência”
No início dos anos 90, em uma cidade perto de Congonhas/MG, a competição da Primeira Divisão da Liga Amadora estava a todo vapor. Os jogos eram disputados com muita garra por todas as equipes, que queriam chegar ao título. Mas a principal equipe da cidade passava por um mau momento técnico. Durante o primeiro turno, havia conseguido apenas uma vitória e amargava as últimas colocações na tabela de classificação.
A torcida estava revoltada com o presidente do clube, que parecia não estar muito preocupado com a situação, pois estava em fim de mandato. Mas a pressão da torcida foi muito grande e a diretoria resolveu contratar um renomado treinador da capital, para tentar reverter a situação do clube na competição. Para se deslocar da capital até a cidade do interior, o treinador pediu uma quantia em dinheiro para cada vitória que conseguisse. A diretoria não teve outra saída, a não ser aceitar a proposta.
Com a chegada do novo treinador, que era de competência indiscutível, a equipe cresceu de produção no segundo turno, conseguindo vitórias consecutivas e logo alcançando as primeiras colocações na tabela. A torcida esta entusiasmada. Mas o presidente não compartilhava do mesmo entusiasmo. As despesas com o treinador estavam ficando muito altas, devido ao sucesso da equipe. E era ele quem pagava. Após mais uma vitória no campeonato, o presidente “demitiu” o treinador, por motivo de contenção de despesas.
Você é capaz de adivinhar o que aconteceu com o time ? Pois é isso mesmo que você pensou. A equipe entrou em baixa novamente e foi parar na segunda divisão.
A torcida ficou revoltada e tentou linchar o presidente. Com o fim de seu mandato, o presidente se mudou de cidade e deixou a “bananosa” para o futuro presidente. O clube amarga até hoje a segunda divisão e a torcida continua à procura de um novo “Salvador da Pátria”, para ascender o clube novamente à Primeira divisão.
Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Futebol Amador Diogo Henrique em 27 Jan 2009
O pênalti que ninguém cobrou
Era a decisão do Campeonato da Divisão Especial da Liga Amadora de uma grande cidade mineira.
De um lado, a mais poderosa equipe do local, o União F.C., que contava com grandes jogadores, alguns inclusive, buscados em outras cidades da região, para reforçar o time. A equipe adversária, o Grêmio, era um time modesto, que contava apenas com a ajuda de alguns abnegados e, na teoria, não contava com um plantel capaz de fazer frente ao time mais poderoso do lugar.
Mas na prática, o que se viu em campo foi o Grêmio, equipe considerada mais fraca, jogar com muita garra e disposição, chegando a assustar o “bicho-papão” da cidade.
O jogo estava empatado em 1 a 1, com o Grêmio resistindo bravamente à pressão do União, quando, aos 44min do segundo tempo, num dos seus raros ataques na partida, o atacante do Grêmio, Paulinho “Trombador” foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou a penalidade máxima.
Sentindo que a sua equipe, apesar de ser mais forte, estava prestes a perder o título, o fazendeiro mais poderoso do lugar, presidente do União, invadiu o campo, colocou a bola debaixo do braço, encostou-se em uma das traves e disse para o árbitro:
“O senhor está roubando. Não vou deixar bater o pênalti”.
O árbitro esperou esgotar o tempo regulamentar e encerrou a partida por falta de garantias.
A decisão do Campeonato foi para o “tapetão”. Como os auditores do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga da Cidade eram também empregados da fazenda do presidente do União, adivinhe qual foi o resultado do julgamento?
Pois é, as duas equipes foram proclamadas campeãs da cidade.
Como pode se ver, o sr. “Eurico Miranda” já anda fazendo escola até no Futebol Amador.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & Perfis Diogo Henrique em 27 Jan 2009
Cica, recordista brasileiro de gols em uma partida
O jogador brasileiro que marcou o maior número de gols em uma partida foi Darcy Marino da Silva, o Cica, que em 10 de dezembro de 1967, jogando pelo Social Olímpico Ferroviário, de Santos Dumont, Minas Gerais, marcou 12 gols, numa partida contra o Pombense, da cidade de Rio Pomba. A partida, válida pelo campeonato regional daquele ano, terminou 17 x 0.
Com a repercussão do seu feito, sua fama ultrapassou as fronteiras do município e o dirigente Gunnar Goranson mandou busca-lo para fazer testes no Flamengo, que montava uma nova equipe para o campeonato carioca de 1968. Fez ótimos treinamentos ao lado de Manicera, Dionísio e Rodrigues Neto, entre outros e foi aprovado pelo, então técnico, Walter Miraglia. Quando sua contratação parecia certa, um impasse entre os dirigentes dos clubes, acabou encerrando as negociações.
Cica, então, desenvolveu sua carreira e continuou fazendo seus gols por clubes do interior de Minas, como Social e Mineiro de Santos Dumont, Vila Nova de Nova Lima, Formiga da cidade de mesmo nome e Vila do Carmo, de Barbacena, onde encerrou sua carreira profissional.
Cica, orgulhoso, guarda com carinho a edição do Guiness Book de 1998, onde seu feito histórico está registrado na página 287, exatamente entre dois dos maiores jogadores de todos os tempos: Pelé (maior número de títulos) e Ademir Menezes, (maior artilheiro brasileiro em copas do mundo - 9 gols, em 1950).
Não sabe, ao certo, quantos gols marcou em sua carreira (e foram muitos), mas, daqueles 12, assinalados no dia 10 de dezembro de 1967, certamente ele nunca esquecerá.
Fonte: livro Causos da Bola, do jornalista Victor Kingma
Historia do Futebol Parte II & ESCUDOS Andre Martins em 27 Jan 2009
Protegido: AMÉRICA FC DE EMBU DAS ARTES/SP
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Celso Franco & (SÃO PAULO) Celso Franco em 26 Jan 2009
O time do bairro em que nasci… Breve história do Cambuí F.C.
Cambuí F.C. de Campinas / SP
Novo escudo do Cambuí F.C.
O Cambuí F.C. foi fundado em Campinas no dia 01/06/1937. Seu nome foi em homenagem ao bairro em que foi formado ( um dos mais charmosos de Campinas ) e as suas belissímas árvores da família das mirtáceas que em seus galhos florescem miúdas flores brancas e perfumadas; seus frutos vermelhos quase roxos tornam uma festa para passarinhos e abelhas. Suas cores : verde e branco.
Fundadores:
Arthur Franz - 1º Presidente
Bonfiglio Garutti
Otto Kriegel
Antonio Luvizzari
Francisco Ortega
Fernando Moreira
Benedito Amaral
Hermínio Gaiani
Entre seus inúmeros títulos no futebol destaca-se :
Vice - campeão em 1946
Campeão Campineiro da 2ª divisão em 1950
Vice - campeão em 1952 da 1ª Divisão
O Cambuí F.C. sagrou-se o grande campeão do Megamaster-2008 ao vencer o E.C. Bela Vista, no 1º jogo por 4 X 3 e na segunda partida realizada em 23/11/2008, obteve um empate em 2 X 2.
Atualmente, o Cambuí F.C. se destaca por suas famosas escolinhas de futebol em conjunto com o Cruzeiro E.C. de Belo Horizonte / MG e tem sua sede localizada a Rua Anuar Murad Bufarah, 405 - Cambuí - Campinas / SP CEP: 13035-630. Participa ativamente dos campeonatos de bocha na cidade e em nível estadual.
Time que disputou a LCF DE 1965.
Fonte: Arquivo pessoal / LCF
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 26 Jan 2009
Saudades de um bom meio de campo
Um time precisa ter padrão de jogo, conjunto e um esquema definido. Hoje , mais do que nunca no futebol profissional, vencer é mais do que um objetivo é uma necessidade para sobreviver. Para um técnico de futebol , definições táticas estão atreladas a um intenso preparo físico da equipe e a dimensão tática tem se refletido na colocação de 4 ou 5 jogadores no meio de campo, dando especial atenção àqueles de marcação, de contenção.
Este humilde preâmbulo vem de encontro à lembrança que tenho dos grandes jogadores de meio de campo dos diversos times do Brasil pelos anos 60 , 70 e alguns dos anos 80.
Sem querer esgotar a grande quantidade de craques que passaram por nossos campos, comecei a relacionar num pedaço de papel alguns jogadores que vi jogar a partir de 1962. Evidente que esquecerei de muitos e uma ou outra posição pode estar invertida.
Relacionei apenas duplas para o meio de campo, não entrei no mérito se o esquema era 4-3-3, 4-4-2 ou 4-2-4.
Para cada dupla um breve relato sobre um jogador
PALMEIRAS
1-Zequinha e Chinesinho.
Chinesinho foi decisivo na conquista do Supercampeonato Paulista pelo Palmeiras em 1959, quebrando um jejum de quase nove anos. O Palmeiras derrotou o Santos por 2 a 1, de virada, no Pacaembu. Os gols foram de Julinho e Romero. Do Palmeiras, Chinesinho foi para o Modena, da Itália. Com o dinheiro de sua venda a equipe verde reformou o Parque Antártica e construiu o atual Jardim Suspenso.
2-Dudu e Ademir da Guia
Ademir foi um dos mais geniais meios-campistas do futebol brasileiro em todos os tempos. Assim como o pai, ele começou a carreira no Bangu e foi contratado pelo Palmeiras em 1961. Herdou o apelido do pai, “Divino”, e brilhou no Parque Antártica até 1977, quando encerrou a carreira.
3-Cesar Sampaio e Rincon
Nascido em Buenaventura, Colômbia, em 14 de agosto de 1966, Freddy Eusébio Gustavo Rincón Valencia, conhecido como Rincón, foi um grande jogador de futebol. Volante e meia, começou a carreira no Atlético Buenaventura, passando depois por Independiente de Santa Fé, América de Cali, Palmeiras, Napoli, Real Madrid, Santos e Corinthians.
SANTOS
1-Zito e Mengálvio
Nascido no dia 17 de dezembro de 1939, em Laguna (SC), Mengálvio começou a carreira de jogador na equipe do Aimoré, da cidade de São Leopoldo (RS), no final dos anos 50. Jogando pela modesta equipe, o meio-campista foi vice-campeão estadual. Contratado pelo Santos, em 1960, ele formou uma das mais famosas linhas de ataque do futebol mundial: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Pelo Peixe, Mengálvio, que sabia atuar na meia e também como volante, conquistou vários títulos.
2-Ze Mario e Ailton Lira
Nascido no dia 19 de fevereiro de 1951, em Araras (SP), Lira fez parte do time santista campeão paulista em 1978, na época dos “Meninos da Vila”. Além do Peixe, Aílton Lira jogou na Ponte Preta, na Caldense (MG), no São Paulo, no Al Nassr (Arábia Saudita), Guarani, União São João (SP), Comercial (SP), Portuguesa Santista (SP), Itumbiara (GO) e Guará (DF).
SÃO PAULO
1-Edson e Gerson
Nascido no Rio de Janeiro no dia 20 de junho de 1943, Édson Cegonha começou no Bonsucesso (RJ). Chegou ao Corinthians em 1963 e ficou no Parque São Jorge até 1969. Atuou ao lado de jogadores como Rivellino, Tales, Flávio Minuano e Paulo Borges. O período era difícil. O Corinthians não conseguia superar o Santos de Pelé e também vivia um jejum de títulos que durava desde 1954.
Mesmo assim, Édson, que era volante e foi deslocado algumas vezes para a lateral-esquerda (chegou a estar na lista dos 40 jogadores para a Copa do Mundo de 1966), fez boas partidas com a camisa alvinegra. Ao todo foram 186 jogos (110 vitórias, 37 empates e 39 derrotas) e 17 gols (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).
Deixou o Corinthians para jogar o São Paulo, clube pelo qual foi bicampeão paulista: 1970/71. Assim como no Corinthians, Édson Cegonha se destacou com a camisa tricolor, num time que contava ainda com Toninho Guerreiro, Terto, Gérson, Roberto Dias, entre outros. Jogou 205 vezes pelo São Paulo (106 vitórias, 51 empates e 48 derrotas) e marcou 16 gols (fonte: Almanaque do São Paulo - Alexandre da Costa).
Para fechar o trio de ferro, em 1973 o versátil jogador se transferiu para o Palmeiras. Fez parte de bons times alviverdes. Ficou no Palestra Itália até 1975. Foram 80 partidas (45 vitórias, 20 empates e 15 derrotas) e três gols
CORINTHIANS
1-Tião e Rivelino
Tião, que jogou também no Guarani e no Juventus, ficou marcado como fiel escudeiro de Rivelino ao defender o Timão de 1968 a 1975. O volante disputou 363 jogos e marcou 13 gols com a camisa alvinegra (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).O jogo da vida de Tião foi Corinthians 4x3 Palmeiras, no Morumbi, em 71. Na ocasião, Tião marcou um dos gols da histórica virada corintiana sobre o arqui-rival. Os outros gols do Corinthians foram marcados por Mirandinha (2) e Adãozinho. César Maluco (2) e Leivinha fizeram para o Verdão.
O jogo foi no dia 25 de abril de 1971, numa tarde gelada de domingo de 8 graus no Morumbi. O técnico Francisco Sarno escalou: Ado, Zé Maria, Sadi, Luis Carlos Gálter, Pedrinho, Tião, Rivellino, Lindóia depois Natal, Samarone depois Adãozinho, Mirandinha e Peri. Apitou Armando Marques, que expulsou Leivinha e Rivellino.
2-Biro Biro e Sócrates
O pernambucano, nascido no dia 18 de maio de 1959, começou a carreira no Sport Recife e se transferiu para o Corinthians em 1978. Na época, o folclórico presidente corintiano Vicente Matheus o anunciou como Lero-Lero, o que provocou enorme gozação.
Dentro de campo, Biro-Biro não brincou em serviço e jogando um futebol muito sério conquistou os torcedores do Timão, que o elegeram como símbolo da equipe. Se Sócrates, Palhinha, Zenon, eram os talentos da equipe, Biro-Biro figurava como um jogador importante na marcação e muito disciplinado taticamente.
Graças aos fãs corintianos, elegeu-se vereador em São Paulo, em 1988. No ano seguinte, deixou o Parque São Jorge para jogar na Lusa, onde não brilhou. Também atuou no Guarani e Remo, antes de encerrar a carreira.
PORTUGUESA
1-Pampolini e Nair
Pampolini foi contemporâneo de Manga, Nilton Santos, Chicão, Cacá, Zé Maria, Paulistinha, Zé Carlos, Neivaldo, Édson, Airton Povil, Elton, Garrincha, Amarildo, Quarentinha, Zagalo, Paulo Valentim, e tanta gente boa que, brilhantemente, defendeu o Botafogo. Pampolini, 347 jogos e 27 gols (1955 a 1962).
Em 1962, deixou o Glorioso e foi defender a Portuguesa de Desportos, então dirigida pelo saudoso Aimoré Moreira. Na Lusa, Pampolini sagrou-se vice-campeão paulista de 1964 jogando ao lado de Félix, Orlando Gato Preto, Jair Marinho, Wilson Pereira, Henrique Pereira, Wilson Silva, Edilson, Ditão, Almir, Dida, Ivair, Henrique Frade, Sílvio Major, Nair e Édson, também ex-Botafogo.
Na Lusa, Pampolini jogou até 1968, quando encerrou sua carreira. Defendeu outras duas equipes por rápidos empréstimos, enquanto tinha o passe preso à Lusa do Canindé: em 1965, jogou pelo Atlético-MG, e em 1966, pelo Taubaté.
FERROVIÁRIA
1-Dudu e Bazani
Bazani é o maior símbolo da história da Associação Ferroviária de Esportes de Araraquara, equipe que ficou conhecida nos anos 60 como o “Santos do Interior”. Sonhava em rever a equipe grená na primeira divisão do Campeonato Paulista. Infelizmente, não conseguiu.
Cirurgião-dentista atuante até meses antes de falecer, Bazani jogou no Corinthians de 63 a 65, fazendo 87 jogos (41 vitórias, 18 empates, 30 derrotas) e marcando 15 gols, sendo um deles no Santos, de Pelé, no segundo turno do Campeonato Paulista de 1964 (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte). Só que o Santos, de virada, ganhou por 7 a 4.
Na Ferroviária, Bazani, por décadas, formou inesquecíveis alas-esquerdas, criadas por monumentais ataques Afeanos: Bazani e Boquita; Bazani e Beni; Bazani e Pio e Bazani e Nei.
FLAMENGO
1-Andrade
Andrade vestiu a camisa rubro-negra por 10 anos: 1977 até 1987. Segundo o “Almanaque do Flamengo”, de Roberto Assaf e Clóvis Martins, foram 566 jogos pelo rubro-negro (329 vitórias, 138 empates e 99 derrotas) e 28 gols. Transferiu-se para a Roma, da Itália, e retornou ao futebol carioca, em 90, para defender o Vasco da Gama. Jogou também no Linhares (ES).
Trata-se de um dos maiores vencedores de Brasileiros, já que venceu cinco (contanto a polêmica Copa União de 87). O último, em 89, vestindo a camisa do Vasco (era reserva de Zé do Carmo no time comandado por Nelsinho Rosa).
e Adílio
CRUZEIRO
1-Ze Carlos e Dirceu Lopes
Dirceu Lopes foi um jogador que empatou com Ademir da Guia em tudo: no talento, na humildade, na falta de ambição e vaidade, na má sorte e na injustiça. Ambos foram esquecidos pela seleção brasileira de forma lamentável. No interior mineiro, Divino, o algoz de Dirceu Lopes, é visto como um Márcio Nunes. Um (Márcio Nunes) acabou com o Galinho no Maracanã. E o outro (Divino) vitimou Dirceu Lopes
ATLETICO MINEIRO
1-Vanderlei e Humberto Ramos
Humberto Ramos passa por Mura, Carlos Roberto e Marco Aurélio. Chega na área e cruza para Dadá Maravilha. A cabeçada sai perfeita, longe do alcance de Wendell. O Atlético abre o placar contra o Botafogo e, minutos depois, começa a comemorar o título de campeão brasileiro de 1971. Este foi o momento mais importante da carreira de Humberto da Silva Ramos, ex-meia que chegou ao Galo em 1966, e defendeu também Grêmio, América (RN), Vila Nova (GO), Internacional de Limeira, Colorado (PR), Coritiba e Valério Doce de Itabira, onde parou em 1984.
BAHIA
1-Paulo Rodrigues e Bobo
Eleito um dos maiores ídolos do Tricolor Baiano em todos os tempos, Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, foi peça essencial na equipe comandada por Evaristo de Macedo que conquistou o Campeonato Brasileiro de 1988. Ao lado do centroavante Charles, do meia Zé Carlos, do ponta Marquinhos, do volante Paulo Rodrigues, entre outros, fez do Bahia, o “azarão” do campeonato nacional de 1988, uma equipe muita temida.
Para ter Bobô, o Tricolor do Morumbi desembolsou mais de US$ 1 milhão, valor fora dos padrões dos clubes brasileiros na época, e ainda liberou para o Bahia os passes do centroavante Marcelo e do zagueiro Wágner Basílio.
No entanto, para infelicidade dos cartolas tricolores, Bobô não rendeu tudo o que podia no Tricolor Paulista, mas mesmo assim conquistou o título paulista de 1989.
No ano seguinte, em baixa no time paulista, Bobô foi defender por empréstimo o Flamengo e mais uma vez não vingou. Em 91, o São Paulo envolveu ele na troca com o Fluminense pelo ponta-esquerda Rinaldo, o mesmo que foi crucificado por não ter passado a bola para Pelé no jogo comemorativo do 50º aniversário do Rei.
No Tricolor das Laranjeiras, Bobô viveu um bom momento, fazendo dupla com o centroavante Ézio, que tinha sido contratado à Portuguesa.
Em 1993, o baiano deixou o Flu para jogar no Corinthians, clube que ele disse ter sido marcante na sua carreira apesar do pouco tempo que ficou no Parque São Jorge.
Depois do Timão, Bobô atuou pelo Internacional e depois ainda retornou para o Bahia, antes de encerrar a carreira e tornar-se comentarista esportivo.
VASCO
1-Felipe e Juninho
Por várias vezes, Juninho foi considerado o 12º jogador do time são-paulino. Era um reserva que entrava e incendiava a partida. Foi assim, inclusive, na final do Mundial de Clubes de 1993, quando Juninho participou da vitória do São Paulo sobre o Milan, 3 a 2.
Juninho defendeu o time do Morumbi entre 1993 e 1995. Uma proposta milionária do até então pouco conhecido Middlesbrough fez o meia-armador trocar de país. Juninho foi para a equipe inglesa. Jogou lá, e bem, até 1997, quando teve seu passe negociado com o Atlético de Madrid.
Juninho permaneceu no clube espanhol até 1999. Chegou a vestir ainda, mais uma vez, a camisa do Middlesbrough. Em 2000, ele retornou ao futebol brasileiro. Quem o contratou foi o Vasco da Gama, que já tinha um grande time.
E foi em São Januário, por causa de outro Juninho (o Juninho Pernambucano), que Juninho ganhou também o apelido de Juninho Paulista. E os dois, como armadores da equipe cruz-maltina, foram importantes para a conquista da Copa João Havelange de 2000. E no ataque, o Vasco tinha ainda o baixinho Romário.
Depois do Vasco, Juninho defendeu ainda o Flamengo (2001 até 2002), outra vez o Middlesbrough (entre 2002 e 2004), Celtic (2004 até 2005), Palmeiras (2005 até 2006), Flamengo mais uma vez (2006 até 2007) e Sidney (2007
BOTAFOGO
1-Carlos Roberto e Gerson
Carlos Roberto fez parte daquele time demolidor de 67 e 68 que tinha: Cao, Moreira, Moisés, Sebastião Leônidas e Valtencir. Nei Conceição, Carlos Roberto e Gérson; Jairzinho Furacão, Roberto Miranda e Paulo César Caju.
Carlos Roberto tem ótima lembrança também do Santos Futebol Clube, onde formou bom meio de campo na Vila, em 1976, ao lado de Clodoaldo e Aílton Lira.
BANGU
1- Lorico e Ocimar
Ocimar jogou no inesquecível time do Bangu Campeão Carioca de 1966. Ele participou daquela final dramática que não teve volta olímpica do Bangu - que foi campeão ao golear o Fla, de Valdomiro, por 3 a 0 -, mas que teve muita polêmica.
O goleiro Valdomiro (do Fla) foi acusado de corpo mole (nunca provado) e Almir, vendo que o título já estava perdido, agrediu jogadores do Bangu, principalmente Ladeira (hoje o técnico de juniores, Adaílton Ladeira).
O pau quebrou de forma generalizada no Maracanã e o jogo foi encerrado antes de seu tempo normal. Itamar, zagueiro-central do Flamengo, também brigou muito, mas igualmente foi um dos derrotados ao lado de Valdomiro, Murilo, Paulo Henrique, Carlinhos, Carlos Alberto, Silva, Almir, Nelsinho Rosa, dentre outros.
E o Bangu A.C. entrou para a história jogando com Ubirajara, Fidélis, Mário Tito (já falecido), Luís Alberto e Ari Clemente; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Ladeira, Cabralzinho e Aladim. O técnico era Alfredo Gonzalez.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (MINAS GERAIS) Diogo Henrique em 26 Jan 2009
A evolução do escudo do Social-MG
Em 1920, o antigo Calado (hoje, Coronel Fabriciano) sediava escritório de duas empresas, a Estrada de Ferro Vitória a Minas e a Cia. Belgo-Mineira. A Belgo-Mineira tinha suas tradições na cor azul. A pintura de seus veículos e de suas casas eram nessa tonalidade. A E.F.V.M, por sua vez, tinha como cores o verde, o vermelho e o amarelo, que estavam estampados em suas locomotivas “maria-fumaça”. E foi assim, através do azul e do amarelo, que surgiram duas equipes de futebol. Sendo o time amarelo da ferrovia, conhecido como Ferroviário. E o time azul era o da Belgo-Mineira.
Por volta de 1935, o povo de Calado resolveu juntar os dois times. O primeiro nome escolhido foi Sociedade. No início da década de 1940, surgiu a idéia de Social Futebol Clube, nome registrado e oficializado em outubro de 1941.
Em toda sua história o social já possuiu ao todo 7 escudos…
São eles:






Fonte: www.socialfutebolclube.com.br
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Diogo Henrique & (ESPÍRITO SANTO) Diogo Henrique em 26 Jan 2009
Protegido: América-ES
Historia do Futebol Parte II & Jogos Históricos Eduardo Cacella em 26 Jan 2009
JOGOS INESQUECÍVEIS DO BONSUCESSO FC
Fonte e autor:Blog fanaticospelocesso e André Luiz Queiroz
No setor nacional, as mais expressivas e brilhantes vitórias foram estas:
Em 1931, no returno do Campeonato, vencemos o C.R. Flamengo pela elevada contagem de 6x2.
Em 1932, no Parque Antártica, contra o Palestra Itália, hoje Palmeiras, até então invicto contra equipes cariocas, o Cesso venceu por 3x1. Na equipe alviverde figuraram Primo, Bianco, Serafini, Ministrinho, Romeu, Amílcar, Pepe, Lara, Imperato e Gogliardo. A atuação de nossos defensores foi tão saliente que mereceu da imprensa paulista o galardão de “Esquadrão Acadêmico” como era conhecido por vários anos.
Em 1933, vencemos o famoso esquadrão do São Paulo FC, no Torneio Rio-São Paulo, por 5x4, integrado por “astros” da categoria de Nestor, Bartô, Orozimbo, Waldemar de Brito, Frienderich, Petronilho e Hercules.
Em 1938, o Bonsucesso FC depois de estar perdendo por 3 a 0, em sensacional “virada”, derrotou o Flamengo por 4x3.
Em 1956, perdíamos por 4 a 0 para o Vasco da Gama, quando em brilhantíssima reação igualamos a contagem em 4x4.
No setor do futebol internacional, o Bonsucesso figura entre os clubes brasileiros que mais atuaram no estrangeiro, visitando 46 paises das Américas, Europa, África, Oriente, Ásia e Arábia, onde disputou 104 partidas, vencendo 76, empatando 16 e perdendo 12, com um saldo de 49 gols.
As mais expressivas vitórias internacionais foram estas: na Bulgária, contra a seleção búlgara por 3 a 2; na Romênia contra o campeão Rapid de Bucarest, por 1x0; contra a Seleção Chilena, por 2x1; contra o campeão peruano, o Alianza, por 2x0; contra o Guadalajara do México, por 3x1; contra as seleções do Líbano por 5x1; Síria, por 1x0; Jordânia, por 4x1; Líbia, por 6x1; Porto Rico, por 2x1; El Salvador, por 3x0, contra o Santa Fé, da Colômbia, por 2x1; em Frankfurt, na Alemanha, por 2x0; na Polônia, contra o Kawich por 2x1; na França contra o Reins, por 2x1; na Venezuela, contra o Circuito Italiano, por 3x2; na Noruega contra o Skai, por 1x0 e na Espanha contra o Espanhol de Barcelona por 2x1.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Auriel de Almeida & (RIO DE JANEIRO) & Campeonato Fluminense Auriel de Almeida em 26 Jan 2009
ARTIGO DA SEMANA N°3/2008 Todos os clássicos do futebol em Niterói
Ao contrário de Campos, onde no decorrer da história Goytacaz e Americano se estabeleceram como o principal clássico local, o futebol de Niterói foi marcado por altos e baixos de clubes, e a mudança constante no posto de maior clássico local. Confiram os principais clássicos históricos da cidade:
Ararigboya versus Guarany
Quando: Décadas de 1910 e 1920
Situação atual: Extinto
Dois dos mais velhos clubes niteroienses, Guarany e Ararigboya eram grandes clubes na década de 1910 e eram vizinhos do bairro de Santa Rosa. O clássico entre os dois clubes era sempre chamado de “a mais antiga rivalidade da cidade”, num autêntico clássico vovô. Os confrontos entre o clube da camisa rubra (Guarany) e “os periquitos” (Ararigboya) dentro do campeonato niteroiense eram apelidados de “Campeonato de Santa Rosa”, pois quem conseguisse mais pontos no confronto direto era considerado o campeão do bairro por sua torcida.
Os dois clubes se tornaram apenas médios já na década de 20, mas o clássico continuou conceituado e respeitado. Perto do fim da década o Ararigboya não conseguiu manter o time e sumiu, deixando o agora São Bento (nome adotado pelo Guarany em 1926) sozinho, até seu fim, nos anos 40.
Byron versus Barreto
Quando: Décadas de 1910 a 1940
Situação atual: Extinto
Byron e Barreto, rivais do bairro operário do Barreto, se enfrentam em amistosos desde a década de 10, quando os clubes eram compostos por operários da fábrica de fósforos Fiat Lux (Barreto) e da fábrica de tecidos Manufatora (Byron, que não era exatamente um clube da fábrica, mas por alugar o seu terreno acabou atraindo os operários da mesma). Na década de 20, já considerados grandes clubes da cidade - ao lado dos elitistas Canto do Rio e Fluminense, com quem formavam o chamado “Grupo dos Quatro” - Byron e Barreto eram responsáveis pelos maiores públicos de Niterói e detinham, de longe, as maiores torcidas da cidade.
Zizinho, que jogava no Byron antes de se transferir para o Flamengo, dá uma palha sobre o que era o clássico em sua biografia, onde narra um dos inúmeros jogos de casa cheia entre as equipes.
Freqüentemente o jogo Byron x Barreto era considerado pela imprensa como o maior e mais empolgante clássico local, por seu apelo muito mais popular - o outro grande clássico, Canto do Rio versus Fluminense movia apenas o grupo mais seleto da sociedade.
O “Clássico da Zona Norte” teve fim em 1942, quando após o Barreto montar uma equipe caríssima e fora de sua realidade financeita para tentar se inscrever no Campeonato Carioca - o Canto do Rio foi escolhido no seu lugar - o “Leão do Norte” fechou as portas, cheio de dívidas. Com a morte do Barreto e do clássico entre eles, o Byron também perdeu importância e se apequenou, sem ter ninguém para dividir o espetáculo que movia o público da Zona Norte da cidade. Os cruzmaltinos ainda largaram o futebol nos anos 50, cheios de dívidas e expulsos da Rua Dr. March pela Cia. Manufatora (que montou um clube novo, o Manufatora A.C.). Após mais de 20 anos apenas como clube social, o Byron fechou as portas em 1978.
Canto do Rio versus Fluminense
Quando: Décadas de 1910 a 1960
Situação atual: Pode ser reativado
O chamado bairro “chic” de Icaraí viu nascer no começo da década de 1910 dois clubes que logo dividiriam a atenção da cidade: Canto do Rio e Rio Branco (que em 1916 mudaria de nome para Fluminense). Contudo, os dois clubes só se enfrentaram pela primeira vez em 1919, quando finalmente disputaram um campeonato de uma mesma liga. O confronto era aguardado com ansiedade pela imprensa e torcida da elite da cidade, pois finalmente os clubes prediletos de Icaraí iriam se enfrentar. O Fluminense venceu o primeiro confronto entre as equipes e naquele mesmo ano conquistou o campeonato da Liga Sportiva Fluminense.
O confronto ganhou o apelido de “Clássico da Zona Sul”, e os dois clubes se tornariam os prediletos das classes mais altas de Niterói. Ao lado de Byron e Barreto - os prediletos da classe operária - Canto do Rio e Fluminense faziam parte do “Grupo dos Quatro” da década de 20. Com a extinção dos clássicos Guarany x Ararigboya e Byron x Barreto passou a ser chamado também de “o mais velho clássico da cidade”.
O clássico perdeu um pouco de importância na década de 40, quando o Canto do Rio ingressou no Campeonato Carioca e passou a usar um time “B” no campeonato niteroiense, dando início a uma era em que o Canto do Rio se considerava “sem rivais” na cidade e a rivalidade sempre ficou mais do lado do adversário dos cantorrienses - mas continuou charmoso e bem-conceituado na imprensa.
O Fluminense enfraqueceu muito nos anos 50, quando passou sem títulos, até abandonar o futebol no começo dos anos 60. Será que algum dia o Fluminense monta uma equipe de futebol e o clássico volta a ser disputado? Depois de 40 anos, é muito difícil.
Barreto e Byron versus Fluminense e Canto do Rio
Quando: Décadas de 1910 a 1950 (contra o Barreto até 1940)
Situação atual: Extinto
Como seria natural de se esperar, os jogos entre os grandes da Zona Sul contra os grandes da Zona Norte também eram considerados clássicos. Byron x Fluminense, Canto do Rio x Barreto, Barreto x Fluminense e Byron x Canto do Rio realizaram grandes partidas na cidade.
Como curiosidade, alguns tabus: não importa o quanto o Barreto estivesse bem, ele quase sempre perdia para o Fluminense, no clássico de longe mais desequilibrado. Do outro lado, o Barreto se saía muito bem contra o Canto do Rio. Byron x Fluminense geralmente terminava em confusão, e as torcidas de Canto do Rio e Barreto eram muito amigas, talvez pela semelhança das cores.
Ypiranga versus Niteroiense
Quando: Décadas de 1920 a 1960
Situação atual: Extinto
Quando em fins da década de 20 o Ypiranga se tornou o “quinto” grande da cidade, a imprensa logo tratou de arrumar um rival para ele, e passaram a chamar o jogo contra o médio Niteroiense de “Clássico do Centro”, pois eram clubes da região central da cidade. Na carona, o Niteroiense era até mesmo incluído no agora chamado “Grupo dos Seis”.
Porém, o Niteroiense sempre se mostrou mais frágil e pouquíssimo popular em termos de torcida, e logo esse clássico passou a ser desconsiderado como realmente importante. Os clubes se enfrentaram até os anos 60, e por vezes se comentava que o jogo tinha uma certa rivalidade a mais, mas foi um clássico que pouco empolgou. O Niteroiense acabou em 1980, e o Ypiranga hoje é um clube abandonado e juridicamente extinto.
Ypiranga versus Canto do Rio, Fluminense, Byron e Barreto
Quando: Décadas de 1920 a 1960 (contra Barreto até 1940 e Byron até 1950)
Situação atual: Extinto
Quando se tornou um grande clube, naturalmente os confrontos do Ypiranga com os outros grandes tornaram-se clássicos.
O destaque fica com o jogo Ypiranga x Byron, presença constante nas finais dos anos 20 e 30. Dizia-se que quando um dos dois era campeão, geralmente o outro fora o vice.
O clássico Ypiranga x Fluminense também teve grande importância, principalmente por conta do caso de 1930 (quando os clubes dividiram o título) e as constantes brigas em campo.
Fonseca versus Ypiranga
Quando: Década de 1910 e depois décadas de 1930 a 1960
Situação atual: Extinto
Na década de 1910 Fonseca e Ypiranga eram os dois clubes principais do bairro Fonseca, e se enfrentavam apenas em amistosos. Na década de 20, porém, o Ypiranga se tornou um clube mais expressivo e se mudou para São Lourenço, acabando com o clássico.
Em fins da década de 30, no entanto, o Fonseca se tornou um grande clube e a rivalidade entre os dois voltou a se acender - com o Fonseca inclusive tomando o lugar do Niteroiense como o “sexto grande”.
Nos anos 50 e 60 a rivalidade foi fortíssima, e com o enfraquecimento do Fluminense, sumiço de Byron e Barreto e a presença do Canto do Rio apenas com um time “B” no campeonato da cidade o jogo entre Ypiranga e Fonseca era muitas vezes tratado como o maior clássico da cidade dessas duas décadas. E, não à toa, foram os clubes que mais conquistaram títulos niteroienses.
Canto do Rio versus Fonseca
Quando: Décadas de 1930 a 1960
Situação atual: Pode ser reativado
A ascensão do Fonseca coincidiu com a ida do Canto do Rio para o Campeonato Carioca e a utilização de times “B” no campeonato niteroiense. Mas em uma era em que o Canto do Rio se considerava “sem rivais”, e que todos os demais clubes rivalizavam com o Canto do Rio (o “primo rico” da cidade) foi curioso o desenvolvimento de uma rivalidade que era maior extra-campo do que no limite das quatro linhas, entre Fonseca e Canto do Rio.
Quando o Fonseca liderou o retorno ao profissionalismo em 1952, os dirigentes do Canto do Rio ficaram preocupados - afinal, corriam o risco de perder a “licença especial” no Campeonato Carioca e tornar a disputar o Campeonato Niteroiense/Fluminense. Por muitas vezes foi dito que se era assim o Canto do Rio preferia fechar o departamento de futebol a disputar um campeonato deficitário, causando mal-estar entre os clubes.
O Canto do Rio conseguiu continuar no Campeonato Carioca, mas o Fonseca conseguiu aumentar sua expressão na cidade consolidando-se como o maior clube niteroiense a disputar os campeonatos do lado niteroiense da baía. E então a cidade se viu com dois grandes clubes representanto lados diferentes - o Canto do Rio representando o lado niteroiense totalmente incorporado à realidade carioca, e o Fonseca representando o lado resistente à “carioquização” que os niteroienses sofriam há tempos. Como resutado, as duas torcidas tornaram-se rivais e os jogos entre os clubes bastante tensos.
Não é preciso dizer que o lado da carioquização do niteroiense venceu - e não foi nem através do Canto do Rio, pois os dois clubes entraram em decadência no mesmo ano (1965) - o Canto do Rio foi expulso do Campeonato Carioca e o Fonseca fechou o departamento de futebol. Aos niteroienses restou torcer apenas para os clubes cariocas mesmo, com o Canto do Rio de segundo time e olha lá.
Fonseca versus Manufatora
Quando: Fim da década de 50
Situação atual: Extinto
Embora nunca fosse considerado um clube “grande”, os jogos decisivos do Manufatora com o Fonseca no fim dos anos 50 serviram para transformar esse jogo em um pequeno clássico, ou ao menos em um jogo de muita rivalidade. Porém, a duração foi muito curta - não chegou a uma década.
Manufatora versus Costeira
Quando: Décadas de 1960 e 1970
Situação atual: Extinto
Os dois clubes profissionais dos anos 70 se tornaram grandes rivais, graças à seguidas confusões em campo nos jogos entre as equipes. A imprensa niteroiense, então, tentou investir na imagem desses clubes enquanto rivais da cidade. Porém, foi uma rivalidade limitada aos sócios dos dois clubes, já que à essa altura o público de Niterói já não tinha interesse nenhum por esses dois clubes.
Historia do Futebol Parte II & Artigo da Semana 2009 Eduardo Cacella em 26 Jan 2009
ARTIGO DA SEMANA NÚMERO 3/2009 VOTAÇÃO ENCERRADA
RESULTADO FINAL
1°Todos os Clássicos de Niterói - Auriel de Almeida 11 VOTOS
2°Campeonato Baiano de 1935 - Inédito!!! - Alexandre Lima 07 VOTOS
- Álbuns de Figurinhas - Quem não colecionou ??? - Celso Franco 07 VOTOS
4°Amistosos do Madureira na Bahia em 1937 de Alexandre Lima 04 VOTOS
- Amistosos do 1º semestre de 1963 de Júlio Diogo 04 VOTOS
6°Porque sumiu a numeração de 1 a 11 de Gilberto Maluf 02 VOTOS
- A história da Taça Cidade de Campos e Taça Cidade de Niteroi - Auriel de Almeida 02 VOTOS
8°RN: Artilheiros nos ultimos 20 anos - Ricardo Amaral 01 VOTO
- Morte de Garrincha completa 26 anos - Eduardo Cacella 01 VOTO
- O toma lá dá cá no futebol, de Galdino Ferreira 01 VOTO
- Taça Competência de Gilberto Maluf 01 VOTO
- CURIOSIDADE - EVOLUÇÃO DOS CLUBES NO BRASIL - Jorge Farah 01 VOTO
- Associação Rocinhense de Futebol, 100 anos de História - Celso Franco 01 VOTO
- A História do clássico Rio Cricket x Paissandu de Alexandre Martins 01 VOTO
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Roberto Pypcak & CLUBES Roberto Pypcak em 25 Jan 2009
Divulgado 1º ranking da IFFHS da temporada de 2009
O primeiro ranking do ano da famosa Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS), divulgado esta semana, apontou o São Paulo como integrante do chamado “top 10″ da entidade. Graças à conquista do hexacampeonato nacional, em dezembro, o Tricolor passou a ocupar o 10º lugar.
Por causa da conquista do Mundial de Clubes, ao bater a LDU por 1 a 0, o Manchester United assumiu a liderança geral.
Abaixo, os 10 primeiros do ranking da IFFHS:
1. Manchester United (Ing) - 292 pontos
2. Bayern Munique (Ale) - 272 pontos
3. Liverpool (Ing) - 267 pontos
4. Barcelona (Esp) - 266 pontos
5. Boca Juniors (Arg) - 262 pontos
6. Chelsea (Ing) - 253 pontos
7. Roma (Ita) - 240 pontos
8. Estudiantes (Arg) e Fiorentina (Ita) - 230 pontos
10. São Paulo (Bra) - 223 pontos
Abaixo, os 10 primeiros clubes brasileiros:
1. São Paulo (10º) - 223 pontos
2. Fluminense (13º) - 212 pontos
3. Cruzeiro (24º) - 176 pontos
4. Flamengo (30º) - 169 pontos
5. Internacional (41º) - 162 pontos
6. Santos (62º) - 145 pontos
7. Botafogo-RJ (73º) - 136 pontos
8. Sport Recife (97º) - 118 pontos
9. Grêmio (107º) - 114 pontos
10. Vasco da Gama (128º) - 102 pontos
Historia do Futebol Parte II & O Mundo é uma bola!!! Andre Martins em 25 Jan 2009
Protegido: Modelo revela que fez sexo dentro de estádio para satisfazer o marido
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ricardo Amaral & (RG DO NORTE) & AMISTOSOS NACIONAIS Ricardo Amaral em 24 Jan 2009
AMISTOSOS CLUBES RN EM 2009
Jogos da pré-temporada dos clubes do RN antes do inicio do estadual:
dta/jogo/local
3/1- Ferroviário/CE 2x1 Potiguar-M em Fortaleza/CE
4/1- Sel.Baraúna 1x2 Baraúnas de Mossoró em Baraúna/RN
6/1- Potiguar de Mossoró 0x2 Sousa/PB na cidade de Apodi
7/1- Sel. Felipe Guerra 0x2 Baraunas de Mossoró
7/1- América 4x0 Sel. Macaiba em Parnamirim
7/1- Real Independente 1x1 Esporte Patos/PB em Jardim de Piranhas
10/1-Campinense 2x1 Baraunas em Campina Grande/PB
11/1-Santa Cruz 0x1 America em Santa Cruz
111- Potyguar 0x2 Centenário em Currais Novos
11/1-Esporte/PB 1x0 Real Independente em Patos/PB
11/1- Macau 8x1 Sel. João Câmara/RN em Macau
11/1- Sousa 1x1 Potiguar-M em Sousa/PB
14/1- Baraúnas 2x0 Santa Cruz/RN em Mossoró
14/1- Alto do Rodrigues 1x3 Macau em Alto do Rodrigues/RN
14/1- ABC 12x0 Sel.Cidade da Esperança no Frasqueirão
14/1- Real Independente 3x1 São bento/PB em Jardim de Pirranhas
17/1- Macau 0x1 Corintians/RN em Macau
17/1- ABC 2x1 Alecrim no Frsqueirão em Natal
17/1- Palmeiras/RN 0x0 America em Goianinha/RN
17/1- Centenário 0x3 Potyguar-CN em Parelhas/RN
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Ricardo Amaral & (RG DO NORTE) Ricardo Amaral em 24 Jan 2009
RN: Artilheiros nos ultimos 20 anos
Nos 20 últimos Campeonatos Estaduais do Rio G.Norte, o América, um dos principais times do estado, detem uma média muita baixa. Só teve dois artilheiros da competição. Em 1992, o atacante Paloma, com 11 gols e mais recente, em 2003, o atacante Sandro Gaúcho, com 12 gols marcados.
Nesse período,o seu maior adversário, o ABC, terminou o campeonato com um jogador do seu grupo como artilheiro 11 vezes. Só Sérgio Alves alcançou quatro vezes a artilharia da competição.
Completando a lista, o Potiguar de Mossoró fez três artilheiros, o Baraúnas dois, e Coríntians e Potyguar de Currais Novos um artilheiro.
Os 20 últimos artilheiros do Estadual :
1989: Zinho do ABC com 14 gols
1990: Romero do Baraúnas com 07 gols
1991: Cacau do Potiguar de Mossoró com 14 gols
1992: Paloma do América com 11 gols
1993: Cláudio José do ABC com 22 gols
1994: Renílson do ABC com 23 gols
1995: Cícero Ramalho do Potiguar de Mossoró com 15 gols
1996: Claudinho do ABC com 20 gols
1997: Claudinho do ABC com 20 gols
1998: Sérgio Alves do ABC com 10 gols
1999: Sérgio Alves do ABC com 18 gols
2000: Leonardo do ABC com 26 gols
2001: Sérgio Alves do ABC com 21 gols
2002: Júnior Baía do Coríntians com 13 gols
2003: Sandro Gaúcho do América com 12 gols
2004: Canindezinho do Potiguar de Mossoró com 14 gols
2005: Sérgio Alves do ABC com 15 gols
2006: Luciano Paraíba do Baraúnas com 11 gols
2007: Wallyson do ABC com 10 gols
2008: Quirino do Potyguar de Currais Novos com 09 gols
fonte:Dnonline
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Lima & (BAHIA) & Campeonatos Históricos Alexandre Lima em 23 Jan 2009
Campeonato Baiano de 1935 - Inédito!!!
Campeonato Baiano de 1935:
L.B.D.T. - Liga Baiana de Desportos Terrestres
Clubes Participantes:
Botafogo Sport Club (Salvador)
Energia Circular Futebol Clube (Salvador)
Esporte Clube Bahia (Salvador)
Esporte Clube Vitória (Salvador)
Esporte Clube Ypiranga (Salvador)
Fluminense Futebol Clube (Salvador)
Galícia Esporte Clube (Salvador)
Sport Club Brasil (Salvador)
Primeiro Turno:
14/04
Botafogo 6x0 Energia Circular - Cabeça de Boi (3), Ignácio (2) e Lindinho (Bot)
17/04
Galícia 2x2 Brasil - Vareta e Job (Gal); Natal e Nelson (Bra)
21/04
Vitória 6x3 Bahia - Mozart (2), Gazinho (2), Bahianinho e Novinha (Vit); Romeu (2) e Guga (Bah)
25/04
Botafogo 2x0 Galícia - Frederico (2)(Bot)
01/05
Energia Circular 4x3 Brasil - Pedro Braz (3) e Aureliano (Ene); Bindo (2) e Anisio (Contra)(Bra)
12/05
Fluminense 2x1 Vitória - Apollonio e Manteiga (Flu); Mozart (Vit)
06/06
Bahia 1x1 Ypiranga - Nestor (Bah); Betinho (Ypi)
09/06
Botafogo 4x2 Brasil - Cabeça de Boi, Frederico, Lindinho e Ignácio (Bot); Walter e Nelson (Bra)
13/06
Galícia 4x1 Energia Circular - Vareta (2), Vavá e Gradim (Gal); Henrique (Ene)
16/06
Vitória 3x2 Ypiranga - Raul, Novinha e Mozart (Vit); Ferreira (2)(Ypi)
20/06
Bahia 5x1 Fluminense - Benzinho (2), Romeu e Betinho (2)(Bah); Feliciano (Flu)
23/06
Botafogo 4x2 Vitória - Ignácio (2), Cabeça de Boi e Lindinho (Bot); Novinha (2)(Vit)
27/06
Bahia 3x1 Energia Circular - Ito (2) e Betinho (Bah); Bonfim (Ene)
30/06
Galícia 5x3 Fluminense - Vareta (3), Chico Antônio e Dedé (Gal); Palito (3)(Flu)
04/07
Brasil 3x0 Ypiranga - Natal (2) e Nelson (Bra)
07/07
Botafogo 3x3 Bahia - Ignácio (2) e Cabeça de boi (Bot); Romeu (3)(Bah)
11/07
Vitória 5x1 Energia Circular - Mozart (2), Gazinho (2) e Novinha (Vit)
14/07
Galícia 3x3 Ypiranga - Vavá, Dedé e Gradim (Gal); Lago, Almiro e Ferreira (Ypi)
18/07
Brasil 4x2 Fluminense - Natal (3) e Nelson (Bra); Cueca e Palito (Flu)
21/07
Botafogo 4x2 Ypiranga - Lindinho (3) e Frederico (Bot); Almiro e Ferreira (Ypi)
25/07
Fluminense 2x1 Energia Circular - Marinheiro e Castro (Flu); Aureliano (Ene)
01/08
Galícia 2x0 Bahia - Vareta (2)(Gal)
04/08
Vitória 5x2 Brasil - Mozart (2), Novinha, Raul e Gazinho (Vit); Pelágio e Natal (Bra)
08/08
Botafogo 4x3 Fluminense - Frederico (2), Cabeça de Boi e Lindinho (Bot); Marinheiro, Rosendo e Palito (Flu)
11/08
Ypiranga 5x2 Energia Circular - Ferreira (2), Ismael, Almiro e Idelfriades (Ypi); Mundinho e Da Hora (Ene)
15/08
Vitória 2x0 Galícia - Gazinho e Raul (Vit)
18/08
Brasil 2x0 Bahia - Bindo e Nelson (Bra)
22/08
Fluminense 5x2 Ypiranga - Palito (2), Castro, Moela e Manteiga (Flu); Ferreira (2)(Ypi)
Segundo Turno:
29/08
Botafogo 7x2 Energia Circular - Armando (Contra)(2), Frederico (2), Arlindo (Contra), Ignácio e Cabeça de Boi (Bot); Mundinho e Varella (Ene)
01/09
Galícia 4x1 Brasil - Gradim (2) e Servílio (2)(Gal); Pelágio (Bra)
05/09
Vitória 6x2 Bahia - Mozart, Bahianinho (2), Seabra, Novinha e Gazinho (Vit); Romeu (2)(Bah)
08/09
Ypiranga 3x0 Fluminense - Vivi (2) e Seu Deixa (Ypi)
12/09
Galícia 0x0 Botafogo
01/10
Bahia 3x2 Ypiranga - Astério, Ito e Benzinho (Bah); Cantarelli (Contra) e Ferreira (Ypi)
04/10
Brasil 2x1 Energia Circular - Popó e Pelágio (Bra); Mundinho (Ene)
06/10
Vitória 3x0 Fluminense - Mozart (2) e Bahianinho (Vit)
13/10
Botafogo 1x1 Brasil - Ignácio (Bot); Popó (Bra)
17/10
Galícia 7x2 Energia Circular - Vareta (3), Servílio (2), Chico Antônio e Gradim (Gal); Mundinho e Da Hora (Ene)
07/11
Vitória 1x0 Ypiranga - Gazinho (Vit)
05/12
Bahia 2x1 Fluminense - Tintas e Betinho (Bah); Marinheiro (Flu)
08/12
Botafogo 3x0 Vitória - Lindinho, Nezinho e Frederico (Bot)
12/12
Energia Circular 2x1 Bahia - Mundinho e Aureliano (Ene); Carioca (Bah)
15/12
Fluminense 5x3 Galícia - Castro (2), Armando, Marinheiro e Rosendo (Flu); Vareta (2) e Servílio (Gal)
19/12
Brasil 2x1 Ypiranga - Pelágio e Americano (Bra); Ferreira (Ypi)
26/12
Bahia 2x0 Botafogo - Ito (2)(Bah)
29/12
Energia Circular 5x3 Vitória - Henrique (2), Mundinho (2) e Da Hora (Ene); Novinha, Raul e Mila (Vit)
01/01/1936
Galícia 2x1 Ypiranga - Servílio e Vareta (Gal); Almiro (Ypi)
05/01/1936
Fluminense 2x2 Brasil - Marinheiro (2)(Flu); Gileno e Pelágio (Bra)
09/01/1936
Ypiranga 2x1 Botafogo - Vivi e Ferreira (Ypi); Lindinho (Bot)
12/01/1936
Energia Circular 6x4 Fluminense - Mundinho (2), Pedro Braz, Memeu, Bonfim e Henrique (Ene); Rosendo, Armando, Castro e Marinheiro (Flu)
16/01/1936
Galícia 6x2 Bahia - Gradim (2) e Vareta (4)(Gal); Astério (2)(Bah)
23/01/1936 - Jogo do Título:
Botafogo 4x0 Fluminense - Lindinho (2) e Frederico (2)(Bot)
Local: Estádio da Graça
Árbitro: Alberto Gambarotta
Botafogo: Romario, Gregório e Hugo; Oscar, Nezinho e Felippe; Macaquinho, Cabeça de Boi, Frederico, Ignácio e Lindinho.
Fluminense: Memeu, Alfredo e Candinho; Manoelzinho, Feliciano e Castro; Rosendo, Marinheiro, Sotero II, Manteiga e Moela.
26/01/1936
Ypiranga 2x2 Energia Circular - Ismael e Ferreira (Ypi); Mundinho e Henrique (Ene)
30/01/1936
Galícia 3x0 Vitória - Servílio, Dedé e Vareta (Gal)
02/02/1936
Vitória 7x1 Brasil - Novinha (3), Gazinho (2), Raul e Bahianinho (Vit); Nelson (Bra)
06/02/1936
Brasil 6x3 Bahia - Carrinho, Walter e Dultra (Bah); Henrique e Capinam (5)(Bra)
Tabelão:
01º Botafogo Sport Club 21 14 9 3 2 43 19 21
02º Galícia Esporte Clube 19 14 8 3 3 41 24 19
03º Esporte Clube Vitória 18 14 9 0 5 44 28 18
04º Sport Club Brasil 15 14 6 3 5 33 36 15
05º Esporte Clube Ypiranga 10 14 4 2 8 26 32 10
06º Esporte Clube Bahia 10 14 4 2 8 30 39 10
07º Fluminense Futebol Clube 09 14 4 1 9 30 45 9
08º Energia Circular Futebol Clube 09 14 4 1 9 30 54 9
*** Botafogo Sport Club - Campeão Baiano de 1935 ***
Artilheiros:
Vareta (Gal) 19 gols;
Ferreira (Ypi) 12 gols;
Mozart e Novinha (Vit); Frederico e Lindinho (Bot) 11 gols;
Gazinho (Vit) e Mundinho (Ene) 10 gols;
Ignácio (Bot) 09 gols;
Cabeça de Boi (Bot); Romeu (Bah) 08 gols;
Palito e Marinheiro (Flu); Gradim e Servílio (Gal); Natal (Bra) 07 gols;
Nelson (Bra) 06 gols;
Capinam e Pelágio (Bra); Bahianinho e Raul (Vit); Ito e Betinho (Bah); Henrique (Ene); Castro (Flu) 05 gols;
Pedro Braz (Ene); Almiro (Ypi) 04 gols;
Benzinho e Astério (Bah); Aureliano e Da Hora (Ene); Dedé (Gal); Bindo (Bra); Vivi (Ypi); Rosendo (Flu) 03 gols;
Manteiga e Armando (Flu); Chico Antônio e Vavá (Gal); Ismael (Ypi); Popó (Bra); Bonfim (Ene) 02 gols;
Nestor, Guga, Tintas, Carioca, Walter, Carrinho e Dultra (Bah); Betinho, Seu Deixa, Lago e Idelfríades (Ypi);
Feliciano, Cueca, Moela e Apollonio (Flu); Henrique, walter, Gileno e Americano (Bra); Mila e Seabra (Vit);
Memeu e Varella (Ene); Job (Gal); Nezinho (Bot) 01 gol cada.
Artilheiros negativos:
Armando (Energia Circular) a favor do Bahia 02 gols;
Arlindo (Energia Circular) a favor do Botafogo;
Anisio (Energia Circular) a favor do Brasil;
Cantarelli (Bahia) a favor do Ypiranga 01 gol cada.
Dados do Campeonato:
Período: 14/04/1935 à 06/02/1936
Campeão: Botafogo
Vice: Galícia
Jogos: 56
Gols: 277
Média de Gols: 4,95 por partida
Maior número de pontos: Botafogo, 21 pontos
Menor número de pontos: Fluminense e Energia Circular, 09 pontos
Maior número de gols marcados: Vitória, 44 gols
Menor número de gols marcados: Ypiranga, 26 gols
Maior número de gols sofridos: Energia Circular, 54 gols
Menor número de gols sofridos: Botafogo, 19 gols
Maior número de vitórias: Vitória e Botafogo, 09 vezes
Menor número de vitórias: Ypiranga, Bahia, Fluminense e Energia Circular, 04 vitórias
Maior número de derrotas: Energia Circular e Fluminense, 09 vezes
Menor número de derrotas: Botafogo, 02 vezes
Artilheiros:
1º Vareta (Galícia) 19 gols
2º Ferreira (Ypiranga) 12 gols
3º Mozart (Vitória) 11 gols
Novinha (Vitória) 11 gols
Frederico (Botafogo) 11 gols
Lindinho (Botafogo) 11 gols
Fonte: Jornais Diário de Notícias e O Imparcial.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 23 Jan 2009
Porque sumiu a numeração de 1 a 11
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repare nas numerações das camisas do Santos em 1970. Foto de Placar.
- Antes não era mais bonito?
- Todo time entrava em campo com os jogadores numerados de 1 a 11.
- O goleiro camisa 1 sempre usava preto.
- Lev Yashin era o “Aranha Negra”.
- Aliás, um goleiro comum que exageros sem provas transformaram em inexpugnável.
- Gylmar, o que aboliu as cotoveleiras e as joelheiras, só usava preto.
- De Orlando, da Lusa, só se viam os dentes e os olhos.
- Os reservas usavam de 12 a 17.
- Mas nos anos 60 só tinha um reserva: o goleiro.
- Jogador de linha que se machucava “ia fazer número na ponta-esquerda”.
- E o goleiro reserva também usava a 1, como o titular.
- Depois, ele virou o 12.
- E os emergentes reservas ganharam camisas de números 13 a 17.
- E hoje?
- Tem camisa 99, 77, 28, 33, 79, 21, 44 e etc.
- Só não tem 24, 171 e 69!
- Do 66 “do diabo”, então, os Atletas de Cristo correm mais do que atrás de dinheiro!
- Por quê?
- Mas Luís Fabiano, na Ponte (durante Copa SP de Juniores), era o 24!
- E daí?
- Antes, os times não só usavam os números de 1 a 11.
- Também exigiam que seus jogadores posassem para fotos no gramado, antes dos jogos, na mesma ordem da escalação que era divulgada pelo rádio.
- Podem conferir aos milhares em “Que Fim Levou?”, de www.miltonneves.com.br
- O Vasco, de pé, mantinha fixos: Barbosa, Paulinho, Bellini, Écio, Orlando e Coronel.
- Qualquer reserva que entrasse jogando ocupava o mesmíssimo lugar do titular machucado ou suspenso.
- E você já viu o Pepe sem ser o último agachado?
- Ou o Garrincha não sendo o primeiro dos agachados?
- O Tostão jamais ficou de pé.
- O Pelé não está sempre na meia-esquerda?
- O Canhoteiro também sempre foi o último, assim como - Abel, Rodrigues Tatu, Zagallo e Chico.
- Não é saudosismo exagerado, não, gente!
- Mas, também nisso, ontem era melhor do que hoje.
- O Rogério Ceni, por exemplo, usa o….01! Ou seria OI?
- Alô, cartolas, que volte a numeração de 1 a 11!
- Doze para cima é número de jogador reserva.
- É o que falavam Fiori, Pedro, Cury e Valdir Amaral: “gol de fulano com camisa de reserva”.
Oportuno comentário de Milton Neves.
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Gilberto Maluf Gilberto Maluf em 23 Jan 2009
Taça Competência
Estava procurando notícias de alguns times do interior, e entre eles estava o Elvira de Jacareí.
Com informações de Marcio Trevisan no site www.pontoverde.com.br segue um pouco da história do Elvira de Jacareí.
Do final dos anos 10 até o final dos anos 20 existia no futebol paulista a chamada “Taça Competência”. Geralmente em uma única partida mas, também, algumas vezes disputada em dois jogos, marcava o encontro do campeão da divisão de elite, torneio organizado pela APEA – Associação Paulista de Esportes Atléticos - contra o vencedor do torneio do Interior, que assim teoricamente disputavam não só o troféu como, também, o status de melhor time de São Paulo. Daí seu vencedor ser considerado o “campeão do Estado”.
Campeão paulista em 1920, o Palestra Itália acabou surpreendido no início do ano seguinte, quando em pleno Parque Antarctica foi derrotado pelo Corinthians de Jundiaí/SP por 2 a 1, perdendo desta forma a chance de obter sua primeira “Taça Competência”. Por isso, quando novamente teve a chance de disputá-la, o Palmeiras não poupou esforços para obtê-la.
O jogo em questão foi contra o Elvira, de Jacareí/SP, que para os padrões da época até que tinha um time razoável, embora fosse viver seu apogeu entre 1956 e 1962, quando disputou a Terceira e a Segunda Divisões paulistas. Novamente atuando em seu campo, o Palestra encarou com tanta seriedade aquela partida, disputada apenas em agosto de 1927, que não deu tempo nem para que o time interiorano respirasse - logo no primeiro minuto, Melle abriu o placar.
A partir de então, foi um verdadeiro bombardeio alviverde, com a etapa inicial terminando com o placar de 4 a 0 e, ao fim do jogo, o placar apontando pra lá de elásticos 10 a 0!
Com uma atuação de gala, o Palmeiras mostrou que tinha “competência” de sobra para ficar com o troféu.
Confira a ficha técnica do jogo que garantiu a conquista do título:
Taça Competência/1926
Jogo: Palestra Itália 10 x 0 Elvira/SP
Data: 07/08/1927 - Horário: 15h55
Local: Estádio do Parque Antarctica, em São Paulo/SP
Árbitro: Alzemiro Ballio
Gols: Melle a 1, Heitor aos 6 e aos 18 e Carrone aos 34 minutos do primeiro tmepo. Lara aos 15, Carrone aos 23, Serafini aos 28, Tedescoaos 33, Carrone aos 39 e Lara aos 43 da etapa final
Equipes
Palestra Itália - Nanni; Bianco e Pepe; Xingo, Amílcar e Serafini; Tedesco, Carrone, Heitor, Lara e Melle. Técnico: Ramón Platero.
Elvira/SP - Roberto; Lauro e Gradim; Moreira, Nenê e João; Spadone, Giby, Cancio, Marelli e Apparecida
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & (RIO DE JANEIRO) Alexandre Martins em 22 Jan 2009
A HISTÓRIA DO CLÁSSICO RIO CRICKET X PAISSANDU
Muito – e, ao mesmo tempo, muito pouco – se sabe sobre a origem do futebol no Brasil. Falar das primeiras atividades balopédicas em campos brasileiros é falar de Charles Miller, de Oscar Cox, do Sport Club Rio Grande, de Friedenreich, de Araken Patuska, do Germânia, do São Paulo da Floresta e de tantos dados que remontam ao final do século XIX e início do século XX. No entanto, pouco se comenta sobre aquele que pode ser considerado o primeiro clássico do futebol do país, envolvendo dois clubes que sequer foram fundados para a prática do futebol: Rio Cricket e Paissandu.
As origens da rivalidade estão na fundação do Paissandu, criado em 15 de agosto de 1872 por imigrantes ingleses com o nome de… Rio Cricket Club. Como o próprio nome indicava, a sociedade tinha como principal objetivo estimular e viabilizar a prática do críquete no Rio de Janeiro. Em 1880, o clube deixou sua sede no bairro de Botafogo e se mudou para o bairro do Flamengo – mais exatamente para a rua Paysandu, da qual adotou o nome. Foi então que o Rio Cricket Club passou a se chamar Paysandu Cricket Club.
A mudança não agradou alguns dos associados, que optaram por se separar do clube. Assim, em 1897, alguns dissidentes do Paysandu fundaram o Rio Cricket & Athletic Association, cuja sede ficava no bairro de Icaraí, em Niterói. Como decidiram homenagear o Brasil, os fundadores do novo Rio Cricket optaram por adotar uniformes verdes e amarelos, enquanto o Paysandu se vestia de azul e branco.
Rivais nos campos de críquete, as duas agremiações foram convidadas para disputar também a primeira partida de futebol da história da Guanabara. A iniciativa partiu de Oscar Cox, pioneiro da modalidade no Rio de Janeiro, que havia chegado ao Brasil no mesmo ano de 1897, aos 17 anos. Cox, posteriormente presidente do Fluminense, já vinha amadurecendo a idéia de fundar um clube de futebol em solo brasileiro, mas só conseguiu colocar o esporte em ação pela primeira vez em 22 de setembro de 1901.
Foi então que, pela primeira vez com regras, dois times se enfrentaram no Rio de Janeiro: exatamente os sócios do Rio Cricket (que hospedaram o jogo) e o Rio Team (formado por alguns sócios do Paysandu, por futuros fundadores do Fluminense e pelo próprio Oscar Cox). Cerca de 15 espectadores acompanharam o jogo, que terminou empatado por 1 a 1 – curiosamente, causando espanto nos presentes e na crônica esportiva, todos pouco acostumados a enfrentamentos que terminassem sem vitória.
Não demorou para que o futebol ganhasse entusiastas na capital federal, onde logo se fundaram novos clubes para a prática da novidade: Football & Athletic, Fluminense (que se chamaria Rio Football Club, e que precisou mudar de nome para não ser confundido com o Rio Cricket), Bangu, Botafogo (que aderiu ao futebol em 1904), Riachuelo e América, entre outros. Em 1906, foi então organizado pela primeira vez o Campeonato Carioca de futebol, com seis equipes disputando o título. O Fluminense foi o campeão, seguido de Paysandu e Rio Cricket.
A competição, organizada em dois turnos, marcaria os primeiros confrontos oficiais entre os dois co-irmãos, nas partidas que ficaram conhecidas como Clássico dos Ingleses. O Rio Cricket, porém, venceu o clássico do primeiro turno por WO, já que o Paysandu não compareceu à partida em Niterói. No segundo turno, na Rua Guanabara, nova vitória do Auriverde, mas com gols: 2 a 0, graças a Mutzenbecher e Stanichowsky.
No ano de 1907 não foi bom para os dois jovens times: enquanto o Paysandu foi o último colocado dentre os quatro participantes do Campeonato Carioca, o Rio Cricket sequer integrou o certame – o que só voltou a acontecer em 1908. Com campanhas discretas na ocasião, os dois clubes ficaram dois anos de longe do futebol, retornando apenas em 1911. O campeonato daquele ano, que começou com seis clubes, terminou com apenas quatro, em virtude do fechamento do Riachuelo e da saída do Botafogo (que se retirou em protesto às punições recebidas após as brigas no empate por 1 a 1 com o América). O Rio Cricket (foto), porém, foi apenas o terceiro colocado, à frente do… Paysandu.
O protesto custou caro ao Botafogo, que foi afastado do Campeonato Carioca de 1912 pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA). Bom para os oito clubes que participaram da competição, e que não precisaram enfrentar um rival dos mais fortes. Enquanto o campeão carioca de 1907 (foto) e 1910 disputava com sucesso o campeonato da Associação de Football do Rio de Janeiro (AFRJ) contra Americano, Petropolitano, Germânia, Paulistano, Internacional e Cattete, o torneio da LMSA acontecia.
E se a saída do Bota foi boa para Paysandu, Rio Cricket, Flamengo, América, Fluminense, Bangu, São Cristóvão e Mangueira, foi especialmente proveitosa para o time azul e branco do bairro do Flamengo, que se sagrou Campeão Carioca de 1912. Em sua campanha, o time disputou 14 partidas (já que o Carioca continuou acontecendo no sistema de pontos corridos em dois turnos), vencendo 11, empatando duas e perdendo apenas uma. Contra o Rio Cricket, foram uma vitória (2 a 1 no Estádio das Laranjeiras) e um empate (1 a 1 em Icaraí). De quebra, o Paysandu ainda fez o artilheiro do certame: Harry Robinson, com 26 gols.
As boas campanhas, porém, terminaram por aí. Em 1913, ano do primeiro título do América, o Paysandu foi quarto, enquanto o Rio Cricket foi sétimo – o Campeonato Carioca contou com dez equipes. Em 1914, após a fusão da LMSA com a AFRJ, o Paysandu foi o pior dos sete clubes do torneio, duas posições abaixo do principal rival.
O Campeonato Carioca de 1914 marcou a despedida do Paysandu do futebol. No ano seguinte, quem deixou os gramados foi o Rio Cricket, que ainda fez sua despedida do Campeonato Carioca. O time foi lanterna, e precisou disputar uma eliminatória contra o Andarahy, valendo um lugar na elite. No entanto, como estava desfalcado de seus principais jogadores (que partiram para a Inglaterra para lutar na I Guerra Mundial), o clube não resistiu e foi derrotado pelo rival da rua Santa Isabel por 4 a 2 no terceiro jogo entre os dois – as duas primeiras partidas terminaram empatadas por 2 a 2.
Oficialmente, o Rio Cricket se desligou das competições em 16 de maio de 1917, retomando as atividades futebolísticas na década de 20, mas sem jamais integrar o profissionalismo. O Paysandu, por sua vez, passou por outros percalços desde seu adeus: mudou de nome duas vezes (Paysandu Athletic Club e Paissandu Atlético Clube) e mudando o endereço de sua sede outras duas: para Copacabana, em 1932, e para o Leblon, em 1953, onde se encontra até hoje.
E embora se dediquem principalmente às atividades sociais, ambos se reencontraram para um amistoso em 2006, comemorando os 105 anos da partida idealizada por Oscar Cox em 1901. O Rio Cricket conseguiu montar um time de associados, mas o Paissandu dependeu da ajuda do time do Tombense-MG, controlado pelo empresário Eduardo Uram, que cedeu todos os atletas para a escalação. No final, vitória por 2 a 1 do Paissandu no jogo realizado em Niterói.
Fonte: Futebol Alternativo
Historia do Futebol Parte II & Artigos-Alexandre Martins & Jogos Históricos Alexandre Martins em 22 Jan 2009
RETROSPECTO DO CLÁSSICO RIO CRICKET-RJ X PAISSANDU-RJ
01/08/1901 - Rio Cricket ?-? Paissandu (o Rio Cricket foi o vencedor, desconhece-se o placar)
Icaraí - Amistoso
01/08/1901 - Rio Cricket ?-? Paissandu (o Paissandu foi o vencedor, desconhece-se o placar)
Icaraí - Amistoso
17/06/1906 - Rio Cricket 0-WO Paissandu (o Paissandu não compareceu)
Icaraí - Campeonato Carioca
02/09/1906 - Paissandu 0-2 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
21/06/1908 - Rio Cricket 5-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca
23/08/1908 - Paissandu 0-8 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
23/07/1911 - Rio Cricket 4-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca
22/10/1911 - Paissandu 2-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
02/06/1912 - Paissandu 2-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
18/08/1912 - Rio Cricket 1-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca
11/05/1913 - Rio Cricket 1-2 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca
05/10/1913 - Paissandu 3-1 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
07/06/1914 - Rio Cricket 5-1 Paissandu
Icaraí - Campeonato Carioca
30/08/1914 - Paissandu 4-5 Rio Cricket
Laranjeiras - Campeonato Carioca
22/09/2006 - Rio Cricket 1-2 Paissandu
Icaraí - Amistoso
Estatísticas:
Jogos - 14
Vitórias do Rio Cricket - 8
Vitórias do Paissandu - 5
Empates - 1
Gols do Rio Cricket - 35[*]
Gols do Paissandu - 19[*]
[*] Faltam gols de dois jogos.
Fonte: Wikipédia
